Seguidores

Capitulos

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Capítulo 5

Chace: Isto de jantar ás luzes das velas é um pouco romântico para mim…- Brincou apenas conseguindo ver a comida em seu prato. – Será que um dia destes podíamos ter uma refeição de luz ligada?
Zac: Não consegues ver o prato? – Levou o pedaço de bife á boca enquanto se distraia com seus pensamentos.
Chace: Perfeitamente, mas não a ti, as velas estão ao meio desta mesa que é bastante grande cada um de nós está numa das pontas, eu nem vejo o fim da mesa…
Zac: Eu gosto que as coisas sejam assim. – Interrompeu calmamente Chace. – Eu aprendi a viver no escuro, e acabou se por tornar algo especial para mim, é relaxante acalma-me.
Chace: Não vou discutir. – Suspirou. – Estava tudo delicioso como sempre Kim é uma cozinheira magnífica…
Zac: É uma verdade, mas normal ficares tão encanto com os pratos dela, passas a vida a comer comida rápida ou enlatados.
Chace: Não tenho tempo, nem paciência para cozinhar e falando nisso eu queria-te perguntar se…bem achas que podia passar aqui a noite?
Zac: Claro que sim, gosto que tu e o meu sobrinho estejam, por cá está casa é demasiado grande para uma pessoa só.
Chace: Eu sei que ultimamente, fico sempre por aqui, mas dês da morte da Rafaela que aquele apertamento…não sei quando estou lá parece que me sinto vazio e frio. – Pegou o copo de vinho tomando só de um gole, as saudades ainda era imensas.
Zac: Não precisas, te explicar eu entendo, faz assim muda te para cá e vende aquele apartamento, fica por aqui o tempo todo que quiseres e quando sentires que estás pronto para ir, vais ou ficas aqui para sempre comigo não me atrapalhas em nada a decisão é tua.
Chace: Podes ficar descansado que um dia me irei embora, para sempre é muito tempo, apenas neste momento preciso de um pouco de espaço, de tudo o que aconteceu. – Voltou a encher o copo puxando o prato para longe seu estomago tinha dado um nó, tinha perdido a vontade de comer naquele momento.
Zac: Falamos sempre de mim…- Pousou os talheres olhando a face triste do irmão. – Porque não me contas sobre ti; como estás?
Chace: Triste, confuso…tento superar o mais rápido possível até pelo meu filho, mas a morte dela ainda é muito recente em mim, e eu ainda sinto tanto amor por ela. – Suspirou tentando guardar as lagrimas.
Zac: Tu escolheste uma bela mulher, Rafaela era completamente apaixonada por ti, pena que ficou doente e que na altura do parto teve que escolher entre si e o vosso filho, e ela escolheu o pequeno Mikael. – Teve vontade de se levantar e abraçar o irmão para o poder consolar, mas não conseguia aproximar se tanto das pessoas.
Chace: Vindo dela eu nunca esperaria outra coisa, ainda me lembro o dia em que nos conhecemos, ela derramou todo o gelado em cima de mim e começou a discutir, eu não conseguia ouvir os gritos dela, apenas estava encantado com aqueles olhos verdes, passado dai víamos nos todos o dias até que ela me disse que tinha que voltar para a sua terra Florença, mas eu me lembrei “ Hey meu irmão vive lá, eu posso ir contigo já”  ela naquele momento hesitou e terminou comigo eu não entendia ate chegar cá e perceber que ela estava noiva…
Zac: Mas eis que o amor falou mais alto e que nem que nos filmes na hora de dizer o sim ela fugiu para ficar contigo. – Terminou por Chace que concordou com o sorriso bobo no rosto ao relembrar a cena.
Chace: Bem estou cansado e está na hora de deitar Mikael, até amanhã. – Despediu se saindo da mesa.
Zac: Dorme bem. – Desejou vendo o irmão subido as escadas.
Maika: Desculpe…- Pediu dando um susto em Zac que estava noutro mundo. – Pensei que já tivessem terminado.
Zac: E já terminamos. – Engoliu seco, mas percebeu que ela não o conseguia ver. – Estás á vontade para arrumar a mesa. – Saio da sua cadeira dando costas.
Maika: Senhor? – Chamou fazendo virar novamente para si.
Zac: Conhecemos nos á muito tempo, trata me por Zac, quando dizes senhor me fazes sentir um idoso. – Riu tímido.
Maika: OK, Zac…- Deu dois passos até ele. – Achas que um dia destes podíamos ir tomar um copo?
Zac: Não me parece uma boa ideia. – Disse quase sem voz, já que ela cada vez se aproximava mais.
Maika: Porque; pela tua imagem, pelo que as pessoas dizem? A mim nada disso me importa. – Tentou, chegar ate Zac mas ele, consegui escapar.
Zac: Eu não quero ter nenhum tipo de relação acredita eu apenas te vou magoar…agora se me dás licença. – Saio o mais rápido que pode para seu escritório.
Ryan: Estás bem? – Questionou ao ver Maika quase partir os partos ao atira-los na pia.
Maika: O que estás a fazer ainda aqui? – Perguntou grosseiramente.
Ryan: Esperava te para saber se te apetece sair…
Maika: Contigo? – Riu alto e Ryan ficou sem perceber. – Não, não quero, nem hoje nem amanhã nunca.
(****)
Alex: Sempre aceitaste esse tal de caso? – Perguntou enquanto Vanessa se deitava na cama.
Vanessa: Sim fiquei bastante curiosa com o seu historial…- Disse retirando o livro das mãos de Alex que quando lia não ouvia nada. - Falaste com Riley?
Alex: Sim. – Avisou pousando o livro na mesinha de cabeceira desligou a luz afundando se mais um pouco na cama.
Vanessa: E já sabes o que se passa? É que comigo ele parece não querer falar.
Alex: Bem é que á coisa que um rapaz se sente mais á vontade a falar com um homem do que com uma mulher…
Vanessa: O que me estás a tentar dizer? – Perguntou um pouco nervosa.
Alex: Ele está a ter a sua primeira paixoneta. – Esclareceu calmo e um pouco contente.
Vanessa: O quê; como? – Gritou, logo Alex lhe tapou a boca.
Alex: Assim vais acorda-lo…-Avisou pedindo para baixar o tom. – É da professora de educação física que ele está apaixonado.
Vanessa: O quê? – Sussurrou com a enorme vontade de gritar.
Alex: Podias ter calma? Está tudo bem. – Riu sem entender o nervosismo de Vanessa.
Vanessa: Como está tudo bem, isso não têm lógica, não devia estar acontecer. – Alex a olhou de sobrancelha levantada.
Alex: Meu amor, não fiques histérica.
Vanessa: Ele vai se magoar…
Alex: Faz parte, quando eu era mais novo também me aconteceu. – Lembrou se rapidamente da professora de historia.
Vanessa: E também escondeste da tua mãe? – Perguntou dando um beliscão no braço de Alex, ao ver que ele caia nos pensamentos.
Alex: Quando se sentir preparado ele irá falar contigo. – Abraçou chegando para mais perto de si.

