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quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Aviso

Eu deixei está historia de lado por um tempo quando comecei a segunda temporada porque depois da primeira fiquei sem postar e como se diz perdi o fio á miada tenho tido ajuda de uma escritora de blogs e tbm minha amiga Thata que escreve  Bring The Pain http://princessofcrime-zanessa.blogspot.pt/ e  Whatever Will Be http://amizadecolorida-zanessa.blogspot.pt/  mas ela está doente e como eu recomecei a historia baseada neste companheirismo eu quero continuar assim, então caras leitoras eu  sempre fico extremamente agradecida quando leio os vossos comentários e percebo que ainda á ainda quem leia, por isso peço vós paciência para receberem o próximo capítulo espero que compreendam; obrigada =)

sábado, 18 de julho de 2015

Capítulo 16

Vanessa: Com Chace, a sério?
Ashley: Mesmo longe as notícias correm de pressa. – Pediu para Vanessa que fechasse aquela boca de espanto e que falasse um pouco mais baixo, estavam num esplanada, não precisava eu todos ficasse a saber com que dormiu.
Vanessa: Porque fizeste isso? – Esfregou a ponta de seus dedos em sua parte laterais da cabeça sentindo dor na mesma.
Ashley: Não tenho nada a dizer sei que me vais julgar como Kristen…
Vanessa: Ela não fez isso, nem eu o vou fazer. – Interrompeu lembrando-se que sua última conversa não tinha terminado bem.
Ashley: Apenas aconteceu. – Deu de ombros sem ela mesma ter certezas de nada, ele estava ali, ele queria ela quis e aconteceu, era simples assim.
Vanessa: Uau que resposta tão concreta.- Zombou mostrando que apenas queria entender.
Ashley: Quando eramos miúdas a terminar a secundária, pensamos que ficaríamos com eles para sempre, eu e Scott tu e Zac Kristen e Robert, mas as coisas mudaram dês de então nós crescemos mudamos. – Explicar que a sua relação como seu marido, mais ex-marido estava completamente destruída ultimamente parecia uma algo que estava difícil de as pessoas compreenderem.
Vanessa: É, eu sei. – Deu de ombros, ouvido o nome Zac nem queria ir por ali.
Ashley: As coisas entre mim e Scott estão mal á muito, mas sempre adiamos a separação, até chegamos a falar em ter filhos o que era uma estupidez, tendo em conta como as coisas iam entre nós, afastamo-nos o amor acabou, mas existia tanto no nosso passado que acreditados eu isso manteria o amor aceso no presente, só que não o faz. – Pegou gentilmente a mão de Vanessa pedindo para que escutasse bem o que sentia.
Vanessa: Mas de qualquer modo, ao fazer o que fizeste agora não o podes acusar de nada seria hipócrita de tua parte.  – Apertou a mão de Ashley não estava contra ela, nunca o esteve, mas viverem em pontas diferentes do mundo, queriam manter sua amizade e conseguiam, mas era tão complicado fazer parte da sua família construída como antes.
Ashley: Nada vou fazer na verdade, apenas vou pedir o divórcio, estou cansada de um relacionamento que está vazio. – Explicou que deixaria Scott em paz, que queria terminar do modo mais pacífico possível, afinal ele já tinha sido um dos seus melhores amigos, e apesar da traição a ter magoada, não queria vingança, apenas que cada um fosse para seu lado.
Vanessa: E vais ficar com Chace? – Perguntou quase sem voz, fazendo uma careta, ela tentava tanto tira-lo da sua vida, e ele apenas ia entrando com tanta facilidade.
Ashley: Sim, casar e ter muitos filhos…- Riu de seu próprio sarcasmo. - Apenas nos estamos a conhecer.
Vanessa: Mas já foste para a cama com ele. – Mordeu o lábio querendo ter mordido a língua antes e não ter deixando tal frase sair.
Ashley: E desculpa se te desiludo mas não me arrependo, é o que eu queria…- Mais clara não podia ser, não estava arrependida, sentia-se mal por Scott sim, por tudo o que já tinham passado, e no final tinha sido igual a ele, e apesar de não estar mais apaixonada por Scott ainda estava num casamento com o mesmo. - Não vou agir como se fosse a pessoa mais perfeita não o sou, casamentos não são fáceis tu sabes, e por vezes levamos as coisas até um ponto onde desnecessariamente nos destruímos, é isso que eu tenho feito com o meu marido e ele comigo, brigamos tanto que destruímos até amizade que tínhamos.
Vanessa: Á quem supere traições…
Ashley: Sei Kristen e Robert, mas bem ele esquizofrénico, e culpou-se a si mesmo quando isso aconteceu, eles têm filhos e foram a reabilitação de casais, e ela o, ama tendo em conta o estado em que por vezes ele fica tu és psicóloga sabes que não é uma doença fácil de lidar, é muito complicado para ela. – Não quis por momentos falar em Alex, preferiu lembrar o que aconteceu entre seus amigos e já estava completamente superado.
Vanessa: Mas Kristen ama Robert…
Ashley: E Robert ama Kristen por isso ainda estão juntos, porque os que os une é mais do que os separa. – Teve vontade de gritar, o mundo da psicologia tinha levado Vanessa para um sítio onde parecia que só precisava de razão e mais razão, tudo era pouco sentindo, mais frio, cada movimento cuidadosamente racional, e fazia parte do seu trabalho pensar no que sentia, mas Vanessa levava a situação a estremos.
Vanessa: Eu sei que tens razão apenas queria te entender. – Falou não querendo entrar numa briga desnecessária.
Ashley: Como disse não somos mais aquelas miúdas, somos mulheres vemos as coisas de modo diferente crescemos Robert e Kristen têm o seu matrimonio e lidam com ele ao seu modo e eu faço ao meu. – Cruzou os braços, não sabendo mais o que podia dizer, sobre ela e Scott porque não havia mais nada para dizer.
Vanessa: Então é definitivo?
Ashley: Não quero mais sim o é; mas como vão as coisas com Alex? – Questionou cansada de falar de si.
Vanessa: Complicadas, nem acredito no que ele fez…- Ashley sentiu uma ponta de satisfação queria tanto falar sobre o assunto mas não queria ser ela a tocar nele. - É sempre tão atencioso amável, um líder, pensava que era fiel.
Ashley: Por vezes trair não significa que não te ame…- Vanessa a encarou entendendo a indireta. - Pessoas fazem coisas estupidas.
Vanessa: Eu sei disso, mas agora eu sei do seu caso…- Bifou não acreditava em amores, perfeitos seu coração tinha sido destroçado uma vez, nem precisava de alguém que amasse loucamente, mas esperava pelo menos respeito. - Olho apenas para ele de modo diferente.
