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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Capítulo 7

Riley: Então têm que se mudar o pneu. – Falou o que estava visível aos olhos de todos, um pneu completamente em baixo.
Vanessa: Não entendo como furou nem dei por nada. – Bufou.
Chace: Eu ajudo. – Deu um susto em Vanessa que não tinha reparo ser seguida por Chace.
Vanessa: Obrigada. – Agradeceu de sorriso amarelo, Riley não sabia muito seu pai e Vanessa achava que ainda não era altura para saber ou aproximar se da família paterna até porque nunca tinha sido procurada por nenhum.
(****)
Zac: Perdeste-te? – Deu um susto a Riley que deu uns quantos passos para trás até cair no sofá.
Riley: Desculpe a minha mãe teve um furo e eu precisava mesmo de ir á casa de banho. – Zac sorriu não precisou de grandes deduções para perceber que aquele era o seu filho, e nesse exato momento seu rosto se preencheu de um enorme sorrio estava emocionado apenas queria abraçar o filho, apenas queria ter uma conversa com Vanessa e entender tudo aquilo, mas acreditava que ir de vagar seria o melhor caminho.
Zac: Entendo e pelo caminho perdeste os olhos na estande dos livros. – Brincou com Riley que apesar de assustado sentia uma certa confiança com aquele estranho.
Riley: Gosto muito de ler, apenas isso…
Zac: Não precisas ter medo nem de te desculpar; ler faz muito bem e já reparei que és curioso; diz me quais são os teus preferidos?
Riley: Bem eu gosto de muitos principalmente os de BD, tenho uma enorme coleção de Hobbit e Kalvin. – Falou entusiasmado mostrando que tinha um novo naquele dia.
Zac: Bem…- Pegou uma data de livros e entregou os para Riley. – Podes, levar eu já tenho a coleção repetida.
Riley: A sua cara…- Zac engoliu seco distraiu-se tanto que deu um passo para o ponto onde existia luz.
Zac: Assusta-te certo? – Voltou para o meio da escuridão, mas Riley pegou a mão dele e o voltou a puxar para o poder olhar.
Riley: Não; porque me assustaria? – Sorriu meio o que fez os olhos de Zac brilhar, aquilo era a melhor coisa que ele ouvia em anos.
Vanessa: Riley? – Chamou entrando dentro da casa o que fez Zac esconder se de volta.
Zac: Bem desfruta dos livros se quiseres mais alguns podemos falar sobre isso; volta sempre que quiseres. – Baixou se dando um curto mas apertando abraço ao filho e saio.
Vanessa: O que fazes aqui, e o que é isso que tens na mão?
Riley: Estava a falar com…o teu cliente, sobre livros e ele acabou me por dar estes; fixe não?
Vanessa: Ele nem te conhece. – Falou um pouco desconfiada.
Riley: Sim, mas gostamos ambos de ler e gostei de falar com ele, para mais estes são os repetidos. – Vanessa não ficou muito convencida com aquela resposta.
Vanessa: Vamos para casa. – Pediu.
(»»»»»)
Chace: Qual é a tua ideia, Fred? – Zoou da cara do irmão. – Fingir ser alguém que não és?
Zac: É a minha única solução. – Pegou nas pastas e começou a tratar do seu trabalho, não estava interessado em saber o que irmão lhe tinha para dizer.
Chace: Á mais caminhos, como o da sinceridade e ter uma conversa, para mais ela está aqui por causa da tua operação.
Zac: Eu quero lá saber disso…- Bufou estando farto que o assunto fosse todos os dias o seu rosto. – Eu farei essa operação, tudo bem.
Chace: Está tudo bem? – Perguntou com ironia.
Zac: Eu tinha complexos com o meu rosto, mas por causa do que o meu filho poderia achar, Riley hoje olhou para mim não teve medo até agiu bem melhor de que muitos adultos, não ficou pasmado olhar, isso é muito bom para mim. – Tentava esclarecer Chace que ainda acreditava que ele devia falar com Vanessa como Zac.
Chace: Sei que pode ter sido um grande choque para ti, mas isto de mentires não está certo devias falar com ela, e tentar perceber o que aconteceu, á algo muito confuso nesta história, ainda não acredito que ela te trairia com Matt, apenas está uma peça em falta neste puzzle.
Zac: Eu irei falar com ela, dá tempo ao tempo. – Pediu ara que encerrasse o assunto por um momento.
(*****)
Alex: Chegaram; bem trouxeste a livraria toda? – Questionou ao olhar para as mãos de Riley.
Riley: Não foi o cliente da mãe que me deu. – Sentou se no sofá foleando os livros, ainda não os tinha lido mas já estava entusiasmado.
Alex: Deve ter gostado muito de ti. – Olhou para Vanessa mas está apenas deu de ombros.
Riley: Não conversamos muito, mas eu gostei dele. – Sorriu meio pegando nos livros foi para o quarto.
Alex: Tudo bem? - Perguntou para Vanessa que se sentava de seu lado deitado a cabeça no seu ombro.
Vanessa: Apenas um pouco confusa.
Alex: Confusa; porquê?
Vanessa: Encontrei um velho amigo. – Engoliu seco olhando para Alex.