Vanessa: Assim espero, não quero que ele me deixe de fora das coisas importantes da sua vida afinal…- Olhou para Alex e fez uma careta ao perceber que ele já dormia. – Certo. – Bufou deitando a cabeça no peito do marido adormeceu.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Capítulo 3&4

Cap.III
Kim: Já disse que não acho que seja boa ideia. – Virava costas para Eric que a pressionava todos os dias para sair consigo.
Eric: Será apenas um copo; qual é o problema? – Encostou se a uma das paredes não estava disposto a sair dali sem levar um sim.
Kim: Tenho uma filha, sou viúva e olha bem para as nossas idades…- Iam falando enquanto preparava o jantar, não gostava fala olhando aqueles olhos azuis muito menos estar próxima dele, era um pouco irresistível para si embora não o admitisse nem ás paredes.- Não somos mais adolescentes!
Eric: Bem em primeiro lugar eu também sou pai, segundo foi o teu marido que morreu e não tu, terceiro não á nada de errado sair-mos na nossa idade alias quarto a nossa idade é a prova que somos adultos o suficiente para fazer o que nos apetece. - Deu de ombros mostrando como tudo era bem simples.
Kim: Eric…- Dirigiu-se a ele cansada. – O que aconteceu foi apenas uma noite, esquece. – Pediu, nem ela esquecia que á umas noite atrás ela tinha parado num bar para beber um pouco e relaxar e encontrou Eric e no meio da conversa e risos acabaram na cama.
Eric: Podes-me pedir para esquecer, mas isso nunca irá acontecer, a minha memória está bem refrescada, conheço o teu corpo o som do teu gemido…
Kim: Ok…ok. – Disse meio sem jeito, completamente envergonhada.
Eric: Não á porque corar, é algo normal. – Riu do rosto da loira.
Zac: Interrompo? – Ficou parado na porta olhando aqueles dois com cara de caso.
Eric: Zac meu amigo…- Aproximou se de Zac envolvendo com seu braço o puxou para dentro da cozinha. – É claro que não.
Kim: Bem eu tenho…- Olhou em redor não querendo acreditar que Zac teria ouvido aquela conversa. – Arrumar a sala é isso que eu tenho que fazer. – Saio o mais rápido que pode.
Zac: A serio que entraste em perseguição com Kim? – Sentou se pegando dois copos e a garrafa de vinho.
Eric: Ela gosta! – Disse cheio de certezas que ela ainda voltaria a seus braços.
Zac: Juízo meu amigo…- Pediu enquanto lhe enchia o copo até meio. – Sabes que para mim ela não é uma simples empregada, é como uma segunda mãe sempre esteve lá para mim, não a magoes.
Eric: Ela não é como as outras. – Prometeu enquanto ia buscar o pão juntamente com o queijo e presunto.
Zac: Huhu, já te, ouvi dizer isso tantas vezes…
Eric: Não é bem assim, as únicas pessoas, que eu disse isso me casei e tive filhos…
Zac: E depois veio o divórcio. – Riu da cara do amigo.
Eric: Tu pareces me um velho rabugento, devias encontrar alguém.
Zac: Com está cara acreditas que alguém me vai querer? – Apontou para seu rosto bebendo todo o líquido que estava em seu copo e de seguida voltando a enche-lo.
Eric: O que te prejudica não é o teu rosto e sim essa tua autoestima.
Zac: Outro. – Bufou num sussurro.
Eric: O quê? – Perguntou, estava demasiado entretido com a comida para perceber os pequenos sussurros.
Zac: Nada, falava com os meus botões. – Eric o olhou com um sorriso e Zac logo entendeu que ai vinha coisa.
Eric: A filha de Kim, como é seu nome mesmo? Maika é isso , olha bastante para ti ou melhor tenta porque tu não a deixas ver o teu rosto, não entendo porque és mais tímido com as mulheres.
Zac: Estou bem assim obrigada. – Levantou as mãos, pedido, uma pausa sobre aquele assunto.
Eric: Um dia destes tens que me contar. – Avisou apontando bem no rosto de Zac.
Zac: Do que estas a falar?
Eric: Da mulher que te roubou o coração. – Zac tossiu com a afirmação.
Zac: Não á ninguém, nunca ouve…-Olhou o chão e percebeu que Eric não acreditava. – Mas conta me como vão os negócios?
(****)
Alex: Em casa tão cedo? – Perguntou espantando ao ver Vanessa na mesa rodeada de papéis.
Vanessa: O mesmo lhe digo senhor professor. – Respondeu sem olhar para o marido.
Alex: Passa se alguma coisa? – Aproximou se beijando lhe uma das bochechas.
Vanessa: Não apenas, estou a estudar um caso pra perceber se o vou aceitar ou não. – Bufou pousando as mãos na mesa, já tinha lido todo o processo mais de dez vezes.
Alex: E que tipo de caso é? – Puxou uma das cadeiras sentando se ao lado de Vanessa.
Vanessa: Bem é um tratamento sobre a base de uma cirurgia plástica, eu tenho que acompanhar esse homem e prepara-lo para que ele fique apto para todo o processo porque, pelo que li ele ainda não está pronto…quando era adolescente ficou preso num fogo ao que parece metade de seu rosto ficou marcado, é uma situação complicada. – Bebeu um pouco do seu chá e olhou para Alex.
Alex: Sempre pensei que os complicados fossem os que tu mais gostasses.
Vanessa: E são, mas teria que lhe dar a maioria do me tempo, é um longo processo, caso a operação corram bem ou mal, e os pacientes as vezes esperam uma coisa e saem outra ao que li ele já é bastante deprimido. – Encostou a sua cabeça no ombro do marido e fechou os olhos por um pouco.
Alex: Na tua voz…- Ela levantou a cabeça e o olhou. – Eu percebo que á alho mais; o que se passa?
Vanessa: Não tenho muita informação, mas ao que parece este acidente aconteceu na escola, ele ficou preso entre as chamas. – Muitas vezes quando fechava os olhos ainda relembrava olhar para a sua escola em chamas.
Alex: Faz-te pensar no passado? – Perguntou mas não teve resposta ela ficou travada nos seus pensamentos. – Bem a decisão é tua.
Vanessa: Eu sei apenas preciso ler isto mais algumas vezes e tomar uma decisão. – Voltou a juntar todas as folhas por ordem para voltar a ler e reler.