Ashley: E o que pensas fazer?
Vanessa: Nós damos um jeito. – E como sempre era ótima a dar respostas para a vida dos outros mas quando se tratava da sua, sempre arranjava uma maneira de ir fugindo adiando as situações.
»»»»
Vanessa: E como isso o faz sentir? – Zac já não sabia o que mais o irritava os ponteiros do relógio dando as horas ou as pontas de seus próprios dedos que batia na mesinha, mas com o nervosinho ele apenas não conseguia parar.
Zac: Tanta pergunta. – Reclamou, como sempre fazia.
Vanessa: É o que eu faço. – Suas vozes apenas se ouviam pelo escritório, no meio daquela escuridão nem rostos se viam, apenas o som de suas vozes se encontravam.
Zac: Não podemos; dar uma pausa minha cabeça dói. – Pediu sincero, Vanessa o deixava mais cansado do que seu trabalho.
Vanessa: Claro. – Descruzou as pernas procurando pela sua agenda.
Zac: Como vão as coisas? – Perguntou curioso.
Vanessa: Não falo da minha vida pessoal com os meus pacientes e sinceramente se isto continuar terei ,que dar o caso a outra pessoa. – Falou grosseiramente fechando sua agenda.
Zac: Que mau humor, tudo isso pela rapariga que deixaste morrer? – Nem ele sabia como conseguia ser tão duro com ela por vezes.
Vanessa: Ouviste a minha conversa ao telefone? – Mostrou-se indignada pela falta de privacidade, ela esteve na sala enquanto o esperava, apenas não sabia que aquelas paredes tinham ouvidos.
Zac: Uau já nos tratamos por tu…
Vanessa: Não entendo essa rudeza comigo como se fosse eu que te tivesse feito isso ao rosto mas Fred eu não te magoei. – Levantou-se e Zac o mesmo fez mas com medo que ela se aproximasse.
Zac: Apenas…
Vanessa: E quanto a essa rapariga era uma paciente que cometeu suicídio…
Zac: Não és tão boa assim. – Travou apenas querendo que ela parasse de caminhar até si.
Vanessa: Não podemos ajudar quem não quer ser ajudado, se fores a um médico com gripe e ele te receitar uma medicação mas tu não a bebes depois não o podes acusar de ficar pior. – Sentou-se novamente em sua cadeira triste e pensativa, pouco conhecida do tal Fred mas sabia que ele não era cruel, embora por mais que ele negasse ela via sua sensibilidade.
Zac: Pensava eu era mais fácil. – Pouco saio depois do dia de escola, pouco sabia como na verdade estava o mundo lá fora.
Vanessa: Mas não és, o trabalho não está em mim e sim em ti, o progresso é feito por ti mesmo, apenas estou aqui para ajudar, não para dar a solução em concreto se queres a chave para recuperação, então estás errado sobre a minha profissão. – Esclareceu, deixando-o estranhamente surpreendido, em todas as seções ela o tinha deixado dominar, mas agora começava a parar aquele ego masculino.
Zac: Eu sei que as coisas não são assim de simples apenas estou zangado. – Murmurou como um modo de pedir de desculpas sem realmente ter que dizer.
Vanessa: Mas porque passas a vida zangado?
Zac: Porque estou magoado. – Voltou também para sua cadeira descansado o queixo em sua mão.
Vanessa: Principalmente contigo mesmo. – Verificou e ele entendeu que ela nunca parava de o analisar.
Zac: O quê? – Pouco ou nada mesmo de si falava, seu odio por ela diminuía quando em desabafos ele lhe dizia como se sentia.
Vanessa: Tu odeias-te; tua autoestima melhorou, mas ainda olhas para ti como se nada fosses.
Zac: Como me sinto as vezes.
Vanessa: Porque principalmente o teu pai te fez sentir assim, ele era um homem critico, quando ficastes com o rosto nesses estado ele te desprezou, tua mãe morreu e tu não tiveste quem disse-se que estava tudo bem, então pensas-te que estava tudo mal.
Zac: E não o estava, não o está? – Sentiu-se pequeno de repente, como muitas outras vezes parecia que tudo era bem maior que ele.
Vanessa: O vinho que produzes, é um dos melhores, tens um grande negócio…
Zac: Nem sei como sou tão burro. – Seu tom mostrava o quanto se desprezava.
Vanessa: Porque achas isso?
Zac: Bem, sempre que passava de ano era muito complicado e ainda tive explicações com está rapariga…
Vanessa: Ela era importante? – Travou , ao sentir que ele apenas tinha mudado sua postura ao falar na tal rapariga que ela nem fazia a mínima que de si se tratava.
Zac: Como sabes?
Vanessa: Pela tua voz. – Explicou, e pela voz o era não se tratava de magia embora por vezes parecia.
Zac: Sim ela o era. – Sentia-se tão estranho quando falava de Vanessa diante dela, mesma.
Vanessa: E o que aconteceu?
Zac: Ela foi-se embora simplesmente. – Sua voz parecia acalmar o toiro bravo que ele sempre trazia consigo.
Vanessa: E isso ajudou-te a ficar pior, achar que não vales nada.
Zac: Sim…- Apaixonado um suspiro deixou escapar. - Muito.
Vanessa: Demorou mas foi.
Zac: O quê? – Não entendeu o sorriso dela.
Vanessa: Tens dificuldade em falar, complicas me o trabalho estamos caminhando mas lentamente. – Pegou sua mala, arrumando seu caderno de notas, que mal podia escrever estando quase na escuridão total, ele por vezes era gentil e lhe dava um brecha de luz vinda da janela.
Zac: Eu quero fazer está operação!
Vanessa: Eu sei que sim, mas o que me preocupa é que não estejas pronto…
Zac: Eu o estou! – Cada palavra afirmação o era tentando-a fazer ouvi-lo.
Vanessa: Não entendes, achas que ela vai melhorar, tudo mas se ela não correr do modo que tu queres?
Zac: Pelas vezes que olhas para o relógio entendo eu a seção terminou. – Falou não querendo responder.
Vanessa: Entendo que queres ficar por aqui.
Zac: Dói me mesmo a cabeça. – E sua cabeça de verdade doí-a era sim que ela sempre o deixava, talvez por lhe causar tantas sensações em pouco tempo.
Vanessa: Tudo bem então.
Zac: Quanto a Maika eu tratei do assunto e peço desculpas.
Vanessa: Tudo bem. – Agradeceu saindo, deixando Zac que se deitou no sofá.
Chace: Ela te deixou pensativo. – Poucos minutos depois disse.
Zac: É. – Apenas responde, estava de olhos fechados, e Chace entrar abrindo as cortinas de rompante deixando o escritório tão iluminado não tinha sido agradável.
Chace: Isso é bom. - Se colocou diante de Zac mostrando como estava vestido.
Zac: Onde vais? – Tapou os olhos estando encadeado.
Chace: Sair. – Zac não quis berrar com seu irmão, do jeito que estava aquela resposta era óbvia.
Zac: Com quem? – Foi direto não querendo dar muitas voltas ao assunto.
Chace: De repente te preocupas? – Zac pegou em Chace e deu um jeito naquela camisa que estava meio torta.
