Seguidores

Capitulos

sexta-feira, 20 de março de 2015

Capítulo 11

Alex: Relaxe, estás muito nervosa. – Disse tentando massagear os ombros morenos. – Ele não vai mordê-lo.
Vanessa: Queria que o fizesse, assim, eu poderia pegar Riley e ir embora. – Bufou. – O que será que eles tanto conversam?
Alex: Não sei, mas com certeza não é sobre o pai dele.  – Vanessa o encarou.  – O que foi?
Vanessa: Como podes saber? Tens ouvido biônico?
Alex: Ele te prometeu que não falaria, não foi mesmo? – Questionou respirando fundo. Sabia que ela estava nervosa e que logo mais a noite pediria desculpas por ser tão grosseira.
Vanessa: E você acreditou? – Cruzou os braços. – Eu não confio nele e nem naquela família.
Alex: Eu sei e até concordo, mas não sejas tão dura com ele; não na frente de Riley.
Vanessa: Eu só quero protegê-lo.
Alex: Sei disso, e acredite, estás fazendo um ótimo trabalho, como sempre. – A beijou delicadamente. – Mas não acho que será saudável para Riley ver o tio como um inimigo da própria mãe. Ele pode se sentir pressionado a escolher alguém, você deve saber.
Vanessa: Certo, não me distraia. – Pediu olhando ao redor. – Onde estão?
Chace: Bem atrás de vocês. – Riu e Riley o acompanhou saindo de trás da árvore. –Queria saber se posso levá-lo para tomar sorvete. Está um pouco quente e...
Vanessa: Não prefere deixar para outro dia? – Sorriu olhando o filho. – Ele já deve estar cansado.
Riley: Queria tomar sorvete, mamãe. A senhora não está com calor? – O pequeno questionou enxugando a testa com a manga da camisa.
Alex: Podemos ir todos à uma sorveteria que tem aqui perto. – Sugeriu e logo recebeu um olhar duro da esposa. – Ou eu poderia ir e trazer o sorvete em vasilhas. – Sorriu se desculpando.
Vanessa: Acho bem melhor essa ideia.
Chace: Então esperamos vocês aqui.
Vanessa: Eu não disse que ia.
Chace: O que você acha que eu vou fazer? Raptá-lo?
Vanessa: Não duvidaria.
Alex: Filho, vamos ali comigo? Quero te mostrar uma coisa. – Riley concordou de mau grado e logo os dois se afastaram.
Chace: Estás sendo imatura. Se eu quisesse fazer algo com ele, já tinha feito.
Vanessa: Eu sou mãe e sei o que é melhor para o meu filho.
Chace: Também tenho um filho, Vanessa, e sei como se sente. Achei que éramos amigos.
Vanessa: Você é irmão...
Chace: Irmão, não sou ele. – Bufou. – Olha, você precisa confiar em mim. Eu só quero conhecer o meu sobrinho. Se quiser, na próxima deixo você com o meu filho e assim ficamos quites.
Vanessa: Não sei se haverá próxima.
Chace: Você mesma sugeriu. – Sorriu. – Vamos, me deixe ir tomar sorvete com ele. Não demoro mais do que cinco minutos e vocês podem ir pra casa.
Vanessa: Tudo bem. – Concordou de cara amarrada. – Mas é bom que traga mesmo o seu filho na próxima vez, e será no lugar que eu escolher.
Chace: Trato feito. – Sorriu e ela bufou.

Vanessa chamou o marido e o filho e em seguida se despediram vendo Chace e Riley atravessando a rua de mãos dadas.

Riley: Minha mãe não gosta muito de ti. – Falou observando a rua de pedra.
Chace: Sim, eu percebi.
Riley: Não entendo. Você é legal comigo e com ela e o pai. – Sorriu. – Quem deveria ter ciumes era o pai. Você é bonito e simpático.
Chace: Ele deve saber que ela o ama, e na verdade, sua mãe tem ciumes de ti comigo.
Riley: Porquê? – Questionou confuso.
Chace: Homens se dão melhor com homens e bem, ela deve se sentir excluída da sua vida. – Disse entrando na sorveteria. – Você me disse que ela não sabe da sua admiração pela professora.
Riley: Amor. – Corrigiu.
Chace: Isso, amor. – Disse e se aproximou do balcão. – Qual o seu sabor preferido?
Riley: Limão com chocolate.
Chace: Sério? – Sorriu admirado. – O do teu pa... digo, o de um amigo meu também.
Riley: E o Fred, como está?
Chace: Vai bem. Você gostou dele?
Riley: Sim, muito. Ele me parece ser um cara legal.
Chace: E ele é. Também gostou muito de você e quer saber quando você vai vê-lo.
Riley: Isso minha mãe que sabe. – Sorriu se lambuzando com o sorvete.
Chace: Está gostando?
Riley: Sim, obrigada. Mas eu não entendo uma coisa. Porquê me fez todas aquelas perguntas?
Chace: Apenas quero conhecer você.
Riley: E porquê?
Chace: Você me parece um menino interessante, só isso. – Se levantou. – Vamos, sua mãe já deve está preocupada.

