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segunda-feira, 13 de abril de 2015

Capítulo 12

Perante os próximos dias, Vanessa não teve como colocar-se entre a relação de seu filho com Chace. O miúdo gostava dele, era um facto; conversavam bastante, e Vanessa entendia que Riley queria, quase exigia, criar uma conexão com a família de seu pai. O que ela não podia entender é porque tinha que ser tão rápido e á maneira de seu filho, apenas o que ela conseguia enxerga bastante bem é que aquela relação a deixava completamente de fora da vida de Riley; até Alex estava mais dentro daquele “grupo” e ela por vezes acreditava que era por serem todos homens, mas não conseguia entender. Diziam que eram apenas ciúmes de mãe, mas ela apenas queria proteger seu filho. Não acreditava em Chace e nem o faria; a vida lhe tinha ensinado como o ser humano podia ser cínico, egoísta, maldoso e principalmente, mentiroso.

Chace: Então os teus pais vêm de visita? – Questionou mal entrando pela porta. Tinha estado as SMS's com Riley e ele já lhe tinha ditos as novidades.
Vanessa: Sim…- Deu espaço para Chace entrar na sala e Alex apenas o cumprimentou com um pequeno gesto de sua mão não saindo detrás da mesa onde revisava alguns testes. – E já agora as minhas amigas também, sabes, Ashley e Kristen. – Sorriu de lado pensando seriamente em tirar o telemóvel de seu filho.
Chace: Entendi. Isso de manter uma amizade tão antiga não deve ser fácil, mas vocês têm uma conexão forte, chega a ser bonito. – Falou amistosamente tentando quebrar aquelas barreiras da morena.
Vanessa: Meus, pais querem passar um tempo com o seu neto já que não conseguem vir nos feriados ou em épocas festivas, e as meninas, também aproveitaram e conseguiram tirar umas pequenas férias para viajarem. – Vanessa contava-lhe tudo aquilo bastante rapidamente, Chace pensava que ela finalmente estava a deixa-lo entrar na sua vida, mas na verdade, ela estava mais a dizer que ele deveria, pelo menos nos próximos dias, não aparecer.
Chace: Hum. – Olhou em redor, vendo tudo bastante arrumado e sossegado.
Vanessa: Dois. – Murmurou não querendo ter que lidar constantemente com ele, como se fosse uma praga.
Chace: Fomos amigos um dia; porque te incomodo tanto assim? – Alex parou o que estava a fazer. Sabia que algo dali ia começar, conhecia o olhar de Vanessa; faíscas saltavam e ele não teria a concentração necessária para avaliar aqueles testes.
Vanessa: Não me digas que precisas que te faça um desenho. – Cruzou os braços, e Chace apenas mordia o lábio não entendo ainda aquela história de seu irmão e de Vanessa ter estado com Matt.
Chace: Eu não sou o mau da fita. Somos do mesmo sangue e eu não vou magoá-lo! – Vanessa teve vontade de rir. Conhecia aquele olhar sério; era idêntico ao de Zac, e foi aquele olhar que um dia a enganou, ou pelo menos ela assim pensava.
Vanessa: Palavras e mais palavras, são tão bonitas; mas queres saber que mais? Não acredito em nada do que me dizes. – Deu alguns passos para a frente, e Chace acreditou que ela lhe iria bater, mas ela apenas o queria afugentar.
Chace: Porquê não? – Perguntas óbvias para ela, mas não tanto para ele. Não era Zac, e se eles tinham alguma coisa mal resolvida, era entre eles.
Vanessa: São irmãos e são bastante parecidos. Ele jurou ficar ao meu lado, parecia ter aberto uma guerra com seu pai e depois, simplesmente foi embora. – Alex tinha que admitir que tinha uma pequena pontada de ciúmes quando ela falava em Zac. Podia sentir que ela ainda tinha sentimentos sobre ele, e não era apenas os de ódio como ela tentava mostrar.
Chace: Tu que o abandonaste! – Gritou finalmente não percebendo aquela confusão, apenas viu que Vanessa o olhava indignada.
Vanessa: E mais uma vez o defendes. Tu apenas não fazes a mínima ideia do que falas; admite! – Gritou de volta e Chace se via preso entre a espada e a parede. Era como se dissesse pelo menos o mínimo, tinha que falar de Zac e isso poderia levar até Fred, e seu irmão pediu-lhe para ele ficar de boca fechada, o que não ajudava porque ele apenas queria entender.
Chace: Não vou ficar longe dele. – Disse apenas mostrando a Vanessa que não o podia afastar.
Vanessa: Não passas…
Chace: De um tio? É, eu sei, e estou apenas a fazer o meu papel como tal. – Tentou calar aquela discussão mas Vanessa não deixava tão simples.
Vanessa: Conversa tens muita, mas eu sei que escondes algo. – Chace de imediato baixou o rosto como se por momentos ela pudesse descobrir a verdade sobre seus olhos. – Estudei psicologia demasiado tempo para me deixar enganar por pessoas como tu. Sei ler bastante bem as tuas expressões faciais, a maneira como a tua voz muda quando tocamos nos assunto que não queres falar; és transparente para mim.
Chace: Apenas estás a fazer um grande filme. – Sentiu que o suor o começava também a denunciar, mas ela conseguia ser tão intimidadora. – Eu apenas não tenho mais ninguém. Estou longe da minha família, a minha mulher morreu…
Vanessa: Não jogues as cartas do coitadinho agora. – Afastou-se drasticamente por vezes nem ela mesma se conhecia; aquela frieza não a representava.
Chace: Achas que falar da minha mulher faz de mim um coitado; afinal de contas, o que se passou contigo? – E agora quem lhe tinha lido a mente tinha sido ele, porque era precisamente o que ela se questionava. – Costumavas ser tão amável, compreensível…
Vanessa: E uma burra ingênua…- Interrompeu rudemente. - Foi assim que me engaram; quando eu mais precisei não ouve um Efron que se chegasse á frente, e agora que o meu filho está criado, que eu tenho um trabalho estável e sou casada é que decides dar a cara?
Chace: Eu não soube nada de ti por anos. Encontrar-nos aqui foi uma coincidência. – Disse não mentindo, porque era como se tivesse sido o destino; ele não tinha planejado nada daquilo.
Vanessa: Espero, mas espero mesmo que o teu irmão não tenha nada a ver com isto. – Engoliu seco ao colocar aquela possibilidade e ver a cara com que Chace a tinha encarando. Era como se tivesse tocado no ponto certo.
Riley: Estás aqui! – Falou bem alto interrompendo-os. – Vamos jogar X-Box? Meu pai trouxe-me um novo jogo muito fixe.
Chace: Claro. – Saio com Riley deixando Vanessa a pensar nas últimas coisas que tinha dito; Zac; aquele nome encova pela sua cabeça, e do nada ela apenas começou a sentir-se desconfortável. Não o queria ver, apenas o odiava, e se aquilo era um jogo do loiro, ela não entendia.
Alex: Hey…- Chamou-lhe a atenção mesmo estando detrás dela naquele momento. – Tens que parar de agir como uma maníaca.
Vanessa: É incrível como nem tu consegues ficar do meu lado. – Balançou a cabeça negativamente por não ver nenhum apoio de Alex a seu respeito.
Alex: Eu estou do teu lado. – Tentou tocá-la, mas Vanessa se esquivou; apenas precisava de espaço para si mesma.
Vanessa: Claro que sim, chamando-me de maníaca mostras todo esse imenso amor que tens por mim. – Mostrou bem o sarcasmo em sua voz, não entendendo como Alex não podia-a compreender.
Alex: Apenas…
Vanessa: Sei o que pensas…- Interrompeu, e aquele tom grosso que usava com Chace, usava agora com Alex, que não entendia como ela apenas o via como tão grande inimigo. – Mas tu não entendes o que eu senti naquele dia. Ele foi embora, eu fiquei sem memoria e quando recordei de tudo, ele simplesmente não estava lá...cuidei por anos Riley sozinha. Não foi fácil, principalmente com os estudos; apenas os meus amigos me apoiaram e estiveram do meu lado sempre, e se eu devo algo a alguém, é apenas à eles e a mais ninguém, e tu não me podes vir agora dizer o contrário!
Alex: Apenas não te conheço mais. – A olhou com tristeza tentando entender quem era aquela mulher e o que tinha feito com a sua esposa.
Vanessa: Eu sou o que sou, não mudei. – Tentou não falar alto para não chamar atenção do filho.
Alex: Então me enganaste por estes anos todos? – Deu de ombros não percebendo. – É que eu não acredito nisso; não acredito que sejas essa pessoa tão calculista que aparentes ser.
Vanessa: Quando me olho ao espelho vejo-me a mim mesma. – Brincou com ironia deixando Alex furioso por não o levar a sério.
Alex: Por fora talvez, mas por dentro estás um mostro…
Vanessa: Ok então… – Alex fechou os olhos irritado consigo mesmo; não queria ir tão longe, não era bem aquilo que queria dizer. – Se as coisas são assim, se tens dúvidas sobre alguma coisa, sabes onde fica a porta de saída.
Alex: Estás mesmo a dizer isso? – Perguntou quase sem voz vendo como seu casamento apenas se desmoronava.
Vanessa: Foi o que ouviste. – Deu-lhe as costas deixando uma lágrima escorrer por seu rosto.
Alex: Vou dar um passeio para espairecer. Os teus pais devem estar a chegar e não quero estar com esta cara. – Murmurou saindo batendo a porta com alguma força.