Zac: Não é de repente. – Deu uma leve chapada no rosto do irmão.
Chace: Tendo em conta esse teu, egocentrismos, o mundo gira apenas em meu redor… - Travou vendo que Zac começava a desistir de ser bonzinho. - Com Ashley.
Zac: Tudo bem. – Bateu de leve nas costas de seu irmão.
Chace: Ok desta vez ela fez te mesmo bem. – Zac mostrou um pequeno sorriso não deixando claro nada, apenas foi para seu quarto enquanto Chace saia de casa ouvido a discussão na cozinha mas sabendo que era um assunto familiar não se ia meter.
Eric: Não devias gritar com a tua mãe. – A jovem olhou para ele, querendo-lhe bater, detestava que ele estivesse sempre do lado de sua mãe.
Maika: Para de te meter. – Gritou fechando as mãos deixando-o em forma de punhos desposto a espancar qualquer um.
Kim: Já te disse que não te quero aqui. – Seu tom era muito mais baixo , Maika amava competir quem falava mais alto, mas ela não entrava nos jogos de sua filha.
Maika: Não vou ficar trancada em casa. – Cruzou os braços encostando-se na bancada mostrou que não ia sair dali.
Kim: Depois do que fizeste vais sim, estás de castigo…- Pegou-a pelo braço colocando-a direita á sua frente. - Fizeste-me passar uma vergonha.
Maika: Tretas. – Tentou desviar o olhar mas Kim pegou seu rosto querendo que ela olhasse para si, queria que entendesse que estava a falar sério.
Eric: Podias apenas falar mais baixo. – Pediu sentindo que seus ouvidos iam explodir, la parecia uma pequena criança mimada.
Maika: Ele te vê como uma mãe nunca te ia despedir. – Continuou suas tentativas de argumento tentando ignorar a presença de Eric.
Kim: Se á coisa que eu nunca fiz nem farei é usar a minha posição nesta casa e a relação que eu tenho com Zac para te deixar fazer o que fizeste.
Maika: Só fiz o que nesta casa ninguém faz; dizer a verdade. – Kim olhou o chão, não sabendo mais o que fazer com aquela rapariga.
Kim: É vida dele não te metas. – Mais do que pedir implorava, não protegia apenas Zac mas também a queria proteger a ela, porque no final só se ia dar mal.
Maika: Eu, o amo. – Falou sonhadora.
Kim: Tu apenas queres ser dona desta casa do dinheiro, isso não é amor. 
Maika: Que se dane casei-me deste melodrama. – Pegou nas suas coisas e deu costas a sua mãe não querendo a ouvir mais.
Kim: Onde vais?
Maika: Dar um passeio já que não trabalho.
Eric: De todos os meus filhos agradeço que nenhum seja assim. – Sentia-se de verdade extremamente feliz.
Kim: Obrigada. – Agradeceu com ironia, mostrando que tudo o que ela menos precisava era de ouvir tal coisa.
Eric: Podia-te dizer que é uma rebelde e que é só uma fase. – Colocou suas mãos nos ombros da mulher que o abraçou.
Kim: Não o é ela sempre foi uma revoltada, por não ter o seu pai, e o que me preocupa e que quando ela coloca algo naquela cabeça. – Eric lhe deu o que ela mais precisava o abraço apertado.
Eric: Tudo vai ficar bem. – Queria prometer mas Maika era demasiado dona de si mesma.
Kim: Assim o espero.
Eric: E se jantasse-mos está noite? – Pegou seu queixo levantando sua cabeça.
Kim: Parece-me bem.
****
Ashley. B: Finalmente. – Saltou em cima de Vanessa assim que esta colocou o primeiro pé em casa.
Vanessa: Cunhada o que fazes por aqui? – Olhou em redor não vendo nem seu marido nem seu filho.
Ashley: B: Vim ver como estavam as coisas. – Puxou-a para dentro fechando a porta.
Vanessa: Deste uma folga do trabalho; estás doente? Mas o que digo nem quando estás doente o fazes. – Deixou seu casaco de lado, curiosa pelo real motivo da loira ali estar.
Ashley. B: Sei que me afasto muito, mas…
Vanessa: Teu irmão te contou o que se passa entre nós. – Não precisou ir muito longe para entender.
Ashley. B: Não estou aqui para o defender. – Levantou as mãos mostrando que não tinha vontade de se meter entre eles.
Vanessa: Ótimo. – Apertou a bochecha da loira.
Ashley. B: Fui eu que vos apresentei, pensei que seria para sempre. – Admitiu sentindo-se até ao dia a melhor casamenteira.
Vanessa: Estás mais otimista do que eu. – Ironizou ao entender que Ashley já não dava nada pelo relacionamento que ela tinha com Alex.
Ashley. B: Quer dizer que não vão acabar? – Tinha dificuldades em acreditar, Vanessa tinha esse pequeno problema com traições sempre vinham seguidas de abandono, pelo menos ela acreditava que sim.
Vanessa: Vida e tudo que a envolve não têm nada parecido com um brinquedo, não é por estragar que vais atirar fora. – Alex lhe tinha ensinado isso entre muitas outras coisas, pena que quando pessoas metem, tudo que foi dito por elas, perdem coerência.
Ashley. B: Á sempre quem fique com esses brinquedos, mas não deixam de ter mossa.
Vanessa: Obrigado por te preocupares, mas é entre mim e Alex. – Ashley não queria mesmo se meter, mas não tinha como, estava sempre fora sabia que de mais então quando tinha oportunidade de os deixar felizes pelo menos tentava.
Ashley. B: Eu sei, mas também vi porque queria-te ver e o meu sobrinho, tenha saudades.
Vanessa: Isso significa que ficas para jantar?
Ashley. B: Sim… - O silencio se fez ouvir por um momento Vanessa entendia que Ashley queria dizer algo, mas parecia com medo. - Eu ainda tenho o meu peluche.
Vanessa: Hum?
Ashley. B: Falo pela tua comparação, bem ele não têm um olho, não pode ir mais á lavagem senão desfaz mas é o adorável peluche, meu favorito. – Tentou compreender se aquilo fazia sentindo.
Vanessa: Quando se gosta as vezes fica-se idiota. – Era interessante quando ela dizia essas coisas não era em Alex que pensava e sim em Zac, conhecia a sua fama, mas decidiu acreditar apenas nele cegamente, e no final tinha ficado sozinha e gravida.
Ashley. B: Não critiques o cocas.
Vanessa: Sério que têm nome? – Aquela conversa estava a ficar demasiado literal para ela não brincar com a situação.
Ashley. B: Ele me ajudava a passar as noites escuras. – Explicou pedido que Vanessa parasse de a zombar.
Vanessa: Amor, que apesar de seres essa mulher tão focada no trabalho nunca tenhas perdido a criança dentro de ti. – Apertou novamente as bochechas de Ashley como se ela tivesse cinco anos.
Ashley. B: Não me zoes. – Avisou, que não tinha problemas em começar uma luta de almofadas.
Vanessa: Que nada cunhadinha. – Estava, tentada gostava de brincar as vezes, mas tinha mesmo que fazer o jantar.

