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terça-feira, 18 de setembro de 2012

Capítulo 25


Antes de postar gostaria de divulgar a nova historia de Stephanie_95_7 Follow your heart  http://zanessa-forever.blogspot.pt/ começou á muito pouco tempo mas já promete deia o salto até lá  =) 
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Eminem – No Love (ft.Lil Wayner)

Pode continuar batendo mas não vai me derrubar
Nenhum amor foi perdido, nem encontrado
É um pouco tarde demais para dizer que você sente muito agora
Você me chutou quando eu já tava caído
Mas o que você diz apenas (não me magoa, não me magoa mais)
Puta, você tem (amor nenhum)
Você não demonstra nada além de ódio
Você me jogou no chão
Mas tudo que vai, volta
E você não (não me magoa)
                                                                       
Você (não me magoa mais)


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Tanto a respiração de Vanessa como de Ashley parecia ter parado; as batidas de seus corações amentaram, e o suor escorriam lhes frio pelas suas testas. Tudo piorou quando viram Robert tirar a arma e aponta-las á cara; despois do assalto no café, Vanessa não acreditava que veria mais algum dia um cano de uma arma apontada a seu rosto.
Vanessa: Porque estás assim vestido; porque essa arma? – Falou sem saber como tinha conseguido estava tão nervosa que a sua garganta estava áspera; Robert não parecia mais o bibliotecário de sorriso meigo no rosto; agora estava com uma postura totalmente diferente.
Robert: Mudei de vestuário. – Sorriu de lado olhando a sua camisa branca por momentos, sabia que iria ficar vermelha do sangue das vidas que ele iria tirar. – Se entrasse logo assim iria atrair olhares alheios e desconfianças, por isso me troquei á pouco no banheiro masculino; o que achas da minha roupa para a matassa?
Ashley: Ma…matassa? – Gaguejou apertando tanto o braço de Vanessa que esta gemeu.
Robert: Sabes a Avril? – Mordeu o lábio prendendo as lagrimas que queriam descer pelo seu rosto.
Vanessa: O que tem ela; foste tu que a matas-te? – Perguntou dando dois passos para trás com Ashley sempre colada.
Robert: Claro que não. – Gritou pela insinuação. – Jamais fazia isso; mas esta gente á nossa volta, esses sim são os verdadeiros assassinos.
Ashley: Robert; tem calma e explica te…- Tentou se aproximar dele mas a arma que ele apontava não deixava.
Robert: Não dês um passo! – Ordenou num grito estridente e nervoso. – Melhor dizendo andem para a frente. – Mandou e elas caminharam até á despensa que a sala continha, era bastante apertada, mal cabiam lá as duas, mas esse era o menor dos seus problemas naquele momento.
Vanessa: Vais nos matar? – Fechou os olhos com medo da resposta.
Robert: Achas que devo? – Olhou para um dos cantos da sala onde nem Vanessa ou Ashley não viam ninguém.
Ashley: Com que achas que ele fala? – Sussurrou no ouvido de Vanessa enquanto apertava as mãos.
Vanessa: Não sei; mas parece-me que ele não está nada mesmo nada bem. – Olhou atentamente a cara de Robert, parecia louco, lunático.
Ashley: O que vais fazer? – Perguntou quase sem voz para Robert que levantou a arma mais uma vez para elas.

Robert: Apenas vos trancar senão irão dar cabo do meu plano…- Pegou numa das cordas e virou Ashley e começou a prender lhe as mãos.
Vanessa: Não apertes tanto…- Pediu ao vir o modo como ele tratava as mãos de Ashley. – Por favor apenas explica me o que se passa aqui, porque estas a fazer isto, porque estas a ser cruel…tu parecias tão calmo tão pacato, e agora não és mais essa pessoa.
Robert: Eu tinha uma irmã. – Sussurrou empurrando Ashley para dentro da despensa.
Ashley: Avril? Mas o vosso último nome não é igual. – Deixou se cair ficando sentada estava tão nervosa que suas pernas não aguentavam.
Robert: Ela era a minha melhor amiga, para mim era minha irmã…- Puxou Vanessa começando-lhe atando as mãos também. – Ultimo nome ou sague igual não importava o que importava era o sentimento…era não é, porque ainda vive muito dentro de mim, ela está em todo lado inclusive aqui.
Vanessa: E o que aconteceu com ela? – Gemeu quando ele apertou a corda com força em seu pulso.
Robert: Nós estudamos sempre na mesma escola, sempre na mesma turma…eramos inseparáveis, mas tínhamos uma diferença, ela pelas artes da música eu pela ciência do corpo; e quando chegamos aqui essa diferença nos afastou um pouco. – Suspirou, angustiado. -  Eu tinha que estar mais focado nas aulas e a deixei um pouco de parte, comecei a falar com outras pessoas…e cada vez nos afastamos mais…até ao dia que descobri que a maltratavam, chamava lhe nomes, muitas vezes lhe batiam e excluíam de tudo; ela estava sempre sozinha, e por meses e meses eu nunca entendi o quanto solitária ela estava porque…fui tão idiota que apenas me foquei nos meus trabalhos nas minhas aulas, em ter boas notas para a faculdade.
Vanessa: Tu não tiveste culpa…
Robert: Eu tive…- Empurrou Vanessa fazendo com que ela batesse com a cabeça numa das quinas de uma mesa e logo o sague escorreu. – Eu tive sim. – Gritou caindo em cima de Vanessa e lhe deu duas bofetadas e teria continuado mas Ashley se atirou para cima dele e ele se afastou. – Porque a magoaram, e eu não estava lá, ela não teve um ombro amigo, não teve paz não teve onde se sentir bem…e por isso, subi-o ao telhado da escola e simplesmente se atirou. – As lagrimas começaram a cair, Vanessa fez sinal para Ashley e ela tentou correr e gritar mas ele agarrou a tempo tapando lhe a boca. – Ainda me lembro como ela caio…abri-o os braços como uma ave, e se deixou ir como se fosse ganhar algum tipo de liberdade. – Seus olhos se embaciaram pelas lagrimas que queriam cair.
Ashley: Deixa me…- Desprendeu se os braços dele mas tinha as mãos atadas estavam impotentes ele tinha a arma. – Isto é incorreto.
Robert: O que muitos alunos desta escola fizeram com ela também não foi o no entanto ninguém se preocupou, sabem esse Taylor…sabem o que ele fez? – Gargalhou.- Ele descobri-o que ela estava apaixonada por ele, por isso disse lhe coisas bonitas disse que também gostava dela, mas depois de uns beijos e de uma perda de virgindade, ele a envergonhou diante da escola toda, tudo aquilo era um plano macabro para a magoarem mais ainda. – Gargalhou mais uma vez e Ashley olhou de lado para Vanessa, e Vanessa entendeu aquele olhar, logo pensou em Zac; mas não ele não seria capaz ele não era Taylor.
Vanessa: Isto poderá ser resolvido de outra maneira. – Olhou para o relógio, e nunca mais tocava, ela estava a desesperar.
Robert: Vanessa não me venhas com coisas, tu sabes como é a sensação de ser maltratada afinal tu o és, por ser essa nerd…gozada por ser inteligente e por querer ter um bom futuro; e eles? Eles são uns animais quem nem sabem quanto é 2+2 mas mesmo assim tem o rei na barriga, podem fazer tudo que ninguém vem para os impedir; então por isso hoje vão saber qual é a sensação de ser uma vítima, e não o atacante, vou colocá-los na pele na pele das suas vítimas das pessoas que eles tratam mal só porque lhes apetece…- Pegou em Ashley e Vanessa e logo as trancou sem mais demoras. – Vou, faze-los sofrer.
A campainha tocou e Robert foi para o corredor da escola caminhou lentamente escondendo a arma, seus primeiros alvos estavam á vista.
Chord: Eu não acredito. – Caio no riso apontando o dedo para Robert. – Olha me bem como aquele palhaço vem vestido.
Taylor: O que foi nunca viste? – Perguntou brusco Robert apenas os olhou.