Alex: Bem eu vou buscar o livro, foi por isso que vim esqueci me dele, tenho que voltar para a escola. – Despediu se de Vanessa comum beijo na testa.
Cap.IV
Maika: Tu o conheces tão bem, podias dar uma força. – Mordeu a maçã enquanto caminhava detrás da sua mãe.
Kim: Tens razão eu o conheço bem, e é por ser assim que eu sei que ele não quer uma relação, deixa o patrão em paz. – Pediu batendo as almofadas e depois voltando ajeita-las no sofá.
Maika: Quando será que vais perceber que estou mesmo apaixonada? – Correu atrás da sua mãe para a cozinha que quando posou as batatas na mesa olhou atentamente para ela.
Kim: Apaixonada? Mal o conheces…
Maika: Vivemos com ele, dês de que eu era pequena, se não o conheço melhor é porque ele não deixa…- Bufou sentando se na cadeira pegou a faca ajudando a sua mãe. – Mas reconheceria a sua voz a metros de distância, e já vi fotografias dele de quando era mais novo.
Kim: Como? Ele as tem todas escondidas no seu baú; voltas te a mexer onde não devias.- Disse grosseira ao chegar aquela conclusão.
Maika: Tudo por amor…
Kim: Ele é mais velho que tu, não quer ninguém, esquece-o. – Mandou séria.
Maika: É pelo rosto dele? Eu sei que ele está magoado e não me importa, quando ele era jovem era lindo tenho a certeza que quando tivermos filhos eles terão os melhores genes…
Kim: Para, apenas para. – Gritou. – Sai desse mundo de sonhos minha filha e volta á realidade.
Maika: Por vezes parece que gostas mais dele do que de mim. – Limpou as mãos no pano de cozinha e saio.
Kim: Maika volta aqui! – Gritou.
Ryan: Venho numa má altura? – Perguntou ao ver o rosto preocupado de Kim.
Kim: Não meu querido, o mesmo de sempre. – Lavou as mãos servindo o lanche ao jardineiro. – Vi o jardim está manhã, não sei como mas fazes um excelente trabalhos as plantas, as árvores ate mesmo o relvado está tudo tão perfeito, mais do que alguma vez eu tinha visto.
Ryan: Apenas faço o meu trabalho. – Entregou o ramo de rosas vermelhas para Kim. – Gostava de ser eu a dar lhas, mas parece que Maika não está de humor. – Sorriu de lado.
Kim: Ela ama estas rosas, por vezes apenas queria que ela olhasse mais para ti. – Suspirou voltando para atenção para o jantar.
Ryan: Eu também…- Admitiu sem ter noção. – Quer dizer, eu, bem…
Kim: Não precisas de ficar tímido, sei o quanto és apaixonado por ela, talvez um dia ela também o veja.
(»»»»»)
Chace: Boa noite. – Gritou dando um susto em Zac ao entrar no escritório.
Zac: Sempre vieste jantar…- Aproximou se do irmão, pegando o pequeno ao colo. – E trouces-te o meu sobrinho contigo.
Chace: O que ei de fazer se ele adora o tio? – Sentou se no sofá cansado.
Zac: E eu adoro a ele…- Fechou os olhos quando sentiu as pequenas mãos tocarem na parte queimada de seu rosto, sentia uma certa satisfação pelo carinho vindo de alguém tão pequeno e não pela repulsa que sempre encontrava nos adultos. – Faz-me pensar tanto no meu filho.
Chace: Sempre pensas em procura-lo? – Perguntou recebendo de volta o filho nos braços.
Zac: Eu nunca o perdi. – Admitiu com um pequeno sorriso.
Chace: O que queres dizer? – Questionou enquanto Zac pegou um livro começando a foleá-lo como se procurasse algo.
Zac: Á anos que mandei procurar por Vanessa…- Entregou a fotografia de Riley, para Chace. – Sei que se casou com alguém que conheceu na Universidade, hoje em dia é professor, e que até pela profissão dele eles decidiram vir morar para Itália.
Chace: Não entendo o que queres dizer com isso da profissão dele se mudar para Itália…
Zac: Ao que parece na sua família a geração de homens deu aulas todos na mesma escola, aquela onde ele agora trabalha e seu pai é diretor.
Chace: Entendo, ao que parece sempre estiveram mais perto do que pensávamos.
Zac: Sim é estranho como tudo aconteceu, pode se dizer que realmente o mundo é uma ervilha, na altura eu fugi dela e agora é como se sem querer ela me encontrasse. – Engoliu seco, a ultima imagem que tinha na sua cabeça era de Vanessa a beijar Matt algo que lhe davam náuseas.
Chace: Que grande coincidência ser precisamente aqui que eles escolheram para viver. – Sorriu, era como se fosse o destino ou algo parecido, mas nem faléria o que estava pensar sabia que para Zac, Vanessa era um assunto acabado pelo menos isso tentava ele fazer acreditar.
Zac: De facto…
Chace: Bem, já falei com o meu colega médico o que te vai operar, e ao que parece já arranjamos uma psicóloga para ti, eu tratei de tudo daqui a uns dias ela vai-te visitar, seu que preferes que as consultas sejam aqui em casa.
Zac: E quem é ela? – Perguntou curioso ao perceber que seria uma mulher, ele preferiria um homem, como Eric lhe tinha dito e com razão ele sempre se escondia mais do sexo feminino, era como se as mulheres fossem mais criticas.
Chace: Apenas sei que é nova mas experiente, a verdade é que não sei muito sobre o assunto.
Zac: Ela que venha então. – Bateu as mãos de certo modo ate entusiasmado.
Chace: É essa atitude que queremos, optimista com vontade de te esforçares…
Zac: Vamos mas é jantar. – Pediu interrompendo um longo descuros de seu irmão.
Chace: Sim, é uma boa ideia.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Capítulo 2