Ashley. B: Chata. - Atirou almofada mas acertou apenas na porta deixando Vanessa ir tratar do que tinha para fazer.
(S2S2S2S2S2SS2)
Muito obrigada por lerem e comentarem =)

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Capítulo 15

Vanessa: E o que você sente por mim, Fred?
Maika: É, Fred, o que sentes por ela? – Maika perguntou abrindo a porta do escritório num rompante assustando os dois.
Zac: Como ousa fazer isso, menina? – Ele gritou. – Quem te deu permissão para invadir meu escritório?
Maika: Agora sou menina? Ontem quase se deitou comigo e...
Zac: Você me seduziu e eu estava um pouco bêbado, mas não aconteceu nada e nunca vai acontecer.
Maika: Então porque estavas a dizer isso a Vanessa? – Apontou desdenhando, mas logo levou as mãos à cabeça. – Não pode ser; esta não pode ser aquela Vanessa. Esta é casada e... e droga! Claro que é ela; eu tinha uma pontinha de esperança de que não fosse, mas...
Vanessa: Do que ela está falando, Fred?
Chace: Maika, sua mãe está procurando por você. – Disse entrando ofegante no escritório. – Agora!
Maika: Mas eu quero...
Chace: Mães em primeiro lugar.
Maika: Mas senhor...
Chace: Não se preocupe; eu tenho certeza que o Fred vai querer falar com você depois, só duvido que você vai gostar. – Zombou e a arrastou pelo braço para fora do escritório. – Você é uma estúpida, sabia? Ele vai cortar tua cabeça fora.
Maika: Eu não posso acreditar que essa Vanessa é a mesma por quem ele está...
Chace: Essa Vanessa é apenas uma psicóloga, apenas isso. Você está confundindo as coisas. Aliás, a tua mãe não te ensinou que é errado ouvir atrás das portas?
Maika: Vocês planejam roubar o filho dela e eu sou a errada?
Chace: Roubar o filho? Garota, tu não sabes do que estás a falar. Se eu fosse você, já ia preparando o ouvido por que ele vai gritar muito, ou até mesmo lhe dar uns tabefes se a sua mãe permitir, e pelo que você fez, acho que ela permitirá.
Maika: Quase me deitei com ele ontem!
Chace: Claro, por que ele se aproxima muito de você. – Desdenhou.
Maika: Estás a falar do rosto queimado? Eu vi e não achei grande coisa. O lado ileso compensa muito bem o erro. Ele é...
Chace: O patrão da sua mãe e está muito zangado com você, e eu nem estranharia caso a demitisse apesar dos anos de trabalho só por essa sua intromissão tola.
Maika: Ele não vai fazer isso.
Chace: Acho que você não o conhece tão bem quanto acha. – A soltou perto da cozinha.
Kim: O que houve?
Chace: Pergunte pra sua filha.

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Vanessa: Ficou me esperando? – Perguntou ao loiro fechando a porta do escritório atrás de si.
Chace: Na verdade eu achei que você já tinha ido. – Deu de ombros. – Vim falar com Fred.
Vanessa: Então estás fugindo de mim?
Chace: E porque eu faria isso? A errada aqui é você.
Vanessa: Eu sou a traída, não a amante! – Retrucou.
Chace: Não diria que sou amante já que foi apenas uma noite, mas no teu caso, já se passam semanas! Quando tu vais deixar de ser a esposa enganada? Ou melhor: tu podes deixar de enganar a ti mesma fingindo que tens o casamento perfeito?
Vanessa: Eu nunca disse que meu casamento era perfeito, e não se meta na minha vida.
Chace: Riley me contou que tu não estás realmente grávida e eu acho isso ótimo! Alex não está pronto para ser pai.
Vanessa: Certo, certo. Tenho outro cliente para ver, então, se me der licença...
Chace: Podes fugir de mim, mas nunca de ti mesma. – Falou vendo-a fechar a porta atrás de si. –Ah, eu já ia falar contigo. – Sorriu vendo a sombra do irmão, mas em um vislumbre viu sua face. – O que foi?
Zac: Que história é essa de caso?
Chace: Foi só uma noite!
Zac: Não estou falando de você! – Gritou. – Há quanto tempo sabes disso?
Chace: Não muito, e muito obrigado por se importar com quem eu passei a noite. Não, eu não acho que peguei nenhuma DST e sim, me preveni.
Zac: Tu és grandinho e sabe se cuidar.
Chace: Ela também. – Encarou o irmão.
Zac: Porquê tu não me contaste?
Chace: Por que achei que não era necessário! Você usaria isso contra ela de alguma forma e ela é a vítima nesse caso.
Zac: Isso só prova que ela não sabe cuidar de si mesma e que meu filho cresce num lar inapropriado.
Chace: Claro, você não está nem um pouco feliz com a ideia de que o caminho pode ser livre. – Ironizou.
Zac: Onde está Maika? – Fugiu do assunto e o irmão permitiu. Sabia que era o mais sensato no momento.
Chace: A deixei na cozinha com a Kim antes de subir para ver Mikael. – Seguiu o loiro até o outro cômodo e encontraram Kim de cabeça baixa.
Zac: Kim. – Chamou tocando-lhe o ombro.
Chace: Eu vou deixar vocês a sós.