Alex: E queres falar sobre isso? – Perguntou tentando entender atitude diferente de Vanessa.
Vanessa: Depois de um banho. – Levantou-se dado um curto beijo em Alex e foi para o banheiro.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Capítulo 6

Vanessa: Bom dia. – Disse de grande sorriso assim que o filho entrou na cozinha.
Riley: Bom dia…- Bocejou esfregando os olhos, cheio de sono. – Hum, os meus cereais favoritos. – Sorriu ao ver a taça cheia.
Vanessa: Quis fazer-te uma surpresa. – Sentou se diante de Riley e parou olhando atentamente enquanto comia.
Riley: Bem…- Olhou um pequeno rosto e sorriu para a mãe sentindo se desconfortável com um olhar tão atento sobre si. – Obrigada mãe; mas e o pai?
Vanessa: Foi correr.- Respondeu pegando o jornal ao perceber que estava agir de uma maneira um pouco exagerada.
Riley: Acho que passarei a ir com ele, as mulheres gostam de homens musculados; não é mesmo? – Vanessa baixou o jornal e olhou o filho sem ter a resposta na ponta na língua de facto com seus clientes era tudo mais fácil.
Vanessa: Meu amor, cada pessoa têm os seus gostos, uns são mais pelo físico, outros pelo intelecto, mas quando é amor de verdade não importa a imagem, mas sim a personalidade…á algo que me queiras contar? – Perguntou inocentemente relembrando a conversa que tinha tido na noite anterior com Alex.
Riley: Não; porquê?
Vanessa: Por nada, é tarde…- Disse espantada quando olhou para o relógio no pulso. – Vou chegar atrasada vamos.
Riley: Mas ir a onde? Hoje é sábado. – De imediato fez uma careta a sua vontade de sair de casa era nula, ele preferia voltar para a cama.
Vanessa: Tenho que ir ter com um paciente. – Respondeu vendo se tinha a pasta em ordem.
Riley: E eu não posso ficar aqui? – Bufou cruzando os braços. – O pai deve estar a chegar.
Vanessa: Demasiado novo para ficar sozinho, e hoje o assunto é bem rápido e pelo caminho podíamos parar na livraria e ver se saio mais um daqueles livros que tu colecionas.
Riley: Porque estás tão simpatia? – Questionou curioso, Vanessa apenas riu nervosa por ter sido meio descoberta.
Vanessa: Eu sempre sou simpática tu é que és demasiado parecido com o teu…- Travou pelo momento ia falar em Zac de fez enquanto sai lhe mas a personalidade de Riley era tão parecida á de seu pai. – Apenas vamos. – Mandou.
(»»»»)
Zac: Consegues -e ver? – Perguntou tentando encontrar o local mais confortável para ele no seu escritório.
Eric: Não…- Sorriu de lado, Zac podia se colocar em qualquer canto aquela casa era tão escura que ele mal via onde colocava os pés. – Mas porque te escondes? É a psicóloga.
Zac: Prefiro assim…é o carro dela. – Desviou o pouco acortina e viu o Nissan cinzento estacionar no seu jardim.
Eric: Bem meu amigo ;então falamos mais tarde. – Piscou o olho e ao ir sair pela porta esbarrou totalmente com Kim.
Kim: Menino a psicóloga chegou. – Avisou não se podendo ver as suas bochechas coradas porque por mais que ela não admitisse Eric mexia com ela.
Zac: Manda a entrar, se faz favor. – Pediu sorrindo conseguia sentir a tensão daqueles dois ao longe.
Vanessa: Olá…- Sorrio entrando pelo escritório e Zac senti-o seu corpo tremer, é que ele não conseguia acreditar que aquilo fosse real. – Peço desculpas mas tive que trazer o meu filho mas não se preocupe ele não incomodará está de volta daqueles cadernos aos quadrados.
Zac: Eu…eu não falo muito bem inglês. – Tentou disfarçar, estava em choque não sabia como lidar com a situação de repente.
Vanessa: Podemos falar em Italiano, mas pensava que era da Califórnia….
Zac: Nasci lá, mas depois de vir para cá não dei muito uso ao Inglês e ele foi se perdendo. – Interrompeu virando se de costas para a parede esfregou a cara soada. – Qual é mesmo o seu nome?
Vanessa: Ou desculpe por não me apresentar eu chamo me Vanessa…- Zac desejou que o ultimo nome não fosse aquele que ele estava a pensar. – Vanessa Hudgens, e você?
Zac: Fred…- Disse sem pensar muito, mas estava tão confuso naquele momento.
Vanessa: Fred? – Questionou mas lembrou-se que seu paciente era muito discreto, os nos ficheiros nem o seu nome tinha. – Ok vamos começar então.
(*****)
Vanessa: Até á próxima. – Sorriu para empregada que limpava a mesa.
Kim: Dr. Psicóloga…- Chamou antes que Vanessa saísse. – Vai voltar?
Vanessa: Claro…- Falou baixinho, o seu cliente era tão silencioso, tão difícil de conversar com ele, ela iria ter tanto trabalho. – Por isso eu disse até á próxima.