Anos se passaram, Vanessa conseguiu completar a universidade onde encontrou o seu marido, Alex hoje vivem juntos com Rily e vive como um casal normal, dias de semana são monótonos durante os fins-de-semana raramente saem com os amigos. Já Zac conseguiu construir o seu império, vivia nas sobras da sua casa era um rapaz solitário mas os seus negócios estavam sempre no ponto que ele queria, o que não era de estranhar Zac vivia apenas para trabalhar.
Chace: Olá, olá. – Disse batendo na porta do escritório logo de seguida entrou. – Tudo bem? – Perguntou com seu triste mas grande sorriso.
Zac: Ocupado! – Disse sem parar de digitar.
Chace:        O normal. – Bufou revirando os olhos sentou se no sofá que Zac usava para fazer suas pequenas sestas já que muitas noites eram passadas em branco. – Mas e então?
Zac: E então? – Levantou a sobrancelha olhando o ecrã do computador e bufou ao ver que tinha que passar metade do trabalho que tinha feito de novo, por um simples erro, mas ele tinha-se tornado tão perfecionista.
Chace: Sim; e então? – Perguntou, exausto não resistido almofada que ali estava, aproveitou para se encostar um pouco.

Zac: Pareces um disco riscado com esse, e então? – Riu não percebendo o que o irmão queria.
Chace: Estou cansado e com pressa para ir buscar o meu filho que ficou com a baby-sitter, e tu nunca mais me dás uma resposta. – Ganhou forças e voltou alevantar-se.
Zac: Uma resposta? – Pensou por momentos e logo encheu as bochechas de ar bufando de seguida. – Ainda com essa ideia na cabeça?
Chace: Sim, é algo importante…- Baixou o ecrã do computador do seu irmão. – Podes deixar o trabalho por um segundo e prestares me atenção? Para de fugir, está mais do que na hora de fazeres está operação.
Zac: Já te disse que ainda não tenho uma decisão. – Levantou se desviando um pouco a cortina olhou para o jardim. – É algo que ainda, tenho que pensar.
Chace: Já tiveste mais do que tempo para refletir sobre o assunto, anos e anos e agora te estou a dar a oportunidade de receberes o teu rosto de novo. – Mostrou um sorriso de confiante.
Zac: E quem disse que o quero? – Olhou Chace de sorriso meu torto. – Não faria diferença!
Chace: Sabes mentires me não me faz diferença, mas não mintas a ti mesmo…- Aproximou se de Zac colocando lhe as mãos nos ombros. – Está casa só têm espelhos nas casas-de-banhos, não existem fotografias tuas nem velhas ou recentes, as cortinas estão sempre fechadas caminhas sempre pelo escuro, ou escondido debaixo dos capuzes dos teus casacos…não me venhas com a historia que a imagem não importa no momento em que não saias de casa, raras são as pessoas que conhecem o teu rosto, tu tens vergonha de ti mesmo e isso não está certo, até porque és uma pessoa maravilhosa devias deixar que te visse, as cicatrizes no teu rosto não fazem diferença, ou melhor não fariam tanta diferença se tu não deixasses; tu tens que voltar a viver, temos que reconquistar novamente a tua vida. – Apertou os ombros de Zac, á anos que ensaiava o discurso perfeito mas com um irmão tão teimoso era difícil.
Zac: A minha vida vai bem, muito obrigada. – Chace teve vontade de gritar, mas teve paciência como tinha tido durante todos aqueles anos.
Chace: Sei que aquele fogo não te marcou só por fora, também ás as cicatrizes de dentro, mas temos que as começar a sarar, e temos que começar por algum lado…viste a tua mãe morrer eu sei que ainda tens pesadelos com isso, sei que muitas vezes ainda sentes teu rosto em chamas, sei o quanto te dói e sei principalmente que aguentas muitas coisas calado querendo ser forte querendo enfrentar tudo sozinho, mas deixa me ajudar te, este cirurgião plástico é um dos melhores a seguir a mim lógico…- Fez voz de convencido o que fez Zac rir. – Ele vai-te deixar…
Zac: Normal, é para isso que eu quero o meu rosto de volta? – Voltou para detrás da sua secretaria colocando os cotovelos na mesa cruzou os dedos.
Chace: Infelizmente vivemos, numa sociedade fútil que vive da imagem, os que estão em nosso redor e não te conhecem, não conhecem a tua história te aponta o dedo, suas palavras são como farpas em teu coração…na secundaria tinhas tanta moral, sempre com o ego lá em cima, e hoje nem olhas para a tua sobra.
Zac: Não entendo este discurso tão grande…-Sorriu não querendo nem relembrar os tempos de escola. – Eu sei que já tens todos os planos feitos nessa tua cabecinha.
Chace: Como me conheces, estás cheio de razão, esse médico que te falei está á procura da psicóloga que virá falar contigo, avaliar te mentalmente, temos que perceber se estás apto mentalmente para todo o processo e preparar te para as operações que ai vêm…
Zac: Sim, não vão as coisas darem para o torto e eu fico bem pior do que estou…
Chace: Nada é 100% fiável, nem mesmo um preservativo.