Chace pagou a conta e eles voltaram para o parque que tinham passado grande parte da tarde.

Vanessa: Acho que já está na hora de irmos. –Falou assim que eles se aproximaram. –Seu pai tem tarefas para corrigir.
Chace: Nos vemos no próximo passeio então. A propósito, quando será?
Vanessa: Eu ligo marcando a data.
Chace: Estarei esperando. – Sorriu e se abaixou para ficar na altura do menino. – Nos vemos em breve.
Riley: Sim, e quem sabe, você não vai lá em casa depois e eu te mostro minha coleção de livros?!
Vanessa: Riley!
Alex: Seria uma boa ideia para ficarmos todos juntos. – Olhou para a esposa. – Vamos?
Riley: Tchau, tio Chace. – Fizeram um toque de mão e Vanessa gelou.
Vanessa: Vamos, Riley. – Puxou a mão do menino até o carro.

[...]

Chace: Família, cheguei. – Anunciou rindo e indo em direção ao irmão.
Zac: Achei que tinha se perdido no caminho. – Brincou e embalou o sobrinho.
Chace: Sou loiro, mas não burro. – Sorriu. – Está dormindo à muito tempo?
Zac: Não, acabou por adormecer. – Disse colocando Mikael no berço. – E então, como foi?
Chace: Bem tenso. Vanessa está irredutível, mas o Alex sabe controlá-la muito bem.
Zac: E meu filho? – Perguntou respirando fundo; era a segunda vez que Chace pronunciava o nome do outro.
Chace: É muito fechado e preso ao mundo de fantasias. – Sorriu lembrando-se das histórias que ele tinha contado. – Falou mais sobre os livros do que dele mesmo.
Zac: Ele respondeu as perguntas?
Chace: Sim, e até estranhou o porque de eu tê-las escrito num papel.
Zac: E então, quais são as respostas?
Chace: Posso tomar um banho primeiro? – Perguntou querendo deixar o irmão curioso. Chace estava disposto a fazer Zac interagir mais com o filho, Vanessa querendo ou não; e talvez assim, Zac veria como o menino era apegado a mãe e também precisava dela. – Prometo que depois te contarei todos os detalhes dessa tarde.
Zac: Tenho escolha? – Suspirou. – Não demores.
Chace: Claro, claro. Podes pedir para Kim me preparar algo para comer?

[...]

Alex: Querida, vai acabar fazendo um buraco no chão desse jeito. – Sorriu e ela o encarou.
Vanessa: Eu quero saber o que eles tanto conversaram mas ele não me diz. – Sentou-se na cama com as mãos na cabeça. – E ele o chamou de "tio", tu ouviste. – Suspirou. – Será que ele contou e meu filho está contra mim?
Alex: Você está se martirizando atoa. Riley só pediu para jantar no quarto, o que tem de mau nisso?
Vanessa: Ele não costuma fazer isso.
Alex: Apenas está cansado. Fazia tempos que não passava tanto tempo sem a companhia de um livro. Na verdade, acho que nunca o vi brincando ao ar livre.
Vanessa: Fale com ele, por favor. Ele conversa mais com você do que comigo. – Pediu enciumada.
Alex: Podemos fazer isso juntos, mas você também poderia fazer isso sozinha. Leve um copo com chocolate quente e pergunte o que ele achou do dia. Só não sejas tão dura com ele.
Vanessa: Odeio quando tentas me ensinar a lidar com meu filho.
Alex: Não estou tentando te ensinar nada, só estou te dizendo como eu faria para me aproximar dele sem pressioná-lo. – Bufou. – Você está muito estressada ultimamente. Não achas melhor voltar a vê seu psicólogo?
Vanessa: Não tenho tempo de cuidar de meus pacientes, quanto mais de mim mesma. – Se levantou. – Vou ter com meu filho. Não precisa me esperar acordado. – Avisou saindo do quarto.

Sabia que Alex queria ajudá-la, mas não aceitava a ideia de que alguém sabia mais a respeito de Riley do que ela mesma. Foi até a cozinha para preparar o chocolate quente e se assustou ao ver o filho ao telefone.

