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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Capítulo 5


Silêncio ficou na sala só as gargalhadas de Zac se ouvia, Matt ia fechando os punhos, apenas não lhe batia por estar na presença de seu pai, e de seu tio porquê, tinha muito respeito. Zac lá para de rir quando a sua mãe se junta a eles.
David: De que rapariga está o teu primo a falar? – Perguntou para Matt depois de ver que continuava zangado.
Megan: Uma miúda, lá da escola…uma verdadeira nerds. – Explicou antes de Matt poder se pronunciar.
Matt: Ela é uma rapariga muito inteligente mesmo…- Defendeu. – O seu pai trabalha num café, a sua mãe faz limpezas em várias casas, mas a Vanessa com as capacidades que ela tem….tenho a certeza que ira ser uma grande mulher.
Starla: No futuro não se ditam cartas assim…- Olhou para o sobrinho de lado. – Se ela algum dia for uma pessoa importante, aproxima te dela nessa época então; porque neste momento ela não passa de uma pobre que não tem onde cair morta. – Levou o chá mais uma vez á boca e continuou. – Devias, ter mais atenção, no teu primo….- Passou a mão pelo rosto do filho fazendo lhe uma pequena festa. – Ele sabe encontrar raparigas ao seu nível. – Megan sorriu dando pulinhos no sofá.
Zac: É, minha mãe, tem toda a razão, meu primo devia ter mais cuidado com quem anda, devia ser como eu….
Matt: Se eu fosse como tu, atirava me de uma ponte….tu não tens nada de bom….
Megan: Vê como falas com o meu amor. – Agarrou Zac pelo pescoço e juntou a si.
Matt: O teu querido amor ainda tem boca que eu saiba para se defender. – Cruzou os braços e se encostou no sofá. O que mais irritava era a cara de Zac, aquele sorriso estupido que ele sempre matinha, como se tivesse sempre razão, como se fosse o rei e o mundo girasse em seu redor.
David: É que pode parar já por ai, não vão começar outra vez….anda meu irmão. – Pegou pai de Matt pela cadeira de rodas e o tirou da sala.
Zac: Tu nunca vais ter nada do que desejas. – Lançou depois de seu pai sair, seguida pela sua mãe.
Matt: Que queres dizer? – Perguntou, aquilo já soava ameaça, mas uma das que ele tanto fazia, só para ter o que queria.
Zac: Vou, te tirar tudo, não vais ficar com absolutamente nada. – Riu saindo com Megan, a cara de Matt mostrou um pouco de medo, não fazia a mínima do que ele queria dizer, e não gostava das ameaças de seu primo, porque tudo o que ele prometia cumpria.
Megan: O teu primo é um verdadeiro idiota. – Beijou de leve os lábios de Zac, que a deixava á porta de casa.
Zac: Eu sei, por isso nunca fui com a cara dele…mas ele nem sabe o que lhe espera, eu vou ficar com empresa toda, meu pai me prometeu. – Sorriu de lado, abraçando a namorada, beijando a mais uma vez mas ele afastou um pouco.
Megan: Quem também merce um castigo é aquela rapariga, a Vanessa, acho que é esse o nome dela. – Olhou o céu, esperando que o namorado concorda se, com o que ela estava a propor, mas ele ficou pensativo, apenas se pronunciou quando ela o voltou a olhar.
Zac: Mas porquê? – Ele fez que não entedia, na verdade acreditava ter pena de Vanessa, e não tinha porque a magoar.
Megan: Coisas minhas, amanhã ela vai ter uma grande surpresa. – Pela cara dela Zac já pode ver que não seria nada bom, aquele plano.
Zac: O que é que te está a pensar pela mente? – Tentou retirar lhe algo, talvez a pudesse ajudar, antes de Megan a magoara.
Megan: Depois vais perceber….até amanhã fofinho. –Deu lhe um leve selinho e acenou com a mão em despedida.
Zac: Até amanhã gata. – Piscou antes de virar costas, assim que Megan entrou pegou no telemóvel, para tratar da tal “Surpresa” para Vanessa.
****Ligação*****
Chord: Sabia que não conseguias passar uma noite se mim. – Riu lembrando todas as noite em que dormiam juntos.
Megan: Não é nada disso, e as coisas com o Zac estão a ficar serias, acho até bem melhor paramos por aqui, mas não é disso que quero falar.