Taylor: Bem ou palhaço vais ficar ai por muito tempo? – Questionou e Robert apenas abri-o um sorriso.
Robert: Estás assim com tanta pressa de ir para os anjinhos? – Tirou o revólver e simplesmente atirou, Chord saio a correr deixando o amigo ferido para trás; e ai o pânico começou desde primeiro disparo os gritos soaram e Robert começou atirar do nada para qualquer um que passa se ao seu lado.
Vanessa: Tu ouves isto? – Encostou o ouvido na porta, onde tudo estava apenas escuro.
Ashley: Estou com medo… os nosso amigos estão lá fora. – Choramigou caindo no ombro de Vanessa.
Meia hora tinha passado, e a escola estava quase deserta com charcos de sague por todo o lado, a polícia á porta mandava Robert sair de mãos no ar, mas esse ainda buscava pelo resto das suas vítimas, até que enfim encontrou uma delas, Zac Efron indefeso como ele queria.
Zac: Tu és doente; tu és louco. – Correu para cima de Robert, mas este apenas o deitou a baixo com um murro.
Robert: Tens a noção que vais morrer? - Rodeou a arma pela cara de Zac que não se conseguia nem mexer.
Kristen: Robert!- Gritou e quando ele se virou pode ver a imagem de Kristen correr até ele.
Robert: Não te aproximes; sai daqui! – Gritou colocado a arma junto da cabeça de Zac.
Kristen: Para com isso por favor; tu não és assim. – Começou a caminhar lentamente, além de se estar armar em heroína estava a tremer de medo.
Robert: Tu não me conheces, tu não sabes nada de mim. – Pontapeou Zac e colocou a arma, junto á sua cabeça.
Kristen: Não eu sei, eu sei…sei da tuas visões sei da tua doença…
Robert: Eu não sou doente; eu não tenho visões…- Gritou puxando os cabelos com as próprias mãos. – Ela esta aqui entendes? Ela está aqui ao meu lado e diz que isto não é errado que é o acertado a fazer, que devo continuar e terminar…e sabes como acaba? – Riu. – Com meus miolos expostos na parede.
Kristen: Tu não tens que fazer isto, podes ter ajuda…isto esta cercado por aviões policias ele vão -te matar…
Robert: Mas tu não me ouves? Eu, não planeou sair daqui vivo, minha vida terminou á muito tempo.
Kristen: Para…- Implorou angustiada. – Chega ok, ela foi maltratada não aguentou e se suicidou mas não te podes culpar, nem ao mundo.
Robert: A culpa não é minha, não é destas pessoas de merda? Então é de quem mesmo?
Kristen: As coisas apenas não correram vem…baixa a arma entrega te. – Caio de joelhos e implorou.
Robert: Desculpa, mas eu não posso…
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“Miley Cyrus já foi trancada num armário quando estava no colégio. Demi Lovato  e Kate Winslet eram chamadas de gordas. Hayley Williams foi perseguida porque diziam que era lésbica. Steven Spielberg era perseguido porque era judeu. Taylor Swift e Megan Foz já foram humilhadas pelos colégios de turma. Michael Phelps sofreu nas mãos dos colegas por ter as orelhas grandes e sofrer de deficit de atenção. Lady Gaga já foi jogada numa lata de lixo. Não retirando que Zac e Vanessa também já sofreram de vários preconceitos enquanto estavam na escola. Mas eles superaram tudo se tornaram fortes e chegaram onde estão hoje. Você vai se deixar abater por palavras? Um dia elas deixam de ferir e te deixam forte; acredita!”


quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Capítulo 23 & 24


Antes de postar gostaria de divulgar uma história da escritora Maria Sousa “Ele é o meu cunhado” http://coincidenciaszanessa.blogspot.pt/  parece ser bem romântica e muito detalhistas está no inicio a melhor altura para começar acompanhar uma historia por isso deem uma olhada.
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Cap.23