Riley: Sim, eu li esse. – Sorriu. – Não me conte o final, eu ainda não cheguei nessa parte. – Gargalhou. – Ah não, eu odeio você. – Riu e Vanessa já estava nervosa. Pelas horas, ele já deveria estar na cama. Desceu o resto das escadas e se posicionou atrás do sofá. – Ahn, eu preciso desligar. Nos vemos depois. – Colocou o telefone no gancho e olhou desconfiado para a mãe.
Vanessa: Posso saber com quem você conversava tão alegremente? – Perguntou sentando-se ao lado dele.
Riley: Não era ninguém importante. Vou me deitar, boa noite.
Vanessa: Espere, não suba ainda. Quero conversar com você. – Disse indo até a cozinha e ele a seguiu. – Quer chocolate quente? – Ele negou com a cabeça. – Eu sim. Então, me diga: quem era? Não ouvi o telefone tocar.
Riley: Um amigo da escola.
Vanessa: A essa hora? Ele já deveria está dormindo, assim como você. – Ele nada disse. – Me conte a verdade. Para quem você ligou?
Riley: Para Chace. – Suspirou e Vanessa arregalou os olhos.
Vanessa: Você mexeu na minha bolsa?
Riley: Não, claro que não.
Vanessa: Então como descobriu o telefone dele?
Riley: Ele me deu um cartão com o número quando estávamos no parque.
Vanessa: E sobre o que conversaram? Vocês pareciam muito a vontade.
Riley: Ele me fez perguntas e eu respondi. – Bocejou.
Vanessa: E o que ele falou pra você?
Riley: Muitas coisas.
Vanessa: Que tipo de coisas?
Riley: O que gosta de fazer, de comer, do filho e de ler. Acredita que ele já foi em Londres na casa do Sherlock? – Vanessa riu.
Vanessa: Só falaram sobre isso?
Riley: Ele tinha uma lista de perguntas que eu tive que responder.
Vanessa: Lista? – Perguntou desconfiada. Chace iria explicar sobre isso depois.
Riley: Sim.
Vanessa: E quais eram essas perguntas?
Riley: Várias. O que eu gostava de fazer, de beber, quem eram meus amigos, com quantos anos eu falei, qual foi minha primeira palavra, quando meu primeiro dente caiu, quando andei pela primeira vez, sobre você e o papai.
Vanessa: E você respondeu?
Riley: As que eu sabia, sim. – Bocejou. – Posso dormir?
Vanessa: Sim, já passou da hora. – O menino levantou e a abraçou antes de lhe dar um beijo no rosto. – Me responda só mais uma coisa: Porquê o chamou de tio?
Riley: Não sei bem, foi coisa do momento. Boa noite, mamãe. Amo-te.
Vanessa: Boa noite, Riley. Da próxima vez que quiser ligar para alguém, pergunte para mim ou para seu pai primeiro, ouviu? – Ele concordou com a cabeça e ela o beijou na face. – Amo-te, boa noite.


(S2S2S2S2S2S2S2S2)
Certo aqui está mais um capítulo como o Dia e a Noite este foi feito pela Thata e ambas esperamos que gostem, agradecemos a quem comenta nos pequenos quadrados ou por escrito sempre bom saber o que estão achar da historia principalmente desta que esteve parada por bastante tempo e quem não segui a primeira temporada não vai entender a segunda então aconselhava se alguém não viu a !º parte melhor dar umas espreitadela-la para entender melhor o contesto da historia =)


sábado, 28 de fevereiro de 2015

Capítulo 10

Uma semana tinha-se passado Vanessa sentia Alex tão distante de si, tinha entendido que desta vez tinha mesmo magoado os seus sentimentos, que ele era um ótimo pai e que como tal devia dar lhe mais ouvidos quando se tratava do filho; não ser tão dura com aquela relação de mãe e filho.

