Capitulos
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Hello
Bem eu sei que não posto nenhum capítulo nesta historia á muito tempo, e por vontade própria de verdade que não gosto de deixar nada a meio, mas quando comecei a segunda parte desta historia tinhas outras em mãos e está meio que ficou estancada, por isso pedi a Thata escritora Bring The Pain http://princessofcrime-zanessa.blogspot.pt/ e Whatever Will Be http://amizadecolorida-zanessa.blogspot.pt /para me ajudar a continuar a escrever por aqui :)
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Capítulo 8
Chace: Já de saída? – Perguntou dando um susto a
Vanessa que respirou fundo para não gritar.
Vanessa: Sim. – Disse simplesmente depois das
Consultas com “Fred” Chace sempre estava ali.
Chace: Como estão a ir as coisas? – Colocou se na
frente de Vanessa para poder cortar a passagem para a saída.
Vanessa: Não me parece tão deprimido como vinha no
informe sim sente se alguma tristeza na sua voz, vê-se que têm mais que um
pequeno trauma com o seu passado, mas o verdadeiro problema é consegui-lo fazer
falar, fica complicado ajudar alguém que não se ajuda a si mesmo.
Chace: Tens tempo para um café?
Vanessa: Não acho que seja uma boa ideia eu…
Chace: Vá lá, tentar manter a conversa em dia apenas
isso. – Implorou e Vanessa finalmente cedeu.
(»»»»)
Chace: Então o que te trás até Itália, mais precisamente
Florença? – Encostou se á cadeira de braços cruzados estava pronto para fazer o
interrogatório.
Vanessa: O meu marido…
Chace: És casada? – Olhou para a mão dela e perguntou
se como ainda não tinha reparado na aliança.
Vanessa: Sim com o homem da minha vida! – Afirmou
pedindo que naquela conversa não entrasse o nome de Zac. – Mas e tu?
Chace: Também foi o amor. – Sorriu meio triste ao
sentir a voz fraquejar.
Vanessa: Uma Italiana; quem é a sortuda? – E sem dar
por nada Vanessa deu a volta ao jogo e agora era ela a fazer as perguntas.
Chace: Era…já morreu de cancro na verdade foi no meio
do parto mas foi a doença que dificultou todo o processo. – Relembrou o momento
em o médico o expulsou da sala de parto, ele não queria ir e só saio mesmo
porque a mulher da sua vida não o queria ver como ela morria.
Vanessa: Mas e o bebe?
Chace: Nasceu bem e saudável. – Respondeu dado um gole
na água fresca.
Vanessa: Fico feliz por ti. – Disse sincera sentia
como lhe doía aquela perda.
Chace: Mas mantes os amigos da escola? – Perguntou
pegado de surpresa Vanessa, sem entender onde ele queria chegar com aquela
pergunta, não acreditava que ele queria falar só por falar, havia algo mais e
esse algo mais tinha a ver com seu irmão.
Vanessa: Bem falo todos os dias com Ashley e Kristen….
Chace: Da última vez não me respondeste…- Interrompeu.
– Aquele miúdo que vinha contigo o teu filho…é meu sobrinho? – Ele meio que já
sabia a resposta apenas queria as certezas.
Vanessa: Quando o teu irmão me abandonou eu estava
grávida; então o que achas?
Chace: Quando ele te abandonou? – Ele sabia que algo
estava errado e agora tinha as certezas mas ainda precisava de saber o que
naquela história não colava.
Vanessa: Porque pareces tão espantado? Afinal foi ele
que desapareceu. – Chace fica confuso, apenas ainda não entende a parte do
porque Vanessa ter ficado com Matt, mas para poder falar sobre isso teria que
dizer do como sabia e tinha que falar do seu irmão, e sabia que não o podia
fazer Zac o odiaria eternamente.
Chace: Riley sabe a verdade sobre o pai, ele sabe que
Zac foi embora como tu dizes? – “Como tu dizes” Chace falava de uma maneira
como Vanessa não gostava, como se fosse ela a má da fita ali, a que estava a
mentir mas por outro lado não o podia julgar Chace sempre defenderia o lado de Zac.
Vanessa: Sim e apesar de tudo quere o conhecer um dia,
pelo menos é o que ele diz agora.
Chace: E a ti o que te parece isso? – E tudo tinha
dado a volta novamente Vanessa estava a ser questionada e a falar daquilo que
menos queria ou melhor daquele que menos queria.
Vanessa: Não á nada para achar, é uma decisão de
Riley, não o poderei parar quando ele for maior de idade e quiser ir procurar
por seu pai terá esse poder mas sou sincera antes desse tempo eu vou tentar que
eles não se encontrem não quero que Zac o magoe, já basta o que me fez a mim.
Chace: Alguma vez pensaste que podes estar errada
quanto a Zac? – Vanessa riu irónica finalmente eles tinha chegado ao ponto que
ele queria.
Vanessa: E tu que não o defendesses mas até, entendo
afinal é o teu irmão…
Chace: Estás a entender me mal…mas achas que me posso
aproximar de Riley afinal de contas somos da mesma família. – Sugeriu muito
pouco subtil.
Vanessa: Não acho nada uma boa ideia. – Respondeu um
pouco grosseira.
Chace: E eu acho que estás a ser um pouco injusta…
Vanessa: Sabia que isto não seria uma boa ideia eu
tenho que ir.- Pegou no casaco e saio.
Chace: Ele é da minha família Vanessa, meu sobrinho. –
Gritou mas a morena não lhe deu mais importância.
(S2S2S2S2S2S2S2S2)
Agradeço os comentários:)
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Capítulo 7
Riley: Então têm que se mudar o pneu. – Falou o que
estava visível aos olhos de todos, um pneu completamente em baixo.
Vanessa: Não entendo como furou nem dei por nada. –
Bufou.
Chace: Eu ajudo. – Deu um susto em Vanessa que não
tinha reparo ser seguida por Chace.