Zac: Claro, boa comparação, mas existe sempre a pilula do dia seguinte. – Brincou, Chace era o único que o fazia sair do mundo dos negócios, nem que fosse por minutos.
Chace: O que eu quero dizer, é que o importante é tentar, e ter esperança. – Bateu de leve na cabeça de Zac.
Zac: Vai lá buscar o meu sobrinho, está a ficar tarde. – Bateu com o dedo no relógio de pulso mostrando as horas.
Chace: Isso quer dizer que eu te convenci?
Zac: Á uma pequena possibilidade disso ter acontecido, ei. – Reclamou quando sentiu Chace abraça-lo.
Chace: Mais tarde falamos. – Avisou saindo.
(»»»»»)
Kim: Se não têm a certeza porque disse que sim? – Encheu o pranto de Zac com uma sopa simples como ele tinha pedido.
Zac: Eu não disse que sim, foi um mais ou menos…a verdade é que. – Olhou para Kim e sorriu. – Eu sempre quis conhecer o meu filho e sempre vi o meu rosto como um muro para isso, sempre tive medo da sua reação ao ver a minha cara queimada.
Kim: Não se sinta com um mostro quando não o é. – Pediu passando lhe a mão pelo rosto. – É um homem tão magnífico, mas sempre foi tão fútil, com medo do que os outros pudessem pensar de si…mas faça isso ouça o seu irmão, ele o ama e quer o melhor para si.
Zac: Quando eu era novo a minha cara o meu corpo, eram tudo para mim…
Kim: E isso alguma vez lhe valeu de alguma coisa; lhe trouxe amor? – Engoliu seco quando viu como Zac a olhava séria. – Seu pai voltou a ligar. – Avisou achando melhor terminar o assunto por ali.
Zac: Disse o que queria? – Perguntou enquanto bebia seus remédios.
Kim: O mesmo de sempre, perguntou como estava. – Tirou lhe o prato vazio da frente e trouxe lhe a sobremesa.
Zac: Engraçado como agora lhe deu para dar lhe uma de super pai. – Riu com sarcasmo.
Kim: Somos seres humanos todos erramos, seu pai errou percebeu que o fez e agora apenas se quer aproximar de si, devia saber perdoar.
Zac: O jantar estava ótimo, obrigada precisava mesmo de recarregar as energias agora tenho que voltar para o escritório. – Avisou quebrando a conversa por ali.
(****)
Vanessa: Boa noite família. – Entrou em casa exausta caio de seguida no sofá que apenas tinha Alex entretido com um livro.
Alex: Seja bem aparecida. – Deixou o livro de lado e beijou a testa de Vanessa que se virou ao contrário tirando os saltos esperando pela sua massagem nos pés.
Vanessa: Desculpa, mas é que apareceu uma paciente na última hora a dizer que precisava muito de falar comigo…
Alex: Tens que aprender a dizer não. – Falou com um ar um pouco chateado enquanto massajava os pés de Vanessa.
Vanessa: Eu sei dizer não, mas ela realmente precisava de uma conversa.
Alex: Eu também preciso de uma conversa, de muitas, alias…não são sós os teus pacientes a precisar de ti, a tua família também precisa.
Vanessa: Vais recomeçar? – Perguntou cansada
Alex: Não…porque esse teu bom coração foi um dos mil motivos para eu ficar completamente apaixonado por ti. – Sorriu inclinado se para beijar Vanessa, que deitou metade do seu corpo no sofá aproveitando a boca doce do marido a percorrer seus lábios.
Riley: Finalmente …- Gritou dando um susto tanto em Vanessa como em Alex. – Estou cheio de fome.
Alex: Deixamos isto para depois. – Avisou Vanessa num sussurro. – Bem vamos para a mesa. – Avisou indo para a cozinha onde já tudo estava preparado.
Riley: Não podemos passar já á sobremesa? – Questionou interrompendo a conversa de seus pais.
Vanessa: Tu não tocaste ainda na comida que tens no prato …
Riley: Normal, ela está uma porcaria. – Cruzou os braços e bufou.
Vanessa: Mas que atitude e linguagem são essas? – Questionou num grito zangado. – Vai para para teu quarto.
Riley: Mas…
Alex: Vanessa ele estava cheio de fome. – Explicou ganhando um olhar zangado de Vanessa.
Vanessa: Que está com tanto apetite assim come o que lhe colocam á frente e não fica a queixar-se…
Riley: Ok, ok já estou a ir para o meu quarto. – Avisou saindo da mesa de jantar.
Alex: Achas que precisavas de reagir assim?
Vanessa: Dês de que as aulas começaram que ele está a ficar um mal-educado, por isso sim, não vejo outra maneira de reagir. – Bufou passado as mãos pelo rosto cansado.
Alex: Depois falamos com ele e tentamos entender o que se passa. – Pegou a mão de Vanessa beijando a.
Vanessa: Obrigada. – Agora foi a vez, dela pegar a mão dele e beija-la carinhosamente.
Alex: No fim posso-lhe levar uma fatia de bolo? – Perguntou com uma careta de menino assustado.
Vanessa: Ele portou se mal tem que entender que estava errado…mas ir para a cama de estômago vazio não lhe vai fazer bem, por isso sim, podes.
Alex: No final então vamos lá os dois levar lhe um lanchinho.
(S2S2S2S2S2S2S2S2)
Alguém sabe como deixar de seguir alguém? É que eu seguia um blogger que foi suspenso e recebo 2kilometros de publicidade...bem sei que demorei mas aqui está o cap, espero que gostem :) brigada pelos comentários anteriores.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Aviso