O caminho de volta era tão silencioso como o de ida, Kristen caminhava desolada deixando as lagrimas caírem descontroladamente pelo seu rosto, suas pernas começavam a perder a força e era como se a qualquer momento ela fosse bater no chão. Mas antes que os joelhos dela batesse na estrada de terra Vanessa e Ashley a seguraram e apenas a deixaram quando ela chegou a sua casa e disse um “tchau” seco para as amigas, batendo lhes com a porta na cara, naquele momento queria estar sozinha apenas.
Vanessa: Ele parecida ser simpático mas de repete deu lhe um ataque de raiva. – Sentou na cama, estava cansada de tanto caminhar.
Ashley: Ele parece gostar de Kristen mas no entanto foi grosseiro e a mandou embora daquela maneira. – Conclui-o os pensamentos de Vanessa sentando se na cadeira que estava em frente á mesa do computador, as pernas de ambas latejavam, tinha sido um dia cansativo e estranho.
Vanessa: Se nós estamos confusas imagina como Kristen deve de estar. – Pesou pela milésima vez se devia ligar para amiga, mas decidi-o não fazer, embora fosse difícil tinha que lhe dar espaço para chorar, para pensar, para apenas estar sós consigo mesma.
Ashley: Odeio vê-la daquela maneira, na verdade acho que nunca a tinha visto tão triste como hoje. – Angustiou, todas eram como irmãs, e se uma estava mal todas estavam, mas Kristen era a mais fechada desapegada podia estar a morrer por dentro que ficaria calada.
Vanessa: Foi horrível partiu me o coração… - Suspirou longamente. – Mas o que podemos fazer, para a ajudar?
Ashley: Temos que descobrir o que se passa com ele, que mistério é esse dessa Avril…- Foi interrompida pelo toque do telemóvel.
Gina: Vanessa filha. – Bateu abrindo a. – Matt está lá na sala. – Avisou, Vanessa sussurrou para ele entrar até ao quarto.
Ashley: Era a minha mãe, tenho que ir para casa. – Abraçou Vanessa se despedido e saio.
Matt: Como estás?-Bateu agressivamente com seu ombro ao encostar se na porta. – Á dias que não falamos nada.
Vanessa: Com os testes…
Matt: Com Zac. – A interrompeu revirando os olhos, entrou no quarto e bateu a porta.
Vanessa: Desculpa? – Questionou vendo que Matt não estava muito no seu estado normal.
Matt: Sou teu amigo…- Gritou caindo na cama. – Diz me o que se passa entre vocês dois?
Vanessa: Matt, eu tive um dia complicado hoje, demasiado longo, cenas de ciúmes agora não. – Pediu saindo de perto dele.
Matt: Eu apenas estou preocupado; entendes? – Tentou se levantar da cama mas a primeira tentativa foi em vão, ele ainda olhou em redor como se tivesse ficado tonto de repente. – Tu aproximas te dele, e ele afastou te de todo o mundo. – Engoliu o vómito que rápido de mais subi-o.
Vanessa: Porque isso agora? – Perguntou aproximando se do amigo que a começava a deixar preocupada.
Matt: Eu amo-te. - Suspirou na cara de Vanessa que fez um careta.
Vanessa: Pelo teu bafo entendi que estás podre de bêbado, isso sim…
Matt: Verdade…- Levantou se assustado Vanessa pelo modo como a olhava. – Mas seja como seja…- Pegou no braço dela e apertou. – Eu amo-te. – Repetiu se ficando de joelhos e abraçando as suas pernas. - Por favor fica comigo.
Vanessa: Matt…- Falou sem saber o que fazer quando o viu subir e abraça-la começando a beijar as suas bochechas. – Não me agarres, odeio que me agarrem dessa maneira. – Tentou se desprender dos braços dele antes que a pudesse beijar seus lábios. - Vou buscar café. – Avisou depois de se ver livre dele.
Matt: Eu só preciso de ti…-Sussurrou fazendo biquinho Vanessa, o empurrou até á cama e o deitou.
Vanessa: Quieto, antes que alguém perceba o teu estado. – Deixou deitado na cama e correu até á cozinha, explicou a situação á sua mãe que pediu que o deixa se dormir e que se algo de errado acontece se para a chamar. – Boa adormeceu. – Olhou para Matt que parecia estar num sono profundo, colocou a chávena de café no criando mundo e olhou o relógio, correndo logo para o computador. – Pelo menos vai estar quieto, só espero não acordar. – Ligou se á internet e ali estava a pessoa que desejava encontrar.
****MSN***
Zac diz
Isso que foi esperar por ti hoje u_u
Vanessa.H diz
Desculpa, mas tive um dia meio complicado e n deu para entrar mais cedo
Zac diz
Tudo bm então, liga a Web estou desejoso de te ver
*
Zac: Estás linda como sempre. – Disse vendo as bochechas de Vanessa ficarem coradas. – Fala para o micro também te quero, ouvir.
Vanessa: Tu , também me pareces bem…- Parou de falar ao reparar que os olhos de Zac paravam em algum lugar; a cama.
Zac: O que é que o meu primo faz deitado na tua cama? – Quase gritou, mas o bater do punho num dos móveis pode se ouvir bem.
Vanessa: Tem calma, eu posso, te explicar…
Zac: Então explica, rápido. – Pediu impaciente com a imagem que entrava nos olhos dele.

E para ajudar a situação ele tinha despido a blusa e as calças antes de se deitar, porque nem ele suportava o cheiro a bebida que continha.
Vanessa: Primeiro acalma-te, baixa esse teu tom de voz grosseiro. – Mandou impondo-se. – Eu vejo os teus beijos com aquela tua namorada e aguento calada. – Suspirou um milhão de vezes, naquele momento tinha vontade de saltar no pescoço de Zac ele não tinha direito a ter certas atitudes quando ela via coisas desagradáveis.
Zac: O que se passou? – Manteve se quieto que nem estatua na cadeira, tentando ouvir sem discutir, mas estava difícil não ter ciúmes.
Vanessa: Ele chegou aqui, dando em cima de mim…
Zac: É o quê? – Gritou não se conseguido controlar. – Mas e tu, o que é que fizeste?
Vanessa: Baixa o tom. – Pediu depois de ouvir o grito dele soar por todo o quarto. – Eu fui apenas buscar lhe um café e quando cheguei aqui ele já estava assim meio seminu na minha cama a dormir, eu não o posso acordar.
Zac: Ele não te beijou nem nada? – Mordeu o lábio levantando uma das suas sobrancelhas o nervosismos era evidente.
Vanessa: Não sabia que eras assim tão ciumento. – Não resistiu e sorrio de lado.
Zac: Não o sou, apenas…
Vanessa: Estas a morrer de ciúmes. – Suspirou pelo orgulho dele não o deixar admitir.
Zac: Vanessa tu sabes, nós temos algo e ver um homem na tua cama assim. – Vanessa enche-o o peito de raiva afinal parecia que ele não estava com ciúmes mas sim com medo que ela lhe tivesse colocado um par de chifres na testa.
Vanessa: Não na verdade eu não sei; porque até agora a nossa situação continua na mesma. – Sorriu sínico, e mais uma vez Zac mordeu o lábio, ele de verdade estava com ciúmes mas nunca o iria admitir, mas não tinha a noção o que isso estava a causar nela.
Zac: Tens que compreender eu nem fui na escola; como iria falar com ela? – Tentou se desculpar, nem os telefonemas de Megan, ele atendia.
Vanessa: Ok, ok. – Revirou os olhos começando a mexer num lápis para parar de olhar para o ecrã, e dar lhe alguma ignorância.
Zac: Não te zangues comigo eu gosto tanto de ti…
Vanessa: Palavras e mais palavras; quero mais que isso, porque frases feitas eu até num dicionário encontro. – Sorriu de ironia, ele queria dizer que amava á dias mas tinha medo de afugentar nunca o tinha feito não sabia como ela poderia lidar com isso, mas não sabia mais o que fazer, até sabia o que Vanessa queria mas ele apenas não tinha coragem para terminar com Megan, era a sua imagem.
Zac: Desculpa mas tenho que ir, amanhã já devo estar perto de ti e bem agarrado enchendo essas bochechas que eu amo de beijos e esses doces lábios também; desculpa mesmo ter que já ir mas reuniões e jantares o dia é muito agitado eu…
Vanessa: Tudo bem; falamos amanhã. – Interrompeu um pouco grosseira.
Zac: Vanessa eu…
Vanessa: Tu? – Perguntou sem olhar para a camara, e ele não consegui dizer mais nada.
Zac: Nada esquece; um beijo enorme.
*
Vanessa: Que dia. – Bocejou olhando para a sua cama, não faltava estar exausta ainda tinha que dormir no sofá, era tarde e era a única solução.
Cap.24
A noite foi longa para Vanessa que deu mais de mil voltas no sofá tentando adormecer, mas quando caio no sono entrou no mundo dos sonhos e esqueceu toda a confusão do dia. Mas a noite não dura para sempre e a manhã nasceu, Matt abriu os olhos meio zonzo e levou longos minutos a entender onde estava deitado.

Quando entendeu que estava na cama de Vanessa sorriu por momentos, mas ao mesmo tempo não se lembrava de nada da noite anterior. Será que algo tinha acontecido entre eles? Essa pergunta rodeava a sua mente, e o deixava zangado por ele não recordar, mas pelo modo como estava na cama quase sem roupa, talvez o seu desejo tivesse realmente cumprido. Quando ouviu os copos bater na cozinha sorriu de lado mas ao mesmo tempo amedrontado os pais de Vanessa; bufou preocupado mas voltando a olhar para o relógio sabia que possivelmente eles já não estariam lá; por isso pegou nas suas calças e foi se vestido até á cozinha.