***********

Chace: Ouvir detrás das portas é feio. – Avisou quando viu que Riley voltava a sentar-se no tapete do chão de seu quarto. Tinha dito que iria a cozinha por algo para beber, mas ele nada trazia nas mãos, e apesar de ainda haver um corredor até á sala, Chace podia ouvir os gritos de Alex e Vanessa.
Riley: Não gosto quando eles discutem assim, o pai a ama tanto. – Pegou o comando do jogo mas não o iniciou, apenas encarou seu tio.
Chace: Todos os casais têm as suas brigas, mesmo aqueles que se amam muito. – Sorriu amistosamente porém sentindo-se responsável por aquela situação.
Riley: Mas a minha mãe têm agido de um modo tão raro; ela mandou meu pai para fora de casa… – Olhou o chão tentando não chorar. – Ela nunca tinha feito isso com o pai.
Chace: A tua mãe é a típica mãe urso, que faz de tudo para proteger seu filho. – Ficou do lado do sobrinho batendo de leve seu ombro no dele e o fez levantar o rosto.
Riley: Á motivos para ela se preocupar? – Perguntou tendo também ouvido a discussão entre ele e a sua mãe.
Chace: Fazes muitas perguntas. – Carregou no start tentando desviar as atenções de Riley.
Riley: Não respondeste. – Colocou-se na frente do televisor querendo ouvir o que ele tinha a dizer: a verdade.
Chace: E também és muito inteligente. – Passou a mão pelo rosto cansado; ele já nem sabia o que fazia.
Riley: Sim, eu sou; mas agora a minha resposta. – Cruzou os braços e bateu o pé.
Chace: Sou teu tio e poderás sempre contar comigo, é o que eu te posso dizer… – Deu de ombros e Riley não assentou muito bem aquela resposta. – Eu tenho um filho e por isso compreendo a necessidade da tua mãe te proteger; e falando nisso, tenho a certeza de que Mikael um dia gostará de conhecer o seu primo também.
Riley: É, eu também gostaria de o conhecer. – Colocou-se na outra ponta olhando seu tio. – Quando posso?
Chace: Quando quiseres.
Riley: Como sabes, os meus avós virão e as amigas da minha mãe também. Para mim elas são como minhas tias; o que quero dizer é que a família se vai reunir, e podias aparecer com o meu sobrinho. – Sorriu encantado com a ideia.
Chace: Não acho assim uma boa ideia para ser honesto…
Vanessa: Nem eu. – Entrou fazendo ambos a olharem seriamente.
Riley: Se colocasses escutas no quarto era tudo mais fácil. – Vanessa controlou-se para não bater no filho naquele momento; ele andava tão respondão.
Vanessa: Eu apenas vim vos trazer algo para comerem. – Pousou a bandeja.
Riley: Eu quero conhecer o filho de Chace. Ele é da família, eu quero que os avós fiquem a saber quem ele é, e eles vêm cá tão pouco…
Vanessa: Ok; se quiseres vir ao jantar, podes aparecer. – Disse apenas para Chace, que se surpreendeu com atitude da morena, mas via como ela estava exausta.
Chace: Na verdade, eu tenho coisas combinadas. – Vanessa sorriu frustrada.
Vanessa: Tão, mas tão típico. Primeiro querem tudo, e quando se abre a porta, apenas se negam a entrar. – Mais uma vez ela via como seu filho a veria como a má da fita, mas desta vez ela tentou fazer o que ele achava que era correto, porque ultimamente, a opinião de Vanessa não valia assim tanto para seu filho.
Chace: Não posso vir mesmo a hora do jantar, mas sim um pouco mais tarde. – Tentou encontrar uma abertura em seu horário rapidamente tentando também dar alguma moral para Vanessa.
Riley: Obrigado. – Abraçou seu tio e Vanessa não compreendia porque ela não merecia mais aqueles abraços.
Chace: Agora tenho que ir; obrigada pelo lanche mas o meu pequeno espera o pai. – Sorriu para Vanessa mas está nenhuma expressão lhe mostrou de volta.
Riley: Manda um abraço ao Fred, á muito tempo que não o vejo. – Chace acenou afirmativamente com a cabeça seguindo Vanessa até á saída.
Chace: Obrigado pelo convite. – Levantou a mão, mas ela não pegou.
Vanessa: Apenas fazendo as vontades de meu filho. – Falou não dando muita importância nem querendo dar o braço a torcer.
Chace: De qualquer modo agradeço.