Vanessa: Obrigada. – Agradeceu de sorriso amarelo,
Riley não sabia muito seu pai e Vanessa achava que ainda não era altura para
saber ou aproximar se da família paterna até porque nunca tinha sido procurada
por nenhum.
(****)
Zac: Perdeste-te? – Deu um susto a Riley que deu uns
quantos passos para trás até cair no sofá.
Riley: Desculpe a minha mãe teve um furo e eu
precisava mesmo de ir á casa de banho. – Zac sorriu não precisou de grandes
deduções para perceber que aquele era o seu filho, e nesse exato momento seu
rosto se preencheu de um enorme sorrio estava emocionado apenas queria abraçar
o filho, apenas queria ter uma conversa com Vanessa e entender tudo aquilo, mas
acreditava que ir de vagar seria o melhor caminho.
Zac: Entendo e pelo caminho perdeste os olhos na
estande dos livros. – Brincou com Riley que apesar de assustado sentia uma
certa confiança com aquele estranho.
Riley: Gosto muito de ler, apenas isso…
Zac: Não precisas ter medo nem de te desculpar; ler
faz muito bem e já reparei que és curioso; diz me quais são os teus preferidos?
Riley: Bem eu gosto de muitos principalmente os de BD,
tenho uma enorme coleção de Hobbit e Kalvin. – Falou entusiasmado mostrando que
tinha um novo naquele dia.
Zac: Bem…- Pegou uma data de livros e entregou os para
Riley. – Podes, levar eu já tenho a coleção repetida.
Riley: A sua cara…- Zac engoliu seco distraiu-se tanto
que deu um passo para o ponto onde existia luz.
Zac: Assusta-te certo? – Voltou para o meio da
escuridão, mas Riley pegou a mão dele e o voltou a puxar para o poder olhar.
Riley: Não; porque me assustaria? – Sorriu meio o que
fez os olhos de Zac brilhar, aquilo era a melhor coisa que ele ouvia em anos.
Vanessa: Riley? – Chamou entrando dentro da casa o que
fez Zac esconder se de volta.
Zac: Bem desfruta dos livros se quiseres mais alguns
podemos falar sobre isso; volta sempre que quiseres. – Baixou se dando um curto
mas apertando abraço ao filho e saio.
Vanessa: O que fazes aqui, e o que é isso que tens na
mão?
Riley: Estava a falar com…o teu cliente, sobre livros
e ele acabou me por dar estes; fixe não?
Vanessa: Ele nem te conhece. – Falou um pouco
desconfiada.
Riley: Sim, mas gostamos ambos de ler e gostei de
falar com ele, para mais estes são os repetidos. – Vanessa não ficou muito
convencida com aquela resposta.
Vanessa: Vamos para casa. – Pediu.
(»»»»»)
Chace: Qual é a tua ideia, Fred? – Zoou da cara do irmão. – Fingir ser alguém que não és?
Chace: Qual é a tua ideia, Fred? – Zoou da cara do irmão. – Fingir ser alguém que não és?
Zac: É a minha única solução. – Pegou nas pastas e
começou a tratar do seu trabalho, não estava interessado em saber o que irmão
lhe tinha para dizer.
Chace: Á mais caminhos, como o da sinceridade e ter
uma conversa, para mais ela está aqui por causa da tua operação.
Zac: Eu quero lá saber disso…- Bufou estando farto que
o assunto fosse todos os dias o seu rosto. – Eu farei essa operação, tudo bem.
Chace: Está tudo bem? – Perguntou com ironia.
Zac: Eu tinha complexos com o meu rosto, mas por causa
do que o meu filho poderia achar, Riley hoje olhou para mim não teve medo até
agiu bem melhor de que muitos adultos, não ficou pasmado olhar, isso é muito
bom para mim. – Tentava esclarecer Chace que ainda acreditava que ele devia
falar com Vanessa como Zac.
Chace: Sei que pode ter sido um grande choque para ti,
mas isto de mentires não está certo devias falar com ela, e tentar perceber o
que aconteceu, á algo muito confuso nesta história, ainda não acredito que ela
te trairia com Matt, apenas está uma peça em falta neste puzzle.
Zac: Eu irei falar com ela, dá tempo ao tempo. – Pediu
ara que encerrasse o assunto por um momento.
(*****)
Alex: Chegaram; bem trouxeste a livraria toda? –
Questionou ao olhar para as mãos de Riley.
Riley: Não foi o cliente da mãe que me deu. – Sentou
se no sofá foleando os livros, ainda não os tinha lido mas já estava
entusiasmado.
Alex: Deve ter gostado muito de ti. – Olhou para
Vanessa mas está apenas deu de ombros.
Riley: Não conversamos muito, mas eu gostei dele. –
Sorriu meio pegando nos livros foi para o quarto.
Alex: Tudo bem? - Perguntou para Vanessa que se
sentava de seu lado deitado a cabeça no seu ombro.
Vanessa: Apenas um pouco confusa.
Alex: Confusa; porquê?
Vanessa: Encontrei um velho amigo. – Engoliu seco
olhando para Alex.
Alex: E queres falar sobre isso? – Perguntou tentando
entender atitude diferente de Vanessa.
Vanessa: Depois de um banho. – Levantou-se dado um
curto beijo em Alex e foi para o banheiro.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Capítulo 6
Vanessa: Bom dia. – Disse de grande sorriso assim que
o filho entrou na cozinha.
Riley: Bom dia…- Bocejou esfregando os olhos, cheio de
sono. – Hum, os meus cereais favoritos. – Sorriu ao ver a taça cheia.
Vanessa: Quis fazer-te uma surpresa. – Sentou se
diante de Riley e parou olhando atentamente enquanto comia.
Riley: Bem…- Olhou um pequeno rosto e sorriu para a
mãe sentindo se desconfortável com um olhar tão atento sobre si. – Obrigada
mãe; mas e o pai?
Vanessa: Foi correr.- Respondeu pegando o jornal ao
perceber que estava agir de uma maneira um pouco exagerada.