Matt: Bom dia! – Disse de sorriso no rosto dando o jeito as calças, Vanessa quando o viu apenas teve tempo de virar enquanto corava.
Vanessa: Melhor? – Perguntou e Matt de momento nem entendeu mas quando se lembrou bateu com a mão na cara, ele não acreditava, estava obvio que nada entre eles não tinha acontecido ela mal o viu ficou cheia de vergonha.
Matt: Desculpa. – Terminou se de vestir rápido aproximando se dela. – Sinto-me envergonhado pela noite passada.
Vanessa: Estas situações têm que acabar. – Encheu uma chávena de café e lhe entregou. – Sabes que não temos nada.
Matt: Bem nunca digas nunca. – Bebeu o líquido rápido, as dores de cabeça da ressaca começavam aparecer.
Vanessa: Matt. – Repreendeu. – Sabes que somos amigos e que eu nunca te vi dessa maneira, e nem te quero magoar.
Matt: Ok…
Vanessa: Melhor ires; estas bem? – Perguntou enquanto lhe entregava o casaco.
Matt: Sim, até logo. – Tentou-lhe beijar a bochecha mas ela fugi-o.
Vanessa: Tchau. – Sorriu de lado acompanhando até á porta.
Na outra ponta da cidade estava Kristen que tinha acordado mesmo antes que o sol, esperava ansiosamente para que Robert saísse de casa, o assunto de ontem não a tinha convencido e ela queria descobrir tudo o que se passava queria entender aquele mistério. E para sua felicidade finalmente Robert saia de casa ela já começava a congelar detrás daquela árvore.

Kristen: Tudo bem ontem fugiste ao assunto; mas hoje meu querido, eu vou descobrir tudo. – Sussurrou para si entrando em casa, ela não lhe tinha devolvido a chave, tinha ido embora até para ele nem se lembrar; entrado dentro de casa remexeu tudo mas nada, até que olhou para o armário que Ashley tinha dado tanta atenção, mas tava trancado, e ela não teve outra solução a não ser arrombá-lo. Dentro só se encontrava milhares de folhas fotografias de Avril e uma pen, mas ela começou pelo principio a ler o que as folhas de jornais de anos atrás. – “ Massacre no Rio de Janeira a escola; Massacre nos estados unidos em escola” o que é isto? – Perguntou se ainda não entendendo o que se passa, pegou na pen e a conectou ao computador e uma data de ficheiros começaram, aparecer. “Terroristas chechenos colocaram explosivos no prédio da Escola Número Um, da cidade Russa de Beslan, na Ossétia do Norete e fizeram mais de 1200 reféns entre crianças e adultos”, “ O massacre de Columbine aconteceu no dia 20 de Abril de 1999 no condado de Jefferson, Colorado, Estados Unidos onde os estudantes Eric Harris de 18 anos e Dylan Klebold de 17 anos, mataram e feriram diversos alunos e professores”…  “Os alunos da Universidade do Texas, presenciaram um dos piores ataques á escola do País”; “No dia 7 de Abril de 2011, Wellington, ex-aluno da Escola Municipal, em Relego, na zona oeste do Rio, invadido e disparou mais de…  - Ela simplesmente não conseguia ler nada, seu coração de repente começou a bater a um velocidade que ela nunca tinha sentido; tentou respirar e com a mão que tremia baixou a página e continuou a ler. – “Maior taxa de suicídio acontece na adolescência…Uma das maiores quase de suicídio na adolescência é a violência nas escolas.”… “ Aluna Avril atira se do cimo do prédio da escola diante de todos os alunos… - Kristen levou as mãos á cara de espanto, mas ainda não entendia o porque de Robert ter tanta informação daquele tipo guardada; parecia um trabalho de anos. -  “Culpados”? – Leu vendo um data de imagens de seguida, alguma delas de pessoas bem conhecidas.

Kristen: “A vingança demora mas não tarde, todos os culpados serão julgados diante da minha arma, e não poderão respirar mais nenhum bafo depois que o disparo soar, pois o X condena cada um á morte”…ok X condenados e a data de hoje…eu não posso acreditar. – Kristen levantou-se e correu de o lado para o outro desesperada sem saber o que fazer.
Na escola tudo circulava como o normal, apenas Ashley bufava cansada pela demora da amiga.
Ashley: Mas onde se terá metido a Kristen; daqui a pouco ela não esta e a aula vai começar. – Bateu o pé um milhão de vezes, estava preocupada pelo modo como a tinha deixando em casa, a partir dessa hora não soubera mais nada. – O que foi, porque essa cara? – Aproximou se de Vanessa que do nada ficou paralisada ao olhar para o telemóvel.
Vanessa: Olha me estas imagens…
Ashley: Isto é de onde? – Retirou o telemóvel das mãos de Vanessa.
Vanessa: Da casa de Robert; Kristen me mandou…e Zac está assinalado, eu não estou a perceber o que se passa, mas acho que não é nada mesmo nada de bom. – Engoli-o seco tentado acreditar que apenas fazia drama até receber uma mensagem da amiga. – “ Eu não tenho a certeza mas corram até á diretora e mandem ele retirar dai todos os alunos; eu acho que Robert não esta bem e é capaz de provocar um tragédia hoje nessa escola”.
Ashley: Melhor corrermos até á diretora como ela manda, porque neste momento até eu estou a morrer de medo. – Apertou a mão de Vanessa.
Vanessa: Sim; vamos. – Puxou Ashley mas acabou por bater num peito.
Robert: Não, meninas vocês não vão a lado nenhum. – Sorriu de lado assustando as mais ainda, elas não conhecia quem era aquele Robert o que ele iria fazer; mas temiam por elas e por todos que caminhavam pelos passeios da escola.
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Bem eu sei que dramático mas acho que seguido muitas das minhas histórias já estão habituados; espero que tenham ficado curiosos =) A minha net está péssima e queria vos avisar que em muitas das vossas historias eu tento muitas vezes mas não dá para comentar mas quando der o farei.
Respostas aos comentários:
Edyh_2012:  É não sei se com este cap da tua curiosidade aumentou ou não, mas espero que tenhas gostado; Obrigada por comentares.
Let')Lanza: Nome complexo viu ;P bem eu sei que o post até demorou mas já aqui esta u_u; Obrigada por comentares.
Alinne: Ainda bem que gostas te fico agradecida por acompanhares; Obrigada pelo comentário.
Maria Sousa: Como podes ver a tua história está divulgada já lá dei um salto e já acompanho parece bem interessante, agradeço os elogios á minha história; Obrigada por comentares.
Stephanie_ 95_7: Bem ainda não se sabe mesmo o que se passa com Robert mas parece que não é nada de bom, né; Obrigada por comentares.
Tambem agradeço a quem expressa sua opinião carregado nos pequenos quadrados; Obrigada.




sábado, 11 de agosto de 2012

Capítulo 22


Antes de postar queria divulgar um blog o da Let’s Lanza  http://ficszanessa.blogspot.pt/ Destinos Cruzados, acabou de começar, por isso é uma boa altura para começarem a ler ;)
*****