Chace: Vanessa? – Olhou estupefacto para a morena e abriu bastante a sua boca. – O que…o que fazes tu por aqui?
Vanessa: Sou psicóloga do Fred…
Chace: Fred? – Pensou um pouco mas não quis tirar conclusões perpecitadas. - Ou claro ele é grande amigo meu.
Vanessa: Não te via algum tempo, crescentes. – Olhou de cima a baixo parecia um pouco mais maduro ou talvez fosse só da barba.
Chace: Tu também…- Sorriu de lado olhando o pequeno loiro de cabelos encaracolados ao lado de Vanessa. – Teu filho?
Vanessa: Sim…
Chace: Então meu sobrinho. – Chace apenas os olhava sem entender nada.

Vanessa: Foi muito bom ver-te mas eu agora tenho mesmo que ir, fica bem. – Pegou Riley pela mão que se viu sendo levado com alguma força para fora dali.

Capítulo 5

Chace: Isto de jantar ás luzes das velas é um pouco romântico para mim…- Brincou apenas conseguindo ver a comida em seu prato. – Será que um dia destes podíamos ter uma refeição de luz ligada?
Zac: Não consegues ver o prato? – Levou o pedaço de bife á boca enquanto se distraia com seus pensamentos.
Chace: Perfeitamente, mas não a ti, as velas estão ao meio desta mesa que é bastante grande cada um de nós está numa das pontas, eu nem vejo o fim da mesa…
Zac: Eu gosto que as coisas sejam assim. – Interrompeu calmamente Chace. – Eu aprendi a viver no escuro, e acabou se por tornar algo especial para mim, é relaxante acalma-me.
Chace: Não vou discutir. – Suspirou. – Estava tudo delicioso como sempre Kim é uma cozinheira magnífica…
Zac: É uma verdade, mas normal ficares tão encanto com os pratos dela, passas a vida a comer comida rápida ou enlatados.
Chace: Não tenho tempo, nem paciência para cozinhar e falando nisso eu queria-te perguntar se…bem achas que podia passar aqui a noite?
Zac: Claro que sim, gosto que tu e o meu sobrinho estejam, por cá está casa é demasiado grande para uma pessoa só.
Chace: Eu sei que ultimamente, fico sempre por aqui, mas dês da morte da Rafaela que aquele apertamento…não sei quando estou lá parece que me sinto vazio e frio. – Pegou o copo de vinho tomando só de um gole, as saudades ainda era imensas.
Zac: Não precisas, te explicar eu entendo, faz assim muda te para cá e vende aquele apartamento, fica por aqui o tempo todo que quiseres e quando sentires que estás pronto para ir, vais ou ficas aqui para sempre comigo não me atrapalhas em nada a decisão é tua.
Chace: Podes ficar descansado que um dia me irei embora, para sempre é muito tempo, apenas neste momento preciso de um pouco de espaço, de tudo o que aconteceu. – Voltou a encher o copo puxando o prato para longe seu estomago tinha dado um nó, tinha perdido a vontade de comer naquele momento.
Zac: Falamos sempre de mim…- Pousou os talheres olhando a face triste do irmão. – Porque não me contas sobre ti; como estás?
Chace: Triste, confuso…tento superar o mais rápido possível até pelo meu filho, mas a morte dela ainda é muito recente em mim, e eu ainda sinto tanto amor por ela. – Suspirou tentando guardar as lagrimas.
Zac: Tu escolheste uma bela mulher, Rafaela era completamente apaixonada por ti, pena que ficou doente e que na altura do parto teve que escolher entre si e o vosso filho, e ela escolheu o pequeno Mikael. – Teve vontade de se levantar e abraçar o irmão para o poder consolar, mas não conseguia aproximar se tanto das pessoas.
Chace: Vindo dela eu nunca esperaria outra coisa, ainda me lembro o dia em que nos conhecemos, ela derramou todo o gelado em cima de mim e começou a discutir, eu não conseguia ouvir os gritos dela, apenas estava encantado com aqueles olhos verdes, passado dai víamos nos todos o dias até que ela me disse que tinha que voltar para a sua terra Florença, mas eu me lembrei “ Hey meu irmão vive lá, eu posso ir contigo já”  ela naquele momento hesitou e terminou comigo eu não entendia ate chegar cá e perceber que ela estava noiva…
Zac: Mas eis que o amor falou mais alto e que nem que nos filmes na hora de dizer o sim ela fugiu para ficar contigo. – Terminou por Chace que concordou com o sorriso bobo no rosto ao relembrar a cena.
Chace: Bem estou cansado e está na hora de deitar Mikael, até amanhã. – Despediu se saindo da mesa.
Zac: Dorme bem. – Desejou vendo o irmão subido as escadas.
Maika: Desculpe…- Pediu dando um susto em Zac que estava noutro mundo. – Pensei que já tivessem terminado.
Zac: E já terminamos. – Engoliu seco, mas percebeu que ela não o conseguia ver. – Estás á vontade para arrumar a mesa. – Saio da sua cadeira dando costas.
Maika: Senhor? – Chamou fazendo virar novamente para si.