Eu sei, que estou a demorar neste blog, mas eu não o deixei para lá ou me esqueci, apenas como comecei uma nova historia estou adiantando lá os capítulos para depois começar aqui, portanto meninas não deixem de ler ;)

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Capítulo 1/2ª Parte

A divulgar a minha historia em parceira com Laura Nothing Compares To You
 http://zanessancy.blogspot.pt/ e tenho que pedir desculpas a Ana Sousa mas como demorei para postar esqueci, mas já aqui está a divulgação de When love happens http://zanessa-whenlovehappens.blogspot.pt/?m=1
(**********)
O tempo passou, minutos, horas, dias meses, anos, voavam enquanto Zac se mantinham encerrado numa casa “preso” na Venezuela. Trancado entre quatro paredes de seu quarto passava o dia a espreitar pela janela, podia ver como os casais apaixonados passavam, como as crianças brincavam, e ele ali sempre igual. Pensava muitas vezes em Vanessa e do modo como seria seu filho, seu filho aquele que lembrava todos os dias, tinha curiosidade de o conhecer mas sabia que não podia sua cara estava destroçada a única coisa que uma criança iria ver nele seria um mostro.
David: Zac? – Chamou entrando pela porta do quarto enquanto rapidamente escondeu se debaixo do seu capuz. – Vim ver como estavas. – Tentou se aproximar mas Zac não deixava.
Zac: Eu estou normal. – Seu sorriso sarcástico ecoou pelo quarto.
David: Como te sentes? – Perguntou quase sem voz, por vezes sentia pena de Zac, mas acreditava estar a fazer o melhor para ele, naquela altura Vanessa achava que ele era um mostro sem coração por nem ter ido ao enterro de sua mãe e para David isso era ótimo seu filho ficar longe da morena.
Zac: Eu não sinto nada. – Falou encostando se perto da janela.
David: Precisas de alguma coisa? - Colocou a mão no ombro de Zac.
Zac: Que saia da minha vida. – Suspirou querendo que o pai saísse logo, não suportava a sua presença.
David: Porque estas assim? – Viu Zac virar se bruscamente para sim tirando o seu capuz mostrou a cara ainda magoada.
Zac: É por isto que eu estou assim. – Apontou para o rosto gritando. – Eu pareço quem nem sou mais um humano, porque até me trancar como um animal, o pai me trancou. – Riu tapando novamente o rosto escondendo se no escuro.
David: Eu fiz o que é melhor para ti, experimenta sair assim á rua e a única coisa que verás é olhares de repugnância caírem sobre ti…
Zac: Como o do pai? – Gritou, não suportava mais seu pai, ele fazia tudo ficar pior.
David: O melhor é eu ir, se precisares de alguma coisa, avisa. – Disse saindo não queria mais discutir.
Kim: Menino? – Bateu de leve na porta, assim que David saio correu para o quarto de Zac sabia que ele chorava sempre que seu pai saia. – Zac? – Chamou novamente, assustada por não obter uma resposta entrou no quarto e via como Zac fazia as malas. – O que está a fazer? – Perguntou querendo uma resposta fácil, não era fácil falar com Zac ele estava sempre calado e sempre no seu canto.
Zac: Vou me embora, é isso que eu estou a fazer estou a sair deste inferno. – Bufou indo até ao armário e retirando as ultimas peças de roupa.
Kim: Discuti-o de novo com seu pai, mas tudo ficara bem…
Zac: Não, nada ficara bem enquanto eu ficar preso aqui, sem fazer nada eu vou ficar louco. – Gritou parando por segundos, estava tão furioso que sentia suas mãos tremerem.
Kim: Isto não é uma boa ideia. – Tentava meter juízo na cabeça de Zac mas ele apenas não a ouvia, porque ela desconhecia o que se passava.
Zac: Venha comigo. – Pediu num suspiro. – Eu preciso de alguém de confiança. – Retirou o capuz olhando para Kim que ficou sem palavras, seus olhos queriam encher de lagrimas e agora entendia o porque dele ser tão deprimido.
Kim: O que aconteceu? – Tentou tocar no rosto dele mas em vão.
Zac: Prefiro não falar no assunto. – Confessou detestava ter flash de tudo o que se tinha passado lembrava se de como sua mãe morria entre gritos de dor. – Mas vem ou não comigo?
Kim: Para onde? – Riu achando que Zac tinha ficado louco.
Zac: Minha mãe me deu uma casa, e algum dinheiro que o meu pai não pode tocar para que se algo lhe acontecesse eu tivesse alguma coisa. – Sorriu ao lembrar de todo o amor que a sua mãe lhe dava, como ele tinha saudades disso. – Meus avôs mantermos eram fabricantes de um dos melhores vinhos de Itália mas depois de eles morrerem o negócio caio por terra, essa casa que eu tenho vem com esse vinheiro e eu vou voltar a erguer o negócio para ter algo meu.
Kim: Percebe alguma coisa de negócios? – Perguntou preocupada, Zac estava trancado á demasiado tempo, ele não sabia o que era a vida.
Zac: Dês de que me entendo por gente, venho de uma família de empresários pode não acreditar mas eu sei o que faço, mas eu preciso de alguém que me apoie eu preciso da sua ajuda.
Kim: Eu não posso…
Zac: Seu marido morreu, ficou com um afilha para criar, não tem amigos aqui, eu poço lhe prometer uma vida melhor, apenas confie em mim. – Implorou, ele queria ir em frente mas realmente sabia que precisava daquele apoio.
Kim: Eu devo estar tão doida como o menino, mas certo eu vou consigo. – Disse ganhando um forte abraço.
Zac: Não se vai arrepender eu prometo.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Capítulo 1/1ª Parte