Vanessa: Tu novamente! – Bufou. – Que belo dia estou a ter.
Maika: Só quero que saiba de uma coisa, querida psicóloga; o Fred nunca será seu. Ele vai se apaixonar por mim, na verdade, já está. Beijamos-nos ontem e eu sei que ele ficou pensando em mim, tanto que até tocou no assunto durante a conversa de vocês.
Vanessa: Eu tenho um marido para chamar de meu, por isso, fique relaxada. – Se virou para entrar no carro, mas deu meia volta. – Como você invadiu a sessão, não faltarei com a ética ao informar que ele disse que não gosta de você e que você tentou seduzi-lo, o que o incomodou muito por conta de sua mãe, Kim, ser como uma mãe para ele.
Maika: E ele contou também sobre o que planeja fazer com você?
Ryan: Estão esperando por você na cozinha, Maika.
Maika: Você sempre surgindo aonde não é chamado. – Cruzou os braços.
Ryan: O senhor Chace mandou te procurar e avisar que a sua mãe e o Fred querem falar com você.
Maika: Tudo bem, eu já disse o que tinha que dizer. – Encarou Vanessa antes de correr para a porta dos fundos.
Ryan: Senhora psicóloga, queria lhe pedir um favor.
Vanessa: Pode dizer.
Ryan: Não dê ouvidos para a Maika. Ela gosta do patrão, mas ele não sente nada por ela.
Vanessa: Como você gosta dela sem ser correspondido e nem mesmo compreendido?
Ryan: É tão obvio assim?
Vanessa: Um pouco. – Deu de ombros. – Não se preocupe. Avise ao seu patrão que eu não vou fugir por conta de uma garotinha mimada. Na verdade, eu adoraria saber o que a fez ser assim. Kim parece ser uma ótima mãe.
Ryan: É apenas o jeito dela.
Vanessa: Tudo bem, Ryan, eu preciso ir agora. E quer um conselho? Se você realmente quer algo com essa garota, deverá ter muita paciência porque essa não será a primeira paixonite dela até poder perceber o quão bom você é.
Ryan: Eu já percebi. –Sorriu franco. – Uma rosa pelo seu conselho. – Lhe entregou a flor.
Vanessa: Tenho a leve impressão de que não era para mim, mas eu agradeço.
Ryan: Maika sempre despreza as minhas flores então decidi dar-lhes para alguém que será capaz de valorizá-las. Boa tarde, senhora.
Vanessa: Tenha uma boa tarde, garoto. – Vanessa se trancou dentro do carro e saiu dali o mais rápido que pode.

O dia tinha começado ruim para ela. Primeiro o encontro desagradável com Chace, depois Fred lhe enfrentando e em seguida a filha da empregada falando coisas que ela ainda não entendia. Fred havia explicado que Vanessa era uma pessoa que fazia parte do seu passado e que Maika, que nutria uma paixão por ele por algum motivo desconhecido já que não interagia com ela, usava-a como argumento para não ter o sentimento correspondido. Olhou no relógio e ainda tinha meia hora antes da próxima sessão. Decidiu buscar o boletim de Riley e vê se encontrava Alex pelos corredores da escola.

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Ashley: Olá?
Kristen: Finalmente você me atendeu, hein? Estava quase ligando para o necrotério italiano para saber se eles não tinham alguma loira perdida pra me entregar.
Ashley: Muito engraçadinha. Não sabia que tinha outra mãe ou que você tinha uma terceira filha. – Brincou.
Kristen: Que é muito irresponsável por sinal. Scott me disse que você não retornou para casa e nem as ligações dele.
Ashley: Você sabe que estamos tendo problemas.
Kristen: Sim, e sei também que você está de ressaca. Podes me contar como foi a noite, senhora Speer?
Ashley: Eu dormi com um homem. – Decidiu contar de uma vez.
Kristen: O que? Ashley, eu achei que você odiava traição.
Ashley: Nós tínhamos bebido e...
Kristen: Você continua casada. Imagina se o Scott descobre?
Ashley: Ele vai fazer o que? Ensinar-me a esconder como ele faz? Poupe-me, Kristen. Na verdade, nem eu sei como aconteceu. Quando vi, ele estava acordando do meu lado apenas de box. – Suspirou. – Ele tem um cabelo muito macio e cheiroso.
Kristen: Ashley, você está se ouvindo? Você traiu o seu marido.
Ashley: Que também me trai.
Kristen: E por isso tu podes se igualar a ele? Ashley, não sentes nojo de ti mesma?
Ashley: Pra falar a verdade, não. Sinto-me estranha, é fato, mas também me sinto normal. Não foi nada de outro mundo e...
Kristen: Você está se escutando? – Perguntou novamente. – Ashley, isso é errado.
Ashley: Você sabe que não pode contar isso pra ninguém, certo?
Kristen: Tu já fizeste as pazes com a Vanessa?  – Tentou mudar de assunto.
Ashley: Ela não me procurou.
Kristen: Ela não sabe onde tu estás, e duvido muito que saibas que tu ainda estás aí, mas tu sabes onde ela mora.
Ashley: Não conheço a Itália muito bem.
Kristen: Mas na noite passada tu sabias muito bem como era a cidade e falar italiano.
Ashley: Ele era americano. – Falou querendo que o assunto encerrasse. – Estou com dores de cabeça; posso voltar a dormir, mamãe?
Kristen: Você se cuidou? Ele não roubou nada de você?
Ashley: Estou bem, Kristen, até mais.
Kristen: Se cuida, loira.
Ashley: Tu também, e cuide bem dos meus afilhados. – Disse encerrando a chamada. Virou-se na cama e encarou a marca da aliança. Como será que seria quando o visse novamente? E Scott? Ela ainda queria vê-lo? Bufou. Havia ficado na cidade para resolver a vida e acabou enrolando-se mais ainda.

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Alex: Boa noite família. – Saudou sorridente a esposa e o filho. – O que se passa?
Vanessa: Riley, vai para o quarto fazer as atividades de casa. Logo a mamãe chegará lá para ajudar.
Riley: Sim, senhora. – Encarou o pai e subiu as escadas sem dizer mais nada.
Alex: E então?
Vanessa: Eu fui buscar as notas de Riley hoje e ele está quase reprovando em educação física.
Alex: Mas como? É a professora por quem ele tem uma paixonite!
Vanessa: Sim, e ele quer ter aulas particulares com ela. – Se levantou. –Esta história está indo longe demais.
Alex: É só uma paixonite.
Vanessa: Alex, é educação física! Quem reprova nessa matéria? Riley está fazendo de propósito e eu não vou admitir; ainda mais se está a prejudicar sua grade curricular.
Alex: Isso logo passa, amor.
Vanessa: Não é um simples resfriado para passar de uma hora pra outra. Deveríamos ter trocado o professor dele no momento que descobrimos isso.
Alex: O que aconteceu, Vanessa? Estás tão irritada e eu te conheço bem o suficiente para saber que não é somente pela nota dele. –A abraçou por trás. – O que houve?
Vanessa: Eu fui à escola hoje e senti como se todos me olhassem. Você poderia ao menos disfarçar, sabia? Não quero que Riley sofra com isso.
Alex: Amor, eu...
Vanessa: Não quero falar disso. – Se afastou dele. – Voltando ao que interessa: eu falei com a professora e ela disse que vai passar pesquisas, pois não pode dar aulas extras somente para Riley então eu preciso ir ajudá-lo.
Alex: Quer que eu vá ajudar também?
Vanessa: Não quero que se incomode com mais aulas extras se eu puder evitar. – Sorriu ironicamente antes de subir as escadas. – O jantar está no forno, querido.