Chord: É o que então? – Perguntou grosso com o que ela tinha dito antes.
Megan: Preciso da tua ajuda.
Chord: Para quê?
Megan: Quero dar um susto naquela idiota, da Vanessa.
Chord: Porque odeias tanto a miúda?
Megan: Porque sim, é uma idiota mas vais me ajudar ou não?
Chord: Sabes que sim, mas qual é o teu plano?
Megan: Vamos assaltar o café do pai dela.
Chord: O quê? – Megan bufou, com o pânico dele.
Megan: Vamos fingir um assalto, não vamos roubar apenas partir….vamos dar lhe um susto de morte. – Gargalhou.
Chord: Tu estas bem dessa cabeça?
Megan: Vá lá, é apenas uma brincadeira.
Chord: Tudo bem, como quando?
Megan: Leva o Taylor contigo, será bem cedo amanhã quando eles abrirem, ela estará lá por isso.
Chord: Tens a certeza que queres fazer isso?
Megan: Sim, eu trato do vestuário, não te preocupes.
*****Fim da Ligação****
O sol estava quase a nascer, Megan saio ainda de noite de casa, indo para o carro que tinha alugado para o seu plano.  No meio do caminho apanhou Taylor e Chord, que estavam com certo entusiasmo para o que iriam fazer. Enquanto eles vestiram as roupas negras, ela chegou, ao bairro de Vanessa parando o carro á pouca distância do café.
Chord: Nunca pensei em assalta nada muito menos um café. – Colocou a toca negra na cabeça, junto com Taylor.
Taylor: Será apenas, e apenas uma brincadeira; certo? –Voltou a perguntar, sem realmente ter a certeza do perigo.
Megan: Sim, agora tomem. – Entregou uma arma a cada um.
Chord: Isto é verdadeiro? – Perguntou deliciado com o que tinha nas mão, estava a levar demasiado serio a brincadeira.
Megan: Sim, imagina que eram falsas e eles percebiam.
Taylor: Mas Megan….
Megan: Deixa de ser cobarde, e vaiam. – Eles obedeceram á ordem saindo do carro.
****
Bem, quantos; as vossas perguntas, todas elas serão respondidas com o passar dos capítulos. Bem como sabe a historia está no inicio mas como já devem perceber, também faço muitos dramas por aqui. Então o que acham que vai acontecer no assalto? Espero que tenham gostado e obrigada pelos comentários por escrito e nos pequenos quadrados, serio muito obrigada.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Capítulo 4



Matt: Então…- Começou quando parou o carro enfrente da porta do café. – Tu e o meu primo…
Vanessa: Eu e o teu primo nada. – Encostou a cabeça no banco do carro para poder descansar mais alguns segundos.
Matt: Claro, ele é melhor que tu, não é? – Sorrio irónico. – Afinal tu não o mereces. – Fechou os olhos e fechou os punhos.
Vanessa: Do que é que estás a falar? – Levanto a cabeça, tentado olhar a cara dele.
Matt: Essa tua mania de achar que os outros são sempre superiores. – Olhou a de lado, tentado perceber o rosto dela. – Eu adoro-te. – Pegou nas mãos dela. – Vanessa nós conhece-mo nos á tantos anos, somo tão amigos e…
Vanessa: E vamos continuar a ser amigos. – Apertou as mãos dele fugindo ao assunto. – Eu adoro-te, ok. – Beijou-lhe a bochecha saindo.
Matt: Treta. – Gritou batendo no volante.
O dia foi descendo e noite foi subindo, deixando um quarto crescente a iluminar o céu. Vanessa depois de contar o sucedido não tinha ido trabalhar, seu pai não deixou, a obrigou a ir para casa, dormir, nem a deixou receber Ashley, que estava numa enorme ansiedade para falar com ela. Já Zac estava em casa com seus pais e a sua namorada que apareceu como sempre de surpresa, a única presença que ele ali não gostava era de Matt, e do seu pai.
Megan: Aquele vestido é lindo não é amor? – Perguntou e como Zac adorava fazer tantas vezes ignorou a simplesmente fazendo que ouvia.

Matt: Miúda não consegues deixar de ser fútil pois não? – Olhou para Megan rindo.
Megan: Amor. – Bateu no braço de Zac.