Vanessa: Hey. – Cumprimentou de sorriso no rosto.
Alex: Olá. – Sentou se exausto no sofá.
Vanessa: Como foi o teu dia? – Sentou se do lado dele tirando lhe os sapatos.
Alex: Cansativo…- A olhou e suspirou. – Estou com saudades tuas; sei que fui eu que me afastei mas estava magoado.
Vanessa: Eu fui idiota ainda o sou…- Deitou a cabeça no peito dele. – Eu falei com Chace e disse que se Riley concordasse poderiam se ver, mas com a nossa supervisão. Estava á tua espera para falar com Riley sobre tudo isto. – Alex sorriu.
Alex: Pode parecer estupido mas estou muito feliz por me teres tanto em consideração sobre este assunto.  – Vanessa levantou a cabeça e o olhou.
Vanessa: Aceitaste o meu passado, aceitas quem eu sou e ainda o meu filho; sempre foste um pai para ele e sempre o serás porque é assim que ele te vê e eu fico feliz por seres o seu exemplo. Tu és um grande homem, amável, romântico, trabalhador, carinhoso…e desde que te conheci que sempre te preocupaste por nada, eu amo te, amo te muito. – Abraçou o apertando bem a seu corpo.
Riley: O que se passa? – Olhou estranho para os pais, eles mostravam carinho á sua frente mas ultimamente andavam tão estranhos um com o outro que o pequeno não entendia.
Vanessa: Anda aqui…- Esticou a mão dando espaço no sofá. – Nós temos que falar.
(»»»»)
Zac: Então finalmente ela deu te autorização? - Perguntou estupefacto pelo motivo que não entendia o porque dessa autorização ter demorado tanto.
Chace: Alex e Vanessa vão estar lá, mas é normal….
Zac: Podias não me dizer o nome dele? – Referiu se a Alex, a ideia de ela estar casada o irritava e muito.
Chace: Podias-me explicar porque Vanessa acha que tu abandonaste? Quer dizer, faz sentido pois depois do fogo na escola tu desapareceste.
Zac: Tu sabes os meus motivos…ela estava com Matt e a minha cara ficou assim. – Apontou para o próprio rosto e bufou.
Chace: De qualquer modo podias tentar ter mantido um certo contacto…
Zac: Minha cabeça não estava a fazer muito sentido naquela altura. – Encostou se á parede abrindo a cortina queria apreciar um pouco da lua.
Chace: Mas tantos anos se passaram…
Zac: Acho que fiquei demasiado focado em mim na minha vida, mas eu não queria pensar na Vanessa, sempre que o fazia relembrava o beijo entre ela e Matt. – Suspirou fechando os olhos.
Chace: Acho que ela devia parar de te chamar de Fred, devias contar a verdade. – Aconselhou vendo que a história entre aqueles dois, era do mais confuso que podia haver.
Zac: Ainda não meu irmão, cedo demais. – Disse e Chace logo se preocupou ao perceber que no fundo ele tinha um plano.
Chace: Qual é a tua ideia?
Zac: Muito obvio: recuperar o meu rosto e levar Vanessa ao tribunal; eu quero total custódia do meu filho. – Olhou o irmão friamente. – Ela magoou me na altura mais dura da minha vida e eu nunca a vou perdoar.
Chace: Não abras uma guerra á mãe do teu filho. – Sua voz era quase como se implorasse.
Zac: Meu irmão ela está aberta dês do momento em que seus lábios tocaram o do nosso primo.
S2S2S2S2S2S2S2
Olá, como estão? Mais uma vez, é a Thata aqui. Margarida está com dores na garganta e eu vim postar no seu lugar. Esse capítulo é o último do estoque dela e o próximo eu escrevi e está um pouco comprido comparado há esses. Quem me conhece dos blogues sabe como eu sou exagerada hahaha. Bem, aproveitem, comentem e divulguem a fic.
Xx

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Capítulo 9

Alex: Queres que eu fale com ele? – Serviu um chá para Vanessa que parecia mais pensativa que o normal.
Vanessa: Não, afinal de contas Chace não me pode obrigar, apresenta-los. - Olhou a fotografia na parede a fotografia da sua família ela lutou muito desde que era uma adolescente para ter a vida que têm agora e não queria que ninguém estragasse isso.
Alex: Achas que é mesmo o melhor; deixar Riley sem uma palavra a dizer? – Engoliu seco com o olhar de Vanessa.
Vanessa: Apenas acho que com estás mudança de país Riley ainda se está adaptar a tudo seria demasiado para ele; e ainda é cedo para ele ter contacto com a família do pai.
Alex: Tu és a mãe…
Vanessa: Precisamente eu sei o que é melhor para o meu filho. – Alex se calou mais uma vez sentia se colocado de parte Vanessa sempre marcava aquela postura tão protetora diante do filho, que as vezes nem ele se sentia parte daquela família.
Alex: Mesmo assim…- Falou depois de um longo silêncio com pensamentos desgostosos. – Acho que devias pensar melhor sobre o assunto.
Vanessa: Já pensei! – Falou duramente tentando mostrar que aquele assunto tinha terminado para ela.
Alex: Essa é mesmo a tua última palavra?
Vanessa: Sim! – Rodeou a caneca com as mãos e pressionou, começava a sentir se irritada.
Alex: Sei que tens medo pelo Riley…- Começou e Vanessa revirou os olhos. – Mas não o podes proteger de tudo, se continuares assim não lhe estás a dar asas e o teu filho não vai crescer, tu és psicóloga sabes como as coisas são…
Vanessa: Da educação do meu filho sei eu…- Gritou batendo na mesa ao ver que estava a ser posta contra a parede mas que não tinha como escapar pois as palavras de Alex tinha demasiado sentido. – Desculpa não era isso que eu queria dizer.
Alex: Sim era…- Falou cansado e farto da situação. – Afinal de contas não é a primeira vez  que me colocas de parte, somos casados somos uma família todo nós então deixa me fazer parte dela. – Falou saindo dali queria evitar uma discussão maior.

