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sábado, 11 de agosto de 2012

Capítulo 22


Antes de postar queria divulgar um blog o da Let’s Lanza  http://ficszanessa.blogspot.pt/ Destinos Cruzados, acabou de começar, por isso é uma boa altura para começarem a ler ;)
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O caminho era longo e Kristen estava tão determinada que decidiu não apanhar nenhum tipo de viatura, apenas seguia em frente e só iria parar no seu destino. Vanessa e Ashley ia atras dela dando lhe a distância necessária sabia que tinha que a deixar longe para ela se poder acalmar.
Ashley: Olhando em redor isto parece me muito filme de terror. – Sussurrou abraçando braço de Vanessa; olhassem para trás para a frente direita ou esquerda o que viriam era sempre o mesmo, pasto e mais pasto, aquele local era completamente deserto.
Vanessa: Não cries coisas na tua cabeça, ela vai falar com ele e depois vamos embora, e ficara tudo bem, e ficaremos todas seguras. – Disse sem certeza ela sentia também a sua pele a ficar gelada pelo menos não havia pessoas, em lado algum ele morava num lugar muito isolado se lhe fizesse mal ninguém saberia, e naquele momento ela tinha um pouco medo de Robert.
Kristen: Finalmente. – Sussurrou para si tirando a chave abri-o a porta para a surpresa das amigas. – Chegamos. – Entrou com Ashley e Vanessa detrás, se eles ainda nem namoravam elas não percebiam o porque de Kristen ter a chave daquela casa. – Cheiro a tabaco, só pode estar num sítio. – Correu até á casa de banho e as amigas nunca a abandonaram, estiveram sempre lá para o que viesses.
Ashley: Ele está morto. – Gritou tapado a cara no pescoço de Vanessa ao ver Robert deitado no meio do chão do banheiro.

Robert: Estou bem vivo…- Levantou se tapando os ouvidos pelo histérico gritos. – O que se passa, o que fazem aqui?
Kristen: Compõe-te. – Pediu olhando de cima a baixo além da camisa tinha apenas os seus boxers. – Precisamos de conversar.
Robert: Sim o melhor mesmo é ir-me trocar. – Levantou se rápido e com vergonha pelo modo como as amigas de Kristen o olhavam.
Ashley: Porque tens a chave desta casa? – Perguntou quando chegaram á sala e todos se assentaram esperando Robert, o rapaz de quem não sabia nada, de quem nem sabia se podia confiar, mas para descobrir tinha que ali estar.
Vanessa: É parece que ouve coisas que tu não nós disseste. – Apontou para uma das paredes daquela casa que estava cheia de fotografias.

Kristen: Não sei o que estão a pensar mas eu posso explicar. – Suspirou sentido se mal por ter guardado tanta coisa das suas amigas. – Eu ultimamente almoço aqui, sabem como são as coisas na minha casa, estou lá sempre sozinha e aqui é mais perto, eu tenho a chave porque…- Olhou as chaves em sua mão. – Porque Robert as vezes, chega mais atrasado e não quer que eu fique á porta; quanto á fotografias é algo, normal, é o que ele ama mesmo tirar fotografias e um dia quis tirar algumas comigo. – Justificou se vendo que as suas amigas acreditavam em si o que a fez suspirar de alívio.
Ashley; Que grande armário. – Olhou para a outra ponta da casa e ficou curiosa, algo que ela já era á muito tempo.
Vanessa: Sempre estaremos aqui para ti amiga…
Robert: Já aqui estou. – Interrompeu com a sua voz grossa, entrado na sala enquanto ainda dava um jeito no casaco.
Kristen: Ainda bem. – Olhou para Robert e suspirou fundo. – Vou ser curta e grossa…quem é a rapariga que visitas no cimenteiro?
Robert: Tu…- Gaguejou aproximando se lentamente de Kristen, Vanessa se assustava com aquela aproximação tão repentina enquanto Ashley não parava de olhar para o armário. – Tu seguiste-me? – Finalmente perguntou com fúria.
Kristen: O que se passa? – Gritou ao ver o espanto dele cada vez a situação lhe agradava menos. – O que me escondes?
Robert: Quem é que tu achas que és; para ter o direito de me fazer tantas perguntas? – Como se aproximou se afastou, muito rápido e brusco.
Kristen: Eu achava que tínhamos algo de especial…- Disse de voz tremula aguentando para não chorar diante dele.
Robert: Saiam da minha casa imediatamente. – Apontou para a porta gritando, mas não olhava para Kristen, apena mirava o chão.
Kristen: O quê? – Tentou se aproximar dele ouvir melhor, ele não podia estar agir daquele modo ela não percebia.
Robert: Saiam. – Pegou no braço de Ashley e Vanessa e as fez levantar.
Ashley: O melhor mesmo, é irmos. – Tentou puxar Kristen mas esta não deu um passo de onde estava.
Kristen: Não acredito que me estas a fazer isto. – Mordeu o lábio aguentando toda a explosão de dor que se passava no seu interior.
Robert: Se eu tivesse sabido que tu gostavas tanto de te meter onde não deves já o tinha feito á muito tempo mesmo. – Disse grosseiro, mas parecia incapaz de falar e olhar os olhos de Kristen, ele apenas tremia de nervoso, a situação não podia ser mais misteriosa e estranha.
Kristen: Tu não percebes que eu apenas estava preocupada contigo…- Aproximou se enquanto ele se afastava até bater na parede e não ter mais para onde ir, ali houve um choque de olhares, e Kristen apenas via Robert nervoso, com vontade de abrir um buraco no chão e enfiar se nele.
Robert: Apenas sai…- Pediu sem voz, e Kristen saio com Vanessa e Ashley atrás de si, Robert as segui mas ficando na entrada sentou se na sua cadeira e pegou no seu livro, tentava demostrar desinteresse, mas não conseguia, porque não parava de olhar para Kristen.


Vanessa: Vamos. – Sussurrou puxando amiga com ajuda de Ashley, parecia que se não a segurança o corpo dela poderia embater no chão a qualquer momento, pela dor, desgosto, pela confusão e dor que possuía todo o seu corpo, formando uma enorme agustia em seu coração.
Kristen: Que boba que eu fui. – As lagrimas finalmente saíram quando ela tirou a fotografia no bolso e a olhou.