Zac: Respeita a minha namorada. – Olhou agressivo para o primo.
Matt: Claro, faz o que eu te digo e não faças o que eu faço. – Gargalhou mais uma vez, estava com uma raiva, a Zac.
Zac: Tá é mas é caladinho. – Levantou se ficando na frente de Matt.
David: Parem com isso. – Gritou, mandando os parar. – Quando se vão começar a dar bem?
Matt: Por mim nunca. – Foi honesto caindo no sofá.
Zac: Depois dizem que sou eu que começo. – Olhou para seu pai que com o olha mandou voltar a sentar-se.
David: Vocês são primos….
Matt: Se ele não se meter comigo eu não me meto com ele. – Interrompeu David lançado mais um olhar para Zac.
Zac: Meter me contigo? Eu não te faço nada nem te dirijo a palavra. – Falou bem alto, Megan apenas estava quieta assistindo a televisão; aquele odio de primos já era natural para todos até para ela. Eles simplesmente não se suportavam, dês de pequenos.
Matt: Ok, podes até não te meter diretamente comigo…mas metes te com os meus. – Zac começou a rir quando percebeu, o que se passava.

Zac: Isto tudo por causa daquela miúda? – Ele gargalhou como se o amor que Matt tinha por Vanessa fosse uma total parvoíce.
****
Aqui está mais um capítulo, é isso dois eu sei pequenos, mas estou sem tempo, mesmo assim espero que seja do fosso agrado.

Capítulo 3


Depois de levar com o cuspo dos gritos do professor, Zac foi até Vanessa e a pegou ao colo, levando a até á enfermaria, é todo o caminho ela queixava-se que podia ir a pé, mas ele nem lhe ligou nenhuma. Apenas apertava bem, nas suas mãos, os olhos dela estavam mais fechado do que abertos, e agora a responsabilidade do seu ato batia-lhe; fundo na cabeça.
Enfermeira: Bem, tomas este medicamento para as dores e pronto….sorte não partiste nenhum dente. – Sorriu para Vanessa que estava ali deitada em cima da maca, Zac encontrou se sempre ao seu lado, serio e sem dizer nada. – Vou telefonar aos teus pais, descansa. – Sorriu afastando-se.
Zac: Estás com muitas dores? – Perguntou, num sussurro, olhando para baixo e vendo ali deitada e fraca.
Vanessa: O quê? – Pediu que ele falasse mais alto, apertando os olhos, por aquela luz, que entrava, ela não suportava, naquele momento queria escuro.
Zac: Dores como, te sentes? – Falou um pouco mais alto, curvando se para ela.
Vanessa: Não te interessa. – Lançou brusca fechando os olhos, afinal ele tinha feito de prepósito, ela não era assim tão boba.
Enfermeira: Ninguém atende….- Apareceu informando.
Vanessa: Deixe estar eu vou para casa sozinha. – Se levantou voltado a cair.
Zac: Eu levo-a comigo. – Pegou na mão dela e nem a deixou reclamar, a puxou até ao seu carro, e fez com que ela ficasse confortável.
Vanessa: Já passamos a minha rua? – Levantou a cabeça olhando o caminho que lhe era desconhecido.
Zac: Tu vais para a minha casa. – Acelerou mais um pouco.
Vanessa: O quê? – Gritou levando as mãos á cabeça depois de voltar a sentir dor.
Zac: Estás tonta, e eu não quero problemas, vamos para minha casa e assunto encerrado. – E por ali ficou o assunto mesmo, Vanessa não tinha o que dizer, se não tivesse com tantas dores seria mais fácil, mas da maneira em que estava não tinha como reclamar. – Chegamos. – Avisou quando o carro, parou, saio abrindo-lhe a porta voltou a pega-la ao colo.
Vanessa: Eu tenho pernas, e sei andar. – O som da voz era o mais cínico que podia haver mas ele nem ligou, entrou com ela em casa levando a para o seu quarto a colocou na sua cama, e voltou a sair. – Devo estar a dormir. – Sorriu parente o gesto dele, nunca esperava.
Zac: Ok, vamos comer. – Entrou de volta no quarto com uma bandeja, comida para dois.
Vanessa: Porque estás a fazer isto? – Perguntou enquanto ele se sentava em sua frente na cama, mas ele não respondeu.