»»»»»»»»»»

Eric: Essa flor é muito bonita. – A encarou suspirando como um adolescente apaixonado.
Ryan: Tenho a certeza que Kim vai gostar. – Eric o encarou de sorriso no rosto.
Eric: Como sabes? – Levantou uma das sobrancelha tentando perceber se era assim tão obvio o seu encantamento pela empregada de Zac.
Ryan: Não é muito difícil de entender. – Explicou dando de ombros, e achando que apesar de Eric já ter sido um mulherengo, poderia naqueles dias fazer Kim feliz, e ele importava-se muito com ela; era como uma segunda mãe, mas parecia que quase toda a gente naquela casa a via assim, Chace e Zac.
Eric: Como tu com Maika. – Ryan mostrou-se tímido ao ouvir o nome da loira.
Ryan: Não existe nada entre mim e ela. – Falou com certa tristeza; a única coisa que ela fazia era desprezá-lo.
Eric: Porque ela não quer. – Bateu de leve nas costas do jovem tentando levantar seu animo.
Ryan: É, está completamente apaixonada pelo senhor Zac. – Não entendia aquele amor que Maika apenas tinha por Zac; parecia-se mais como uma mera obsessão.
Zac: Hey pessoal; do que falam? – Interrompeu entrando na cozinha para buscar água.
Eric: Que está muito calor e devias tirar esse capuz. – Avisou não podendo como sempre ver o mínimo do rosto do amigo.
Zac: Vou dar uma festa aqui em casa. – Falou de costas para ambos que se encararam.
Eric: O quê? – Zac não precisava estar de frente para eles para entender o espanto.
Ryan: Eu ouvi bem? – Eric não sabia se podia confirmar aquilo. Parecia ter sido uma alucinação auditiva em conjunto, apenas porque Zac nunca faria aquilo; ele escondia-se, não deixava qualquer um entrar na sua casa e agora falava em encher a mesma com pessoas.
Zac: Uma festa de mascaras, estão todos convidados. – Agora Eric entendia um pouco mais a situação, mas mesmo assim era uma atitude estranha vinda dele.
Chace: Principalmente a Vanessa, certo? – Sua voz zangada fez eco naquele lugar.
Eric: Bem estava de saída; tenho que ir ter com os meus filhos. – Falou ao perceber que estava ali a mais.
Chace: Depois voltas? – Zac mantinha-se no seu canto sabendo que aquela conversa com Chace ainda não tinha terminado.
Eric: Claro que terei a segunda refeição com a minha segunda família. – Abraçou um irmão de cada vez e foi puxando Ryan pelo braço.
Chace: Tu também Ryan. – Aquilo não era bem um pedido, era uma ordem. Ele não tinha ninguém e não o queria deixar sozinho; todos que viviam ali já estavam muito unidos.
Ryan: Ok. – Teve apenas tempo de dizer antes que Eric o tirasse completamente dali.
Chace: Os pais da Vanessa vêm visitá-la. – Zac tirou o capuz; de verdade estava calor naquele dia.
Zac: E o que é que eu tenho a ver com isso? – Tentava entender porque vinha ali um sermão de seu irmão.
Chace: Ela convidou-me para lhes apresentar o Mikael. – Explicou ficando separado de Zac pela bancada.
Zac: Boa, maninho. Estás a fazer progressos. – Ergueu o copo fazendo um brinde consigo mesmo.
Chace: Mas não sei se os melhores. – Coçou a cabeça mostrando que estava preocupado.
Zac: Os pais de Vanessa até são boas pessoas…
Chace: Ela têm discutido com o marido, e muito. Eu não quero ser a causa do fim daquele casamento. – Aproximou-se de Zac colocando fortemente as suas mãos em seus ombros.
Zac: E não vais ser. – Pegou o rosto de Chace fazendo o que ele nunca fazia: encará-lo.
Chace: Vais fazer teu filho sofrer. – Não entendia se Zac tinha simplesmente ganhando autoestima naqueles dias ou o que se estava a passar.
Zac: Para de dizer asneiras e vai trocar de roupa. – Deu de ombros não dando tanta importância assim á situação.
Chace: Para quando é essa festa? – Sabia que Zac tinha algum plano, e temia mesmo não sabendo o que era.
Zac: Ainda estou a preparar tudo. – Pediu paciência para Chace com aquele sorriso que ele conhecia de antigamente, cheio de egoísmo.
Chace: Só espero que saibas o que faças. – Pedia para que seu irmão não estragasse tudo. Sabia que Zac tinha raiva de Vanessa, mas eles ainda podiam ter uma conversa como dois adultos que são deviam ter.
Zac: Apenas quero conhecer esse Alex melhor.