Zac: Conhecemos nos á muito tempo, trata me por Zac, quando dizes senhor me fazes sentir um idoso. – Riu tímido.
Maika: OK, Zac…- Deu dois passos até ele. – Achas que um dia destes podíamos ir tomar um copo?
Zac: Não me parece uma boa ideia. – Disse quase sem voz, já que ela cada vez se aproximava mais.
Maika: Porque; pela tua imagem, pelo que as pessoas dizem? A mim nada disso me importa. – Tentou, chegar ate Zac mas ele, consegui escapar.
Zac: Eu não quero ter nenhum tipo de relação acredita eu apenas te vou magoar…agora se me dás licença. – Saio o mais rápido que pode para seu escritório.
Ryan: Estás bem? – Questionou ao ver Maika quase partir os partos ao atira-los na pia.
Maika: O que estás a fazer ainda aqui? – Perguntou grosseiramente.
Ryan: Esperava te para saber se te apetece sair…
Maika: Contigo? – Riu alto e Ryan ficou sem perceber. – Não, não quero, nem hoje nem amanhã nunca.
(****)
Alex: Sempre aceitaste esse tal de caso? – Perguntou enquanto Vanessa se deitava na cama.
Vanessa: Sim fiquei bastante curiosa com o seu historial…- Disse retirando o livro das mãos de Alex que quando lia não ouvia nada. - Falaste com Riley?
Alex: Sim. – Avisou pousando o livro na mesinha de cabeceira desligou a luz afundando se mais um pouco na cama.
Vanessa: E já sabes o que se passa? É que comigo ele parece não querer falar.
Alex: Bem é que á coisa que um rapaz se sente mais á vontade a falar com um homem do que com uma mulher…
Vanessa: O que me estás a tentar dizer? – Perguntou um pouco nervosa.
Alex: Ele está a ter a sua primeira paixoneta. – Esclareceu calmo e um pouco contente.
Vanessa: O quê; como? – Gritou, logo Alex lhe tapou a boca.
Alex: Assim vais acorda-lo…-Avisou pedindo para baixar o tom. – É da professora de educação física que ele está apaixonado.
Vanessa: O quê? – Sussurrou com a enorme vontade de gritar.
Alex: Podias ter calma? Está tudo bem. – Riu sem entender o nervosismo de Vanessa.
Vanessa: Como está tudo bem, isso não têm lógica, não devia estar acontecer. – Alex a olhou de sobrancelha levantada.
Alex: Meu amor, não fiques histérica.
Vanessa: Ele vai se magoar…
Alex: Faz parte, quando eu era mais novo também me aconteceu. – Lembrou se rapidamente da professora de historia.
Vanessa: E também escondeste da tua mãe? – Perguntou dando um beliscão no braço de Alex, ao ver que ele caia nos pensamentos.
Alex: Quando se sentir preparado ele irá falar contigo. – Abraçou chegando para mais perto de si.

Vanessa: Assim espero, não quero que ele me deixe de fora das coisas importantes da sua vida afinal…- Olhou para Alex e fez uma careta ao perceber que ele já dormia. – Certo. – Bufou deitando a cabeça no peito do marido adormeceu.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Capítulo 3&4

Cap.III
Kim: Já disse que não acho que seja boa ideia. – Virava costas para Eric que a pressionava todos os dias para sair consigo.
Eric: Será apenas um copo; qual é o problema? – Encostou se a uma das paredes não estava disposto a sair dali sem levar um sim.
Kim: Tenho uma filha, sou viúva e olha bem para as nossas idades…- Iam falando enquanto preparava o jantar, não gostava fala olhando aqueles olhos azuis muito menos estar próxima dele, era um pouco irresistível para si embora não o admitisse nem ás paredes.- Não somos mais adolescentes!
Eric: Bem em primeiro lugar eu também sou pai, segundo foi o teu marido que morreu e não tu, terceiro não á nada de errado sair-mos na nossa idade alias quarto a nossa idade é a prova que somos adultos o suficiente para fazer o que nos apetece. - Deu de ombros mostrando como tudo era bem simples.
Kim: Eric…- Dirigiu-se a ele cansada. – O que aconteceu foi apenas uma noite, esquece. – Pediu, nem ela esquecia que á umas noite atrás ela tinha parado num bar para beber um pouco e relaxar e encontrou Eric e no meio da conversa e risos acabaram na cama.
Eric: Podes-me pedir para esquecer, mas isso nunca irá acontecer, a minha memória está bem refrescada, conheço o teu corpo o som do teu gemido…
Kim: Ok…ok. – Disse meio sem jeito, completamente envergonhada.
Eric: Não á porque corar, é algo normal. – Riu do rosto da loira.
Zac: Interrompo? – Ficou parado na porta olhando aqueles dois com cara de caso.
Eric: Zac meu amigo…- Aproximou se de Zac envolvendo com seu braço o puxou para dentro da cozinha. – É claro que não.
Kim: Bem eu tenho…- Olhou em redor não querendo acreditar que Zac teria ouvido aquela conversa. – Arrumar a sala é isso que eu tenho que fazer. – Saio o mais rápido que pode.
Zac: A serio que entraste em perseguição com Kim? – Sentou se pegando dois copos e a garrafa de vinho.