Zac: Isto não está acontecer, ninguém pode saber que eu te ajudei…
Vanessa: Ok, já percebi, não queres ser vista com a bendiga. – Mordeu a maçã que ele lhe enfiara na boca; a pensar de ele estar a ser simpático ela sentia se mal ali, ele era popular, e mal consegui olhar na cara, dela, era uma ilusão aquele romance de meia tigela.
Matt: Vanessa. – Entrou no quarto quase derrubando a porta, parecia exausto.
Zac: O que fazes aqui, na minha casa e no meu quarto. – Levantou se parando, o caminho até á morena na cama.
Matt: Para te ver não foi. – Disse fulo, empurrando o primo para cima da cama, aproximou-se de Vanessa.
Vanessa: Olá. – Sorriu com timidez, a maioria das vezes ela lhe falava mal, mas é porque não lhe queria dar esperanças.
Matt: Como estás? – Sentou bem no lado, dela fazendo-lhe uma pequena festa.
Vanessa: Um pouco melhor, até consegui comer um pouco da maçã…- Sorriu mostrado a.
Matt: Não devias, comera maçãs. – Retirou lhe a como se fosse a maçã envenenada dada á branca de neve.
Zac: E porque não? – Cruzou os braços, ficando perto da porta.
Matt: Porque magoou a boca, isto só lhe dará mais dores. – Fez mais uma leve festa na cara dela ignorando seu primo. – Viste bem o que lhe fizeste? – Levantou se com fúria indo até Zac que descruzara os braços, pronto para andar ao soco.
Vanessa: Hei rapazes, tenha calma. – Pediu pegando na mochila.
Zac: Onde vais? – Empurrou Matt ficando na frente dela.
Matt: É onde vais? – Perguntou de seguida para não ficar atrás dele.
Vanessa: Para minha casa para onde mais. – Sorriu para ambos de uma maneira casada.
Zac: Estás aqui á dez minutos….
Matt: Já deve estar farta de te ouvir mesmo. – Gozou na cara dele.
Vanessa: Nada disso tenho que ir para o café dos meu pai e ir trabalhar, ainda tenho que fazer o jatar. – Passou por ambos descendo as escadas.
Zac: Tens que fazer isso tudo? – Fez uma careta enquanto a seguia.
Matt: Nem todos, podemos ter empregados. – Desviou o primo no meio de mais um empurrão e ficou no lado de Vanessa. – Eu levo-te…
Vanessa: Não é preciso. – Zac correu e lhe abriu a porta.
Zac: Eu posso-te levar. –  “Mas o que é que estavas a fazer?” Perguntou-se sem perceber.
Vanessa: Não obrigado…- Tentou passar mas ambos se colocaram á sua frente, e ou era das dores de cabeça, ou aquele dia estava a ser estranho.
Matt: Eu ainda, tenho que passar pelo café, chegaras mais rápido. – O sorriso branco apareceu, as mãos de Zac serraram em punhos.
Vanessa: Tudo bem então. – Matt pegou na sua mão, o que irritou Zac, não gostava que o seu primo ficasse á sua frente e só isso, não é que ele tivesse com ciúmes nem nada do tipo, afinal ele chamais teria ciúmes, para mais duma rapariga daquelas.
Zac: Ok, então tchau, mas não te esqueças Vanessa, tens que me ajudar para a escola, o professor mandou. – Gritou vendo que ela entrava no carro de Matt, Vanessa apenas que acenou com a cabeça que sim entrado no carro que logo saio, pela estrada.
Gabriela: O que foi isto? – Riu da cara dele enquanto pegava o cesto da roupa suja.
Zac: Isto….o quê? – Deu de ombros como se fosse parvo e não estivesse a perceber.
Gabriela: O menino não tem, namora? – Interrogou ele apenas acenou que sim.
Zac: Chama se Megan, e é uma brasa, brasa. – Riu com os pensamentos.
Gabriela: Então, mas achou mais piada a estás. – O sorriso dele desapareceu, e ela mais uma vez riu.
Zac: Achas que sim, aquela miúda, para mim é nada, zero, totalmente zero…
Gabriela: Então, porque tanta coisa, o seu primo gosta dela, se não goste deixa estar. – Mostrou um rosto serio, ela conhecia a mãe de Vanessa que era uma excelente pessoa, mas também conhecia Zac, um rapaz com muita garganta e pouco juízo.