Riley: Acho que passarei a ir com ele, as mulheres
gostam de homens musculados; não é mesmo? – Vanessa baixou o jornal e olhou o
filho sem ter a resposta na ponta na língua de facto com seus clientes era tudo
mais fácil.
Vanessa: Meu amor, cada pessoa têm os seus gostos, uns
são mais pelo físico, outros pelo intelecto, mas quando é amor de verdade não
importa a imagem, mas sim a personalidade…á algo que me queiras contar? –
Perguntou inocentemente relembrando a conversa que tinha tido na noite anterior
com Alex.
Riley: Não; porquê?
Vanessa: Por nada, é tarde…- Disse espantada quando
olhou para o relógio no pulso. – Vou chegar atrasada vamos.
Riley: Mas ir a onde? Hoje é sábado. – De imediato fez
uma careta a sua vontade de sair de casa era nula, ele preferia voltar para a
cama.
Vanessa: Tenho que ir ter com um paciente. – Respondeu
vendo se tinha a pasta em ordem.
Riley: E eu não posso ficar aqui? – Bufou cruzando os
braços. – O pai deve estar a chegar.
Vanessa: Demasiado novo para ficar sozinho, e hoje o
assunto é bem rápido e pelo caminho podíamos parar na livraria e ver se saio
mais um daqueles livros que tu colecionas.
Riley: Porque estás tão simpatia? – Questionou
curioso, Vanessa apenas riu nervosa por ter sido meio descoberta.
Vanessa: Eu sempre sou simpática tu é que és demasiado
parecido com o teu…- Travou pelo momento ia falar em Zac de fez enquanto sai
lhe mas a personalidade de Riley era tão parecida á de seu pai. – Apenas vamos.
– Mandou.
(»»»»)
Zac: Consegues -e ver? – Perguntou tentando encontrar
o local mais confortável para ele no seu escritório.
Eric: Não…- Sorriu de lado, Zac podia se colocar em
qualquer canto aquela casa era tão escura que ele mal via onde colocava os pés.
– Mas porque te escondes? É a psicóloga.
Zac: Prefiro assim…é o carro dela. – Desviou o pouco
acortina e viu o Nissan cinzento estacionar no seu jardim.
Eric: Bem meu amigo ;então falamos mais tarde. –
Piscou o olho e ao ir sair pela porta esbarrou totalmente com Kim.
Kim: Menino a psicóloga chegou. – Avisou não se
podendo ver as suas bochechas coradas porque por mais que ela não admitisse
Eric mexia com ela.
Zac: Manda a entrar, se faz favor. – Pediu sorrindo
conseguia sentir a tensão daqueles dois ao longe.
Vanessa: Olá…- Sorrio entrando pelo escritório e Zac
senti-o seu corpo tremer, é que ele não conseguia acreditar que aquilo fosse
real. – Peço desculpas mas tive que trazer o meu filho mas não se preocupe ele
não incomodará está de volta daqueles cadernos aos quadrados.
Zac: Eu…eu não falo muito bem inglês. – Tentou
disfarçar, estava em choque não sabia como lidar com a situação de repente.
Vanessa: Podemos falar em Italiano, mas pensava que
era da Califórnia….
Zac: Nasci lá, mas depois de vir para cá não dei muito
uso ao Inglês e ele foi se perdendo. – Interrompeu virando se de costas para a
parede esfregou a cara soada. – Qual é mesmo o seu nome?
Vanessa: Ou desculpe por não me apresentar eu chamo me
Vanessa…- Zac desejou que o ultimo nome não fosse aquele que ele estava a
pensar. – Vanessa Hudgens, e você?
Zac: Fred…- Disse sem pensar muito, mas estava tão
confuso naquele momento.
Vanessa: Fred? – Questionou mas lembrou-se que seu
paciente era muito discreto, os nos ficheiros nem o seu nome tinha. – Ok vamos
começar então.
(*****)
Vanessa: Até á próxima. – Sorriu para empregada que
limpava a mesa.
Kim: Dr. Psicóloga…- Chamou antes que Vanessa saísse.
– Vai voltar?
Vanessa: Claro…- Falou baixinho, o seu cliente era tão
silencioso, tão difícil de conversar com ele, ela iria ter tanto trabalho. –
Por isso eu disse até á próxima.
Chace: Vanessa? – Olhou estupefacto para a morena e
abriu bastante a sua boca. – O que…o que fazes tu por aqui?
Vanessa: Sou psicóloga do Fred…
Chace: Fred? – Pensou um pouco mas não quis tirar
conclusões perpecitadas. - Ou claro ele é grande amigo meu.
Vanessa: Não te via algum tempo, crescentes. – Olhou
de cima a baixo parecia um pouco mais maduro ou talvez fosse só da barba.
Chace: Tu também…- Sorriu de lado olhando o pequeno
loiro de cabelos encaracolados ao lado de Vanessa. – Teu filho?
Vanessa: Sim…
Chace: Então meu sobrinho. – Chace apenas os olhava sem
entender nada.
Vanessa: Foi muito bom ver-te mas eu agora tenho mesmo
que ir, fica bem. – Pegou Riley pela mão que se viu sendo levado com alguma
força para fora dali.
Capítulo 5
Chace: Isto de jantar ás luzes das velas é um pouco
romântico para mim…- Brincou apenas conseguindo ver a comida em seu prato. –
Será que um dia destes podíamos ter uma refeição de luz ligada?
Zac: Não consegues ver o prato? – Levou o pedaço de
bife á boca enquanto se distraia com seus pensamentos.
Chace: Perfeitamente, mas não a ti, as velas estão ao
meio desta mesa que é bastante grande cada um de nós está numa das pontas, eu
nem vejo o fim da mesa…
Zac: Eu gosto que as coisas sejam assim. – Interrompeu
calmamente Chace. – Eu aprendi a viver no escuro, e acabou se por tornar algo
especial para mim, é relaxante acalma-me.
Chace: Não vou discutir. – Suspirou. – Estava tudo
delicioso como sempre Kim é uma cozinheira magnífica…
Zac: É uma verdade, mas normal ficares tão encanto com
os pratos dela, passas a vida a comer comida rápida ou enlatados.