Eric: Ela gosta! – Disse cheio de certezas que ela ainda voltaria a seus braços.
Zac: Juízo meu amigo…- Pediu enquanto lhe enchia o copo até meio. – Sabes que para mim ela não é uma simples empregada, é como uma segunda mãe sempre esteve lá para mim, não a magoes.
Eric: Ela não é como as outras. – Prometeu enquanto ia buscar o pão juntamente com o queijo e presunto.
Zac: Huhu, já te, ouvi dizer isso tantas vezes…
Eric: Não é bem assim, as únicas pessoas, que eu disse isso me casei e tive filhos…
Zac: E depois veio o divórcio. – Riu da cara do amigo.
Eric: Tu pareces me um velho rabugento, devias encontrar alguém.
Zac: Com está cara acreditas que alguém me vai querer? – Apontou para seu rosto bebendo todo o líquido que estava em seu copo e de seguida voltando a enche-lo.
Eric: O que te prejudica não é o teu rosto e sim essa tua autoestima.
Zac: Outro. – Bufou num sussurro.
Eric: O quê? – Perguntou, estava demasiado entretido com a comida para perceber os pequenos sussurros.
Zac: Nada, falava com os meus botões. – Eric o olhou com um sorriso e Zac logo entendeu que ai vinha coisa.
Eric: A filha de Kim, como é seu nome mesmo? Maika é isso , olha bastante para ti ou melhor tenta porque tu não a deixas ver o teu rosto, não entendo porque és mais tímido com as mulheres.
Zac: Estou bem assim obrigada. – Levantou as mãos, pedido, uma pausa sobre aquele assunto.
Eric: Um dia destes tens que me contar. – Avisou apontando bem no rosto de Zac.
Zac: Do que estas a falar?
Eric: Da mulher que te roubou o coração. – Zac tossiu com a afirmação.
Zac: Não á ninguém, nunca ouve…-Olhou o chão e percebeu que Eric não acreditava. – Mas conta me como vão os negócios?
(****)
Alex: Em casa tão cedo? – Perguntou espantando ao ver Vanessa na mesa rodeada de papéis.
Vanessa: O mesmo lhe digo senhor professor. – Respondeu sem olhar para o marido.
Alex: Passa se alguma coisa? – Aproximou se beijando lhe uma das bochechas.
Vanessa: Não apenas, estou a estudar um caso pra perceber se o vou aceitar ou não. – Bufou pousando as mãos na mesa, já tinha lido todo o processo mais de dez vezes.
Alex: E que tipo de caso é? – Puxou uma das cadeiras sentando se ao lado de Vanessa.
Vanessa: Bem é um tratamento sobre a base de uma cirurgia plástica, eu tenho que acompanhar esse homem e prepara-lo para que ele fique apto para todo o processo porque, pelo que li ele ainda não está pronto…quando era adolescente ficou preso num fogo ao que parece metade de seu rosto ficou marcado, é uma situação complicada. – Bebeu um pouco do seu chá e olhou para Alex.
Alex: Sempre pensei que os complicados fossem os que tu mais gostasses.
Vanessa: E são, mas teria que lhe dar a maioria do me tempo, é um longo processo, caso a operação corram bem ou mal, e os pacientes as vezes esperam uma coisa e saem outra ao que li ele já é bastante deprimido. – Encostou a sua cabeça no ombro do marido e fechou os olhos por um pouco.
Alex: Na tua voz…- Ela levantou a cabeça e o olhou. – Eu percebo que á alho mais; o que se passa?
Vanessa: Não tenho muita informação, mas ao que parece este acidente aconteceu na escola, ele ficou preso entre as chamas. – Muitas vezes quando fechava os olhos ainda relembrava olhar para a sua escola em chamas.
Alex: Faz-te pensar no passado? – Perguntou mas não teve resposta ela ficou travada nos seus pensamentos. – Bem a decisão é tua.
Vanessa: Eu sei apenas preciso ler isto mais algumas vezes e tomar uma decisão. – Voltou a juntar todas as folhas por ordem para voltar a ler e reler.

Alex: Bem eu vou buscar o livro, foi por isso que vim esqueci me dele, tenho que voltar para a escola. – Despediu se de Vanessa comum beijo na testa.
Cap.IV
Maika: Tu o conheces tão bem, podias dar uma força. – Mordeu a maçã enquanto caminhava detrás da sua mãe.
Kim: Tens razão eu o conheço bem, e é por ser assim que eu sei que ele não quer uma relação, deixa o patrão em paz. – Pediu batendo as almofadas e depois voltando ajeita-las no sofá.
Maika: Quando será que vais perceber que estou mesmo apaixonada? – Correu atrás da sua mãe para a cozinha que quando posou as batatas na mesa olhou atentamente para ela.
Kim: Apaixonada? Mal o conheces…
Maika: Vivemos com ele, dês de que eu era pequena, se não o conheço melhor é porque ele não deixa…- Bufou sentando se na cadeira pegou a faca ajudando a sua mãe. – Mas reconheceria a sua voz a metros de distância, e já vi fotografias dele de quando era mais novo.