Zac: Isto tudo, foi só para lhe mostrar que sou melhor que ele. – Sorriu amarelo.
Gabriela: Não ganha mesmo juízo nunca, não é? – Ele acenou com a cabeça que sim, não lhe ligando nenhuma. – Não deixe a mochila no meio da sala. – Pediu, ele mais uma vez acenou que sim, como se fosse um anjo. – Á e veja lá não se apaixona. –Gozou, e Zac sorriu de deboche.
Zac: Que piada. – Riu sem vontade pegando na mochila saio.

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Para ser sincera não estava mesmo nada á espera de tantos comentário; principalmente por ainda agora a historia, começou. Muito Obrigada a todos.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Capítulo 2


Bem para ser sincera não esperava tantos comentários para primeiro capítulo, que posso dizer? Estou muito agradecida a vocês, brigada.
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A professora saio da sala, deixando os, a olhar um para o outro; o silêncio ainda foi durador, cada um esperava que o outro disse-se algo, mas nada sai das suas bocas. As bochechas de Vanessa de repente começaram a ferver, estar ali, á frente de Zac era complicado, não desmaiar, com os saltos que o seu coração dava, á alguns anos já por ele, ainda mais difícil era.
Vanessa: Bem…- Começou levando as mãos atrás das costas. – Se precisares de algo é só avisar. – Informou olhando o chão, como se ele conseguisse ser mais interessante que o rapaz que ela tinha em sua frente; Zac sorriu pela sua timidez.
Zac: Miúda, pensas que é o quê? – Gozou com ela, vendo que Megan estava na porta de entrada. – Eu não preciso nada de ti, pisga-te. – Falou grosso, Vanessa olhou com os olhos encarnados, depois fugiu antes que explodisse num choro á sua frente.
Megan: Adorei. – Gargalhou entrado na sala trancado a porta, Zac caio na sua cadeira levando as mãos á cara. – Meu amor. – Correu para o colo dele, colocado uma perna em cada lado da sua cintura. – Adoro esse teu lado mauzão. – Mordeu o pescoço dele.
Zac: Pois. – Disse, levando a cabeça para trás descontraio com os beijos da namorada até que ela levou a mão as suas calças e ele quase a tirou do seu colo a baixo. – Megan…- Gaguejou. – Tu estás louca estamos numa sala de aula.
Megan: Tu é que estás louco. – Levantou se do chão. – Qual é o teu problema. – Limpou o cotovelo ferido.
Zac: Estamos numa sala de aula…
Megan: Eu sei, mas já tivemos imensas vezes sozinhos na tua casa no teu carro e tu nada, foges sempre. – Sentou se numa das cadeiras frustradas. – Aqui não, agora não á sempre uma desculpa…diz me uma coisa, tu és virgem não és? – Perguntou fazendo Zac tossir de maneira exagerada.
Zac: Eu? – Levantou se ficado em frente dela. – Virgem, estás doida. – Deu de costas para a namorada e apertou os olhos desejando que ela não falasse mais sobre o assunto, mas não seria fácil assim; quando abriu os olhos ali estava ela de pé á sua frente.
Megan: Tem calma. – Prendeu o pescoço dele entre os seus braços. – É que se fores nós podemos tratar disso. – Ele sorriu de lado desviando-se.
Zac: Olhas as horas…- Olhou para o relógio que tinha no pulso. – Da quem nada a segunda aula começa e eu ainda nem lanchei, e sabes como eu ficou quando tenho fome. – Pegou na mão da namorada e a puxou até ao bar da escola na esperança que aquele assunto ficasse por ali. – Olá pessoal. – Cumprimentou, os amigos sentando-se na sua mesa, habitual.
Kristen: Bem, amor eu vou indo. – Beijou Taylor e se levantou da mesa, não suportava Megan, nem nenhum dos outros mesmo.
Taylor: Mas já? – Puxou a para o seu colo mas ela se voltou alevantar.
Kristen: Vou ver por onde para a Ashley, e a Vanessa, até depois; tchau. – Afastou se deixando Megan a olha de lado para ela.
Taylor: Hei, para com isso. – Avisou.
Megan: Porque andas com uma miúda como aquelas? – Sorriu, olhando para o andar de Kristen.