O caminho era longo e Kristen estava tão determinada que decidiu não apanhar nenhum tipo de viatura, apenas seguia em frente e só iria parar no seu destino. Vanessa e Ashley ia atras dela dando lhe a distância necessária sabia que tinha que a deixar longe para ela se poder acalmar.
Ashley: Olhando em redor isto parece me muito filme de terror. – Sussurrou abraçando braço de Vanessa; olhassem para trás para a frente direita ou esquerda o que viriam era sempre o mesmo, pasto e mais pasto, aquele local era completamente deserto.
Vanessa: Não cries coisas na tua cabeça, ela vai falar com ele e depois vamos embora, e ficara tudo bem, e ficaremos todas seguras. – Disse sem certeza ela sentia também a sua pele a ficar gelada pelo menos não havia pessoas, em lado algum ele morava num lugar muito isolado se lhe fizesse mal ninguém saberia, e naquele momento ela tinha um pouco medo de Robert.
Kristen: Finalmente. – Sussurrou para si tirando a chave abri-o a porta para a surpresa das amigas. – Chegamos. – Entrou com Ashley e Vanessa detrás, se eles ainda nem namoravam elas não percebiam o porque de Kristen ter a chave daquela casa. – Cheiro a tabaco, só pode estar num sítio. – Correu até á casa de banho e as amigas nunca a abandonaram, estiveram sempre lá para o que viesses.
Ashley: Ele está morto. – Gritou tapado a cara no pescoço de Vanessa ao ver Robert deitado no meio do chão do banheiro.

Robert: Estou bem vivo…- Levantou se tapando os ouvidos pelo histérico gritos. – O que se passa, o que fazem aqui?
Kristen: Compõe-te. – Pediu olhando de cima a baixo além da camisa tinha apenas os seus boxers. – Precisamos de conversar.
Robert: Sim o melhor mesmo é ir-me trocar. – Levantou se rápido e com vergonha pelo modo como as amigas de Kristen o olhavam.
Ashley: Porque tens a chave desta casa? – Perguntou quando chegaram á sala e todos se assentaram esperando Robert, o rapaz de quem não sabia nada, de quem nem sabia se podia confiar, mas para descobrir tinha que ali estar.
Vanessa: É parece que ouve coisas que tu não nós disseste. – Apontou para uma das paredes daquela casa que estava cheia de fotografias.

Kristen: Não sei o que estão a pensar mas eu posso explicar. – Suspirou sentido se mal por ter guardado tanta coisa das suas amigas. – Eu ultimamente almoço aqui, sabem como são as coisas na minha casa, estou lá sempre sozinha e aqui é mais perto, eu tenho a chave porque…- Olhou as chaves em sua mão. – Porque Robert as vezes, chega mais atrasado e não quer que eu fique á porta; quanto á fotografias é algo, normal, é o que ele ama mesmo tirar fotografias e um dia quis tirar algumas comigo. – Justificou se vendo que as suas amigas acreditavam em si o que a fez suspirar de alívio.
Ashley; Que grande armário. – Olhou para a outra ponta da casa e ficou curiosa, algo que ela já era á muito tempo.
Vanessa: Sempre estaremos aqui para ti amiga…
Robert: Já aqui estou. – Interrompeu com a sua voz grossa, entrado na sala enquanto ainda dava um jeito no casaco.
Kristen: Ainda bem. – Olhou para Robert e suspirou fundo. – Vou ser curta e grossa…quem é a rapariga que visitas no cimenteiro?
Robert: Tu…- Gaguejou aproximando se lentamente de Kristen, Vanessa se assustava com aquela aproximação tão repentina enquanto Ashley não parava de olhar para o armário. – Tu seguiste-me? – Finalmente perguntou com fúria.
Kristen: O que se passa? – Gritou ao ver o espanto dele cada vez a situação lhe agradava menos. – O que me escondes?
Robert: Quem é que tu achas que és; para ter o direito de me fazer tantas perguntas? – Como se aproximou se afastou, muito rápido e brusco.
Kristen: Eu achava que tínhamos algo de especial…- Disse de voz tremula aguentando para não chorar diante dele.
Robert: Saiam da minha casa imediatamente. – Apontou para a porta gritando, mas não olhava para Kristen, apena mirava o chão.
Kristen: O quê? – Tentou se aproximar dele ouvir melhor, ele não podia estar agir daquele modo ela não percebia.
Robert: Saiam. – Pegou no braço de Ashley e Vanessa e as fez levantar.
Ashley: O melhor mesmo, é irmos. – Tentou puxar Kristen mas esta não deu um passo de onde estava.
Kristen: Não acredito que me estas a fazer isto. – Mordeu o lábio aguentando toda a explosão de dor que se passava no seu interior.
Robert: Se eu tivesse sabido que tu gostavas tanto de te meter onde não deves já o tinha feito á muito tempo mesmo. – Disse grosseiro, mas parecia incapaz de falar e olhar os olhos de Kristen, ele apenas tremia de nervoso, a situação não podia ser mais misteriosa e estranha.
Kristen: Tu não percebes que eu apenas estava preocupada contigo…- Aproximou se enquanto ele se afastava até bater na parede e não ter mais para onde ir, ali houve um choque de olhares, e Kristen apenas via Robert nervoso, com vontade de abrir um buraco no chão e enfiar se nele.
Robert: Apenas sai…- Pediu sem voz, e Kristen saio com Vanessa e Ashley atrás de si, Robert as segui mas ficando na entrada sentou se na sua cadeira e pegou no seu livro, tentava demostrar desinteresse, mas não conseguia, porque não parava de olhar para Kristen.


Vanessa: Vamos. – Sussurrou puxando amiga com ajuda de Ashley, parecia que se não a segurança o corpo dela poderia embater no chão a qualquer momento, pela dor, desgosto, pela confusão e dor que possuía todo o seu corpo, formando uma enorme agustia em seu coração.
Kristen: Que boba que eu fui. – As lagrimas finalmente saíram quando ela tirou a fotografia no bolso e a olhou.

Kristen: Ele apenas me usou. – Falou sem acreditar no que dizia, mas tinha que enganar o seu coração para aquela dor insuportável parar
*****
É a situação com Robert começa a ficar estranha e misteriosa de mais, o que acham que ele pode esconder? Obrigada pelos comentários por escrito ou nos pequenos quadrados.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Capítulo 21


Um mês se passou, Zac matinha se distante de Megan e aproveitava todos os segundos para estar a sós com Vanessa onde trocavam sempre longos e apaixonados beijos. Vanessa nãos se sentia bem, porque Zac não assumia a relação e ainda na verdade estava com Megan, ele sempre dizia o mesmo “ Eu vou faze-lo apenas dá me tempo” e parecia que ele nunca tinha tempo para fazer as coisas certas, mas Vanessa estava tão bem nos colo dele que acabava por esquecer tudo. Passadas essas duas semanas Zac foi de férias repentinas com os pais, iria ficar fora por uns dez dias, Vanessa detestou a ideia mas tinha o computador para se poder comunicar, o que faziam todas as noites.
Robert: Eu acho que Robert é um vampiro? – Soltou olhando o rapaz da biblioteca que a tinha conquistado.