Chace: Não tenho tempo, nem paciência para cozinhar e
falando nisso eu queria-te perguntar se…bem achas que podia passar aqui a
noite?
Zac: Claro que sim, gosto que tu e o meu sobrinho
estejam, por cá está casa é demasiado grande para uma pessoa só.
Chace: Eu sei que ultimamente, fico sempre por aqui,
mas dês da morte da Rafaela que aquele apertamento…não sei quando estou lá
parece que me sinto vazio e frio. – Pegou o copo de vinho tomando só de um
gole, as saudades ainda era imensas.
Zac: Não precisas, te explicar eu entendo, faz assim
muda te para cá e vende aquele apartamento, fica por aqui o tempo todo que
quiseres e quando sentires que estás pronto para ir, vais ou ficas aqui para
sempre comigo não me atrapalhas em nada a decisão é tua.
Chace: Podes ficar descansado que um dia me irei
embora, para sempre é muito tempo, apenas neste momento preciso de um pouco de
espaço, de tudo o que aconteceu. – Voltou a encher o copo puxando o prato para longe
seu estomago tinha dado um nó, tinha perdido a vontade de comer naquele
momento.
Zac: Falamos sempre de mim…- Pousou os talheres
olhando a face triste do irmão. – Porque não me contas sobre ti; como estás?
Chace: Triste, confuso…tento superar o mais rápido
possível até pelo meu filho, mas a morte dela ainda é muito recente em mim, e
eu ainda sinto tanto amor por ela. – Suspirou tentando guardar as lagrimas.
Zac: Tu escolheste uma bela mulher, Rafaela era
completamente apaixonada por ti, pena que ficou doente e que na altura do parto
teve que escolher entre si e o vosso filho, e ela escolheu o pequeno Mikael. –
Teve vontade de se levantar e abraçar o irmão para o poder consolar, mas não
conseguia aproximar se tanto das pessoas.
Chace: Vindo dela eu nunca esperaria outra coisa,
ainda me lembro o dia em que nos conhecemos, ela derramou todo o gelado em cima
de mim e começou a discutir, eu não conseguia ouvir os gritos dela, apenas
estava encantado com aqueles olhos verdes, passado dai víamos nos todos o dias
até que ela me disse que tinha que voltar para a sua terra Florença, mas eu me
lembrei “ Hey meu irmão vive lá, eu posso ir contigo já” ela naquele momento hesitou e terminou comigo
eu não entendia ate chegar cá e perceber que ela estava noiva…
Zac: Mas eis que o amor falou mais alto e que nem que
nos filmes na hora de dizer o sim ela fugiu para ficar contigo. – Terminou por
Chace que concordou com o sorriso bobo no rosto ao relembrar a cena.
Chace: Bem estou cansado e está na hora de deitar
Mikael, até amanhã. – Despediu se saindo da mesa.
Zac: Dorme bem. – Desejou vendo o irmão subido as
escadas.
Maika: Desculpe…- Pediu dando um susto em Zac que
estava noutro mundo. – Pensei que já tivessem terminado.
Zac: E já terminamos. – Engoliu seco, mas percebeu que
ela não o conseguia ver. – Estás á vontade para arrumar a mesa. – Saio da sua
cadeira dando costas.
Maika: Senhor? – Chamou fazendo virar novamente para
si.
Zac: Conhecemos nos á muito tempo, trata me por Zac,
quando dizes senhor me fazes sentir um idoso. – Riu tímido.
Maika: OK, Zac…- Deu dois passos até ele. – Achas que
um dia destes podíamos ir tomar um copo?
Zac: Não me parece uma boa ideia. – Disse quase sem
voz, já que ela cada vez se aproximava mais.
Maika: Porque; pela tua imagem, pelo que as pessoas
dizem? A mim nada disso me importa. – Tentou, chegar ate Zac mas ele, consegui
escapar.
Zac: Eu não quero ter nenhum tipo de relação acredita
eu apenas te vou magoar…agora se me dás licença. – Saio o mais rápido que pode
para seu escritório.
Ryan: Estás bem? – Questionou ao ver Maika quase
partir os partos ao atira-los na pia.
Maika: O que estás a fazer ainda aqui? – Perguntou
grosseiramente.
Ryan: Esperava te para saber se te apetece sair…
Maika: Contigo? – Riu alto e Ryan ficou sem perceber.
– Não, não quero, nem hoje nem amanhã nunca.
(****)
Alex: Sempre aceitaste esse tal de caso? – Perguntou enquanto Vanessa se deitava na cama.
Alex: Sempre aceitaste esse tal de caso? – Perguntou enquanto Vanessa se deitava na cama.
Vanessa: Sim fiquei bastante curiosa com o seu
historial…- Disse retirando o livro das mãos de Alex que quando lia não ouvia
nada. - Falaste com Riley?
Alex: Sim. – Avisou pousando o livro na mesinha de
cabeceira desligou a luz afundando se mais um pouco na cama.
Vanessa: E já sabes o que se passa? É que comigo ele
parece não querer falar.
Alex: Bem é que á coisa que um rapaz se sente mais á
vontade a falar com um homem do que com uma mulher…
Vanessa: O que me estás a tentar dizer? – Perguntou um
pouco nervosa.
Alex: Ele está a ter a sua primeira paixoneta. –
Esclareceu calmo e um pouco contente.
Vanessa: O quê; como? – Gritou, logo Alex lhe tapou a
boca.
Alex: Assim vais acorda-lo…-Avisou pedindo para baixar
o tom. – É da professora de educação física que ele está apaixonado.
Vanessa: O quê? – Sussurrou com a enorme vontade de
gritar.
Alex: Podias ter calma? Está tudo bem. – Riu sem
entender o nervosismo de Vanessa.
Vanessa: Como está tudo bem, isso não têm lógica, não
devia estar acontecer. – Alex a olhou de sobrancelha levantada.