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Alex: Podemos conversar? – Questionou assim que ela entrou no quarto.
Vanessa: Riley disse que contou para os amigos que iria ter um irmão e planejou lugares para levá-lo; acho que devemos dar um cachorro para ele. – Disse ignorando a pergunta do marido.
Alex: Ou um irmão.
Vanessa: Não nessas circunstâncias. – Disse o afastando de si. – Um hamster também seria útil, e até mais fácil de lidar.
Alex: E podemos conversar sobre isso?
Vanessa: Já está decidido. Vou me informar melhor sobre esses animais essa semana e depois o levo para escolher qualquer um.
Alex: Se queria me evitar, porque está com essa camisola? Sabes que eu gosto de azul.
Vanessa: Eu achava que você gostava de vermelho. – Disse o encarando. – Não me diga que ela fica bem de azul?! – Bufou.
Alex: Vanessa...
Vanessa: Meu telefone, um segundo. – Disse procurando dentro da bolsa. – Oi, Kristen.
Kristen: Diz-me que é uma boa hora.
Vanessa: O que houve?
Kristen: A Ashley dormiu com um estranho!
Vanessa: O que?
Kristen: O pior é que ela parecia tão bem com isso, mas eu sei que era fingimento. Além disso, estava muito confusa e disse que apesar de se sentir normal, era estranho. Que mundo louco é esse?
Vanessa: O que posso dizer? Os italianos parece ser encantadores.
Kristen: Ele era americano e tinha o cabeço macio e cheiroso, você sabe os gostos de Ashley. – Revirou os olhos.
Vanessa: E o que mais?
Kristen: Ela só me disse que eles tinham bebido e que quando viu, estavam acordando no hotel em que ela está.
Vanessa: Não pode ser!
Kristen: O que houve?
Vanessa: Nada, eu preciso desligar.
Kristen: Mas está tudo bem?
Vanessa: Sim, eu só lembrei que tenho uma fixa para analisar. Te ligo depois. – Desligou e encarou o marido.
Alex: O que houve? Robert está bem?
Vanessa: Sim, eu só senti uma pontada na cabeça.
Alex: Quer que eu pegue um analgésico?
Vanessa: Por favor. – Alex a beijou na testa e saiu do quarto. Deveria ser uma coincidência terrível Chace ter passado a noite fora e acordado com seu cabelo perfeito, do jeito que a amiga gostava, após passar a noite com uma mulher casada e Ashley ter dormido com um americano e se sentir bem com isso, além de gostar do cabelo dele. Como se não bastasse a possível paixonite que Fred sentia por ela e a nota ruim de Riley, ainda tinha mais essa. Bufou. Realmente, o dia não tinha nascido para ser bom para a morena.

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Olá meninas, como vão? Espero que gostem do capítulo tanto quanto eu gostei de escrevê-lo. Não foi dessa vez que o Zac se revelou, né? E a Maika sendo intrometida na história? O que será que o Zac conversou com a Kim e ela? Não sei haha. Agradeço aos comentários por escrito e a quem comentou nos pequenos quadrados. Eu e a Margarida esperamos que gostem desse capítulo também!