Kristen: Ele apenas me usou. – Falou sem acreditar no que dizia, mas tinha que enganar o seu coração para aquela dor insuportável parar
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É a situação com Robert começa a ficar estranha e misteriosa de mais, o que acham que ele pode esconder? Obrigada pelos comentários por escrito ou nos pequenos quadrados.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Capítulo 21


Um mês se passou, Zac matinha se distante de Megan e aproveitava todos os segundos para estar a sós com Vanessa onde trocavam sempre longos e apaixonados beijos. Vanessa nãos se sentia bem, porque Zac não assumia a relação e ainda na verdade estava com Megan, ele sempre dizia o mesmo “ Eu vou faze-lo apenas dá me tempo” e parecia que ele nunca tinha tempo para fazer as coisas certas, mas Vanessa estava tão bem nos colo dele que acabava por esquecer tudo. Passadas essas duas semanas Zac foi de férias repentinas com os pais, iria ficar fora por uns dez dias, Vanessa detestou a ideia mas tinha o computador para se poder comunicar, o que faziam todas as noites.
Robert: Eu acho que Robert é um vampiro? – Soltou olhando o rapaz da biblioteca que a tinha conquistado.

Ashley: O quê? – Conteve o grito e o riso dentro da biblioteca, mas mal aguentava.
Kristen: Já viste a cor da pele dele… ás vezes tão pálido, parece ter medo do sol… - Falava enquanto lhe deitava o olho.




Kristen: E o que ele come; é carne, carne quase crua mesmo…e o mais estranho de tudo, o que eu apenas não consigo entender até porque ele não fala do assunto. – Inclinou se um pouco na mesa aproximando se das amigas que ficaram atentas ao que ia dizer enquanto os olhos dela não parava de observar Robert.


Kristen: Ele vai muitas, mesmo muitas vezes no cemitério, e sempre leva rosas brancas. – Perdeu-se no rapaz que tanto desejava.

Vanessa: Eu acho que devias de parar de ver tanto o Drácula. – Brincou caindo no riso com Ashley, Kristen revirou os olhos já sabia que elas não a iam levar a serio, parou de olhar para Robert momentos e pediu as amigas que se calassem e a continuasse a ouvir, mas que desta vez a levassem mais a serio.
Kristen: Vocês, são muito bobas. – Deitou lhes a língua de fora. – Mas é verdade tudo o que eu acabei de dizer, mas eu nem sei mais o que pensar…a cena é. – Engoliu seco e sorriu de lado para as amigas com certa vergonha. – A nossa relação tem avançados aos poucos, cada vez estamos mais próximos já trocamos saliva e ele já me pediu até em namoro, mas não sei o que lhe responder; porque sim eu gosto muito dele, mas á coisas na sua vida que não entendo, o porque de ele deixar medicina o porque de ser aqui bibliotecário. – Suspirou ansiosa. – Ele é muito fechado e calado e á coisas que não fala com ninguém, nem comigo mesmo.
Ashley: E o Taylor? – Perguntou se olhando para Robert, ele parecia ser normal, distante de tudo do mundo até, mas normal.

Kristen: Ele nunca mais olhou sequer na minha cara, acabamos e esta acabado, eu dei lhe espaço, tempo mas mesmo assim ele não me quer ver nem pintada de ouro, eu sei que errei mas a verdade é que naquela época eu não beijei nem fiz nada com Robert eramos apenas amigos mesmo, mas jamais ele ira acreditar…ele julga as pessoas como ele é.
Ashley: E se seguíssemos Robert? – Perguntou num sussurro, ela gostava de aventuras e achava que seria isso mesmo, uma aventura.
Vanessa: Ela é o Drácula. – Riu baixando o livro. – E tu és o que, o inspetor Rex? – Perguntou numa gargalhada.
Ashley: Estás-me a comparar com um cão? – Abriu a boca fazendo se de chocada e depois mostrou a língua para Vanessa.
Kristen: Isso talvez até nem é má ideia, não. – Encostou a cabeça á sua mãe e refletiu por segundos.
Vanessa: Vocês, estão doidas. – Acusou as do que elas já se auto intitulavam. - Se ele nos apanha nunca mais olha para ti.
Ashley: Esse mau humor todo é porque Zac não está aqui, não é? – Riu da cara de séria que Vanessa tinha colocando. – Vá amiga não te preocupes o teu príncipe mais para sapo volta amanhã e poderás matar todas as tuas saudades, e dar todos os teus beijinhos.
Vanessa: Não me gozes, mas na verdade; quem faz ferias durante a época escolar? – Resmungou por ele ter ido sem mais nem menos.
Kristen: Vamos atrás do Robert? – Interrompeu, querendo apenas ouvir um sim e sim.
Ashley: Depois da última aula encontramos nos no portão. – Avisou quando a campainha tocou.
Kristen: E eu vos espero lá. – Se despediu das amigas quando tanto Ashley como Vanessa entraram na sala de aula.
Professora: Boa tarde meus queridos. – Gritou como sempre a professora de artes de dramaturgia. – Antes de mais nada nesta maravilhosa tarde de sol deixem-me vos apresentar precisamente um raio de sol. – Apontou para uma das cadeiras onde uma loira tentava esconder o rosto. – A vossa nova colega, Taylor.
Ashley: Olha como Megan, olha para ela. – Chamou atenção de Vanessa que olhou a cara de superioridade que Megan fazia.
Vanessa: Vamos chama-la para o nosso grupo antes que Megan a estrague. – Sussurrou no meio sorrio.
Professora: E não vós querendo interromper minhas queridas. – Olhou no meigo sorriso para Ashley e Vanessa que se afundaram na cadeira. – Vou anunciar que finalmente o nosso teatro abriu e poderão prestar provas para a peça planeada, os nomes que eu vou chamar não se esqueçam de lá aparecer quinta de tarde, Matt, Megan, Juan, Marina , Zac e Vanessa. – Vanessa deixou cair seu queixo ao ouvir seu nome.
Vanessa: Desculpe. – Sorriu de lado, pedido atenção. – Mas eu não me escrevi em lado algum…
Professora: Ashley, não lhe contou? – Aproximou se de Ashley colocando a mão em seu ombro e este guardou o riso apesar de toda a fúria de Vanessa. – Eu sei que achava que não chegava a tempo, mas para sua sorte a sua amiga entregou os papéis por si, fique descansada.
Vanessa: Tu estás tão morta. – Sussurrou com fúria para Ashley quando a Professora voltara para frente da turma.
Professora: Algum problema? – Perguntou com os óculos na ponta do nariz e sobrancelhas no alto.
Ashley: Não professora, Vanessa apenas estava a mostrar a sua ansiedade por ir prestar as provas, ela quer muito entrar nessa peça, e quem sabe conquistar o papel principal. – Olhou para Megan que apertava a mesa com as suas mãos, parecia com vontade de atirar acima de Ashley que debochava na cara dela.
Vanessa: Ashley, não sejas provocativa…
Professora: É talvez até consiga o papel principal mesmo, não me esqueço de ter sido sua professora na primária quando ela demostrava já que tinha talento, subia aos palcos sem medo catava e representava. - Olhou com o seu brilho nos olhos para Vanessa, até Matt sorria pela coragem que na verdade Vanessa não tinha tido aquilo tudo foi um plano macabro de Ashley.
Vanessa: Vais ter que te haver comigo. – Deu de costas para Ashley até ao final da aula onde a loira tentou faze-la falar.
Ashley: Não fiques assim, é apenas para o teu bem. – Tentou justificar o seu ato, ela sabia que Vanessa morria de vergonha.
Vanessa: Passar pelo ridículo, é para meu bem? – Afastou se mais um pouco de Ashley. – Obrigada ok. – Ironizou.
Ashley: Para com isso, tu tens talento, e as pessoas o vão apreciar, é apenas essa a minha intenção. – Abraçou Vanessa.
Vanessa: Desta vez passa, mas para a próxima não faças nada sem me avisar. – Pediu ainda se sentido zangada mas na verdade lá no fundo mas mesmo lá no fundo a sua vontade de se escrever em algo parecido era muito por isso até estava um pouco agradecida á amiga.
Kristen: As aulas acabaram, vamos, vamos. – Pegou as amigas pelas mãos que nem deram por nada e as puxou.
Vanessa: Calma. – Gritou sendo colocada dentro do táxi.
Kristen: Sem tempo…- Sentou se ao lado das amigas exausta. – Ali está ele, o siga. – Pediu ao taxista que seguisse Robert e assim tudo começou.
Vanessa: Cemitério. – Disse quando saíram da viatura, tinha parado no mesmo local que Robert, e não havia duvidas de onde estavam.
Kristen: Vamos. – Puxou as amigas para dentro e se esconderam, mirando o de longe.
Ashley: Vamos esperar que ele vá embora e depois vamos ver para onde tanto ele olha. – Sussurrou, e elas esperaram e esperaram, ele não se mexia matinha a cabeça baixa para a campa e ficava ali por longos minutos. – Nunca mais. – Queixou se exausta vendo ele deixar a rosa em cima da campa e indo embora.
Kristen: Alguém escutou os teus murmúrios. – Riu e Ashley estremeceu pelo que a rodeava, mortos e mortos. – Vamos.
Kristen foi a mais apressada nunca tinha coragem de ir ali sozinha porque não sabia o que a podia esperar, e tinha ficado um pouco igual, porque mirava a fotografia de alguém, mas não sabia quem ela era, embora não lhe fosse assim tão estranha por alguma razão.
Vanessa: Quem é está? – Perguntou em voz alta o que Kristen se perguntava repetidamente mentalmente.