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Hey girls, o que acharam? Também estou chocada com a Vanessa brigando com o Alex. E essa festa? Estou tão curiosa quanto vocês para saber como será. O capítulo foi feito pela Margarida e eu, Thata, posso jurar que não tenho ideia do que virá. HAHAHA. Bem, eu tenho uma pergunta pra fazer: Vocês ficam com dúvidas durante os capítulos? Tipo, a Margarida é de Portugal e as vezes eu mesma me confundo com algumas coisas que ela fala... Se vocês, leitoras, não entendem alguma parte do capítulo, sintam-se livres para perguntar nos comentários nem que seja em anônimo e nós vamos responder. Bem, queremos agradecer aos cometários por escrito e aos que carregaram nos pequenos quadrados. Esperamos que gostem desse capítulo também.
Xx

sexta-feira, 20 de março de 2015

Capítulo 11

Alex: Relaxe, estás muito nervosa. – Disse tentando massagear os ombros morenos. – Ele não vai mordê-lo.
Vanessa: Queria que o fizesse, assim, eu poderia pegar Riley e ir embora. – Bufou. – O que será que eles tanto conversam?
Alex: Não sei, mas com certeza não é sobre o pai dele.  – Vanessa o encarou.  – O que foi?
Vanessa: Como podes saber? Tens ouvido biônico?
Alex: Ele te prometeu que não falaria, não foi mesmo? – Questionou respirando fundo. Sabia que ela estava nervosa e que logo mais a noite pediria desculpas por ser tão grosseira.
Vanessa: E você acreditou? – Cruzou os braços. – Eu não confio nele e nem naquela família.
Alex: Eu sei e até concordo, mas não sejas tão dura com ele; não na frente de Riley.
Vanessa: Eu só quero protegê-lo.
Alex: Sei disso, e acredite, estás fazendo um ótimo trabalho, como sempre. – A beijou delicadamente. – Mas não acho que será saudável para Riley ver o tio como um inimigo da própria mãe. Ele pode se sentir pressionado a escolher alguém, você deve saber.
Vanessa: Certo, não me distraia. – Pediu olhando ao redor. – Onde estão?
Chace: Bem atrás de vocês. – Riu e Riley o acompanhou saindo de trás da árvore. –Queria saber se posso levá-lo para tomar sorvete. Está um pouco quente e...
Vanessa: Não prefere deixar para outro dia? – Sorriu olhando o filho. – Ele já deve estar cansado.
Riley: Queria tomar sorvete, mamãe. A senhora não está com calor? – O pequeno questionou enxugando a testa com a manga da camisa.
Alex: Podemos ir todos à uma sorveteria que tem aqui perto. – Sugeriu e logo recebeu um olhar duro da esposa. – Ou eu poderia ir e trazer o sorvete em vasilhas. – Sorriu se desculpando.
Vanessa: Acho bem melhor essa ideia.
Chace: Então esperamos vocês aqui.
Vanessa: Eu não disse que ia.
Chace: O que você acha que eu vou fazer? Raptá-lo?
Vanessa: Não duvidaria.
Alex: Filho, vamos ali comigo? Quero te mostrar uma coisa. – Riley concordou de mau grado e logo os dois se afastaram.
Chace: Estás sendo imatura. Se eu quisesse fazer algo com ele, já tinha feito.
Vanessa: Eu sou mãe e sei o que é melhor para o meu filho.
Chace: Também tenho um filho, Vanessa, e sei como se sente. Achei que éramos amigos.
Vanessa: Você é irmão...
Chace: Irmão, não sou ele. – Bufou. – Olha, você precisa confiar em mim. Eu só quero conhecer o meu sobrinho. Se quiser, na próxima deixo você com o meu filho e assim ficamos quites.
Vanessa: Não sei se haverá próxima.
Chace: Você mesma sugeriu. – Sorriu. – Vamos, me deixe ir tomar sorvete com ele. Não demoro mais do que cinco minutos e vocês podem ir pra casa.
Vanessa: Tudo bem. – Concordou de cara amarrada. – Mas é bom que traga mesmo o seu filho na próxima vez, e será no lugar que eu escolher.
Chace: Trato feito. – Sorriu e ela bufou.

Vanessa chamou o marido e o filho e em seguida se despediram vendo Chace e Riley atravessando a rua de mãos dadas.

Riley: Minha mãe não gosta muito de ti. – Falou observando a rua de pedra.
Chace: Sim, eu percebi.
Riley: Não entendo. Você é legal comigo e com ela e o pai. – Sorriu. – Quem deveria ter ciumes era o pai. Você é bonito e simpático.
Chace: Ele deve saber que ela o ama, e na verdade, sua mãe tem ciumes de ti comigo.
Riley: Porquê? – Questionou confuso.
Chace: Homens se dão melhor com homens e bem, ela deve se sentir excluída da sua vida. – Disse entrando na sorveteria. – Você me disse que ela não sabe da sua admiração pela professora.
Riley: Amor. – Corrigiu.
Chace: Isso, amor. – Disse e se aproximou do balcão. – Qual o seu sabor preferido?
Riley: Limão com chocolate.
Chace: Sério? – Sorriu admirado. – O do teu pa... digo, o de um amigo meu também.
Riley: E o Fred, como está?
Chace: Vai bem. Você gostou dele?
Riley: Sim, muito. Ele me parece ser um cara legal.
Chace: E ele é. Também gostou muito de você e quer saber quando você vai vê-lo.
Riley: Isso minha mãe que sabe. – Sorriu se lambuzando com o sorvete.
Chace: Está gostando?
Riley: Sim, obrigada. Mas eu não entendo uma coisa. Porquê me fez todas aquelas perguntas?
Chace: Apenas quero conhecer você.
Riley: E porquê?
Chace: Você me parece um menino interessante, só isso. – Se levantou. – Vamos, sua mãe já deve está preocupada.

Chace pagou a conta e eles voltaram para o parque que tinham passado grande parte da tarde.

Vanessa: Acho que já está na hora de irmos. –Falou assim que eles se aproximaram. –Seu pai tem tarefas para corrigir.
Chace: Nos vemos no próximo passeio então. A propósito, quando será?
Vanessa: Eu ligo marcando a data.
Chace: Estarei esperando. – Sorriu e se abaixou para ficar na altura do menino. – Nos vemos em breve.
Riley: Sim, e quem sabe, você não vai lá em casa depois e eu te mostro minha coleção de livros?!
Vanessa: Riley!
Alex: Seria uma boa ideia para ficarmos todos juntos. – Olhou para a esposa. – Vamos?
Riley: Tchau, tio Chace. – Fizeram um toque de mão e Vanessa gelou.
Vanessa: Vamos, Riley. – Puxou a mão do menino até o carro.

[...]