Alex: Meu amor, não fiques histérica.
Vanessa: Ele vai se magoar…
Alex: Faz parte, quando eu era mais novo também me
aconteceu. – Lembrou se rapidamente da professora de historia.
Vanessa: E também escondeste da tua mãe? – Perguntou
dando um beliscão no braço de Alex, ao ver que ele caia nos pensamentos.
Alex: Quando se sentir preparado ele irá falar
contigo. – Abraçou chegando para mais perto de si.
Vanessa: Assim espero, não quero que ele me deixe de
fora das coisas importantes da sua vida afinal…- Olhou para Alex e fez uma
careta ao perceber que ele já dormia. – Certo. – Bufou deitando a cabeça no
peito do marido adormeceu.
sábado, 28 de dezembro de 2013
Capítulo 3&4
Cap.III
Kim: Já disse que não acho que seja boa ideia. –
Virava costas para Eric que a pressionava todos os dias para sair consigo.
Eric: Será apenas um copo; qual é o problema? –
Encostou se a uma das paredes não estava disposto a sair dali sem levar um sim.
Kim: Tenho uma filha, sou viúva e olha bem para as
nossas idades…- Iam falando enquanto preparava o jantar, não gostava fala
olhando aqueles olhos azuis muito menos estar próxima dele, era um pouco
irresistível para si embora não o admitisse nem ás paredes.- Não somos mais
adolescentes!
Eric: Bem em primeiro lugar eu também sou pai, segundo
foi o teu marido que morreu e não tu, terceiro não á nada de errado sair-mos na
nossa idade alias quarto a nossa idade é a prova que somos adultos o suficiente
para fazer o que nos apetece. - Deu de ombros mostrando como tudo era bem
simples.
Kim: Eric…- Dirigiu-se a ele cansada. – O que
aconteceu foi apenas uma noite, esquece. – Pediu, nem ela esquecia que á umas
noite atrás ela tinha parado num bar para beber um pouco e relaxar e encontrou
Eric e no meio da conversa e risos acabaram na cama.
Eric: Podes-me pedir para esquecer, mas isso nunca irá
acontecer, a minha memória está bem refrescada, conheço o teu corpo o som do
teu gemido…
Kim: Ok…ok. – Disse meio sem jeito, completamente
envergonhada.
Eric: Não á porque corar, é algo normal. – Riu do
rosto da loira.
Zac: Interrompo? – Ficou parado na porta olhando
aqueles dois com cara de caso.
Eric: Zac meu amigo…- Aproximou se de Zac envolvendo
com seu braço o puxou para dentro da cozinha. – É claro que não.
Kim: Bem eu tenho…- Olhou em redor não querendo
acreditar que Zac teria ouvido aquela conversa. – Arrumar a sala é isso que eu
tenho que fazer. – Saio o mais rápido que pode.
Zac: A serio que entraste em perseguição com Kim? –
Sentou se pegando dois copos e a garrafa de vinho.
Eric: Ela gosta! – Disse cheio de certezas que ela
ainda voltaria a seus braços.
Zac: Juízo meu amigo…- Pediu enquanto lhe enchia o
copo até meio. – Sabes que para mim ela não é uma simples empregada, é como uma
segunda mãe sempre esteve lá para mim, não a magoes.
Eric: Ela não é como as outras. – Prometeu enquanto ia
buscar o pão juntamente com o queijo e presunto.
Zac: Huhu, já te, ouvi dizer isso tantas vezes…
Eric: Não é bem assim, as únicas pessoas, que eu disse
isso me casei e tive filhos…
Zac: E depois veio o divórcio. – Riu da cara do amigo.
Eric: Tu pareces me um velho rabugento, devias
encontrar alguém.
Zac: Com está cara acreditas que alguém me vai querer?
– Apontou para seu rosto bebendo todo o líquido que estava em seu copo e de seguida
voltando a enche-lo.
Eric: O que te prejudica não é o teu rosto e sim essa
tua autoestima.
Zac: Outro. – Bufou num sussurro.
Eric: O quê? – Perguntou, estava demasiado entretido
com a comida para perceber os pequenos sussurros.
Zac: Nada, falava com os meus botões. – Eric o olhou
com um sorriso e Zac logo entendeu que ai vinha coisa.
Eric: A filha de Kim, como é seu nome mesmo? Maika é
isso , olha bastante para ti ou melhor tenta porque tu não a deixas ver o teu
rosto, não entendo porque és mais tímido com as mulheres.
Zac: Estou bem assim obrigada. – Levantou as mãos,
pedido, uma pausa sobre aquele assunto.
Eric: Um dia destes tens que me contar. – Avisou
apontando bem no rosto de Zac.
Zac: Do que estas a falar?
Eric: Da mulher que te roubou o coração. – Zac tossiu
com a afirmação.
Zac: Não á ninguém, nunca ouve…-Olhou o chão e
percebeu que Eric não acreditava. – Mas conta me como vão os negócios?
(****)
Alex: Em casa tão cedo? – Perguntou espantando ao ver
Vanessa na mesa rodeada de papéis.
Vanessa: O mesmo lhe digo senhor professor. –
Respondeu sem olhar para o marido.
Alex: Passa se alguma coisa? – Aproximou se beijando
lhe uma das bochechas.
Vanessa: Não apenas, estou a estudar um caso pra
perceber se o vou aceitar ou não. – Bufou pousando as mãos na mesa, já tinha
lido todo o processo mais de dez vezes.
Alex: E que tipo de caso é? – Puxou uma das cadeiras
sentando se ao lado de Vanessa.
Vanessa: Bem é um tratamento sobre a base de uma
cirurgia plástica, eu tenho que acompanhar esse homem e prepara-lo para que ele
fique apto para todo o processo porque, pelo que li ele ainda não está
pronto…quando era adolescente ficou preso num fogo ao que parece metade de seu
rosto ficou marcado, é uma situação complicada. – Bebeu um pouco do seu chá e
olhou para Alex.
Alex: Sempre pensei que os complicados fossem os que
tu mais gostasses.