Um ano depois Vanessa via se de lagrimas nos olhos, quando lhe entregavam o diploma; apesar de todas as dificuldades, apesar de ser difícil ser mãe adolescente e estudante ao mesmo tempo, ela tinha conseguido se graduar.
Scott: Hey, que tal o teu lindo sorriso. – Chamou atenção de Vanessa apontando lhe a sua camara fotográfica.

Ashley: Amiga, conseguimos. – Correu para os braços de Vanessa esmagando a em seus braços.
Greg: Parabéns. – Tossiu olhando em seu redor.
Vanessa: Obrigada pai, e agradeço que tenha vindo. – Falou tímida, ela e seu pai se tinham tornado dois desconhecidos.
Gina: Olha quem está aqui. – Aproximou se com o neto nos braços, ao longe podia notar a tenção daquele grupo, já tinha a perceção que Greg estaria a ser demasiado duro.
Vanessa: Olá meu amor. – Pegou o filho nos braços enchendo as suas gordas bochechas de beijos.
Matt: É igualzinho á mãe. – Disse com um sorriso branco ao longe enquanto Gina refletia para si “ na verdade é bastante mais parecido com o pai.” – Fico feliz por teres conseguido, é isto que tu sempre quiseste.
Ashley: Como tens a cara de sequer te dirigires para ela? – Ia para cima de Matt mas Scott pegou seu braço a tempo.
Matt: Todos comentamos erros…
Greg: Tu raptaste a minha filha. – Interrompeu o entre dentes. – E se te lembras o tribunal decidiu que terias que estar a vinte metros dela, e isto claro porque a tua família é rica porque teu lugar é atras das grandes.
Matt: Nós sempre fomos amigos; porque tanto rancor agora? – Questionava se confuso e todos o olhavam como se ele tivesse dito uma barbaridade porque a verdade é que a tinha dito.
Greg: És um inconsciente não é mesmo? – Sentiu sua mulher pegar-lhe a mão e agradeceu porque se aquele rapaz não saísse dali ele lhe partiria todos aqueles dentes brancos.
Matt: Devias-mos esquecer o passado…
Greg: Desaparece daqui imediatamente e não te atrevas aproximar da minha família; sai. – Mandou chamando atenção de quem estava em seu redor pelo seu grito mas não conseguia mais suportar a presença de Matt.
Matt: Tchau Vanessa. – Piscou, saindo.
Ashley: Que estupido. – Bufou, de fato as pessoas surpreende nunca sabemos quem elas são e Matt era a prova viva disso.
Vanessa: Está tudo bem. – Pegou a mão de seu pai que tremia de raiva.
Greg: Eu tenho que te proteger, e ao meu neto. – Olhou para Riley que se mantinha no colo e Vanessa, por mais que ele quisesse não conseguia ceder ao brilho dos olhos de seu neto.
Gina: Bem nós vamos para casa…- Pegou o pequeno ao colo deixando Vanessa livre. – E tu sai um pouco diverte-te. – Pediu para a filha que sorriu feliz, ganhando um olhar rancoroso de Greg que não concordava com a ideia.
Vanessa: Obrigada mãe. – Abraçou sua mãe saindo dali com os amigos antes que o seu pai a colocasse no carro e não a deixasse ir a lado nenhum, ele tinha ficado de tão mau humor que tinha a capacidade de ser cruel por vezes.
****»»»» ****
Robert: Estava a haver que nunca mais. – Levantou os braços, chamando o grupo para a sua mesa, estava sentando numa mesa no meio de um jardim público, onde tinha combinado se encontrarem.
Kristen: Estas coisas demoram. – Olhou o relógio vendo que realmente se tinha atrasado.
Robert: Tenho pena de não poder ter estado lá. – Beijou rápido Kristen.
Vanessa: Depois do que aconteceu é o melhor. – Avisou lembrando que ele tinha começado a receber cartas com ameaças de morte depois do acontecimento na escola.
Robert: Eu sei…- Suspirou fechando os olhos, nem ele acreditava que tinha feito uma coisa tão cruel, nem ele poderia acreditar que mesmo assim, aquelas pessoas estavam ao seu lado gostando dele. – Mas como foi?
Kristen: Emocionante…- Foi afastada por Scott que puxou pela camara.
Scott: Estão um máximo não estão? – Robert o olhou de lado Scott era um bom fotografo mas ele acreditava ser bem melhor.
Robert: Sim embora…
Ashley: Não vão começar a discutir quem é o melhor por favor. – Revirou-os olhos parando os antes mesmo deles poderem começar.
Robert: Onde está o Riley? – Perguntou querendo desviar a conversa das habituais discussões.
Vanessa: Minha mãe ficou com ele, mas já estou cheia de saudades…- Sorriu de lado. – Apesar de ser mãe na adolescência não ser nada fácil, não imagino mais a minha vida sem ele.
Scott: Mas como vais fazer agora, na Universidade? – Olhou para Ashley triste ao imaginar se longe da sua loira ele não acreditava minimamente ele relações á distância.
Kristen: Ela vai ter o nosso apoio, como sempre sonhamos iremos para a casa que os meus pais me deram, o que é menos uma despesa a reda fica bem mais barata…
Ashley: Sim, e todas iremos trabalhar, temos namorados, bem será perfeito podemos nos divertir mas ao mesmo tempo, ajudar Vanessa a cuidar de Riley. – Robert franziu a testa não acreditando que seria assim tão fácil como elas pintavam a situação.
Scott: Um homem no meio de tantas mulheres pobre…au. – Reclamou ao senti o punho de Kristen em seu ombro.
Kristen: Ele vai crescer, um rapaz muito educado, não é Vanessa?
Vanessa: Sim claro que sim…sei que vai ser difícil mas não posso desistir do meu futuro por mim e pelo meu filho, eu quero-lhe dar uma boa vida. – Suspirou, tendo um certo medo de não conseguir.
Scott: Tu…- Olhou as mãos não sabendo como começar a conversa. – Nunca mais te perguntaste o que aconteceu a Zac?
Vanessa: Porque o faria, ele se foi embora apenas. – Deu de ombros.
Robert: E se não foi isso que aconteceu, foi o que Matt falou mas não acredito que ele fosse honesto…
Scott: Sim e depois á David que te confirmou, mas o pai de Zac é como Matt ele não queria que fosses ficassem juntos. – Completou, todos não acreditavam que Zac fosse embora e deixasse a morena gravida á excepção de Vanessa.
Vanessa: Passou se um ano e alguns meses, se Zac quisesse voltar ele teria aparecido. – Disse um pouco irritada com os amigos. – Olhem, eu percebo que tenham boas intenções, mas coloquem se no meu local, eu o amava ele me prometeu que teríamos este filho que nunca me abandonaria que tomaria conta de nós e aconteceu tudo ao revés.
Robert: Ouvem um fogo, e se ele…
Vanessa: Ele não está morto. – Sorriu de lado não suportando mais o assunto. – Ele apenas me abandonou.
Ashley: O que importa é que vamos para Londres, uma boa universidade uma grande companhia e um fantástico futuro. – Piscou para Vanessa pedindo aos amigos que parecem de vez com aquele assunto.