sábado, 16 de maio de 2015

Capítulo 14

Os dias seguintes se tinham passado, e Vanessa consegui fazer as pazes com Alex, apenas tinha pena da amiga Ashley não estar presente, sabia que não tinha sido justa com ela. Apenas dentro de si parecia estar a existir uma reviravolta emocional, e passado lhe tinha batido como um balde de água fria, e o nome Zac ecoava demasiadas vezes pela sua mente, seu filho também não ajudava mas não podia culpar o pequeno pela curiosidade porque nessa parte definitivamente ele saia a si.
Ashley: Podes voltar a encher. – Mandou apontando para o copo enquanto tentava entender o que estava mais alto naquele bar, a música ou o som das vozes das pessoas.
Chace: Sozinha? – Ashley olhou para Chace suspirando mas prometendo a si mesma que não ia brigar.
Ashley: Como dizem, vale mais só que mal acompanhada.- Sorriu de lado dando de ombros, voltou olhar para a frente onde havia um espelho e conseguia entender que ele ainda ali estava.
Chace: Posso? – Questionou sobre o lugar vago ao lado de Ashley e esta pensou por longos minutos.
Ashley: Porque não? – Viu ficando do seu lado, e agora já tinha companhia apenas não sabia se era a melhor. - Teu filho?
Chace: Ficou na casa do meu, irmão. – Falou enquanto pedia algo para beber.
Ashley: Zac está por aqui? – Despertou daquela leve embriagardes tentando entender se de facto tinha ouvido bem.
Chace: O quê? – Sorriu, sentindo o calor logo chegar tinha colocando bem o pé na poça.
Ashley: Disseste que ele está na casa do teu irmão? – O olhou de frente, querendo entender o que ali se passava.
Chace: Falei em irmão? – Fez uma cara de confuso, como se tivesse apenas errado na palavra. - Bem tenho este amigo que é como um irmão para mim…- Coçou a cabeça entendendo que a loira não tinha ficado completamente convencida daquela desculpa, embora ela recordasse que de novos ele e Zac se dava muitas vezes mal. - Vim no encontro ás cegas. – Avisou querendo mudar de assunto.
Ashley: E como correu? – Passou a mão pelo seu rosto e tinha-se dito a si mesma que chegava de álcool, ela estava a ficar completamente bêbada no sítio que mal conhecia, chegar ao seu quarto de hotel não seria coisa fácil, sóbria quando mais embriagada.
Chace: Bem, estou aqui ao teu lado e não com a rapariga. – Fez uma careta mostrando que encontro ás cegas não era bem o seu estilo nem tinha sido sua ideia e sim de Eric.
Ashley: Á quanto tempo estás solteiro? – Olhou de cima abaixo a apreciou ele era encantador e inteligente não entendia como não tinha ninguém.
Chace: Solteiro? Não sei se é a palavra mais adequada…- Mordeu o lábio recordado a mãe de seu filho. - Mas bem á mais de um ano.
Ashley: Não é solitário? – E do nada entendeu que estava apreciar demasiado aquele homem e tentou encarar outra parte daquele lugar.
Chace: Um pouco sim, mas o trabalho ajuda a passar o tempo, mas pelo visto estar casado também nos deixa solitários por vezes. – Tocou no ponto que ela menos quera, Scott.
Ashley: Á dois dias que não vejo Vanessa; e vim aqui para estar com ela, com Kristen amigos como antigamente, mas brigamos, naquela noite em que saíste e eu ainda não encontrei bilhetes de volta. – Roeu as unhas tentando não ser apanha na pequena mentira.
Chace: Ainda não encontraste bilhetes de volta? – Levantou uma das sobrancelhas, mostrando que aquilo não era possível; que ela podia ter ido assim que quis. 
Ashley: Ok, Itália é maravilhosa e eu estou a precisar de um tempo para mim. – Encarou de lado ele podia ter sido um cavalheiro e apenas ter deixado o assunto passar.
Chace: Problemas com Scott? – Pousou a cabeça em sua mão enquanto olhava as feições dela.
Ashley: É…- Deu de ombros, mas depois o olhou e apenas disse o que ainda não tinha dito a ninguém. - Ele me enganou, estava tendo um caso á meses e…- Sorriu triste, balançando a cabeça negativamente. -Quando alguém te engana, fica difícil de confiar novamente nessa pessoa.
Chace: Queres ir dar um passeio de barco? – Posou sua mão na dela, e percebeu que a fez arrepiar,
Ashley: Está de noite. – Disse o óbvio mas já estava sendo puxada por ele dali para fora.
Chace: O que faz tudo bem mais bonito. – A soltou mostrando que só iria até onde ela o deixasse ir.
Ashley: Ok, vamos então. – Pegou pelo braço puxando-o para longe dali.
»»»»
Greg: Os testes de gravidez? – Questionou saindo do escuro fazendo Vanessa dar um salto.
Vanessa: Que susto pai…- Bufou não tirando os olhos do trabalho, de algo que lia. - Ainda não vieram, essas coisas demoram um pouco.
Greg: Desculpa o que eu disse á dias. – Sentou-se na poltrona diante de si, e tinha conseguido faze-la, baixar o ecrã do pc.
Vanessa: É tornou-se arrogante e estúpido…- Palavras cruéis e ofensivas ela sabia, mas com seu pai por vezes se não era extremamente directa ele parecia não entender. -Não o queria ofender, mas quando eu era pequena era o meu grande herói, e agora apenas o homem que critica tudo o que eu faço.
Greg: É. – Cruzou os braços não sabendo para onde olhar, Vanessa não era mais aquela pequena criança, estava uma mulher feita, forte e segura de si mesma, ele entendia que não intimidava mais, e ela apenas queria que seu pai entendesse que o que ela sentia por si não era medo e sim respeito.
Vanessa: É…- Sempre lhe disseram que ela era boa com as palavras, mas entendia agora que essa realidade era apenas no seu trabalho. -Eu sou adulta faço o que quero.
Greg: Apenas me preocupo contigo. – Explicou sabendo que aquilo não era nem nunca seria uma boa justificação pela maneira como por vezes a tratava.
Vanessa: Super protecção não ajuda em nada. – Lembrou o dia em que ladrões entraram no café de seu pai e o magoaram, lembrou-se como o viu frágil uma vez, e talvez fosse apenas isso, ele tinha aderido aquela imagem dura porque não queria mostrar nenhuma espécie de sensibilidade.
Greg: A tua irmã pede desculpas por não poder vir mas o trabalho…
Vanessa: Sim, eu si como ela está empenhada, ela é uma grande mulher. – Percebeu que ele deu a vota ao assunto, mas não se importou, suas brigas estava pior que disco riscado era sempre mais do mesmo.
Greg: É, teve boas referências. – Pousou a mão no ombro de Vanessa mostrando-lhe que falava de si.
Vanessa: Vê não tão complicado assim ser gentil. – Sorriu puxando seu pai para um forte abraço e esse não negou apertando aquela que ainda via como sua pequena princesa em seus braços.
Greg: Boa noite. – Beijou o topo da testa de sua filha e voltou para junto da sua mulher, que encheu de perguntas quando ele voltou á cama.
Alex: Uau, nenhum grito…- Chegou agarrando-a por detrás a encheu de beijos. - Coisa fascinante.
Vanessa: Preparado para ser pai? – Virou-se questionando.
Alex: Pensava que ainda não tinhas os resultados…
Vanessa: E não tenho, apenas quero saber se estás nesta comigo. – Pegou o rosto dele fazendo olha-la bem em seus olhos.
Alex: Sempre estou nessa contigo. – Brincou aproximando-se para a beijar mas ela apenas se esquivou.
Vanessa: Então melhor deixares de mandar SMS a uma das tuas alunas. – E uma cara de terror Alex fez, não acreditando que ela sabia do que se passava.
Alex: Eu posso explicar…
Vanessa: Sei o que vi, e estou tentando lutar por este casamento, não faças isso. – Falou seriamente, mostrando que não o avisaria novamente.
****
Maika: Leite quente? – Questionou tirando a sua caneta do micro-ondas.
Zac: O que fazes aqui? – Ela apenas apontou para a sua caneta e tinha dificuldades de parar de o olhar, era a primeira vez que via tão bem seu rosto. - Sim pode ser.
Maika: Apesar de uma parte do rosto estar queimada, não deixa de ser encantador. – Aproximou-se como se ele fosse caça colocando a mão dentro de suas calças.
Zac: Eu não posso. – Pegou nos ombros dela afastando-a.
Maika: Á quanto tempo não levas uma mulher para a cama? – Ele caminhava para longe mas ela não parava de o seguir.
Zac: És apenas uma criança, tua mãe me mataria. – E estava entre a parede e ela, que rapidamente dominou seu peitoral musculado com suas mãos.
Maika: Minha mãe que se dane. – Fascinada com o corpo dele, apenas pegou seu rosto o beijou.
Zac: Eu não posso mesmo. – Afastou mais bruscamente para longe, pedido para que ela não fizesse aquilo.
Maika: Que coisa chata a sério, como não supera esse amor, por essa tal de Vanessa? – Fechou os punhos irritadas. – Isso até parece doença sinceramente ela vir aqui e fazer que não a conhece…
Zac: Sabes demais. – A calou levando-a contra a parede.
Maika: As paredes têm ouvidos, e sempre fica assim desse modo agressivo só de ouvir o nome dela. – Viu que pressionava seus ombros e a soltou.
Zac: Não te queria magoar. – Levantou as mãos pedido desculpas, nem ele entendia como Vanessa ainda mexia tanto com ele.
Maika: Claro que não. – Sorriu amistosa entendendo que apenas o coração dele por vezes era possuído por aquele odio, mas por aquele momento chegava era melhor deixa-lo consigo mesmo, um dia ela acreditava que ainda poderiam ter algo, pelo menos ela não pararia de demonstrar que gostava dele.
»»»»