Taylor: Porque a amo; sabes amor. – Megan voltou a olhar para Taylor encostado se a Zac que estava nem ai para a conversa deles.
Emma: Megan tem razão, tu és um dos populares desta escola devias andar com outro tipo de rapariga, alguém muito mais ao teu nível. – Taylor bufou, odiava aquela conversa, principalmente porque falava mal da namorada, o seu centro de críticas.
Taylor: Nem te atrevas a critica-la…
Chord: Tu nem te atrevas a falar assim com a minha namorada. – Bateu no dedo de Taylor que apontava para Emma.
Zac: Calma, ok, já chega. – Disse algo finalmente depois de estar a olhar para o nada, como ele era o chefe da “alcateia” eles simplesmente se calaram. Já no outro lado da escola quem não se calava alias quem gritava era Ashley; á meia hora numa das portas das casas de banho femininas.
Ashley: Vanessa, não volto avisar abre está porta senão eu arrobo-a. – Gritou pontapeando a porta.
Kristen: Estás aqui…- Entrou na casa de banho. – A Vanessa… o que se passa? – Perguntou vendo Ashley quase desesperada.
Ashley: A Vanessa trancou-se dentro da casa de banho e não sai, estou a ficar preocupada…ela está a chorar. – Sussurrou a última parte.
Kristen: Vanessa, porque choras amiga? – Perguntou encostado se na porta onde se ouvia os soluços.
Vanessa: Eu não estou a chorar, estou com alergia. – Fingiu tosse.
Kristen: Estou haver, mas porque é que não saias cá para fora? – Tentou virar o puxador em vão, estava trancada.
Vanessa: Porque não quero que me façam perguntas. – O murmúrio do choro ouvia se baixinho, o que deixa as amigas preocupadas.
Ashley: Prometemos, não fazer perguntas. – Disse vendo que a porta se abria e que Vanessa saia lá de dentro com os olhos totalmente encarnados; como prometido perguntas não foram feitas apenas se abraçaram, em grupo.
Kristen: Isto soube bem. – Sorriu separando se do abraço. – Estava cheia de saudades. – Disse enquanto Vanessa se olhava ao espelho.
Vanessa: Tenho que limar este rosto. – Colocou a água á correr molhando a cara.
Kristen: E se fossemos até á biblioteca?- Sugeriu vendo uma careta de Ashley.
Vanessa: Acho uma excelente ideia. – Riu limpando a cara com a toalha. – Preciso tanto de ler.
Kristen: Eu também tenho saudades de um livro, grande a cheirar a velho. – Ashley riu, parecia que falava de uma estrela de cinema.
Ashley: Vamos á biblioteca então, não quero que vos falte nada.- Colocou-se entre as duas amigas e foram até á sala rodeada de livros.
Vanessa: Saudade. – Sorriu ao entrar na sala, foi logo buscar um livro e se sentou numa mesa, sendo seguida por Ashley que não ia ler nada.
Kristen: Não vais ler? – Perguntou sentado se minutos depois com um grande livro debaixo do braço.
Ashley: Não dói me a cabeça. – Encostou a cabeça, á mão olhando em redor. – Que gato. - Sussurrou fazendo as olhar.

Vanessa: De facto bem giro. – Olhou fazendo Kristen se virar.
Kristen: Mas quem é ele? – Falou um pouco alto o que fez Robert levantar os olhos e sorrir para elas, acenado.
Ashley: Pelo que eu sei, é filho de condes, mas preferiu a mansão dos pais para viver no meio do mato mesmo.
Vanessa: Serio? – Falou mais alto sendo socada por Kristen, não queria chamar atenção do rapaz desconhecido.
Ashley: Sim, e também deixou o curso de medicina a meio. – Falou atentamente para Kristen que parecia muito curiosa.
Kristen: Mas porquê? – Sussurrou inclinado o corpo para o de Ashley.
Ashley: Sei lá, não andei a investigar a sua vida toda não é.
Vanessa: Claro só o essencial. – Gozou, voltando a meter os olhos no livro.
Kristen: Como é que disseste que ele se chamava?
Ashley: Não disse… - Inclinou se para trás olhando para cima, Kristen percebeu, pois já sentia alguém bem perto.
Robert: Robert, é o meu nome meninas curiosas. – Inclinou se colocando as mãos na mesa, ficado a meio de Kristen e Vanessa.