(****Ligação****)
Vanessa: Ele não está aqui e mesmo assim afeta a minha relação. – Bufou com dores de cabeça.
Ashley: Não podes por as culpas em Zac por isto e é totalmente normal Chace querer conhecer o sobrinho.
Vanessa: Mas será que não irei encontrar ninguém a meu favor? – Teve vontade de gritar ao perceber que ninguém a compreendia.
Ashley: Não fiques tão zangada…Vanessa é da vida de Riley que estamos a falar, e sabes o quanto ele deseja estar relacionado com a parte paternal, não lhe podes negar isso.
Vanessa: E tudo por causa de este caso que aceitei.
Ashley: Vai ver é o destino…
Vanessa: Sim tens razão, deve ser realmente isso porque ultimamente sinto que tenho o mundo contra mim.
Ashley: Não era disso que eu estava a falar…mas quanto sobre o outro assunto, pensa nisso.
Vanessa: Pelos visto não tenho outro remédio mesmo já que meio mundo me diz o mesmo.
Ashley: Bem minha querida amiga eu tenho mesmo que ir depois falamos, beijos tchau.
Vanessa: Tchau.
(****Fim da ligação****)

Alex: Tudo bem? – Entrou em casa todo suado tinha saído á duas horas atrás para correr.
Vanessa: Sim estava a falar com Ashley…desculpa bem por o de antes.
Alex:Tudo bem eu sei que apenas queres proteger Riley. – Sorriu de lado e foi para o banheiro.

S2S2S2S2S2S2S2S2S2

Olá meninas, como estão? Pra quem não me conhece, sou a Thata, uma amiga da Margarida e como ela já avisou, eu vou dar uma mãozinha com essa segunda temporada. Eu li a fic e adorei e mal posso esperar para fazer parte. Este capítulo faz parte do estoque da própria autora, mas em breve eu vou da um "olá" em algum capítulo haha. Espero que gostem e que continuem acompanhando a fic. Críticas são bem vindas, comentários também.
Xx 

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Hello

Bem eu sei que não posto nenhum capítulo nesta historia á muito tempo, e por vontade própria de verdade que não gosto de deixar nada a meio, mas quando comecei a segunda parte desta historia tinhas outras em mãos e está meio que ficou estancada, por isso pedi a Thata escritora Bring The Pain http://princessofcrime-zanessa.blogspot.pt/ e Whatever Will Be  http://amizadecolorida-zanessa.blogspot.pt /para me ajudar a continuar a escrever por aqui :)