Kim: Como? Ele as tem todas escondidas no seu baú; voltas te a mexer onde não devias.- Disse grosseira ao chegar aquela conclusão.
Maika: Tudo por amor…
Kim: Ele é mais velho que tu, não quer ninguém, esquece-o. – Mandou séria.
Maika: É pelo rosto dele? Eu sei que ele está magoado e não me importa, quando ele era jovem era lindo tenho a certeza que quando tivermos filhos eles terão os melhores genes…
Kim: Para, apenas para. – Gritou. – Sai desse mundo de sonhos minha filha e volta á realidade.
Maika: Por vezes parece que gostas mais dele do que de mim. – Limpou as mãos no pano de cozinha e saio.
Kim: Maika volta aqui! – Gritou.
Ryan: Venho numa má altura? – Perguntou ao ver o rosto preocupado de Kim.
Kim: Não meu querido, o mesmo de sempre. – Lavou as mãos servindo o lanche ao jardineiro. – Vi o jardim está manhã, não sei como mas fazes um excelente trabalhos as plantas, as árvores ate mesmo o relvado está tudo tão perfeito, mais do que alguma vez eu tinha visto.
Ryan: Apenas faço o meu trabalho. – Entregou o ramo de rosas vermelhas para Kim. – Gostava de ser eu a dar lhas, mas parece que Maika não está de humor. – Sorriu de lado.
Kim: Ela ama estas rosas, por vezes apenas queria que ela olhasse mais para ti. – Suspirou voltando para atenção para o jantar.
Ryan: Eu também…- Admitiu sem ter noção. – Quer dizer, eu, bem…
Kim: Não precisas de ficar tímido, sei o quanto és apaixonado por ela, talvez um dia ela também o veja.
(»»»»»)
Chace: Boa noite. – Gritou dando um susto em Zac ao entrar no escritório.
Zac: Sempre vieste jantar…- Aproximou se do irmão, pegando o pequeno ao colo. – E trouces-te o meu sobrinho contigo.
Chace: O que ei de fazer se ele adora o tio? – Sentou se no sofá cansado.
Zac: E eu adoro a ele…- Fechou os olhos quando sentiu as pequenas mãos tocarem na parte queimada de seu rosto, sentia uma certa satisfação pelo carinho vindo de alguém tão pequeno e não pela repulsa que sempre encontrava nos adultos. – Faz-me pensar tanto no meu filho.
Chace: Sempre pensas em procura-lo? – Perguntou recebendo de volta o filho nos braços.
Zac: Eu nunca o perdi. – Admitiu com um pequeno sorriso.
Chace: O que queres dizer? – Questionou enquanto Zac pegou um livro começando a foleá-lo como se procurasse algo.
Zac: Á anos que mandei procurar por Vanessa…- Entregou a fotografia de Riley, para Chace. – Sei que se casou com alguém que conheceu na Universidade, hoje em dia é professor, e que até pela profissão dele eles decidiram vir morar para Itália.
Chace: Não entendo o que queres dizer com isso da profissão dele se mudar para Itália…
Zac: Ao que parece na sua família a geração de homens deu aulas todos na mesma escola, aquela onde ele agora trabalha e seu pai é diretor.
Chace: Entendo, ao que parece sempre estiveram mais perto do que pensávamos.
Zac: Sim é estranho como tudo aconteceu, pode se dizer que realmente o mundo é uma ervilha, na altura eu fugi dela e agora é como se sem querer ela me encontrasse. – Engoliu seco, a ultima imagem que tinha na sua cabeça era de Vanessa a beijar Matt algo que lhe davam náuseas.
Chace: Que grande coincidência ser precisamente aqui que eles escolheram para viver. – Sorriu, era como se fosse o destino ou algo parecido, mas nem faléria o que estava pensar sabia que para Zac, Vanessa era um assunto acabado pelo menos isso tentava ele fazer acreditar.
Zac: De facto…
Chace: Bem, já falei com o meu colega médico o que te vai operar, e ao que parece já arranjamos uma psicóloga para ti, eu tratei de tudo daqui a uns dias ela vai-te visitar, seu que preferes que as consultas sejam aqui em casa.
Zac: E quem é ela? – Perguntou curioso ao perceber que seria uma mulher, ele preferiria um homem, como Eric lhe tinha dito e com razão ele sempre se escondia mais do sexo feminino, era como se as mulheres fossem mais criticas.
Chace: Apenas sei que é nova mas experiente, a verdade é que não sei muito sobre o assunto.
Zac: Ela que venha então. – Bateu as mãos de certo modo ate entusiasmado.
Chace: É essa atitude que queremos, optimista com vontade de te esforçares…
Zac: Vamos mas é jantar. – Pediu interrompendo um longo descuros de seu irmão.
Chace: Sim, é uma boa ideia.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Capítulo 2

Anos se passaram, Vanessa conseguiu completar a universidade onde encontrou o seu marido, Alex hoje vivem juntos com Rily e vive como um casal normal, dias de semana são monótonos durante os fins-de-semana raramente saem com os amigos. Já Zac conseguiu construir o seu império, vivia nas sobras da sua casa era um rapaz solitário mas os seus negócios estavam sempre no ponto que ele queria, o que não era de estranhar Zac vivia apenas para trabalhar.