Chace: Família, cheguei. – Anunciou rindo e indo em direção ao irmão.
Zac: Achei que tinha se perdido no caminho. – Brincou e embalou o sobrinho.
Chace: Sou loiro, mas não burro. – Sorriu. – Está dormindo à muito tempo?
Zac: Não, acabou por adormecer. – Disse colocando Mikael no berço. – E então, como foi?
Chace: Bem tenso. Vanessa está irredutível, mas o Alex sabe controlá-la muito bem.
Zac: E meu filho? – Perguntou respirando fundo; era a segunda vez que Chace pronunciava o nome do outro.
Chace: É muito fechado e preso ao mundo de fantasias. – Sorriu lembrando-se das histórias que ele tinha contado. – Falou mais sobre os livros do que dele mesmo.
Zac: Ele respondeu as perguntas?
Chace: Sim, e até estranhou o porque de eu tê-las escrito num papel.
Zac: E então, quais são as respostas?
Chace: Posso tomar um banho primeiro? – Perguntou querendo deixar o irmão curioso. Chace estava disposto a fazer Zac interagir mais com o filho, Vanessa querendo ou não; e talvez assim, Zac veria como o menino era apegado a mãe e também precisava dela. – Prometo que depois te contarei todos os detalhes dessa tarde.
Zac: Tenho escolha? – Suspirou. – Não demores.
Chace: Claro, claro. Podes pedir para Kim me preparar algo para comer?

[...]

Alex: Querida, vai acabar fazendo um buraco no chão desse jeito. – Sorriu e ela o encarou.
Vanessa: Eu quero saber o que eles tanto conversaram mas ele não me diz. – Sentou-se na cama com as mãos na cabeça. – E ele o chamou de "tio", tu ouviste. – Suspirou. – Será que ele contou e meu filho está contra mim?
Alex: Você está se martirizando atoa. Riley só pediu para jantar no quarto, o que tem de mau nisso?
Vanessa: Ele não costuma fazer isso.
Alex: Apenas está cansado. Fazia tempos que não passava tanto tempo sem a companhia de um livro. Na verdade, acho que nunca o vi brincando ao ar livre.
Vanessa: Fale com ele, por favor. Ele conversa mais com você do que comigo. – Pediu enciumada.
Alex: Podemos fazer isso juntos, mas você também poderia fazer isso sozinha. Leve um copo com chocolate quente e pergunte o que ele achou do dia. Só não sejas tão dura com ele.
Vanessa: Odeio quando tentas me ensinar a lidar com meu filho.
Alex: Não estou tentando te ensinar nada, só estou te dizendo como eu faria para me aproximar dele sem pressioná-lo. – Bufou. – Você está muito estressada ultimamente. Não achas melhor voltar a vê seu psicólogo?
Vanessa: Não tenho tempo de cuidar de meus pacientes, quanto mais de mim mesma. – Se levantou. – Vou ter com meu filho. Não precisa me esperar acordado. – Avisou saindo do quarto.

Sabia que Alex queria ajudá-la, mas não aceitava a ideia de que alguém sabia mais a respeito de Riley do que ela mesma. Foi até a cozinha para preparar o chocolate quente e se assustou ao ver o filho ao telefone.

Riley: Sim, eu li esse. – Sorriu. – Não me conte o final, eu ainda não cheguei nessa parte. – Gargalhou. – Ah não, eu odeio você. – Riu e Vanessa já estava nervosa. Pelas horas, ele já deveria estar na cama. Desceu o resto das escadas e se posicionou atrás do sofá. – Ahn, eu preciso desligar. Nos vemos depois. – Colocou o telefone no gancho e olhou desconfiado para a mãe.
Vanessa: Posso saber com quem você conversava tão alegremente? – Perguntou sentando-se ao lado dele.
Riley: Não era ninguém importante. Vou me deitar, boa noite.
Vanessa: Espere, não suba ainda. Quero conversar com você. – Disse indo até a cozinha e ele a seguiu. – Quer chocolate quente? – Ele negou com a cabeça. – Eu sim. Então, me diga: quem era? Não ouvi o telefone tocar.
Riley: Um amigo da escola.
Vanessa: A essa hora? Ele já deveria está dormindo, assim como você. – Ele nada disse. – Me conte a verdade. Para quem você ligou?
Riley: Para Chace. – Suspirou e Vanessa arregalou os olhos.
Vanessa: Você mexeu na minha bolsa?
Riley: Não, claro que não.
Vanessa: Então como descobriu o telefone dele?
Riley: Ele me deu um cartão com o número quando estávamos no parque.
Vanessa: E sobre o que conversaram? Vocês pareciam muito a vontade.
Riley: Ele me fez perguntas e eu respondi. – Bocejou.
Vanessa: E o que ele falou pra você?
Riley: Muitas coisas.
Vanessa: Que tipo de coisas?
Riley: O que gosta de fazer, de comer, do filho e de ler. Acredita que ele já foi em Londres na casa do Sherlock? – Vanessa riu.
Vanessa: Só falaram sobre isso?
Riley: Ele tinha uma lista de perguntas que eu tive que responder.
Vanessa: Lista? – Perguntou desconfiada. Chace iria explicar sobre isso depois.
Riley: Sim.
Vanessa: E quais eram essas perguntas?
Riley: Várias. O que eu gostava de fazer, de beber, quem eram meus amigos, com quantos anos eu falei, qual foi minha primeira palavra, quando meu primeiro dente caiu, quando andei pela primeira vez, sobre você e o papai.
Vanessa: E você respondeu?
Riley: As que eu sabia, sim. – Bocejou. – Posso dormir?
Vanessa: Sim, já passou da hora. – O menino levantou e a abraçou antes de lhe dar um beijo no rosto. – Me responda só mais uma coisa: Porquê o chamou de tio?
Riley: Não sei bem, foi coisa do momento. Boa noite, mamãe. Amo-te.
Vanessa: Boa noite, Riley. Da próxima vez que quiser ligar para alguém, pergunte para mim ou para seu pai primeiro, ouviu? – Ele concordou com a cabeça e ela o beijou na face. – Amo-te, boa noite.