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Capítulo 8

Chace: Já de saída? – Perguntou dando um susto a Vanessa que respirou fundo para não gritar.
Vanessa: Sim. – Disse simplesmente depois das Consultas com “Fred” Chace sempre estava ali.
Chace: Como estão a ir as coisas? – Colocou se na frente de Vanessa para poder cortar a passagem para a saída.
Vanessa: Não me parece tão deprimido como vinha no informe sim sente se alguma tristeza na sua voz, vê-se que têm mais que um pequeno trauma com o seu passado, mas o verdadeiro problema é consegui-lo fazer falar, fica complicado ajudar alguém que não se ajuda a si mesmo.
Chace: Tens tempo para um café?
Vanessa: Não acho que seja uma boa ideia eu…
Chace: Vá lá, tentar manter a conversa em dia apenas isso. – Implorou e Vanessa finalmente cedeu.
(»»»»)
Chace: Então o que te trás até Itália, mais precisamente Florença? – Encostou se á cadeira de braços cruzados estava pronto para fazer o interrogatório.
Vanessa: O meu marido…
Chace: És casada? – Olhou para a mão dela e perguntou se como ainda não tinha reparado na aliança.
Vanessa: Sim com o homem da minha vida! – Afirmou pedindo que naquela conversa não entrasse o nome de Zac. – Mas e tu?
Chace: Também foi o amor. – Sorriu meio triste ao sentir a voz fraquejar.
Vanessa: Uma Italiana; quem é a sortuda? – E sem dar por nada Vanessa deu a volta ao jogo e agora era ela a fazer as perguntas.
Chace: Era…já morreu de cancro na verdade foi no meio do parto mas foi a doença que dificultou todo o processo. – Relembrou o momento em o médico o expulsou da sala de parto, ele não queria ir e só saio mesmo porque a mulher da sua vida não o queria ver como ela morria.
Vanessa: Mas e o bebe?
Chace: Nasceu bem e saudável. – Respondeu dado um gole na água fresca.
Vanessa: Fico feliz por ti. – Disse sincera sentia como lhe doía aquela perda.
Chace: Mas mantes os amigos da escola? – Perguntou pegado de surpresa Vanessa, sem entender onde ele queria chegar com aquela pergunta, não acreditava que ele queria falar só por falar, havia algo mais e esse algo mais tinha a ver com seu irmão.
Vanessa: Bem falo todos os dias com Ashley e Kristen….
Chace: Da última vez não me respondeste…- Interrompeu. – Aquele miúdo que vinha contigo o teu filho…é meu sobrinho? – Ele meio que já sabia a resposta apenas queria as certezas.
Vanessa: Quando o teu irmão me abandonou eu estava grávida; então o que achas?
Chace: Quando ele te abandonou? – Ele sabia que algo estava errado e agora tinha as certezas mas ainda precisava de saber o que naquela história não colava.
Vanessa: Porque pareces tão espantado? Afinal foi ele que desapareceu. – Chace fica confuso, apenas ainda não entende a parte do porque Vanessa ter ficado com Matt, mas para poder falar sobre isso teria que dizer do como sabia e tinha que falar do seu irmão, e sabia que não o podia fazer Zac o odiaria eternamente.
Chace: Riley sabe a verdade sobre o pai, ele sabe que Zac foi embora como tu dizes? – “Como tu dizes” Chace falava de uma maneira como Vanessa não gostava, como se fosse ela a má da fita ali, a que estava a mentir mas por outro lado não o podia julgar Chace sempre defenderia o lado de Zac.
Vanessa: Sim e apesar de tudo quere o conhecer um dia, pelo menos é o que ele diz agora.
Chace: E a ti o que te parece isso? – E tudo tinha dado a volta novamente Vanessa estava a ser questionada e a falar daquilo que menos queria ou melhor daquele que menos queria.
Vanessa: Não á nada para achar, é uma decisão de Riley, não o poderei parar quando ele for maior de idade e quiser ir procurar por seu pai terá esse poder mas sou sincera antes desse tempo eu vou tentar que eles não se encontrem não quero que Zac o magoe, já basta o que me fez a mim.
Chace: Alguma vez pensaste que podes estar errada quanto a Zac? – Vanessa riu irónica finalmente eles tinha chegado ao ponto que ele queria.
Vanessa: E tu que não o defendesses mas até, entendo afinal é o teu irmão…
Chace: Estás a entender me mal…mas achas que me posso aproximar de Riley afinal de contas somos da mesma família. – Sugeriu muito pouco subtil.
Vanessa: Não acho nada uma boa ideia. – Respondeu um pouco grosseira.
Chace: E eu acho que estás a ser um pouco injusta…
Vanessa: Sabia que isto não seria uma boa ideia eu tenho que ir.- Pegou no casaco e saio.

Chace: Ele é da minha família Vanessa, meu sobrinho. – Gritou mas a morena não lhe deu mais importância.
(S2S2S2S2S2S2S2S2)
Agradeço os comentários:)