Chace: Olá, olá. – Disse batendo na porta do escritório logo de seguida entrou. – Tudo bem? – Perguntou com seu triste mas grande sorriso.
Zac: Ocupado! – Disse sem parar de digitar.
Chace:        O normal. – Bufou revirando os olhos sentou se no sofá que Zac usava para fazer suas pequenas sestas já que muitas noites eram passadas em branco. – Mas e então?
Zac: E então? – Levantou a sobrancelha olhando o ecrã do computador e bufou ao ver que tinha que passar metade do trabalho que tinha feito de novo, por um simples erro, mas ele tinha-se tornado tão perfecionista.
Chace: Sim; e então? – Perguntou, exausto não resistido almofada que ali estava, aproveitou para se encostar um pouco.

Zac: Pareces um disco riscado com esse, e então? – Riu não percebendo o que o irmão queria.
Chace: Estou cansado e com pressa para ir buscar o meu filho que ficou com a baby-sitter, e tu nunca mais me dás uma resposta. – Ganhou forças e voltou alevantar-se.
Zac: Uma resposta? – Pensou por momentos e logo encheu as bochechas de ar bufando de seguida. – Ainda com essa ideia na cabeça?
Chace: Sim, é algo importante…- Baixou o ecrã do computador do seu irmão. – Podes deixar o trabalho por um segundo e prestares me atenção? Para de fugir, está mais do que na hora de fazeres está operação.
Zac: Já te disse que ainda não tenho uma decisão. – Levantou se desviando um pouco a cortina olhou para o jardim. – É algo que ainda, tenho que pensar.
Chace: Já tiveste mais do que tempo para refletir sobre o assunto, anos e anos e agora te estou a dar a oportunidade de receberes o teu rosto de novo. – Mostrou um sorriso de confiante.
Zac: E quem disse que o quero? – Olhou Chace de sorriso meu torto. – Não faria diferença!
Chace: Sabes mentires me não me faz diferença, mas não mintas a ti mesmo…- Aproximou se de Zac colocando lhe as mãos nos ombros. – Está casa só têm espelhos nas casas-de-banhos, não existem fotografias tuas nem velhas ou recentes, as cortinas estão sempre fechadas caminhas sempre pelo escuro, ou escondido debaixo dos capuzes dos teus casacos…não me venhas com a historia que a imagem não importa no momento em que não saias de casa, raras são as pessoas que conhecem o teu rosto, tu tens vergonha de ti mesmo e isso não está certo, até porque és uma pessoa maravilhosa devias deixar que te visse, as cicatrizes no teu rosto não fazem diferença, ou melhor não fariam tanta diferença se tu não deixasses; tu tens que voltar a viver, temos que reconquistar novamente a tua vida. – Apertou os ombros de Zac, á anos que ensaiava o discurso perfeito mas com um irmão tão teimoso era difícil.
Zac: A minha vida vai bem, muito obrigada. – Chace teve vontade de gritar, mas teve paciência como tinha tido durante todos aqueles anos.
Chace: Sei que aquele fogo não te marcou só por fora, também ás as cicatrizes de dentro, mas temos que as começar a sarar, e temos que começar por algum lado…viste a tua mãe morrer eu sei que ainda tens pesadelos com isso, sei que muitas vezes ainda sentes teu rosto em chamas, sei o quanto te dói e sei principalmente que aguentas muitas coisas calado querendo ser forte querendo enfrentar tudo sozinho, mas deixa me ajudar te, este cirurgião plástico é um dos melhores a seguir a mim lógico…- Fez voz de convencido o que fez Zac rir. – Ele vai-te deixar…
Zac: Normal, é para isso que eu quero o meu rosto de volta? – Voltou para detrás da sua secretaria colocando os cotovelos na mesa cruzou os dedos.
Chace: Infelizmente vivemos, numa sociedade fútil que vive da imagem, os que estão em nosso redor e não te conhecem, não conhecem a tua história te aponta o dedo, suas palavras são como farpas em teu coração…na secundaria tinhas tanta moral, sempre com o ego lá em cima, e hoje nem olhas para a tua sobra.
Zac: Não entendo este discurso tão grande…-Sorriu não querendo nem relembrar os tempos de escola. – Eu sei que já tens todos os planos feitos nessa tua cabecinha.
Chace: Como me conheces, estás cheio de razão, esse médico que te falei está á procura da psicóloga que virá falar contigo, avaliar te mentalmente, temos que perceber se estás apto mentalmente para todo o processo e preparar te para as operações que ai vêm…
Zac: Sim, não vão as coisas darem para o torto e eu fico bem pior do que estou…
Chace: Nada é 100% fiável, nem mesmo um preservativo.
Zac: Claro, boa comparação, mas existe sempre a pilula do dia seguinte. – Brincou, Chace era o único que o fazia sair do mundo dos negócios, nem que fosse por minutos.
Chace: O que eu quero dizer, é que o importante é tentar, e ter esperança. – Bateu de leve na cabeça de Zac.
Zac: Vai lá buscar o meu sobrinho, está a ficar tarde. – Bateu com o dedo no relógio de pulso mostrando as horas.