Kristen: Avril falecida em Março de 2005. – Releu o nome para si, e não conseguia saber quem ela era e isso era irritante, Robert passa dias e dias a olhar para ela, e podia ser estupido mas naquele momento ela estava com ciúmes de alguém que já nem estava viva.
Vanessa: Isso foi no ano passado, o que acham que poderia lhe ter acontecido. – Olhou o retrato da rapariga que para elas era desconhecida e isso apenas fazia a sua curiosidade para saber quem era, e o que lhe tinha acontecido, tornar-se maior.
Ashley: Acidente de carro, podia ter uma doença…- Dizia tentando adivinhar.
Kristen: Não sei. – Levou as mãos á cabeça no meio de um desespero pelo desconhecido. – Não entendo mais nada.
Ashley: Não te preocupes. – Abraçou amiga de lado.
Vanessa: Sim, isto terá uma logica um explicação, vais ver que não será nada de mais. – Beijou a testa da amiga que abraçava Vanessa e Ashley com força, coisas e coisas passava lhe pela mente. Porque Robert não falava dela? Será que ele teria alguma coisa a ver com o que lhe aconteceu?
Kristen: Eu tenho que falar com ele de imediato. – Limpou as lagrimas pela dor de cabeça que toda aquela confusão lhe dava. – É isso, agora mesmo. – Saio dali, para fora tanto Vanessa como Ashley sabiam onde ela iria…na casa de Robert fazer-lhe um milhão de perguntas.
Vanessa: Achas boa ideia a deixar-mos a ir? – Olhou para Ashley preocupada com Kristen que estava demasiado nervosa.
Ashley: Não sei, e se ele for um lunático, um loco? – Perguntou assustada fazendo o seu drama, Vanessa lhe pegou a mão acalmando a.
Vanessa: Vamos atrás dela, e ela ficara bem. – Puxou amiga pelo braço e seguiram Kristen que ia a uns metros de distância delas, muito concentrada pensado em tudo o que queria perguntar, em tudo que queria falar aos gritos, é tudo que a estava a dominar agora e ela não percebia.

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Obrigada a todos por comentarem.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Capítulo 20