(S2S2S2S2S2S2S2S2)
Certo aqui está mais um capítulo como o Dia e a Noite este foi feito pela Thata e ambas esperamos que gostem, agradecemos a quem comenta nos pequenos quadrados ou por escrito sempre bom saber o que estão achar da historia principalmente desta que esteve parada por bastante tempo e quem não segui a primeira temporada não vai entender a segunda então aconselhava se alguém não viu a !º parte melhor dar umas espreitadela-la para entender melhor o contesto da historia =)


sábado, 28 de fevereiro de 2015

Capítulo 10

Uma semana tinha-se passado Vanessa sentia Alex tão distante de si, tinha entendido que desta vez tinha mesmo magoado os seus sentimentos, que ele era um ótimo pai e que como tal devia dar lhe mais ouvidos quando se tratava do filho; não ser tão dura com aquela relação de mãe e filho.

Vanessa: Hey. – Cumprimentou de sorriso no rosto.
Alex: Olá. – Sentou se exausto no sofá.
Vanessa: Como foi o teu dia? – Sentou se do lado dele tirando lhe os sapatos.
Alex: Cansativo…- A olhou e suspirou. – Estou com saudades tuas; sei que fui eu que me afastei mas estava magoado.
Vanessa: Eu fui idiota ainda o sou…- Deitou a cabeça no peito dele. – Eu falei com Chace e disse que se Riley concordasse poderiam se ver, mas com a nossa supervisão. Estava á tua espera para falar com Riley sobre tudo isto. – Alex sorriu.
Alex: Pode parecer estupido mas estou muito feliz por me teres tanto em consideração sobre este assunto.  – Vanessa levantou a cabeça e o olhou.
Vanessa: Aceitaste o meu passado, aceitas quem eu sou e ainda o meu filho; sempre foste um pai para ele e sempre o serás porque é assim que ele te vê e eu fico feliz por seres o seu exemplo. Tu és um grande homem, amável, romântico, trabalhador, carinhoso…e desde que te conheci que sempre te preocupaste por nada, eu amo te, amo te muito. – Abraçou o apertando bem a seu corpo.
Riley: O que se passa? – Olhou estranho para os pais, eles mostravam carinho á sua frente mas ultimamente andavam tão estranhos um com o outro que o pequeno não entendia.
Vanessa: Anda aqui…- Esticou a mão dando espaço no sofá. – Nós temos que falar.
(»»»»)
Zac: Então finalmente ela deu te autorização? - Perguntou estupefacto pelo motivo que não entendia o porque dessa autorização ter demorado tanto.
Chace: Alex e Vanessa vão estar lá, mas é normal….
Zac: Podias não me dizer o nome dele? – Referiu se a Alex, a ideia de ela estar casada o irritava e muito.
Chace: Podias-me explicar porque Vanessa acha que tu abandonaste? Quer dizer, faz sentido pois depois do fogo na escola tu desapareceste.
Zac: Tu sabes os meus motivos…ela estava com Matt e a minha cara ficou assim. – Apontou para o próprio rosto e bufou.
Chace: De qualquer modo podias tentar ter mantido um certo contacto…
Zac: Minha cabeça não estava a fazer muito sentido naquela altura. – Encostou se á parede abrindo a cortina queria apreciar um pouco da lua.
Chace: Mas tantos anos se passaram…
Zac: Acho que fiquei demasiado focado em mim na minha vida, mas eu não queria pensar na Vanessa, sempre que o fazia relembrava o beijo entre ela e Matt. – Suspirou fechando os olhos.
Chace: Acho que ela devia parar de te chamar de Fred, devias contar a verdade. – Aconselhou vendo que a história entre aqueles dois, era do mais confuso que podia haver.
Zac: Ainda não meu irmão, cedo demais. – Disse e Chace logo se preocupou ao perceber que no fundo ele tinha um plano.
Chace: Qual é a tua ideia?
Zac: Muito obvio: recuperar o meu rosto e levar Vanessa ao tribunal; eu quero total custódia do meu filho. – Olhou o irmão friamente. – Ela magoou me na altura mais dura da minha vida e eu nunca a vou perdoar.
Chace: Não abras uma guerra á mãe do teu filho. – Sua voz era quase como se implorasse.
Zac: Meu irmão ela está aberta dês do momento em que seus lábios tocaram o do nosso primo.
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Olá, como estão? Mais uma vez, é a Thata aqui. Margarida está com dores na garganta e eu vim postar no seu lugar. Esse capítulo é o último do estoque dela e o próximo eu escrevi e está um pouco comprido comparado há esses. Quem me conhece dos blogues sabe como eu sou exagerada hahaha. Bem, aproveitem, comentem e divulguem a fic.
Xx

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Capítulo 9

Alex: Queres que eu fale com ele? – Serviu um chá para Vanessa que parecia mais pensativa que o normal.
Vanessa: Não, afinal de contas Chace não me pode obrigar, apresenta-los. - Olhou a fotografia na parede a fotografia da sua família ela lutou muito desde que era uma adolescente para ter a vida que têm agora e não queria que ninguém estragasse isso.
Alex: Achas que é mesmo o melhor; deixar Riley sem uma palavra a dizer? – Engoliu seco com o olhar de Vanessa.
Vanessa: Apenas acho que com estás mudança de país Riley ainda se está adaptar a tudo seria demasiado para ele; e ainda é cedo para ele ter contacto com a família do pai.
Alex: Tu és a mãe…
Vanessa: Precisamente eu sei o que é melhor para o meu filho. – Alex se calou mais uma vez sentia se colocado de parte Vanessa sempre marcava aquela postura tão protetora diante do filho, que as vezes nem ele se sentia parte daquela família.
Alex: Mesmo assim…- Falou depois de um longo silêncio com pensamentos desgostosos. – Acho que devias pensar melhor sobre o assunto.
Vanessa: Já pensei! – Falou duramente tentando mostrar que aquele assunto tinha terminado para ela.
Alex: Essa é mesmo a tua última palavra?
Vanessa: Sim! – Rodeou a caneca com as mãos e pressionou, começava a sentir se irritada.
Alex: Sei que tens medo pelo Riley…- Começou e Vanessa revirou os olhos. – Mas não o podes proteger de tudo, se continuares assim não lhe estás a dar asas e o teu filho não vai crescer, tu és psicóloga sabes como as coisas são…
Vanessa: Da educação do meu filho sei eu…- Gritou batendo na mesa ao ver que estava a ser posta contra a parede mas que não tinha como escapar pois as palavras de Alex tinha demasiado sentido. – Desculpa não era isso que eu queria dizer.
Alex: Sim era…- Falou cansado e farto da situação. – Afinal de contas não é a primeira vez  que me colocas de parte, somos casados somos uma família todo nós então deixa me fazer parte dela. – Falou saindo dali queria evitar uma discussão maior.