Chace: Isso quer dizer que eu te convenci?
Zac: Á uma pequena possibilidade disso ter acontecido, ei. – Reclamou quando sentiu Chace abraça-lo.
Chace: Mais tarde falamos. – Avisou saindo.
(»»»»»)
Kim: Se não têm a certeza porque disse que sim? – Encheu o pranto de Zac com uma sopa simples como ele tinha pedido.
Zac: Eu não disse que sim, foi um mais ou menos…a verdade é que. – Olhou para Kim e sorriu. – Eu sempre quis conhecer o meu filho e sempre vi o meu rosto como um muro para isso, sempre tive medo da sua reação ao ver a minha cara queimada.
Kim: Não se sinta com um mostro quando não o é. – Pediu passando lhe a mão pelo rosto. – É um homem tão magnífico, mas sempre foi tão fútil, com medo do que os outros pudessem pensar de si…mas faça isso ouça o seu irmão, ele o ama e quer o melhor para si.
Zac: Quando eu era novo a minha cara o meu corpo, eram tudo para mim…
Kim: E isso alguma vez lhe valeu de alguma coisa; lhe trouxe amor? – Engoliu seco quando viu como Zac a olhava séria. – Seu pai voltou a ligar. – Avisou achando melhor terminar o assunto por ali.
Zac: Disse o que queria? – Perguntou enquanto bebia seus remédios.
Kim: O mesmo de sempre, perguntou como estava. – Tirou lhe o prato vazio da frente e trouxe lhe a sobremesa.
Zac: Engraçado como agora lhe deu para dar lhe uma de super pai. – Riu com sarcasmo.
Kim: Somos seres humanos todos erramos, seu pai errou percebeu que o fez e agora apenas se quer aproximar de si, devia saber perdoar.
Zac: O jantar estava ótimo, obrigada precisava mesmo de recarregar as energias agora tenho que voltar para o escritório. – Avisou quebrando a conversa por ali.
(****)
Vanessa: Boa noite família. – Entrou em casa exausta caio de seguida no sofá que apenas tinha Alex entretido com um livro.
Alex: Seja bem aparecida. – Deixou o livro de lado e beijou a testa de Vanessa que se virou ao contrário tirando os saltos esperando pela sua massagem nos pés.
Vanessa: Desculpa, mas é que apareceu uma paciente na última hora a dizer que precisava muito de falar comigo…
Alex: Tens que aprender a dizer não. – Falou com um ar um pouco chateado enquanto massajava os pés de Vanessa.
Vanessa: Eu sei dizer não, mas ela realmente precisava de uma conversa.
Alex: Eu também preciso de uma conversa, de muitas, alias…não são sós os teus pacientes a precisar de ti, a tua família também precisa.
Vanessa: Vais recomeçar? – Perguntou cansada
Alex: Não…porque esse teu bom coração foi um dos mil motivos para eu ficar completamente apaixonado por ti. – Sorriu inclinado se para beijar Vanessa, que deitou metade do seu corpo no sofá aproveitando a boca doce do marido a percorrer seus lábios.
Riley: Finalmente …- Gritou dando um susto tanto em Vanessa como em Alex. – Estou cheio de fome.
Alex: Deixamos isto para depois. – Avisou Vanessa num sussurro. – Bem vamos para a mesa. – Avisou indo para a cozinha onde já tudo estava preparado.
Riley: Não podemos passar já á sobremesa? – Questionou interrompendo a conversa de seus pais.
Vanessa: Tu não tocaste ainda na comida que tens no prato …
Riley: Normal, ela está uma porcaria. – Cruzou os braços e bufou.
Vanessa: Mas que atitude e linguagem são essas? – Questionou num grito zangado. – Vai para para teu quarto.
Riley: Mas…
Alex: Vanessa ele estava cheio de fome. – Explicou ganhando um olhar zangado de Vanessa.
Vanessa: Que está com tanto apetite assim come o que lhe colocam á frente e não fica a queixar-se…
Riley: Ok, ok já estou a ir para o meu quarto. – Avisou saindo da mesa de jantar.
Alex: Achas que precisavas de reagir assim?
Vanessa: Dês de que as aulas começaram que ele está a ficar um mal-educado, por isso sim, não vejo outra maneira de reagir. – Bufou passado as mãos pelo rosto cansado.
Alex: Depois falamos com ele e tentamos entender o que se passa. – Pegou a mão de Vanessa beijando a.
Vanessa: Obrigada. – Agora foi a vez, dela pegar a mão dele e beija-la carinhosamente.
Alex: No fim posso-lhe levar uma fatia de bolo? – Perguntou com uma careta de menino assustado.
Vanessa: Ele portou se mal tem que entender que estava errado…mas ir para a cama de estômago vazio não lhe vai fazer bem, por isso sim, podes.
Alex: No final então vamos lá os dois levar lhe um lanchinho.
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Alguém sabe como deixar de seguir alguém? É que eu seguia um blogger que foi suspenso e recebo 2kilometros de publicidade...bem sei que demorei mas aqui está o cap, espero que gostem :) brigada pelos comentários anteriores.