Antes de postar aqui deixo uma história Zanessa Tudo por amor http://amorinesperadozanessa.blogspot.pt/ é de Andreia eu li, sigo e o aconselho.passarem por lá.
««««Respostas aos comentários »»»»
Margarida: É Matt acabou por cair tentando empurrar o primo, mas ele não é de desistir; Obrigada por comentares.
Edyh_2012: Sim Matt se acha muito bom, mas só faz é asneiras o que fica bem para Zac; Obrigada por comentares.
Alinne: É todas amara esse espalho de Matt; e Gina tenta apenas ser cuidadosa, em demasia; Obrigada por comentares.
Andreia: Obrigada por leres como podes já ter visto tua historia está divulgada J
Agradeço a quem carregou nos pequenos quadrados demostrado a sua opinião também é bastante importante.
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Da mesa de jantar passaram para a sala de estar, onde Greg puxava e puxava assunto, sabia que ambos tinham intenções com a sua filha, já tinha vivido alguns anos e os olhos deles diziam mais que a própria boca pudesse falar.
Gina: Isto é chuva? – Levantou se do sofá, onde olhava para a sua telenovela e correu até á janela de onde vinha o forte barulho.
Greg: E muito. – Aproximou se por detrás da sua mulher via como as árvores abanavam com o vento e como as pingas de chuva caiam violentas. – Não entendo, estava tão bom tempo hoje de tarde; e agora chove deste modo?
Gina: O tempo está doido meu querido. – Passou pelo esposo de volta ao sofá.
Zac: Bem mas está tarde mesmo. – Olhou para o seu relógio de pulso e logo para seu primo. – Vamos indo primo?
Matt: Eu vim sozinho! – Respondeu seco olhando também para as horas. – Mas sim está tarde e é melhor irmos.
Gina: Não pode ir a lado algum. – Colocou se na frente do Matt não o deixando passar. – Com este tempo podem sofrer um acidente. – Olhou também para Zac logo de seguida, para ela não era a melhor pessoa talvez para a sua filha mas não lhe desejava a morte.
Vanessa: O que vamos fazer então? – Olhou logo para Zac uma noite na mesma casa do que ele, o seu corpo tremeu.
Gina: Vamos arrumar a sala. – Olhou em redor já fazendo os seus planos. – Irão dormir aqui.
Greg: Boa ideia. – Abraçou Gina de lado. – Com este tempo melhor é ficarem aqui mesmo, a estrada não está das melhores hoje.
Zac: Se o dizem, eu concordo então. – Sorriu de lado para Vanessa perdendo se nos olhos dela, como ele parecia encantado.
Greg: Vou buscar os colchões de encher ao sótão, arrumem tudo aqui em baixo. – Pediu saindo com a mulher que iria pegar os cobertores, ali no meio ficou Vanessa com Zac e Matt entre eles, todos se olhavam até que se deram conta que tinha que ajeitar a sala, para dormirem.
Vanessa: Como Matt dizia, sei que não estás habituado a isto, mas…
Zac: Não te desculpes Vanessa. – Aproximou se pegando delicadamente a sua mão. – O Jantar estava ótimo, e a tua mãe foi muito gentil em me deixar ficar aqui, de fato hoje a estrada não está das melhores, e ela se preocupar, mostra o quanto boa pessoa é, e eu gosto disso, herdaste esse lado dela. – Sorriu amistoso, com grande vontade de a beijar mas não se esquecia que seu primo estava detrás.
Vanessa: Sobre o que se passou está tarde…
Matt: O que se passou? – Empurrou Zac ficando do lado de Vanessa enfiando lhe aqueles olhos ciumentos dentro do dela.
Gina: Sim o que se passou? – Deixou cair as mantas no sofá e aproximou se da sua filha pedido lhe explicações.
Zac: Vanessa e Ashley finalmente fizeram as pazes, foi isso que aconteceu. – Riu de lado pela mentira, era verdade mas não era o que Vanessa estava a falar, ela falava sim do beijo, o beijo ele, ainda sentia os lábios dela nos seus.
O assunto morreu por ali com a desculpa de Zac e depois de estar tudo arrumado era hora de todo se deitarem para terem uma noite de descanso. Vanessa sempre esteve lá mais próxima de Zac, mas não deixou de dar um beijo de boas noites ao amigo Matt, o que deixou Zac bem irritado.
Gina: Boa noite. – Desejou desligando as luzes saio detrás de Vanessa seguido a filha até ao quarto.
Vanessa: Porque olhas assim para mim? – Perguntou sentando se na cama, ao ver o olhar atento da sua mãe sobre ela.
Gina: Vanessa eu, sou tu mãe. – Sentou se ao lado dela tentando arranjar a melhor maneira de falar com a filha odiava que ela começava a odeia-la e não queria isso. – Eu me preocupo muito contigo, mas a verdade é que ultimamente, estamos distantes, nem sinto que me vejas mais como uma amiga. – Suspirou triste até ela odiava a adolescência, queria que Vanessa fosse sempre do mesmo tamanho e idade, aquela idade é que é a sua heroína e não a má da história.
Vanessa: Não é nada disso mãe, apenas fiquei magoada por como tratas Zac. – Levantou as cobertas ficando debaixo delas.