Vanessa: E são, mas teria que lhe dar a maioria do me
tempo, é um longo processo, caso a operação corram bem ou mal, e os pacientes
as vezes esperam uma coisa e saem outra ao que li ele já é bastante deprimido.
– Encostou a sua cabeça no ombro do marido e fechou os olhos por um pouco.
Alex: Na tua voz…- Ela levantou a cabeça e o olhou. –
Eu percebo que á alho mais; o que se passa?
Vanessa: Não tenho muita informação, mas ao que parece
este acidente aconteceu na escola, ele ficou preso entre as chamas. – Muitas
vezes quando fechava os olhos ainda relembrava olhar para a sua escola em
chamas.
Alex: Faz-te pensar no passado? – Perguntou mas não
teve resposta ela ficou travada nos seus pensamentos. – Bem a decisão é tua.
Vanessa: Eu sei apenas preciso ler isto mais algumas
vezes e tomar uma decisão. – Voltou a juntar todas as folhas por ordem para
voltar a ler e reler.
Alex: Bem eu vou buscar o livro, foi por isso que vim
esqueci me dele, tenho que voltar para a escola. – Despediu se de Vanessa comum
beijo na testa.
Cap.IV
Maika: Tu o conheces tão bem, podias dar uma força. –
Mordeu a maçã enquanto caminhava detrás da sua mãe.
Kim: Tens razão eu o conheço bem, e é por ser assim que
eu sei que ele não quer uma relação, deixa o patrão em paz. – Pediu batendo as
almofadas e depois voltando ajeita-las no sofá.
Maika: Quando será que vais perceber que estou mesmo
apaixonada? – Correu atrás da sua mãe para a cozinha que quando posou as batatas
na mesa olhou atentamente para ela.
Kim: Apaixonada? Mal o conheces…
Maika: Vivemos com ele, dês de que eu era pequena, se
não o conheço melhor é porque ele não deixa…- Bufou sentando se na cadeira
pegou a faca ajudando a sua mãe. – Mas reconheceria a sua voz a metros de
distância, e já vi fotografias dele de quando era mais novo.
Kim: Como? Ele as tem todas escondidas no seu baú;
voltas te a mexer onde não devias.- Disse grosseira ao chegar aquela conclusão.
Maika: Tudo por amor…
Kim: Ele é mais velho que tu, não quer ninguém,
esquece-o. – Mandou séria.
Maika: É pelo rosto dele? Eu sei que ele está magoado
e não me importa, quando ele era jovem era lindo tenho a certeza que quando
tivermos filhos eles terão os melhores genes…
Kim: Para, apenas para. – Gritou. – Sai desse mundo de
sonhos minha filha e volta á realidade.
Maika: Por vezes parece que gostas mais dele do que de
mim. – Limpou as mãos no pano de cozinha e saio.
Kim: Maika volta aqui! – Gritou.
Ryan: Venho numa má altura? – Perguntou ao ver o rosto
preocupado de Kim.
Kim: Não meu querido, o mesmo de sempre. – Lavou as
mãos servindo o lanche ao jardineiro. – Vi o jardim está manhã, não sei como
mas fazes um excelente trabalhos as plantas, as árvores ate mesmo o relvado
está tudo tão perfeito, mais do que alguma vez eu tinha visto.
Ryan: Apenas faço o meu trabalho. – Entregou o ramo de
rosas vermelhas para Kim. – Gostava de ser eu a dar lhas, mas parece que Maika
não está de humor. – Sorriu de lado.
Kim: Ela ama estas rosas, por vezes apenas queria que
ela olhasse mais para ti. – Suspirou voltando para atenção para o jantar.
Ryan: Eu também…- Admitiu sem ter noção. – Quer dizer,
eu, bem…
Kim: Não precisas de ficar tímido, sei o quanto és
apaixonado por ela, talvez um dia ela também o veja.
(»»»»»)
Chace: Boa noite. – Gritou dando um susto em Zac ao
entrar no escritório.
Zac: Sempre vieste jantar…- Aproximou se do irmão,
pegando o pequeno ao colo. – E trouces-te o meu sobrinho contigo.
Chace: O que ei de fazer se ele adora o tio? – Sentou
se no sofá cansado.
Zac: E eu adoro a ele…- Fechou os olhos quando sentiu
as pequenas mãos tocarem na parte queimada de seu rosto, sentia uma certa
satisfação pelo carinho vindo de alguém tão pequeno e não pela repulsa que
sempre encontrava nos adultos. – Faz-me pensar tanto no meu filho.
Chace: Sempre pensas em procura-lo? – Perguntou
recebendo de volta o filho nos braços.
Zac: Eu nunca o perdi. – Admitiu com um pequeno
sorriso.
Chace: O que queres dizer? – Questionou enquanto Zac
pegou um livro começando a foleá-lo como se procurasse algo.
Zac: Á anos que mandei procurar por Vanessa…- Entregou
a fotografia de Riley, para Chace. – Sei que se casou com alguém que conheceu
na Universidade, hoje em dia é professor, e que até pela profissão dele eles
decidiram vir morar para Itália.
Chace: Não entendo o que queres dizer com isso da
profissão dele se mudar para Itália…
Zac: Ao que parece na sua família a geração de homens
deu aulas todos na mesma escola, aquela onde ele agora trabalha e seu pai é
diretor.
Chace: Entendo, ao que parece sempre estiveram mais
perto do que pensávamos.
Zac: Sim é estranho como tudo aconteceu, pode se dizer
que realmente o mundo é uma ervilha, na altura eu fugi dela e agora é como se
sem querer ela me encontrasse. – Engoliu seco, a ultima imagem que tinha na sua
cabeça era de Vanessa a beijar Matt algo que lhe davam náuseas.
Chace: Que grande coincidência ser precisamente aqui
que eles escolheram para viver. – Sorriu, era como se fosse o destino ou algo
parecido, mas nem faléria o que estava pensar sabia que para Zac, Vanessa era
um assunto acabado pelo menos isso tentava ele fazer acreditar.