Ashley: O quê? – Conteve o grito e o riso dentro da biblioteca, mas mal aguentava.
Kristen: Já viste a cor da pele dele… ás vezes tão pálido, parece ter medo do sol… - Falava enquanto lhe deitava o olho.




Kristen: E o que ele come; é carne, carne quase crua mesmo…e o mais estranho de tudo, o que eu apenas não consigo entender até porque ele não fala do assunto. – Inclinou se um pouco na mesa aproximando se das amigas que ficaram atentas ao que ia dizer enquanto os olhos dela não parava de observar Robert.


Kristen: Ele vai muitas, mesmo muitas vezes no cemitério, e sempre leva rosas brancas. – Perdeu-se no rapaz que tanto desejava.

Vanessa: Eu acho que devias de parar de ver tanto o Drácula. – Brincou caindo no riso com Ashley, Kristen revirou os olhos já sabia que elas não a iam levar a serio, parou de olhar para Robert momentos e pediu as amigas que se calassem e a continuasse a ouvir, mas que desta vez a levassem mais a serio.
Kristen: Vocês, são muito bobas. – Deitou lhes a língua de fora. – Mas é verdade tudo o que eu acabei de dizer, mas eu nem sei mais o que pensar…a cena é. – Engoliu seco e sorriu de lado para as amigas com certa vergonha. – A nossa relação tem avançados aos poucos, cada vez estamos mais próximos já trocamos saliva e ele já me pediu até em namoro, mas não sei o que lhe responder; porque sim eu gosto muito dele, mas á coisas na sua vida que não entendo, o porque de ele deixar medicina o porque de ser aqui bibliotecário. – Suspirou ansiosa. – Ele é muito fechado e calado e á coisas que não fala com ninguém, nem comigo mesmo.
Ashley: E o Taylor? – Perguntou se olhando para Robert, ele parecia ser normal, distante de tudo do mundo até, mas normal.

Kristen: Ele nunca mais olhou sequer na minha cara, acabamos e esta acabado, eu dei lhe espaço, tempo mas mesmo assim ele não me quer ver nem pintada de ouro, eu sei que errei mas a verdade é que naquela época eu não beijei nem fiz nada com Robert eramos apenas amigos mesmo, mas jamais ele ira acreditar…ele julga as pessoas como ele é.
Ashley: E se seguíssemos Robert? – Perguntou num sussurro, ela gostava de aventuras e achava que seria isso mesmo, uma aventura.
Vanessa: Ela é o Drácula. – Riu baixando o livro. – E tu és o que, o inspetor Rex? – Perguntou numa gargalhada.
Ashley: Estás-me a comparar com um cão? – Abriu a boca fazendo se de chocada e depois mostrou a língua para Vanessa.
Kristen: Isso talvez até nem é má ideia, não. – Encostou a cabeça á sua mãe e refletiu por segundos.
Vanessa: Vocês, estão doidas. – Acusou as do que elas já se auto intitulavam. - Se ele nos apanha nunca mais olha para ti.
Ashley: Esse mau humor todo é porque Zac não está aqui, não é? – Riu da cara de séria que Vanessa tinha colocando. – Vá amiga não te preocupes o teu príncipe mais para sapo volta amanhã e poderás matar todas as tuas saudades, e dar todos os teus beijinhos.
Vanessa: Não me gozes, mas na verdade; quem faz ferias durante a época escolar? – Resmungou por ele ter ido sem mais nem menos.
Kristen: Vamos atrás do Robert? – Interrompeu, querendo apenas ouvir um sim e sim.
Ashley: Depois da última aula encontramos nos no portão. – Avisou quando a campainha tocou.
Kristen: E eu vos espero lá. – Se despediu das amigas quando tanto Ashley como Vanessa entraram na sala de aula.
Professora: Boa tarde meus queridos. – Gritou como sempre a professora de artes de dramaturgia. – Antes de mais nada nesta maravilhosa tarde de sol deixem-me vos apresentar precisamente um raio de sol. – Apontou para uma das cadeiras onde uma loira tentava esconder o rosto. – A vossa nova colega, Taylor.
Ashley: Olha como Megan, olha para ela. – Chamou atenção de Vanessa que olhou a cara de superioridade que Megan fazia.
Vanessa: Vamos chama-la para o nosso grupo antes que Megan a estrague. – Sussurrou no meio sorrio.
Professora: E não vós querendo interromper minhas queridas. – Olhou no meigo sorriso para Ashley e Vanessa que se afundaram na cadeira. – Vou anunciar que finalmente o nosso teatro abriu e poderão prestar provas para a peça planeada, os nomes que eu vou chamar não se esqueçam de lá aparecer quinta de tarde, Matt, Megan, Juan, Marina , Zac e Vanessa. – Vanessa deixou cair seu queixo ao ouvir seu nome.
Vanessa: Desculpe. – Sorriu de lado, pedido atenção. – Mas eu não me escrevi em lado algum…
Professora: Ashley, não lhe contou? – Aproximou se de Ashley colocando a mão em seu ombro e este guardou o riso apesar de toda a fúria de Vanessa. – Eu sei que achava que não chegava a tempo, mas para sua sorte a sua amiga entregou os papéis por si, fique descansada.
Vanessa: Tu estás tão morta. – Sussurrou com fúria para Ashley quando a Professora voltara para frente da turma.
Professora: Algum problema? – Perguntou com os óculos na ponta do nariz e sobrancelhas no alto.
Ashley: Não professora, Vanessa apenas estava a mostrar a sua ansiedade por ir prestar as provas, ela quer muito entrar nessa peça, e quem sabe conquistar o papel principal. – Olhou para Megan que apertava a mesa com as suas mãos, parecia com vontade de atirar acima de Ashley que debochava na cara dela.
Vanessa: Ashley, não sejas provocativa…
Professora: É talvez até consiga o papel principal mesmo, não me esqueço de ter sido sua professora na primária quando ela demostrava já que tinha talento, subia aos palcos sem medo catava e representava. - Olhou com o seu brilho nos olhos para Vanessa, até Matt sorria pela coragem que na verdade Vanessa não tinha tido aquilo tudo foi um plano macabro de Ashley.
Vanessa: Vais ter que te haver comigo. – Deu de costas para Ashley até ao final da aula onde a loira tentou faze-la falar.
Ashley: Não fiques assim, é apenas para o teu bem. – Tentou justificar o seu ato, ela sabia que Vanessa morria de vergonha.
Vanessa: Passar pelo ridículo, é para meu bem? – Afastou se mais um pouco de Ashley. – Obrigada ok. – Ironizou.
Ashley: Para com isso, tu tens talento, e as pessoas o vão apreciar, é apenas essa a minha intenção. – Abraçou Vanessa.
Vanessa: Desta vez passa, mas para a próxima não faças nada sem me avisar. – Pediu ainda se sentido zangada mas na verdade lá no fundo mas mesmo lá no fundo a sua vontade de se escrever em algo parecido era muito por isso até estava um pouco agradecida á amiga.
Kristen: As aulas acabaram, vamos, vamos. – Pegou as amigas pelas mãos que nem deram por nada e as puxou.
Vanessa: Calma. – Gritou sendo colocada dentro do táxi.
Kristen: Sem tempo…- Sentou se ao lado das amigas exausta. – Ali está ele, o siga. – Pediu ao taxista que seguisse Robert e assim tudo começou.
Vanessa: Cemitério. – Disse quando saíram da viatura, tinha parado no mesmo local que Robert, e não havia duvidas de onde estavam.
Kristen: Vamos. – Puxou as amigas para dentro e se esconderam, mirando o de longe.
Ashley: Vamos esperar que ele vá embora e depois vamos ver para onde tanto ele olha. – Sussurrou, e elas esperaram e esperaram, ele não se mexia matinha a cabeça baixa para a campa e ficava ali por longos minutos. – Nunca mais. – Queixou se exausta vendo ele deixar a rosa em cima da campa e indo embora.
Kristen: Alguém escutou os teus murmúrios. – Riu e Ashley estremeceu pelo que a rodeava, mortos e mortos. – Vamos.
Kristen foi a mais apressada nunca tinha coragem de ir ali sozinha porque não sabia o que a podia esperar, e tinha ficado um pouco igual, porque mirava a fotografia de alguém, mas não sabia quem ela era, embora não lhe fosse assim tão estranha por alguma razão.
Vanessa: Quem é está? – Perguntou em voz alta o que Kristen se perguntava repetidamente mentalmente.