Vanessa: Sim, o que importa agora é Riley e o meu futuro, Zac é passado.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Personagens:

Principais:

Zac um produtor de vinhos em Itália tendo também construído alguns restaurantes; uma pessoa muito solitária além de ser um empresário nunca era visto tratava dos seus assuntos por computador ou mandava alguém por ele; seu rosto era desconhecido até mesmo para aqueles que estavam em seu redor.
Vanessa uma orgulhosa psicóloga, apesar de ter um filho ainda muito jovem ultrapassou todas as barreiras com ajuda das suas amigas que sempre estiveram ao seu lado. Uma pessoa com grande confiança em si mesma, depois por tudo o que passou no passado não deixou mais ninguém passar por cima de si.

Secundários:

Eric tem cinco filhos quatro rapazes de seu primeiro casamento e uma rapariga do segundo; sempre foi muito mulherengo por isso sempre foi incapaz de manter uma relação séria. Um cozinheiro conhecido mundialmente, começou por trabalhar com Zac até que este lhe ofereceu um dos seus restaurantes em Itália.
Ryan um apaixonado pela natureza, seus pais morreram num acidente de carro quando ele tinha apenas cinco anos, e foi viver com os avôs. Herdeiro de uma grande herança e com um curso completado de arquitetura decidiu isolar se no jardim da mansão de Zac, onde se acabou por enamorar de Maika que nem sabia da sua existência.
Alex professor de literatura, ama a sua profissão sempre viveu para aquilo que estudou, casado com Vanessa e dedicado ao seu filho Riley que apesar de não ser de sangue um via igualmente como seu filho.
Riley um jovem lunático, muito fechado para o mundo e muito aberto para a fantasia, adorava os seus livros e muito pouco tempo vivia na realidade, a sua única curiosidade era descobrir quem era seu verdadeiro pai, e o porque de o abandonar.
Chace um homem como sempre foi delicado e de grande postura, pai de um recém-nascido e viúvo depois da sua mulher morrer de cancro. Ainda vivendo em luta esta sempre ao lado de seu irmão e vive para seu trabalho cirurgião plástico.

Kim na sua adolescência era modelo, mas depois de conhecer seu marido deixou a vida da fama começando a seguir o humilde trabalho da mãe que trabalhava em várias casas como empregada, depois da morte de seu marido toda a sua vida mudou começando a discutir constantemente com a sua filha Maika, o que deixou a sua relação de mãe e filha insuportável.
Maika uma jovem estudante, que sonhava alto, desejava ter tudo o que podia e não imaginava se com a profissão de sua mãe, revoltada com a morte do pai se perdeu um pouco no mundo do álcool e drogas, tonando se uma adolescente rebelde.
Ashley. B conheceu Vanessa na faculdade e tornaram se grande amigas sendo ela que apresentou o seu irmão Alex a Vanessa com quem anos depois ela veio a casar; seu trabalho é a engenheira eletrónica que não lhe dá muito tempo para os amigos ou para ter uma vida normal.
Kristen trabalha na indústria do ambiente, casada com Robert com quem teve alguns problemas pela sua doença mas conseguiram superar acabando por ter filhos, um casal de gémeos o que acabou por os aproximar mais ainda.
Ashley sua paixão sempre foi moda e consegui entrar nesse mundo tornando se uma professora de design, casou se recentemente com Scott quem ela amava mas tinham demasiadas discussões pelo trabalho dele de jornalista os afastar demasiado.