Chace: Chegamos ao mesmo tempo. – Falou alto ainda descendo a rua.
Vanessa: Parece que alguém passou a noite fora…- Olhou vendo que ainda mantinha as mesmas roupas do dia em que tinha estado em sua casa, tinha perguntando para Riley se estava bem vestido, Vanessa não entendia como aqueles dois tinha ficando tão amigos ao ponto de Chace deixar uma criança decidir a sua roupa. – Mas o cabelo está perfeito.
Chace: Meu cabelo sempre está perfeito. – Abriu um sorriso grande de mais, mas a verdade é que estava feliz. – Foi uma bela noite, uma bela mulher pena que seja complicado.
Vanessa: De que maneira? – Mostrou-se curiosa enquanto ele lhe abria as portas de casa.
Chace: Ela é casada. – Coçou a cabeça, era estranho falar de Ashley para Vanessa como se elas não se conhecessem.
Vanessa: Mas teve sexo contigo. – Deu de ombros falando baixo, sempre que entrava naquela casa parecia que sua voz fazia ecô.
Chace: Criticas? – Tentou entender livrando-se do casaco.
Vanessa:  Claro que não, apenas digo que não seja apenas tão complicado assim, afinal se ela dormiu contigo significa que não goste tanto assim do marido, embora por vezes nada passe para além de um bom sexo. – Chace mordeu o lábio falando em todo aquele assunto apenas não aguentou.
Chace: Porque aguentas que ele te engane? – Questionou deixando Vanessa sem perceber. – E com uma aluna…
Vanessa: Como sabes disso? – Perguntou-se se seu filho teria ouvido algo.
Chace: Tenho pessoas conhecidas naquela universidade que já sabem do caso…- Vanessa engoliu a seco não sabia que o assunto de Alex era tão grande. – Tu e os teus grandes concelhos sinceramente acho que és uma grande hipócrita apenas
Vanessa: E a mascara de bondoso para comigo caio. – Riu da cara dele ao ouvir aquele tom rude dirigindo a si.
Chace: Não era nenhuma mascara, sou apenas honesto. – Achava que Alex era boa pessoa, mas entendia que mais tarde ou mais cedo iria magoar Vanessa.
Vanessa: Eu afastei Alex, e ele apenas procurou consolo em outros braços como essa mulher fez contigo…- Tentou desculpar o marido. - Isso não significa que não goste mais do marido.
Chace: Claro. – Vanessa mordeu seu lábio irritada não entendendo porque se tinha que justificar a ele.
Vanessa: Quem ama de verdade não trai, mas pessoas são diferentes encontra tubos de fuga diferentes. – Suas palavras pareciam tão contraditórias.
Chace: Então? – Questionou pedido para que ela se decidisse pelo que pensar ao certo.
Vanessa: Para de plantar a dúvida. – Pediu que ela parasse com o interrogatório.
Chace: Sabes eu acho que tu és muito inteligente, mas que ele te deixa burra por vezes, ou na verdade que tens as respostas mas muitas vezes preferes ignora-las porque tudo fica melhor.
Vanessa: Tenho um cliente para ver. – Saio até ao escritório batendo á porta e depois de ter sua permissão ali estava diante daquele homem que sempre escondia o rosto de si. - Desculpe o atraso seu amigo me travou á entrada.
Zac: Não gosto quando as pessoas se atrasam. – Seus dedos batiam inquietos na secretária, na verdade ele se assustou que ela não fosse ela era sempre tão estrita com horários.
Vanessa: Bem já pedi desculpas, não posso fazer mais nada. – Sentou-se diante dele, cruzando as pernas.
Zac: Do que estavam a falar? – Perguntou com curiosidade.
Vanessa: Isso não lhe diz respeito. – Zac não quis brigar mais tarde de qualquer modo perguntaria a seu irmão.
Zac: Sempre está gravida? – Soltou e Vanessa não acreditava que ele soubesse daquele assunto.
Vanessa: Como sabe disso?
Zac: Já percebi que sim. – A raiva estava lá sempre presente, o problema para si não era o bebe e si o pai, dele, perto de Alex Zac se sentia um nada.
Vanessa: Não, não o estou…- Disse até aliviada não era tempo para ter filhos, até porque não queria engravidar para resolver o seu casamento, um filho não era um adesivo para curar feridas de um casal, devia ser algo que nasce com amor, e nada mais para além de amor. - Tive problemas de saúde.
Zac: Hum. – Murmurou feliz lá no fundo, por ela não ir ter mais um filho, era como se na sua mente, ela e Alex terem um filho afastasse ainda mais de si.
Vanessa: Porque é que eu as vezes sinto essa que sente raiva para comigo? – Ele apenas falava tantas vezes como se a conhecesse que aquelas seções por vezes era muito estranhas.
Zac: Eu quase me deitei com Maika ontem, e com deitar refiro-me…
Vanessa: Isso, não respondem á minha pergunta. – Zac sempre fazia isso, tentava fugir as perguntas dela, e ela apenas como Profissional tinha que pressionar senão nunca ao entenderia.
Zac: Isso foram ciúmes? – Ele conhecia bem aquele tom de voz dela, na verdade ela não tinha mudado tanto assim.
Vanessa: Sou casada. – Falou percebendo que agora era ela que fugia das perguntas.
Zac: Já enganou, um que dificuldade teria de o fazer novamente. – Desgosto era o que sempre sentia ao lembrar-se de a ver com outro homem.
Vanessa: O quê? - Falou tão baixinho que Vanessa foi incapaz de escutar.
Zac: Nada, nada…- Deu de ombros pedido para avançarem. -Bem vamos começar a consulta?
Vanessa: Claro, do que quer falar? – Olhou o relógio de pulso vendo que estava muito atrasados.
Zac: De si. – Falou com pouca firmeza, a pouca confiança que ele tinha ela lhe a rouba.
Vanessa: Isso não é possível.
Zac: Entendi, não vou insistir então. – Percebeu que se estava a colocar a si mesmo numa situação que não queria.
Vanessa: Apaixonar-se por mim não é ético. – Falou seriamente pensado se devia continuar a ser sua psicóloga.
Zac: Eu não…
Vanessa: Pela maneira que fala, eu já percebi que sim. – Mostrou que ele não precisava negar, ela sabia que ele tinha sentimentos por si.
Zac: Eu sinto por ti o que tu sentes por mim. – Soltou sem querer, e achava que pela primeira vez tinha tirado o você das suas conversas deixando-as menos informais.
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Obrigada pelos comentários =)