Kristen: Avril falecida em Março de 2005. – Releu o nome para si, e não conseguia saber quem ela era e isso era irritante, Robert passa dias e dias a olhar para ela, e podia ser estupido mas naquele momento ela estava com ciúmes de alguém que já nem estava viva.
Vanessa: Isso foi no ano passado, o que acham que poderia lhe ter acontecido. – Olhou o retrato da rapariga que para elas era desconhecida e isso apenas fazia a sua curiosidade para saber quem era, e o que lhe tinha acontecido, tornar-se maior.
Ashley: Acidente de carro, podia ter uma doença…- Dizia tentando adivinhar.
Kristen: Não sei. – Levou as mãos á cabeça no meio de um desespero pelo desconhecido. – Não entendo mais nada.
Ashley: Não te preocupes. – Abraçou amiga de lado.
Vanessa: Sim, isto terá uma logica um explicação, vais ver que não será nada de mais. – Beijou a testa da amiga que abraçava Vanessa e Ashley com força, coisas e coisas passava lhe pela mente. Porque Robert não falava dela? Será que ele teria alguma coisa a ver com o que lhe aconteceu?
Kristen: Eu tenho que falar com ele de imediato. – Limpou as lagrimas pela dor de cabeça que toda aquela confusão lhe dava. – É isso, agora mesmo. – Saio dali, para fora tanto Vanessa como Ashley sabiam onde ela iria…na casa de Robert fazer-lhe um milhão de perguntas.
Vanessa: Achas boa ideia a deixar-mos a ir? – Olhou para Ashley preocupada com Kristen que estava demasiado nervosa.
Ashley: Não sei, e se ele for um lunático, um loco? – Perguntou assustada fazendo o seu drama, Vanessa lhe pegou a mão acalmando a.
Vanessa: Vamos atrás dela, e ela ficara bem. – Puxou amiga pelo braço e seguiram Kristen que ia a uns metros de distância delas, muito concentrada pensado em tudo o que queria perguntar, em tudo que queria falar aos gritos, é tudo que a estava a dominar agora e ela não percebia.

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Obrigada a todos por comentarem.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Capítulo 20