Zac: De facto…
Chace: Bem, já falei com o meu colega médico o que te
vai operar, e ao que parece já arranjamos uma psicóloga para ti, eu tratei de
tudo daqui a uns dias ela vai-te visitar, seu que preferes que as consultas
sejam aqui em casa.
Zac: E quem é ela? – Perguntou curioso ao perceber que
seria uma mulher, ele preferiria um homem, como Eric lhe tinha dito e com razão
ele sempre se escondia mais do sexo feminino, era como se as mulheres fossem
mais criticas.
Chace: Apenas sei que é nova mas experiente, a verdade
é que não sei muito sobre o assunto.
Zac: Ela que venha então. – Bateu as mãos de certo
modo ate entusiasmado.
Chace: É essa atitude que queremos, optimista com
vontade de te esforçares…
Zac: Vamos mas é jantar. – Pediu interrompendo um
longo descuros de seu irmão.
Chace: Sim, é uma boa ideia.
sábado, 14 de dezembro de 2013
Capítulo 2
Anos se passaram, Vanessa conseguiu completar a
universidade onde encontrou o seu marido, Alex hoje vivem juntos com Rily e
vive como um casal normal, dias de semana são monótonos durante os
fins-de-semana raramente saem com os amigos. Já Zac conseguiu construir o seu império,
vivia nas sobras da sua casa era um rapaz solitário mas os seus negócios
estavam sempre no ponto que ele queria, o que não era de estranhar Zac vivia
apenas para trabalhar.
Chace: Olá, olá. – Disse batendo na porta do
escritório logo de seguida entrou. – Tudo bem? – Perguntou com seu triste mas
grande sorriso.
Zac: Ocupado! – Disse sem parar de digitar.
Chace: O
normal. – Bufou revirando os olhos sentou se no sofá que Zac usava para fazer
suas pequenas sestas já que muitas noites eram passadas em branco. – Mas e
então?
Zac: E então? – Levantou a sobrancelha olhando o ecrã
do computador e bufou ao ver que tinha que passar metade do trabalho que tinha
feito de novo, por um simples erro, mas ele tinha-se tornado tão perfecionista.
Chace: Sim; e então? – Perguntou, exausto não
resistido almofada que ali estava, aproveitou para se encostar um pouco.
Zac: Pareces um disco riscado com esse, e então? – Riu
não percebendo o que o irmão queria.
Chace: Estou cansado e com pressa para ir buscar o meu
filho que ficou com a baby-sitter, e tu nunca mais me dás uma resposta. –
Ganhou forças e voltou alevantar-se.
Zac: Uma resposta? – Pensou por momentos e logo encheu
as bochechas de ar bufando de seguida. – Ainda com essa ideia na cabeça?
Chace: Sim, é algo importante…- Baixou o ecrã do
computador do seu irmão. – Podes deixar o trabalho por um segundo e prestares
me atenção? Para de fugir, está mais do que na hora de fazeres está operação.
Zac: Já te disse que ainda não tenho uma decisão. –
Levantou se desviando um pouco a cortina olhou para o jardim. – É algo que
ainda, tenho que pensar.
Chace: Já tiveste mais do que tempo para refletir
sobre o assunto, anos e anos e agora te estou a dar a oportunidade de receberes
o teu rosto de novo. – Mostrou um sorriso de confiante.
Zac: E quem disse que o quero? – Olhou Chace de
sorriso meu torto. – Não faria diferença!
Chace: Sabes mentires me não me faz diferença, mas não
mintas a ti mesmo…- Aproximou se de Zac colocando lhe as mãos nos ombros. –
Está casa só têm espelhos nas casas-de-banhos, não existem fotografias tuas nem
velhas ou recentes, as cortinas estão sempre fechadas caminhas sempre pelo
escuro, ou escondido debaixo dos capuzes dos teus casacos…não me venhas com a
historia que a imagem não importa no momento em que não saias de casa, raras
são as pessoas que conhecem o teu rosto, tu tens vergonha de ti mesmo e isso
não está certo, até porque és uma pessoa maravilhosa devias deixar que te
visse, as cicatrizes no teu rosto não fazem diferença, ou melhor não fariam
tanta diferença se tu não deixasses; tu tens que voltar a viver, temos que
reconquistar novamente a tua vida. – Apertou os ombros de Zac, á anos que
ensaiava o discurso perfeito mas com um irmão tão teimoso era difícil.
Zac: A minha vida vai bem, muito obrigada. – Chace
teve vontade de gritar, mas teve paciência como tinha tido durante todos
aqueles anos.
Chace: Sei que aquele fogo não te marcou só por fora,
também ás as cicatrizes de dentro, mas temos que as começar a sarar, e temos
que começar por algum lado…viste a tua mãe morrer eu sei que ainda tens
pesadelos com isso, sei que muitas vezes ainda sentes teu rosto em chamas, sei
o quanto te dói e sei principalmente que aguentas muitas coisas calado querendo
ser forte querendo enfrentar tudo sozinho, mas deixa me ajudar te, este
cirurgião plástico é um dos melhores a seguir a mim lógico…- Fez voz de
convencido o que fez Zac rir. – Ele vai-te deixar…
Zac: Normal, é para isso que eu quero o meu rosto de
volta? – Voltou para detrás da sua secretaria colocando os cotovelos na mesa
cruzou os dedos.
Chace: Infelizmente vivemos, numa sociedade fútil que
vive da imagem, os que estão em nosso redor e não te conhecem, não conhecem a
tua história te aponta o dedo, suas palavras são como farpas em teu coração…na
secundaria tinhas tanta moral, sempre com o ego lá em cima, e hoje nem olhas
para a tua sobra.
Zac: Não entendo este discurso tão grande…-Sorriu não
querendo nem relembrar os tempos de escola. – Eu sei que já tens todos os
planos feitos nessa tua cabecinha.