(****Ligação****)
Vanessa: Ele não está aqui e mesmo assim afeta a minha relação. – Bufou com dores de cabeça.
Ashley: Não podes por as culpas em Zac por isto e é totalmente normal Chace querer conhecer o sobrinho.
Vanessa: Mas será que não irei encontrar ninguém a meu favor? – Teve vontade de gritar ao perceber que ninguém a compreendia.
Ashley: Não fiques tão zangada…Vanessa é da vida de Riley que estamos a falar, e sabes o quanto ele deseja estar relacionado com a parte paternal, não lhe podes negar isso.
Vanessa: E tudo por causa de este caso que aceitei.
Ashley: Vai ver é o destino…
Vanessa: Sim tens razão, deve ser realmente isso porque ultimamente sinto que tenho o mundo contra mim.
Ashley: Não era disso que eu estava a falar…mas quanto sobre o outro assunto, pensa nisso.
Vanessa: Pelos visto não tenho outro remédio mesmo já que meio mundo me diz o mesmo.
Ashley: Bem minha querida amiga eu tenho mesmo que ir depois falamos, beijos tchau.
Vanessa: Tchau.
(****Fim da ligação****)

Alex: Tudo bem? – Entrou em casa todo suado tinha saído á duas horas atrás para correr.
Vanessa: Sim estava a falar com Ashley…desculpa bem por o de antes.
Alex:Tudo bem eu sei que apenas queres proteger Riley. – Sorriu de lado e foi para o banheiro.

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Olá meninas, como estão? Pra quem não me conhece, sou a Thata, uma amiga da Margarida e como ela já avisou, eu vou dar uma mãozinha com essa segunda temporada. Eu li a fic e adorei e mal posso esperar para fazer parte. Este capítulo faz parte do estoque da própria autora, mas em breve eu vou da um "olá" em algum capítulo haha. Espero que gostem e que continuem acompanhando a fic. Críticas são bem vindas, comentários também.
Xx 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Hello

Bem eu sei que não posto nenhum capítulo nesta historia á muito tempo, e por vontade própria de verdade que não gosto de deixar nada a meio, mas quando comecei a segunda parte desta historia tinhas outras em mãos e está meio que ficou estancada, por isso pedi a Thata escritora Bring The Pain http://princessofcrime-zanessa.blogspot.pt/ e Whatever Will Be  http://amizadecolorida-zanessa.blogspot.pt /para me ajudar a continuar a escrever por aqui :)

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Capítulo 8

Chace: Já de saída? – Perguntou dando um susto a Vanessa que respirou fundo para não gritar.
Vanessa: Sim. – Disse simplesmente depois das Consultas com “Fred” Chace sempre estava ali.
Chace: Como estão a ir as coisas? – Colocou se na frente de Vanessa para poder cortar a passagem para a saída.
Vanessa: Não me parece tão deprimido como vinha no informe sim sente se alguma tristeza na sua voz, vê-se que têm mais que um pequeno trauma com o seu passado, mas o verdadeiro problema é consegui-lo fazer falar, fica complicado ajudar alguém que não se ajuda a si mesmo.
Chace: Tens tempo para um café?
Vanessa: Não acho que seja uma boa ideia eu…
Chace: Vá lá, tentar manter a conversa em dia apenas isso. – Implorou e Vanessa finalmente cedeu.
(»»»»)
Chace: Então o que te trás até Itália, mais precisamente Florença? – Encostou se á cadeira de braços cruzados estava pronto para fazer o interrogatório.
Vanessa: O meu marido…
Chace: És casada? – Olhou para a mão dela e perguntou se como ainda não tinha reparado na aliança.
Vanessa: Sim com o homem da minha vida! – Afirmou pedindo que naquela conversa não entrasse o nome de Zac. – Mas e tu?
Chace: Também foi o amor. – Sorriu meio triste ao sentir a voz fraquejar.
Vanessa: Uma Italiana; quem é a sortuda? – E sem dar por nada Vanessa deu a volta ao jogo e agora era ela a fazer as perguntas.
Chace: Era…já morreu de cancro na verdade foi no meio do parto mas foi a doença que dificultou todo o processo. – Relembrou o momento em o médico o expulsou da sala de parto, ele não queria ir e só saio mesmo porque a mulher da sua vida não o queria ver como ela morria.
Vanessa: Mas e o bebe?
Chace: Nasceu bem e saudável. – Respondeu dado um gole na água fresca.
Vanessa: Fico feliz por ti. – Disse sincera sentia como lhe doía aquela perda.
Chace: Mas mantes os amigos da escola? – Perguntou pegado de surpresa Vanessa, sem entender onde ele queria chegar com aquela pergunta, não acreditava que ele queria falar só por falar, havia algo mais e esse algo mais tinha a ver com seu irmão.
Vanessa: Bem falo todos os dias com Ashley e Kristen….
Chace: Da última vez não me respondeste…- Interrompeu. – Aquele miúdo que vinha contigo o teu filho…é meu sobrinho? – Ele meio que já sabia a resposta apenas queria as certezas.
Vanessa: Quando o teu irmão me abandonou eu estava grávida; então o que achas?
Chace: Quando ele te abandonou? – Ele sabia que algo estava errado e agora tinha as certezas mas ainda precisava de saber o que naquela história não colava.
Vanessa: Porque pareces tão espantado? Afinal foi ele que desapareceu. – Chace fica confuso, apenas ainda não entende a parte do porque Vanessa ter ficado com Matt, mas para poder falar sobre isso teria que dizer do como sabia e tinha que falar do seu irmão, e sabia que não o podia fazer Zac o odiaria eternamente.
Chace: Riley sabe a verdade sobre o pai, ele sabe que Zac foi embora como tu dizes? – “Como tu dizes” Chace falava de uma maneira como Vanessa não gostava, como se fosse ela a má da fita ali, a que estava a mentir mas por outro lado não o podia julgar Chace sempre defenderia o lado de Zac.
Vanessa: Sim e apesar de tudo quere o conhecer um dia, pelo menos é o que ele diz agora.
Chace: E a ti o que te parece isso? – E tudo tinha dado a volta novamente Vanessa estava a ser questionada e a falar daquilo que menos queria ou melhor daquele que menos queria.
Vanessa: Não á nada para achar, é uma decisão de Riley, não o poderei parar quando ele for maior de idade e quiser ir procurar por seu pai terá esse poder mas sou sincera antes desse tempo eu vou tentar que eles não se encontrem não quero que Zac o magoe, já basta o que me fez a mim.
Chace: Alguma vez pensaste que podes estar errada quanto a Zac? – Vanessa riu irónica finalmente eles tinha chegado ao ponto que ele queria.
Vanessa: E tu que não o defendesses mas até, entendo afinal é o teu irmão…
Chace: Estás a entender me mal…mas achas que me posso aproximar de Riley afinal de contas somos da mesma família. – Sugeriu muito pouco subtil.
Vanessa: Não acho nada uma boa ideia. – Respondeu um pouco grosseira.
Chace: E eu acho que estás a ser um pouco injusta…
Vanessa: Sabia que isto não seria uma boa ideia eu tenho que ir.- Pegou no casaco e saio.