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Capítulo 7

Riley: Então têm que se mudar o pneu. – Falou o que estava visível aos olhos de todos, um pneu completamente em baixo.
Vanessa: Não entendo como furou nem dei por nada. – Bufou.
Chace: Eu ajudo. – Deu um susto em Vanessa que não tinha reparo ser seguida por Chace.
Vanessa: Obrigada. – Agradeceu de sorriso amarelo, Riley não sabia muito seu pai e Vanessa achava que ainda não era altura para saber ou aproximar se da família paterna até porque nunca tinha sido procurada por nenhum.
(****)
Zac: Perdeste-te? – Deu um susto a Riley que deu uns quantos passos para trás até cair no sofá.
Riley: Desculpe a minha mãe teve um furo e eu precisava mesmo de ir á casa de banho. – Zac sorriu não precisou de grandes deduções para perceber que aquele era o seu filho, e nesse exato momento seu rosto se preencheu de um enorme sorrio estava emocionado apenas queria abraçar o filho, apenas queria ter uma conversa com Vanessa e entender tudo aquilo, mas acreditava que ir de vagar seria o melhor caminho.
Zac: Entendo e pelo caminho perdeste os olhos na estande dos livros. – Brincou com Riley que apesar de assustado sentia uma certa confiança com aquele estranho.
Riley: Gosto muito de ler, apenas isso…
Zac: Não precisas ter medo nem de te desculpar; ler faz muito bem e já reparei que és curioso; diz me quais são os teus preferidos?
Riley: Bem eu gosto de muitos principalmente os de BD, tenho uma enorme coleção de Hobbit e Kalvin. – Falou entusiasmado mostrando que tinha um novo naquele dia.
Zac: Bem…- Pegou uma data de livros e entregou os para Riley. – Podes, levar eu já tenho a coleção repetida.
Riley: A sua cara…- Zac engoliu seco distraiu-se tanto que deu um passo para o ponto onde existia luz.
Zac: Assusta-te certo? – Voltou para o meio da escuridão, mas Riley pegou a mão dele e o voltou a puxar para o poder olhar.
Riley: Não; porque me assustaria? – Sorriu meio o que fez os olhos de Zac brilhar, aquilo era a melhor coisa que ele ouvia em anos.
Vanessa: Riley? – Chamou entrando dentro da casa o que fez Zac esconder se de volta.
Zac: Bem desfruta dos livros se quiseres mais alguns podemos falar sobre isso; volta sempre que quiseres. – Baixou se dando um curto mas apertando abraço ao filho e saio.
Vanessa: O que fazes aqui, e o que é isso que tens na mão?
Riley: Estava a falar com…o teu cliente, sobre livros e ele acabou me por dar estes; fixe não?
Vanessa: Ele nem te conhece. – Falou um pouco desconfiada.
Riley: Sim, mas gostamos ambos de ler e gostei de falar com ele, para mais estes são os repetidos. – Vanessa não ficou muito convencida com aquela resposta.
Vanessa: Vamos para casa. – Pediu.
(»»»»»)
Chace: Qual é a tua ideia, Fred? – Zoou da cara do irmão. – Fingir ser alguém que não és?
Zac: É a minha única solução. – Pegou nas pastas e começou a tratar do seu trabalho, não estava interessado em saber o que irmão lhe tinha para dizer.
Chace: Á mais caminhos, como o da sinceridade e ter uma conversa, para mais ela está aqui por causa da tua operação.
Zac: Eu quero lá saber disso…- Bufou estando farto que o assunto fosse todos os dias o seu rosto. – Eu farei essa operação, tudo bem.
Chace: Está tudo bem? – Perguntou com ironia.
Zac: Eu tinha complexos com o meu rosto, mas por causa do que o meu filho poderia achar, Riley hoje olhou para mim não teve medo até agiu bem melhor de que muitos adultos, não ficou pasmado olhar, isso é muito bom para mim. – Tentava esclarecer Chace que ainda acreditava que ele devia falar com Vanessa como Zac.
Chace: Sei que pode ter sido um grande choque para ti, mas isto de mentires não está certo devias falar com ela, e tentar perceber o que aconteceu, á algo muito confuso nesta história, ainda não acredito que ela te trairia com Matt, apenas está uma peça em falta neste puzzle.
Zac: Eu irei falar com ela, dá tempo ao tempo. – Pediu ara que encerrasse o assunto por um momento.
(*****)
Alex: Chegaram; bem trouxeste a livraria toda? – Questionou ao olhar para as mãos de Riley.
Riley: Não foi o cliente da mãe que me deu. – Sentou se no sofá foleando os livros, ainda não os tinha lido mas já estava entusiasmado.
Alex: Deve ter gostado muito de ti. – Olhou para Vanessa mas está apenas deu de ombros.
Riley: Não conversamos muito, mas eu gostei dele. – Sorriu meio pegando nos livros foi para o quarto.
Alex: Tudo bem? - Perguntou para Vanessa que se sentava de seu lado deitado a cabeça no seu ombro.
Vanessa: Apenas um pouco confusa.
Alex: Confusa; porquê?
Vanessa: Encontrei um velho amigo. – Engoliu seco olhando para Alex.
Alex: E queres falar sobre isso? – Perguntou tentando entender atitude diferente de Vanessa.
Vanessa: Depois de um banho. – Levantou-se dado um curto beijo em Alex e foi para o banheiro.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Capítulo 6