Gina: Ele não é rapaz para ti… - Gritou e viu Vanessa revirar os olhos, tentou se acalmar e ganhar a paciência que não tinha. – Quer dizer, eu sei que ele tem um bom fundo tudo bem, mas á coisas maiores que ele, e que o fazem superficial não tão bom para ti.
Vanessa: Vou ter cuidado. – Respondeu num longo e cansado suspiro.
Gina: Namoram? – Perguntou como se não fosse nada, ela queria na verdade saber de tudo.
Vanessa: Não. – Respondeu impaciente com as perguntas.
Gina: Como sabes a empregada da casa dele é minha amiga. – Vanessa arregalou os olhos e sentiu uma vergonha enorme, além do medo. – Eu sei do beijo que deram no meio das escadas, e também sei que estiveram horas trancados no quarto dele. – Vanessa engoliu seco, sua mãe já tinha inventado coisas na cabeça dela que nem tinha acontecido.
Vanessa: Não é isso que estas a pensar mãe. – Saio da cama e se sentou na mesma ganhado o folgo. – Apenas estudamos e adormecemos.
Gina: Por isso os teus cabelos estavam naquele estado? – Passou a mão pelos cabelos da filha, via como ela estava aflita.
Vanessa: Sim…- Ganhou coragem e olhou os olhos da sua mãe. – Não te zangues comigo.
Gina: Eu não estou zangada, entendo o teu lado. – Tentou ser paciente, afinal já tinha tido a idade dela, por isso se assustava sabia de tudo que podia acontecer, mas não ter tanto medo que a sua filha cometesse os mesmo erros que ela. – E tudo bem eu não te proíbo de o veres, mas não te quero trancada no quarto com ele.
Vanessa: Serio? – Abri-o um sorriso e abraçou sua mãe.
Gina: Sou muito nova para ser avó, e tu mãe. – Apertou a sua filha em seus braços e lembrou-se do seu nascimento, ela era uma criança praticamente tinha a idade de Vanessa neste momento, e não queria que Vanessa tivesse as mesma dificuldades que ela, adolescente e ser mãe ao mesmo tempo, fazia tudo ser mais complicado ainda.
Vanessa: Tudo bem. – Revirou os olhos e tentou muito ser compreensiva com sua mãe. – Posso, me deitar agora?
Gina: Sim. – Tampou a filha e logo a beijou na testa. – Boa noite meu anjo.
Vanessa fechou os olhos ao ver a sua mãe sair e não demorou muito para cair no sono, estava desejosa por talvez sonhar com Zac. E como seus desejos eram, Zac entrou de seguida em seus sonhos até podia ouvir ele a chama-la, bem que essa parte parecia muito mais real.
Zac: Vanessa…- Sussurrava no ouvindo dela tentando a despertar. – Vanessa…
Vanessa: Zac? – Abri-o os olhos levantado rápido o corpo ficou sentada e corada pelo sonho que estava a ter; mas como também ela era boba, ele não podia adivinhar o que ia na mente dela. – Que fazes aqui? Já são duas da manhã. – Olhou para o relógio que tinha em cima da banquinha que marcava as duas em ponto.
Zac: A sonhar comigo? – Brincou e Vanessa apenas corou mais um pouco, ele podia não ler mentes mas estava lá próximo, e só dela imaginar sentia o seu corpo queimar de vergonha. – Estou a brincar, vim falar contigo. – Se sentou na cama perto dos pés dela.
Vanessa: O que se passa, estás com frio, precisas de mais cobertores? – Saio da cama mas ele logo a puxou para seu colo e Vanessa sentiu sua respiração parar em simultâneo com seu coração, mas seu corpo esse ferveu.
Zac: Na verdade o que eu preciso mesmo…- Rodou o corpo dela com um braço e com a outra mão desviou o cabelo dela para detrás da sua orelha. – Era de um beijo igual ao que demos está tarde. – Tentou a beijar mas ficou a morder o lábio com a vontade já que ela saltou do colo dele, nem ela sabia como tinha resistido.
Vanessa: Tu sabes que eu não posso. – Correu até á porta de seu quarto e a trancou, se a sua mãe entrasse a matava e isso era o mínimo.
Zac: Eu gosto muito de ti. – Abraçou por detrás e cheirou o seu pescoço, Vanessa sentiu que trancar a porta talvez não fosse o melhor.
Vanessa: Se gostas assim tanto de mim como dizes, prova mo. – Pediu tentando sair dos braços dele.
Zac: Vou provar-te. – Tentou prometer virando a de frente para si. – Adoro- te. – Passou a mão de leve pelo rosto dela.
Vanessa: Também te adoro. – Disse vendo ele abrir um grande sorriso, os olhos dele brilharam e ela por momento teve a sensação que os corações de ambos batiam em simultâneo e ela apenas tentava aguentar se nas próprias pernas que tremiam.
Zac: Vá lá…apenas um pequeno beijo. – Pediu fazendo biquinho.
Vanessa: Um pequeno…- Foi interrompida pela boca dele que caíram com alguma grosseria nos lábios dela, a força foi tanta que caíram na cama, ele ficou por cima, mas não foi bruto nem grosseiro, e as suas mãos apenas passavam pela cara dela, ela sentia se á vontade apesar de estarem num quarto naquela posição, ela sentia se bem com ele porque não estava a quebrar nenhum tipo de barreira que não devesse.
Zac: Melhor ir. – Abriu os olhos e disse sem vontade de sair de perto dela.- Antes que teu pai me acorde e me de o tal tiro.
Vanessa: Sim, é melhor ires. – Ele, saio de cima dela, beijando a rápido novamente e saio do quarto.