Ashley: Desculpa…
Robert: Não pensas, está tudo bem; gostam dos livros? – Tentou espreitar para o que elas liam.
Kristen: Sim…sim é muito bom. – Gaguejou, de sorriso parvo.
Ashley: A campainha, temos que ir. – Levantou se puxando Kristen e logo Vanessa.
Vanessa: O que foi aquilo? – Olhou para Kristen que estava encarnada que nem um tomate.
Kristen: Aquilo o quê? – Olhou para o teto fazendo se de desentendida.
Vanessa: Sim…sim é muito bom. – Imitou-a rido, com Ashley.
Kristen: Nem venham com coisas, ok, vou indo para a sala, vemo-nos depois. – Saio pelo corredores quase a correr, ia de fugida mesmo.
Vanessa: Achas que ela sente alguma coisa, pelo tal Robert? - Fez uma careta não percebendo, afinal ela só o tinha visto naquele momento.
Ashley: Não sei, mas qualquer um era melhor que aquele Taylor, com a mania que é bom. – Pegou no braço de Vanessa e a puxou até ao ginásio.
Vanessa: Já disse como odeio física? – Perguntou enquanto entrava no ginásio com Ashley.
Ashley: Não percebo porque, tu costumas, corre tanto. – Fez fila ao lado dela quando o professor entrou.
Vanessa: Diferente, ai estou sozinha. – Sussurrou.
Prof.: Olá turma. – O homem alto e musculado disso colocando se na frente deles. – Bem, vamos começar com uma corrida algumas aquecimentos, hoje vamos fazer um pequeno jogo de vólei até porque é a primeira aula, para descontrair e se divertirem, vá a correr. – Mandou, a maioria se queixou mas mesmo assim correram em volta do ginásio. Depois de uma longa, corrida e alguns os dos básicos aquecimentos serem feitos, as equipas foram formadas, e o jogo começou. – Muito boa Vanessa. – Elogiou pelo ponto feito, Megan é que não gostou.
Megan: Bate-lhe na cara. – Mandou num sussurro a Zac.
Zac: O quê? – Mostrou-se incrédulo.
Megan: És tu que fazes o lançamento, e tens uma boa pontaria, acerta-lhe na cara. – Mandou com mais fúria, Zac engoli-o seco e olhou para Vanessa que estava na sua frente. Lançou a bola ao ar e bateu lhe com força, como era o destino dela, bateu na cara de Vanessa que logo viu sague.
Ashley: És doido? – Passou a rede empurrando o, ele nem se mexeu.
Vanessa: Meus dentes. – Queixou se de dor, ao ver que o sague saia da boca, Megan escondeu a gargalhada.

Prof.: Estás bem? – Perguntou joelhando se perto dela.
Vanessa: Um pouco zonza. – Admitiu, tentado se levantar mas não conseguia, tudo andava á volta.
Prof.: És louco rapaz? – Gritou para Zac que riu de uma maneira falsa.
Zac: Ela é que não apanhou a bola…
Prof. : Cuidado com o que dizes. – Ameaçou pode se na frente dele.
Zac: Eu….
Prof.: Tu vais pega-la ao colo e leva-la até á enfermaria. – Apontou para Vanessa enquanto gritava bem em cima da cara de Zac.
Megan: É o quê? – Gritou histérica.
Prof.: Já. – Ordenou mais uma vez.
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Acho que com estes capítulos deu para conhecer mais um pouco de cada personagens; espero que tenha gostado.


sábado, 4 de fevereiro de 2012

Capítulo 1


Bem aqui está o primeiro capítulo espero que gostem e comente J
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Mais umas férias; de verão que tinha terminado, mais o ano letivo que iria começar. Os desportistas voltariam para os seus campo e os tímidos para os seus cantos. Mas mesmo sendo o primeiro dia de aulas não significava que alguém saltasse da cama ás seis da manhã, principalmente Zac um rapaz com uma doença, conhecida por alguns como a preguice-te aguda.
Gabriela: Menino, acorde por favor. – Pediu juntados as mãos, era a milésima vez que ela o chamava e ele nem sinal de vida. – Não me faça isso; sabe como os seus pais são, se chegar atrasado á escola eu é que vou levar com as culpas todas. – Abanou mais uma vez o corpo de Zac que finalmente abriu os olhos.