Antes de postar aqui deixo uma história Zanessa Tudo por amor http://amorinesperadozanessa.blogspot.pt/ é de Andreia eu li, sigo e o aconselho.passarem por lá.
««««Respostas aos comentários »»»»
Margarida: É Matt acabou por cair tentando empurrar o primo, mas ele não é de desistir; Obrigada por comentares.
Edyh_2012: Sim Matt se acha muito bom, mas só faz é asneiras o que fica bem para Zac; Obrigada por comentares.
Alinne: É todas amara esse espalho de Matt; e Gina tenta apenas ser cuidadosa, em demasia; Obrigada por comentares.
Andreia: Obrigada por leres como podes já ter visto tua historia está divulgada J
Agradeço a quem carregou nos pequenos quadrados demostrado a sua opinião também é bastante importante.
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Da mesa de jantar passaram para a sala de estar, onde Greg puxava e puxava assunto, sabia que ambos tinham intenções com a sua filha, já tinha vivido alguns anos e os olhos deles diziam mais que a própria boca pudesse falar.
Gina: Isto é chuva? – Levantou se do sofá, onde olhava para a sua telenovela e correu até á janela de onde vinha o forte barulho.
Greg: E muito. – Aproximou se por detrás da sua mulher via como as árvores abanavam com o vento e como as pingas de chuva caiam violentas. – Não entendo, estava tão bom tempo hoje de tarde; e agora chove deste modo?
Gina: O tempo está doido meu querido. – Passou pelo esposo de volta ao sofá.
Zac: Bem mas está tarde mesmo. – Olhou para o seu relógio de pulso e logo para seu primo. – Vamos indo primo?
Matt: Eu vim sozinho! – Respondeu seco olhando também para as horas. – Mas sim está tarde e é melhor irmos.
Gina: Não pode ir a lado algum. – Colocou se na frente do Matt não o deixando passar. – Com este tempo podem sofrer um acidente. – Olhou também para Zac logo de seguida, para ela não era a melhor pessoa talvez para a sua filha mas não lhe desejava a morte.
Vanessa: O que vamos fazer então? – Olhou logo para Zac uma noite na mesma casa do que ele, o seu corpo tremeu.
Gina: Vamos arrumar a sala. – Olhou em redor já fazendo os seus planos. – Irão dormir aqui.
Greg: Boa ideia. – Abraçou Gina de lado. – Com este tempo melhor é ficarem aqui mesmo, a estrada não está das melhores hoje.
Zac: Se o dizem, eu concordo então. – Sorriu de lado para Vanessa perdendo se nos olhos dela, como ele parecia encantado.
Greg: Vou buscar os colchões de encher ao sótão, arrumem tudo aqui em baixo. – Pediu saindo com a mulher que iria pegar os cobertores, ali no meio ficou Vanessa com Zac e Matt entre eles, todos se olhavam até que se deram conta que tinha que ajeitar a sala, para dormirem.
Vanessa: Como Matt dizia, sei que não estás habituado a isto, mas…
Zac: Não te desculpes Vanessa. – Aproximou se pegando delicadamente a sua mão. – O Jantar estava ótimo, e a tua mãe foi muito gentil em me deixar ficar aqui, de fato hoje a estrada não está das melhores, e ela se preocupar, mostra o quanto boa pessoa é, e eu gosto disso, herdaste esse lado dela. – Sorriu amistoso, com grande vontade de a beijar mas não se esquecia que seu primo estava detrás.
Vanessa: Sobre o que se passou está tarde…
Matt: O que se passou? – Empurrou Zac ficando do lado de Vanessa enfiando lhe aqueles olhos ciumentos dentro do dela.
Gina: Sim o que se passou? – Deixou cair as mantas no sofá e aproximou se da sua filha pedido lhe explicações.
Zac: Vanessa e Ashley finalmente fizeram as pazes, foi isso que aconteceu. – Riu de lado pela mentira, era verdade mas não era o que Vanessa estava a falar, ela falava sim do beijo, o beijo ele, ainda sentia os lábios dela nos seus.
O assunto morreu por ali com a desculpa de Zac e depois de estar tudo arrumado era hora de todo se deitarem para terem uma noite de descanso. Vanessa sempre esteve lá mais próxima de Zac, mas não deixou de dar um beijo de boas noites ao amigo Matt, o que deixou Zac bem irritado.
Gina: Boa noite. – Desejou desligando as luzes saio detrás de Vanessa seguido a filha até ao quarto.
Vanessa: Porque olhas assim para mim? – Perguntou sentando se na cama, ao ver o olhar atento da sua mãe sobre ela.
Gina: Vanessa eu, sou tu mãe. – Sentou se ao lado dela tentando arranjar a melhor maneira de falar com a filha odiava que ela começava a odeia-la e não queria isso. – Eu me preocupo muito contigo, mas a verdade é que ultimamente, estamos distantes, nem sinto que me vejas mais como uma amiga. – Suspirou triste até ela odiava a adolescência, queria que Vanessa fosse sempre do mesmo tamanho e idade, aquela idade é que é a sua heroína e não a má da história.
Vanessa: Não é nada disso mãe, apenas fiquei magoada por como tratas Zac. – Levantou as cobertas ficando debaixo delas.
Gina: Ele não é rapaz para ti… - Gritou e viu Vanessa revirar os olhos, tentou se acalmar e ganhar a paciência que não tinha. – Quer dizer, eu sei que ele tem um bom fundo tudo bem, mas á coisas maiores que ele, e que o fazem superficial não tão bom para ti.
Vanessa: Vou ter cuidado. – Respondeu num longo e cansado suspiro.
Gina: Namoram? – Perguntou como se não fosse nada, ela queria na verdade saber de tudo.
Vanessa: Não. – Respondeu impaciente com as perguntas.
Gina: Como sabes a empregada da casa dele é minha amiga. – Vanessa arregalou os olhos e sentiu uma vergonha enorme, além do medo. – Eu sei do beijo que deram no meio das escadas, e também sei que estiveram horas trancados no quarto dele. – Vanessa engoliu seco, sua mãe já tinha inventado coisas na cabeça dela que nem tinha acontecido.
Vanessa: Não é isso que estas a pensar mãe. – Saio da cama e se sentou na mesma ganhado o folgo. – Apenas estudamos e adormecemos.
Gina: Por isso os teus cabelos estavam naquele estado? – Passou a mão pelos cabelos da filha, via como ela estava aflita.
Vanessa: Sim…- Ganhou coragem e olhou os olhos da sua mãe. – Não te zangues comigo.
Gina: Eu não estou zangada, entendo o teu lado. – Tentou ser paciente, afinal já tinha tido a idade dela, por isso se assustava sabia de tudo que podia acontecer, mas não ter tanto medo que a sua filha cometesse os mesmo erros que ela. – E tudo bem eu não te proíbo de o veres, mas não te quero trancada no quarto com ele.
Vanessa: Serio? – Abri-o um sorriso e abraçou sua mãe.
Gina: Sou muito nova para ser avó, e tu mãe. – Apertou a sua filha em seus braços e lembrou-se do seu nascimento, ela era uma criança praticamente tinha a idade de Vanessa neste momento, e não queria que Vanessa tivesse as mesma dificuldades que ela, adolescente e ser mãe ao mesmo tempo, fazia tudo ser mais complicado ainda.
Vanessa: Tudo bem. – Revirou os olhos e tentou muito ser compreensiva com sua mãe. – Posso, me deitar agora?
Gina: Sim. – Tampou a filha e logo a beijou na testa. – Boa noite meu anjo.
Vanessa fechou os olhos ao ver a sua mãe sair e não demorou muito para cair no sono, estava desejosa por talvez sonhar com Zac. E como seus desejos eram, Zac entrou de seguida em seus sonhos até podia ouvir ele a chama-la, bem que essa parte parecia muito mais real.
Zac: Vanessa…- Sussurrava no ouvindo dela tentando a despertar. – Vanessa…
Vanessa: Zac? – Abri-o os olhos levantado rápido o corpo ficou sentada e corada pelo sonho que estava a ter; mas como também ela era boba, ele não podia adivinhar o que ia na mente dela. – Que fazes aqui? Já são duas da manhã. – Olhou para o relógio que tinha em cima da banquinha que marcava as duas em ponto.
Zac: A sonhar comigo? – Brincou e Vanessa apenas corou mais um pouco, ele podia não ler mentes mas estava lá próximo, e só dela imaginar sentia o seu corpo queimar de vergonha. – Estou a brincar, vim falar contigo. – Se sentou na cama perto dos pés dela.
Vanessa: O que se passa, estás com frio, precisas de mais cobertores? – Saio da cama mas ele logo a puxou para seu colo e Vanessa sentiu sua respiração parar em simultâneo com seu coração, mas seu corpo esse ferveu.
Zac: Na verdade o que eu preciso mesmo…- Rodou o corpo dela com um braço e com a outra mão desviou o cabelo dela para detrás da sua orelha. – Era de um beijo igual ao que demos está tarde. – Tentou a beijar mas ficou a morder o lábio com a vontade já que ela saltou do colo dele, nem ela sabia como tinha resistido.
Vanessa: Tu sabes que eu não posso. – Correu até á porta de seu quarto e a trancou, se a sua mãe entrasse a matava e isso era o mínimo.
Zac: Eu gosto muito de ti. – Abraçou por detrás e cheirou o seu pescoço, Vanessa sentiu que trancar a porta talvez não fosse o melhor.
Vanessa: Se gostas assim tanto de mim como dizes, prova mo. – Pediu tentando sair dos braços dele.
Zac: Vou provar-te. – Tentou prometer virando a de frente para si. – Adoro- te. – Passou a mão de leve pelo rosto dela.
Vanessa: Também te adoro. – Disse vendo ele abrir um grande sorriso, os olhos dele brilharam e ela por momento teve a sensação que os corações de ambos batiam em simultâneo e ela apenas tentava aguentar se nas próprias pernas que tremiam.
Zac: Vá lá…apenas um pequeno beijo. – Pediu fazendo biquinho.
Vanessa: Um pequeno…- Foi interrompida pela boca dele que caíram com alguma grosseria nos lábios dela, a força foi tanta que caíram na cama, ele ficou por cima, mas não foi bruto nem grosseiro, e as suas mãos apenas passavam pela cara dela, ela sentia se á vontade apesar de estarem num quarto naquela posição, ela sentia se bem com ele porque não estava a quebrar nenhum tipo de barreira que não devesse.
Zac: Melhor ir. – Abriu os olhos e disse sem vontade de sair de perto dela.- Antes que teu pai me acorde e me de o tal tiro.
Vanessa: Sim, é melhor ires. – Ele, saio de cima dela, beijando a rápido novamente e saio do quarto.