Chace: Como me conheces, estás cheio de razão, esse
médico que te falei está á procura da psicóloga que virá falar contigo, avaliar
te mentalmente, temos que perceber se estás apto mentalmente para todo o
processo e preparar te para as operações que ai vêm…
Zac: Sim, não vão as coisas darem para o torto e eu
fico bem pior do que estou…
Chace: Nada é 100% fiável, nem mesmo um preservativo.
Zac: Claro, boa comparação, mas existe sempre a pilula
do dia seguinte. – Brincou, Chace era o único que o fazia sair do mundo dos
negócios, nem que fosse por minutos.
Chace: O que eu quero dizer, é que o importante é
tentar, e ter esperança. – Bateu de leve na cabeça de Zac.
Zac: Vai lá buscar o meu sobrinho, está a ficar tarde.
– Bateu com o dedo no relógio de pulso mostrando as horas.
Chace: Isso quer dizer que eu te convenci?
Zac: Á uma pequena possibilidade disso ter acontecido,
ei. – Reclamou quando sentiu Chace abraça-lo.
Chace: Mais tarde falamos. – Avisou saindo.
(»»»»»)
Kim: Se não têm a certeza porque disse que sim? –
Encheu o pranto de Zac com uma sopa simples como ele tinha pedido.
Zac: Eu não disse que sim, foi um mais ou menos…a
verdade é que. – Olhou para Kim e sorriu. – Eu sempre quis conhecer o meu filho
e sempre vi o meu rosto como um muro para isso, sempre tive medo da sua reação
ao ver a minha cara queimada.
Kim: Não se sinta com um mostro quando não o é. –
Pediu passando lhe a mão pelo rosto. – É um homem tão magnífico, mas sempre foi
tão fútil, com medo do que os outros pudessem pensar de si…mas faça isso ouça o
seu irmão, ele o ama e quer o melhor para si.
Zac: Quando eu era novo a minha cara o meu corpo, eram
tudo para mim…
Kim: E isso alguma vez lhe valeu de alguma coisa; lhe
trouxe amor? – Engoliu seco quando viu como Zac a olhava séria. – Seu pai
voltou a ligar. – Avisou achando melhor terminar o assunto por ali.
Zac: Disse o que queria? – Perguntou enquanto bebia
seus remédios.
Kim: O mesmo de sempre, perguntou como estava. – Tirou
lhe o prato vazio da frente e trouxe lhe a sobremesa.
Zac: Engraçado como agora lhe deu para dar lhe uma de
super pai. – Riu com sarcasmo.
Kim: Somos seres humanos todos erramos, seu pai errou
percebeu que o fez e agora apenas se quer aproximar de si, devia saber perdoar.
Zac: O jantar estava ótimo, obrigada precisava mesmo
de recarregar as energias agora tenho que voltar para o escritório. – Avisou
quebrando a conversa por ali.
(****)
Vanessa: Boa noite família. – Entrou em casa exausta
caio de seguida no sofá que apenas tinha Alex entretido com um livro.
Alex: Seja bem aparecida. – Deixou o livro de lado e
beijou a testa de Vanessa que se virou ao contrário tirando os saltos esperando
pela sua massagem nos pés.
Vanessa: Desculpa, mas é que apareceu uma paciente na
última hora a dizer que precisava muito de falar comigo…
Alex: Tens que aprender a dizer não. – Falou com um ar
um pouco chateado enquanto massajava os pés de Vanessa.
Vanessa: Eu sei dizer não, mas ela realmente precisava
de uma conversa.
Alex: Eu também preciso de uma conversa, de muitas,
alias…não são sós os teus pacientes a precisar de ti, a tua família também
precisa.
Vanessa: Vais recomeçar? – Perguntou cansada
Alex: Não…porque esse teu bom coração foi um dos mil
motivos para eu ficar completamente apaixonado por ti. – Sorriu inclinado se
para beijar Vanessa, que deitou metade do seu corpo no sofá aproveitando a boca
doce do marido a percorrer seus lábios.
Riley: Finalmente …- Gritou dando um susto tanto em
Vanessa como em Alex. – Estou cheio de fome.
Alex: Deixamos isto para depois. – Avisou Vanessa num
sussurro. – Bem vamos para a mesa. – Avisou indo para a cozinha onde já tudo
estava preparado.
Riley: Não podemos passar já á sobremesa? – Questionou
interrompendo a conversa de seus pais.
Vanessa: Tu não tocaste ainda na comida que tens no
prato …
Riley: Normal, ela está uma porcaria. – Cruzou os
braços e bufou.
Vanessa: Mas que atitude e linguagem são essas? –
Questionou num grito zangado. – Vai para para teu quarto.
Riley: Mas…
Alex: Vanessa ele estava cheio de fome. – Explicou
ganhando um olhar zangado de Vanessa.
Vanessa: Que está com tanto apetite assim come o que
lhe colocam á frente e não fica a queixar-se…
Riley: Ok, ok já estou a ir para o meu quarto. –
Avisou saindo da mesa de jantar.
Alex: Achas que precisavas de reagir assim?
Vanessa: Dês de que as aulas começaram que ele está a
ficar um mal-educado, por isso sim, não vejo outra maneira de reagir. – Bufou
passado as mãos pelo rosto cansado.
Alex: Depois falamos com ele e tentamos entender o que
se passa. – Pegou a mão de Vanessa beijando a.
Vanessa: Obrigada. – Agora foi a vez, dela pegar a mão
dele e beija-la carinhosamente.
Alex: No fim posso-lhe levar uma fatia de bolo? –
Perguntou com uma careta de menino assustado.
Vanessa: Ele portou se mal tem que entender que estava
errado…mas ir para a cama de estômago vazio não lhe vai fazer bem, por isso
sim, podes.
Alex: No final então vamos lá os dois levar lhe
um lanchinho.
(S2S2S2S2S2S2S2S2)
Alguém sabe como deixar de seguir alguém? É que eu seguia um blogger que foi suspenso e recebo 2kilometros de publicidade...bem sei que demorei mas aqui está o cap, espero que gostem :) brigada pelos comentários anteriores.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