Vanessa: Bom dia. – Disse de grande sorriso assim que o filho entrou na cozinha.
Riley: Bom dia…- Bocejou esfregando os olhos, cheio de sono. – Hum, os meus cereais favoritos. – Sorriu ao ver a taça cheia.
Vanessa: Quis fazer-te uma surpresa. – Sentou se diante de Riley e parou olhando atentamente enquanto comia.
Riley: Bem…- Olhou um pequeno rosto e sorriu para a mãe sentindo se desconfortável com um olhar tão atento sobre si. – Obrigada mãe; mas e o pai?
Vanessa: Foi correr.- Respondeu pegando o jornal ao perceber que estava agir de uma maneira um pouco exagerada.
Riley: Acho que passarei a ir com ele, as mulheres gostam de homens musculados; não é mesmo? – Vanessa baixou o jornal e olhou o filho sem ter a resposta na ponta na língua de facto com seus clientes era tudo mais fácil.
Vanessa: Meu amor, cada pessoa têm os seus gostos, uns são mais pelo físico, outros pelo intelecto, mas quando é amor de verdade não importa a imagem, mas sim a personalidade…á algo que me queiras contar? – Perguntou inocentemente relembrando a conversa que tinha tido na noite anterior com Alex.
Riley: Não; porquê?
Vanessa: Por nada, é tarde…- Disse espantada quando olhou para o relógio no pulso. – Vou chegar atrasada vamos.
Riley: Mas ir a onde? Hoje é sábado. – De imediato fez uma careta a sua vontade de sair de casa era nula, ele preferia voltar para a cama.
Vanessa: Tenho que ir ter com um paciente. – Respondeu vendo se tinha a pasta em ordem.
Riley: E eu não posso ficar aqui? – Bufou cruzando os braços. – O pai deve estar a chegar.
Vanessa: Demasiado novo para ficar sozinho, e hoje o assunto é bem rápido e pelo caminho podíamos parar na livraria e ver se saio mais um daqueles livros que tu colecionas.
Riley: Porque estás tão simpatia? – Questionou curioso, Vanessa apenas riu nervosa por ter sido meio descoberta.
Vanessa: Eu sempre sou simpática tu é que és demasiado parecido com o teu…- Travou pelo momento ia falar em Zac de fez enquanto sai lhe mas a personalidade de Riley era tão parecida á de seu pai. – Apenas vamos. – Mandou.
(»»»»)
Zac: Consegues -e ver? – Perguntou tentando encontrar o local mais confortável para ele no seu escritório.
Eric: Não…- Sorriu de lado, Zac podia se colocar em qualquer canto aquela casa era tão escura que ele mal via onde colocava os pés. – Mas porque te escondes? É a psicóloga.
Zac: Prefiro assim…é o carro dela. – Desviou o pouco acortina e viu o Nissan cinzento estacionar no seu jardim.
Eric: Bem meu amigo ;então falamos mais tarde. – Piscou o olho e ao ir sair pela porta esbarrou totalmente com Kim.
Kim: Menino a psicóloga chegou. – Avisou não se podendo ver as suas bochechas coradas porque por mais que ela não admitisse Eric mexia com ela.
Zac: Manda a entrar, se faz favor. – Pediu sorrindo conseguia sentir a tensão daqueles dois ao longe.
Vanessa: Olá…- Sorrio entrando pelo escritório e Zac senti-o seu corpo tremer, é que ele não conseguia acreditar que aquilo fosse real. – Peço desculpas mas tive que trazer o meu filho mas não se preocupe ele não incomodará está de volta daqueles cadernos aos quadrados.
Zac: Eu…eu não falo muito bem inglês. – Tentou disfarçar, estava em choque não sabia como lidar com a situação de repente.
Vanessa: Podemos falar em Italiano, mas pensava que era da Califórnia….
Zac: Nasci lá, mas depois de vir para cá não dei muito uso ao Inglês e ele foi se perdendo. – Interrompeu virando se de costas para a parede esfregou a cara soada. – Qual é mesmo o seu nome?
Vanessa: Ou desculpe por não me apresentar eu chamo me Vanessa…- Zac desejou que o ultimo nome não fosse aquele que ele estava a pensar. – Vanessa Hudgens, e você?
Zac: Fred…- Disse sem pensar muito, mas estava tão confuso naquele momento.
Vanessa: Fred? – Questionou mas lembrou-se que seu paciente era muito discreto, os nos ficheiros nem o seu nome tinha. – Ok vamos começar então.
(*****)
Vanessa: Até á próxima. – Sorriu para empregada que limpava a mesa.
Kim: Dr. Psicóloga…- Chamou antes que Vanessa saísse. – Vai voltar?
Vanessa: Claro…- Falou baixinho, o seu cliente era tão silencioso, tão difícil de conversar com ele, ela iria ter tanto trabalho. – Por isso eu disse até á próxima.
Chace: Vanessa? – Olhou estupefacto para a morena e abriu bastante a sua boca. – O que…o que fazes tu por aqui?
Vanessa: Sou psicóloga do Fred…
Chace: Fred? – Pensou um pouco mas não quis tirar conclusões perpecitadas. - Ou claro ele é grande amigo meu.
Vanessa: Não te via algum tempo, crescentes. – Olhou de cima a baixo parecia um pouco mais maduro ou talvez fosse só da barba.
Chace: Tu também…- Sorriu de lado olhando o pequeno loiro de cabelos encaracolados ao lado de Vanessa. – Teu filho?
Vanessa: Sim…
Chace: Então meu sobrinho. – Chace apenas os olhava sem entender nada.

Vanessa: Foi muito bom ver-te mas eu agora tenho mesmo que ir, fica bem. – Pegou Riley pela mão que se viu sendo levado com alguma força para fora dali.