terça-feira, 3 de julho de 2012

Capítulo 19


Respostas aos comentários:
Margarida: Sim Zac meteu se em algo que nem sabia como poderia vir a ser e agora n sabe que fazer; Obrigada por comentares.
Anónimo:  É se Vanessa descobrir tudo Zac é capaz de ficar muito péssimo mesmo; Obrigada por comentares.
Alinne: Megan é idiota mesmo, e Zac deveria sair dessa, mas a sua imagem ainda o leva muito para o que tem que fazer e o que deve fazer; Obrigada por comentares.
Edyh_2012: Este Zac sim é um pouco incompreensível o homem de duas caras; Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carregou nos pequenos quadrados demostrado a sua opinião, Obrigada.
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Da secretaria os livros passaram para a cama, pedido de Zac que se queixava de dores nas costas e dizia que ao estarem encostados na cama iria ser melhor. Vanessa torceu o nariz do que podia ser uma desculpa farrapada dele, para não ter que estudar mais, mas seus ombros também doíam ela decidiu fazer lhe a vontade. E em menos, de nada quando olhou para o seu lado enquanto explicava um exercício dormia Zac, Vanessa ficou indecisa com a imagem que via; deveria ir embora? Ela não sabia o que fazer, apenas segui-o seus impulsos deitou se ao lado dele para o sentir perto de si e fechou os olhos, não planeava era mesmo adormecer o que acabou por acontecer.
Zac: Que barulho é este? – Sussurrou abraçando mais Vanessa de lado, deixando se levar pelo sono que ainda sentia.
Vanessa: O que se passou? – Abriu os olhos e olhou para o lado, Zac estava particamente em cima dela, depois recordou que apenas adormeceram, mas sentido muito envergonhada levantou se a correr e pegou no telemóvel que não parava de tocar. – Já é tão tarde, a minha mãe vai-me matar. – Suspirou apavorada mais ainda quando Zac abraçou por detrás empurrando a de volta para a cama.
Zac: Descansa. – Disse apenas deitando a na cama deitou se ao lado dela e a voltou abraçar, por minutos Vanessa deixou-se estar, aquela sensação do abraço dele, era muito agradável, mas depois voltou á vida e saio daquela cama.
Vanessa: Acho que descansei até de mais. – Olhou novamente o telemóvel que ainda tocava pelas mensagens que recebia de seguida, o estomago de Vanessa deu duas voltas e a sua garganta secou. – Minha mãe me mandou umas vinte mensagens e já me telefonou mais de cem vezes.
Zac: Sim já é tarde. – Bocejou abrindo bem os olhos olhou para a janela comprovando que já era de noite.
Vanessa: Eu tenho que ir andado. – Falou apressada pegando na sua mochila enfiou os livros todos de seguida.
Zac: Eu levo-te. – Se espreguiçou sentido os ossos do corpo estalarem, ele tinha adormecido bem depois dela, e não estavam deitados na melhor posição agora seu corpo doía, mas ele não quis saber, para ele até valeu a pena estar ali ao lado dela, dormindo abraçado, pode sentir o seu perfume por horas e manter as suas mãos na pele dela pelo mesmo tempo, o que o deixava estupidamente feliz.
Vanessa: Os teus pais deixam-te sair a esta hora? – Perguntou tremendo mais um pouco, e se eles já ali estava? Zac disse que eles tinha ido para um lugar qualquer que ela já nem recordava e que ia demorar, mas ela não sabia se ele se referia a dias ó horas, ela lembrava que ele tinha falado no assunto, mas ela não tinha como recordar o perfume dele tinha ficando nela e ela sentia se doida com aquele cheiro.
Zac: Como te disse eles vão ficar fora nem estão por aqui. – Vanessa suspirou lembrando -se que ele já lhe tinha dito aquilo, mas aquele tempo de descanso tinha-lhe levando todas as lembranças, menos a do beijo que tinham dado antes, isso era impossível de esquecer. – Mas eu também não tenho dez anos agora, anda, eu levo-te será mais rápido. – A pegou pelo braço e Vanessa não teve como negar
(»»»»)
Vanessa: Ela vai-me matar, cortar me as postas e dar me de comer aos porcos. – Olhou para a sua porta de casa, ela tinha que entrar mas estava sem vontade alguma de ouvir um sermão da sua mãe; e para ajudar Zac ainda ria do desespero dela. - Não te rias, isto é serio.
Zac: Está muito escuro por aqui, anda eu levo te até á porta. – Saio do carro abrindo a porta para ela.
Vanessa: É melhor não. – Disse sem vontade, viu como ele ficou triste mas depois da maneira como a sua mãe o tinha já tratado.
Zac: Eu sei que a tua mãe não gosta de mim; não sei o porque…- Começou a caminhar até casa de Vanessa sem ela mesmo quere não conseguia o fazer mudar de ideias ele a queria proteger ao máximo. – Mas eu não me importo, com o escuro que está nunca se sabe o que se pode acontecer, tanta gente que é magoada até á porta de casa.
Vanessa: Zac espera ai…- Chamou puxando para detrás de si quando a porta da sua casa abriu e a sua mãe saio.
Gina: Vanessa. – Mirou Zac de cima a baixo com uma cara de desprezo. -  Só podias estar com ele.
Vanessa: Sim mãe estava com Zac, e ele fez me o enorme favor de me trazer até casa para nada me acontecer. – Tentou defender, Zac estava muito silencioso e Vanessa não queria magoar seus sentimentos nem que a sua mãe o fizesse.
Gina: Porque estas, tão despenteada? – Olhou o cabelo de Vanessa agora tentava arrumar enquanto suas bochechas viravam dois tomates de tão vermelhas que ficava, e o pior é que não tinha desculpa alguma para dar, por isso olhou para Zac pedido um socorro.
Zac: Terá sido do banco do carro. – Tentou justificar mas o olhar mauzão da mãe de Vanessa não mudou.
Gina: Estou a ver. – Disse deixando sem perceber Vanessa se seria ironia. – Minha filha está, entregue podes ir rapaz.
Greg: Deixa de ser mal-educada mulher. – Apareceu detrás de Zac apertado lhe de seguida a mão. – Boa noite rapaz.
Zac: Boa noite. – Sorriu envergonhado mas por dentro suspirava de alívio pelo menos um deles, gostava dele.
Gina: Não estou a ser mal-educada. – Indignou ao ver o jeito como o seu marido cumprimentava Zac. – Mas é tarde, hora dele ir embora, com certeza os seus pais o devem estar a esperar para jantar.- Tentou indiretamente mandar embora Zac, mas este apenas riu de lado para ela, tinha a certezas que ela só era assim com ele por causa de seu primo,
Zac: Não, na verdade ninguém me espera meus pais saíram de viajem e eu estou totalmente sozinho…
Greg: Vês. – Olhou de seguida para a sua mulher que se sentia mal com a situação, não queria Zac em casa mas parecia que o seu marido era contra isso. – Vá rapaz entra, está noite vais jantar connosco, é melhor que jantar sozinho. - Falou entrando em casa e empurrando Zac para dentro dela, Vanessa ria da cara de chocada que a sua mãe pós.
Gina: Mas o que é que se está a passar aqui? – Perguntou batendo a porta com força, Vanessa fechou os olhos, a sua mãe estava se a comportar de uma maneira desnecessária, estava a deixa-la mal diante do rapaz que ela amava.
Greg: Já te esqueceste, que foi Zac que me ajudou a mim e á tua filha, quando o nosso café foi assaltado. – Perguntou engrossando a voz.
Gina: Sim eu sei, e todos os dias da minha vida serei lhe agradecida por isso. -Olhou para Zac dando lhe um “Obrigado” sincero. – Mas nossa filha é a nossa menina que anda com ele, e tu sabes quem é ele, é Zac Efron. – Gritou e Zac na primeira vez na sua vida desejou não querer ter aquele nome, mas a verdade é se ele tinha algum tipo de fama tinha sido ele a cria-la.
Greg: A nossa filha é quase uma mulher adulta, já se sabe cuidar, e este rapaz deve saber se magoar o coração da minha filha no mínimo uma bala para no cento da sua testa. – Zac estremeceu com a ameaça e logo veios os planos de Megan á cabeça.
Vanessa: Pai…- Repreendeu ao ver a cara de Zac mudar para branco.
Greg: Vamos comer então? - Sorriu animado mostrando para Zac onde era a cozinha.
Gina: Sim, Matt já nos espera na mesa. – Avisou já Zac dando de caras com o seu primo sentado na mesa redonda.
Zac: Matt…- Tentou mostrar os dentes num sorriso simpático, e sentou se ao lado dele. – Pensava que estavam zangados.
Matt: Fizemos as pazes, esta tarde. – Abriu um sorriso pela raiva do primo, e para provocar mais olhou Vanessa de cima a baixo.
Greg: Fica á vontade. – Falou para Zac pegando o seu prato para o poder servir.
Matt: Não sei se meu primo se sentira bem num local como estes. – Começou olhando bem para Gina, para fazer seu primo sentir se bem mal, pelo que iria dizer. – Não é propriamente o local onde ele costuma jantar. – Riu, mas viu que o seu plano correu muito ao contrário.
Greg: O que é que queres dizer com isso? – Zac apenas conteve o riso dentro dele queria o tramar e se tramou.
Vanessa: Sim, afinal o que tem a casa de mal? –Olhou de lado para Matt á anos que ele ia ali e nunca tinha sido tão mal educado.
Matt: Não, não é nada disso…esqueça. – Pediu com vontade de encontrar um buraco para se poder enfiar lá dentro.
Greg: Melhor. – Disse firme e grosso depois olhou para a sua mulher que protegia Matt mas desta vez tinha ficado calada.
Matt: Idiota. – Sussurrou para si enquanto olhava para Zac que estava sentado bem do lado de Vanessa.
*****(»»»»»«««««)*****
Os planos de Megan para Vanessa para Zac parece estar um pouco para trás, mas mesmo assim as coisas vão avançado rapidamente entre ele e Vanessa, e ainda tem que aguentar o seu primo Matt que vive em cima deles tentado ter uma oportunidade com Vanessa…no meio desta guerra com Vanessa, quem ganhara?