Chace: Ele é da minha família Vanessa, meu sobrinho. – Gritou mas a morena não lhe deu mais importância.
(S2S2S2S2S2S2S2S2)
Agradeço os comentários:)

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Capítulo 7

Riley: Então têm que se mudar o pneu. – Falou o que estava visível aos olhos de todos, um pneu completamente em baixo.
Vanessa: Não entendo como furou nem dei por nada. – Bufou.
Chace: Eu ajudo. – Deu um susto em Vanessa que não tinha reparo ser seguida por Chace.
Vanessa: Obrigada. – Agradeceu de sorriso amarelo, Riley não sabia muito seu pai e Vanessa achava que ainda não era altura para saber ou aproximar se da família paterna até porque nunca tinha sido procurada por nenhum.
(****)
Zac: Perdeste-te? – Deu um susto a Riley que deu uns quantos passos para trás até cair no sofá.
Riley: Desculpe a minha mãe teve um furo e eu precisava mesmo de ir á casa de banho. – Zac sorriu não precisou de grandes deduções para perceber que aquele era o seu filho, e nesse exato momento seu rosto se preencheu de um enorme sorrio estava emocionado apenas queria abraçar o filho, apenas queria ter uma conversa com Vanessa e entender tudo aquilo, mas acreditava que ir de vagar seria o melhor caminho.
Zac: Entendo e pelo caminho perdeste os olhos na estande dos livros. – Brincou com Riley que apesar de assustado sentia uma certa confiança com aquele estranho.
Riley: Gosto muito de ler, apenas isso…
Zac: Não precisas ter medo nem de te desculpar; ler faz muito bem e já reparei que és curioso; diz me quais são os teus preferidos?
Riley: Bem eu gosto de muitos principalmente os de BD, tenho uma enorme coleção de Hobbit e Kalvin. – Falou entusiasmado mostrando que tinha um novo naquele dia.
Zac: Bem…- Pegou uma data de livros e entregou os para Riley. – Podes, levar eu já tenho a coleção repetida.
Riley: A sua cara…- Zac engoliu seco distraiu-se tanto que deu um passo para o ponto onde existia luz.
Zac: Assusta-te certo? – Voltou para o meio da escuridão, mas Riley pegou a mão dele e o voltou a puxar para o poder olhar.
Riley: Não; porque me assustaria? – Sorriu meio o que fez os olhos de Zac brilhar, aquilo era a melhor coisa que ele ouvia em anos.
Vanessa: Riley? – Chamou entrando dentro da casa o que fez Zac esconder se de volta.
Zac: Bem desfruta dos livros se quiseres mais alguns podemos falar sobre isso; volta sempre que quiseres. – Baixou se dando um curto mas apertando abraço ao filho e saio.
Vanessa: O que fazes aqui, e o que é isso que tens na mão?
Riley: Estava a falar com…o teu cliente, sobre livros e ele acabou me por dar estes; fixe não?
Vanessa: Ele nem te conhece. – Falou um pouco desconfiada.
Riley: Sim, mas gostamos ambos de ler e gostei de falar com ele, para mais estes são os repetidos. – Vanessa não ficou muito convencida com aquela resposta.
Vanessa: Vamos para casa. – Pediu.
(»»»»»)
Chace: Qual é a tua ideia, Fred? – Zoou da cara do irmão. – Fingir ser alguém que não és?
Zac: É a minha única solução. – Pegou nas pastas e começou a tratar do seu trabalho, não estava interessado em saber o que irmão lhe tinha para dizer.
Chace: Á mais caminhos, como o da sinceridade e ter uma conversa, para mais ela está aqui por causa da tua operação.
Zac: Eu quero lá saber disso…- Bufou estando farto que o assunto fosse todos os dias o seu rosto. – Eu farei essa operação, tudo bem.
Chace: Está tudo bem? – Perguntou com ironia.
Zac: Eu tinha complexos com o meu rosto, mas por causa do que o meu filho poderia achar, Riley hoje olhou para mim não teve medo até agiu bem melhor de que muitos adultos, não ficou pasmado olhar, isso é muito bom para mim. – Tentava esclarecer Chace que ainda acreditava que ele devia falar com Vanessa como Zac.
Chace: Sei que pode ter sido um grande choque para ti, mas isto de mentires não está certo devias falar com ela, e tentar perceber o que aconteceu, á algo muito confuso nesta história, ainda não acredito que ela te trairia com Matt, apenas está uma peça em falta neste puzzle.
Zac: Eu irei falar com ela, dá tempo ao tempo. – Pediu ara que encerrasse o assunto por um momento.
(*****)
Alex: Chegaram; bem trouxeste a livraria toda? – Questionou ao olhar para as mãos de Riley.
Riley: Não foi o cliente da mãe que me deu. – Sentou se no sofá foleando os livros, ainda não os tinha lido mas já estava entusiasmado.
Alex: Deve ter gostado muito de ti. – Olhou para Vanessa mas está apenas deu de ombros.
Riley: Não conversamos muito, mas eu gostei dele. – Sorriu meio pegando nos livros foi para o quarto.
Alex: Tudo bem? - Perguntou para Vanessa que se sentava de seu lado deitado a cabeça no seu ombro.
Vanessa: Apenas um pouco confusa.
Alex: Confusa; porquê?
Vanessa: Encontrei um velho amigo. – Engoliu seco olhando para Alex.
Alex: E queres falar sobre isso? – Perguntou tentando entender atitude diferente de Vanessa.
Vanessa: Depois de um banho. – Levantou-se dado um curto beijo em Alex e foi para o banheiro.