segunda-feira, 18 de junho de 2012

Cap. 18 Dedicado a quem carregas nos quadrados/seca/lê se/ óptimo


Depois do telefonema Vanessa e Ashley não tiveram que esperar muito para ouvir a campainha da casa tocar. Já era Zac que carregava impaciente á campainha, Ashley o fez sofrer um pouco e esperar, até que Vanessa lhe olhou de lado e ela ai sim decidiu abrir a porta a Zac.
Ashley: Isso é que foi rapidez. – Riu da cara nervosa de Zac, naquela relação era apenas Vanessa e ele, sempre que mais alguém sabia ou se meti-a ele ficava envergonhado tímido, ficava coisas que ele desconhecia que poderia vir a ser, ou sentir.
Zac: Sim…- Coçou a cabeça levantando finalmente a cara para olhar Ashley. – A Vanessa?
Ashley: Vem já ai. – Respondeu guardado o riso dentro dela, ouvindo os passos da amiga se aproximando por detrás.
Vanessa: Já aqui estás. – Apareceu na porta empurrando Ashley para trás, mas esta não se afastou muito.
Zac: Disse -te que vinha a voar. – Corou, ele só queria sair dali, mas parecia que estava a demorar uma interinidade.
Vanessa: Entra…- Pediu apanhando a mala da escola que se encontrava no sofá. – Onde vamos mesmo?
Zac: Até á minha casa. – Vanessa, logo se virou para ele olhando de canto para Ashley que se ria, podia já sentir as próprias bochechas arderem por corar; não sabia porque estava acostumada estar sozinha com ele, mas na sua casa, era estranho.
Vanessa: Até…tua casa. – Continuou a olhar para Ashley que tapava a boca para não rir, deixava apenas Vanessa mais nervosa.
Zac: Sim, temos jogos a piscina…- Disse como se ela fosse mais um dos seus amigos, o que a deixou um pouco triste, acreditava ser se especial para ele, o ouvia aconselhava, tentava estar sempre lá para ele, mas não tinha a certeza que ele visse isso.
Vanessa: Vamos então… - Pegou na mão dele e o puxou para fora de casa dando um “tchau” para Ashley.
No caminho não disseram nada apenas ouviam a música que saia pelas colunas do carro, por vezes se olhavam de canto, mas quando apercebiam que o outro olhava também desviavam os olhares. Mas o caminho acabou e tinha chegado, estava na hora daquele silêncio terminar, Zac saltou do carro correndo até ao outro lado abriu a porta a Vanessa e a puxou para dentro de casa.
Vanessa: E agora? – Viu se no meio da casa que parecia estar deserta, não se ouvia passos nem nada, pareciam estar sozinhos.
Zac: Bem já conheces a casa. – Voltou a puxa-la pela mão subindo as escadas. – Vamos até ao meu quarto. – As mãos de Vanessa, tremeram não o queria interpretar mal, mas ele leva-la para a sua casa e logo de seguida para seu quarto, era no mínimo desconfortável.
Vanessa: Bem. -Suspirou sentando se na cama ao lado dele. – E agora?
Zac: Não sei. – Caio com a cabeça na almofada e fechou os olhos. – Eu apenas sabia que queria muito estar contigo.
Vanessa: Hum…- Murmurou sentindo se um pouco irritada. – Tu querias muito estar comigo, mas de momento não fazemos nada de interessante, porque apenas ficas comigo quando estamos a sós e não existe mais ninguém…só falta começar mos a sair na rua e pedires-me para enfiar um saco na cabeça. – Levantou se com intenções de sair dali, mas ele não deixou.
Zac: Estás zangada? – Vanessa revirou os olhos com a pergunta, como se não desse para entender que sim, o estava.
Vanessa: Se queres que eu seja sincera, sim o estou e não é de hoje. – Tentou mais uma vez passar pela porta mas ele a tapava.
Zac: Mas porquê? – Essa pergunta fez com que Vanessa ficasse mais irritada com ele, como não via o que lhe fazia?
Vanessa: Como tens a lata de me perguntar dessa maneira o porquê? – Gritou assustado Zac ela era sempre tão calma aquele gesto de agressividade era algo novo que ele via nela. – Tu olhas para mim quando ninguém vê que o fazes, temos que andar sempre as escondidas; tanto me tratas mal como me tratas bem, depende das pessoas que estão ao nosso redor; afinal quem és tu?
Zac: Eu juro que sou aquela pessoa que tu e apenas tu conheces, sou aquele Zac que te trata bem, e que gosta de ti…
Vanessa: Então porque não consegues ser assim a tempo inteiro? – Bateu lhe no peito não aguentado o que a própria estava a sentir, gostava já tanto dele e ele as vezes parecia estar apenas a ilidi-la. – Porque, usas máscaras e máscara? Usas tantas que me perco na pessoa que tu és.
Zac: Eu já te disse…sou aquilo que apenas tu vez, apenas tu mesmo… mas á muitas coisas a resolver para as coisas ficarem normais entre nós. – Gritou, e Vanessa não se sentia capaz de estar perto de alguém que parecia sentir vergonha dela.
Vanessa: Então quando resolveres essas coisas… - Passou por ele que se tinha afastado da porta, para chegar perto dela. – Fala comigo. – Disse sendo sinceramente triste, vergonha, se ele sentia isso, se ele não conseguia estar perto pelo que os outros pudessem dizer, ela também não conseguia estar mais perto dele por ele agir, pensar daquele modo.
Zac: A onde vais? – Correu pelas escadas atrás dela, era evidente que ela iria embora depois do que tinha ouvido.
Vanessa: Para casa, não vez? – Perguntou sentido um forte puxão, de Zac que quase a colou a seu corpo.
Zac: Tu não podes ir…- Sussurrou perdendo o olhar pelos lábios dela, que estavam tão próximos como ele desejava que sempre estivessem.
Vanessa: Porque não? – Inclinou mais o corpo para trás mas ele inclinava se para cima dela. – O que me impede? - Perguntou sentido cada vez mais próximo de si, e seus lábios de repente parecia ter ficado secos, apenas esperavam que os dele os molhasse, e assim aconteceu Zac acabou por a beijar mesmo; e foi doce muito doce, parecia ímanes que não se conseguiam despegar.
Zac: Não me vais dar um estalo pois não? – Tapou a cara Vanessa tinha o afastando de si, mas apenas porque estava a escorregar.
Vanessa: Bem…- Voltou se aproximar dele e o beijou, agora estavam em condições de dar um beijo perfeito sem costas a entortar ou pés as escorregar; mas mesmo assim ela conseguia sentir seus joelhos fraquejarem pelo beijo, sentia estar a pisar as nuvens e não conseguia pensar em mais nada a não ser beijar e beijar a boca dele.
Zac: Estou com fome…- Separou se do beijo e se dirigi-o para a cozinha. – Vamos lanchar. – Vanessa estranhou aquela atitude meio fria, seu coração sofreu uma dor espontânea, ela o beija daquela maneira e ele quer ir comer?
Vanessa: Sim… pode ser- Segui-o até á cozinha sentando se na cadeira que estava perto da bancada. – Não obrigada. – Negou quando ele lhe ofereceu comida, naquele momento sentia se muito estranha; aquele beijo teria sido um sonho? Ele já tinha admitido quere-la beijar, também teria sido aquilo um sonho? Naquele momento ela não sabia de mais nada, até tinha duvidas se estaria ali mesmo.








Vanessa: Isso que é apetite. – Decidiu dizer algo de uma vez, para parar de pensar, seus pensamentos estavam muito estranhos de momento.
Zac: Sou um rapaz em face de crescimento, tenho que me alimentar bem. – Desculpou se levando tudo á boca.

Vanessa: Vejo que sim. – Suspirou, não queria estar ali, e fingir que nada tinha acontecido, ela não podia acreditar que por momentos tinha sonhado beija-lo, não ela tinha o mesmo feito…não entendia atitude dele, ela não conseguia mesmo perceber as intenções que ele tinha, dizia que saia ele não deixa diz que a quer perto mas depois a beija e age como se nada fosse.
Zac: A campainha. – Gritou de boca cheia. – A empregada deve ser surda; já volto.
Vanessa: Antes…- Pegou num pano e se levantou indo a tem ele. – Deixa me limpar aqui. – Passou de leve o pano pela boca dele, e ele logo se aproximou voltando a beija-la, e mais uma vez foi bom, a melhor sensação se enchia o peito dela, ao mesmo tempo que era confuso a atitudes dele. – A campainha…- Disse entre os lábios dele afastando-o.
Zac: Claro…não saias dai. – Pediu correndo até á porta onde levou um susto quando abriu.
Megan: Amor. – Caio nos ombros dele, que a puxou para fora de casa. – Estava a ver que não. – Beijou rápido, e ele sabia que Vanessa era diferente, ele já o sabia antes mas depois de a beijar e de ela o fazer sentir o que sentiu era mais a pura das certezas.
Zac: O que é que fazes aqui? Não me recordo de ter combinado nada. – Sorriu de lado, ela não podia entra dentro daquela casa.
Megan: E desde quando temos que combinar algo? – Passou ao lado dele tentando entrar mas ele não deixou.
Zac: Sabes, é que estou um pouco ocupado…- Fechou a porta ficando na rua sem chave. – Falamos aqui fora mesmo.
Megan: Isso é que é despachar uma pessoa. – Cruzou os braços começando a bater o pé e suspirava irritada.
Zac: Oh querida…- Pegou nas mãos dela e a puxou para um abraço. – O que te trás por aqui?
Megan: O meu namorado… - Afastou se dos braços dele, sabia que algo se passava. – Ou seja tu: que mais podia ser?
Zac: É não sei. – Pegou na mão dela levando a lentamente sem ela entender para o portão de saída daquela casa.
Megan: Ultimamente andas muito estranho…- O travou não arredado mais pé de onde estavam. – E nunca mais falamos sobre o tal plano que tínhamos para aquela piolhosa da Vanessa; alias desde que falamos nesse assunto que andas um pouco estranho.
Zac: Está a demorar, mais do que possas imaginar. – Sorriu falso levando os olhos para a sua casa, onde estava Vanessa sem saber de nada.
Megan: Vê se te despachas; estou cansada de esperar, não sou a pessoa com mais paciência no mundo; e tu sabes disso. - Suspirou e inquietantemente começou novamente a bater o seu pé no chão. – Eu quero humilhar alguém, por isso não demores. – Ordenou friamente, seu desejo de fazer mal a Vanessa era incompreensível.
Zac: Vanessa não é uma rapariga fácil…- Engoliu seco só de falar naquilo, se Vanessa imagina-se o que se passava nunca mais olharia na cara dele, e daquela ele não sabia como sair. – É chata, nem me deixa falar…não imaginas é quase impossível me aproximar dela.
Megan: Estou a ver…- Sorriu irónica a pinga de soar que escorregava pela testa de Zac mostrava que ele estava demasiado nervoso e raramente ele ficava assim até porque era um excelente mentiroso; por isso o que se estava a passar seria algo serio, e ela tinha que descobrir. - Bem já que nem deixas entrar na tua casa eu vou indo, tenho que estudar aqueles números da matéria de matemática me deixam zonza…mas vê se te despachas com o assunto da mosquinha morta.
Zac: Vou tentar. – Limpou a testa e lhe deu um beijo rápido, porque Megan logo afastou fazendo uma cara de nojo pelo jeito como ele soava; depois de se ver livre dela correu de volta para casa batendo fortemente com a cabeça na porta. – Au, minha cabeça. – Se queixou ouvindo a porta abrir.
Vanessa: Estás bem? – Puxou para dentro o barulho que se ouviu na porta tinha sido enorme. – Estás branco.
Zac: Sim…- Correu torto para o sofá, sentia se a desmaiar. – Apenas acho que comi de mais. – Relaxou a cabeça fechando os olhos, tinha mentido sobre tudo, não estava bem e aquela branquidão na sua pele além de ser da pancada que dera na porta era porque Megan lhe aparece á porta com os planos de magoar Vanessa.
Vanessa: Estou a ver. – Pegou na mochila tentando ignorar a cara de dor dele. – Tenho que ir indo.
Zac: Mas já? – Se levantou rápido caindo de volta no sofá.
Vanessa: Sim, tenho trabalhos para fazer e coisas para estudar. - Caminhou até á porta, mas tinha medo que ele chegasse a desmaiar.
Zac: Podias fazê-los aqui. – Tentava arranjar desculpas para ela não sair tinha medo que tivesse visto Megan.
Vanessa: Não sei…
Zac: Vá lá, eu basicamente estou sozinho nesta casa, e sabes que neste momento não estou bem as portas são duras. – Esfregou a testa tentado fazer rir mas não consegui. – E para mais estou cheio de dúvidas na matéria, preciso muito da tua ajuda.
Vanessa: Tudo bem eu fico. – Suspirou sentido se fraca por não resistir á cara de cachorro abandonado dele.
Zac: Boa…-  Ela se aproximou dele e o abraçou de lado ajudando a chegar ao quarto, começaram a estudar embora os planos dele fosse outros como voltar a beija-la ela não deixou apenas enfiava os livros pelos olhos dele a dentro.
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Este Zac cada vez se enterra mais, de tanto tentar se arranjar apenas se enrolar mais…mas no meio disto tudo está um plano; será que a Vanessa o descobre? Bem para saber é bem fácil até leiam o próximo cap. Agradeço a quem carregou nos pequenos quadrados porque também é um grande apoio, muito obrigado também a quem por escrito demostra as suas opiniões, obrigada a Margarida, Alinne e Edyh_2011