Zac: Que seca. – Resmungou sentado se, na cama, esfregando os olhos para poder ver o que estava em seu redor; e quando fez olhou para empegada com um sorriso de malandro. – Está linda hoje. – Olho-a de cima a baixo mostrado mais os deus dentes ficando com aquele sorriso de galã.
Gabriela: Ai…- Queixou-se. – Nem comesse, outra vez não, agora tome mas é um banho, e vista-se.- Ordenou farta que ele a olha se assim.
Zac: Que desmancha, prazeres, eu podia fazer feliz…- Ela nem quis ouvir apenas saio do quarto batendo a porta. - Que perde é ela mesmo. – Afirmou para si, levantado se na cama, olhando se ao espelho, deu uma voltinha em frente no mesmo. – De dia para dia, mais gato…que é o raio de sol que ilumina tudo quem é? – Sorriu que nem um idiota para o espelho. – És tu, eu sei que és tu. – Passou as mãos pelos músculos bem formados e despido- os boxers ali mesmo, passando em frente da janela para contentamento da vizinha. Entrou no banheiro e ligou o rádio, o caminho até á escola ainda demoraria, por vontade dele.
Já em outras casas as pessoas acordavam cedo mesmo, assim que o sol se punha, Vanessa tinha o costume de saltar da cama, e tomar o pequeno-almoço como sempre sozinha seus pais nem tinha tempo para comer de manhã aliás a única refeição que faziam juntos naquela casa era apenas o jantar.
Vanessa: Mais dois anos e vais para a universidade. – Disse para sim mesma lembrado se do quanto era gozada na escola. – Já vai. – Gritou para a porta a mesma para onde foi e abriu, do outro lado estava Ashley, que entrava sem pedir.
Ashley: Bom dia raio de sol. – Gritou abrindo os braços.
Vanessa: Eu acho que ficava melhor como a lua, no céu escuro da noite. – Pegou a mochila levando as costas.
Ashley: Ai, Vanessa não sejas, assim. – Pegou a mão dela. – Este ano vai ser melhor que os outros. – Sorriu.
Vanessa: Ai sim, e, porquê? – Soltou-se dela, saindo de casa com amiga atrás.
Ashley: Temos que pensar sempre positivo. – Entraram na camioneta sentado se habitualmente uma ao lado da outra.
Vanessa: E onde lês-te isso numa caixa de cereais? – Gozou.
Ashley: Não, até porque eu não como isso, mas a questão é sempre que pensares positivo as coisas á tua volta vão ser boas é a isso que se chama de aura…imagina, se para ti tudo for negro que nem a noite, o teu chakras deve estar da mesma maneira. – Sorriu mais uma vez, Vanessa nunca percebeu como a sua boca não rasgava de sorrir tanto.
Vanessa: Eu sou como assim…
Ashley: E eu não te estou a pedir para mudares pois adoro-te amiga…- Envolveu o braço dela. – Apenas quero que sejas feliz.
Vanessa: Eu sou feliz. – Disse olhando para a estrada através da janela.
Ashley: Não, porque a ti falta-te…
Vanessa: Uma amor, eu sei já me disseste repetes isso varias veze. – Reclamou saindo da camioneta que tinha parado em frente da escola.
Ashley: Eu apenas te aviso. – Correu para voltar a ficar ao seu lado. – O Matt por exemplo ele gosta de ti. – Vanessa parou já dentro da escola, mostrado lhe um olhar reprovador pelo que ela tinha dito. – Nem me venhas com esses teus olhos, eu sei que tu sabes.
Vanessa: Eu não gosto de meninos ricos mimado, com a mania que são bons. – Cruzou os braços.
Ashley: A serio; nem daquele? – Fez sinal para Vanessa que olhou para a rua através da janela.

Zac: Bom dia meninas. – Sorriu colocando os óculos presos á sua blusa segui caminho.
Ashley: E então? – Bateu no braço de Vanessa sorrindo.
Vanessa: As janelas estão um pouco búzias não? – Passou a manga da camisa pela mesma, tentado disfarçar as bochechas rosadas.
Ashley: Ei não fujas á conversa…
Vanessa: Eu não estou a fugir a nada; ouve…- Fez sinal onde se ouviu a campainha. – É melhor indo.
Ashley: Pois, salva belo bongo. – Colocou o seu braço em volta do pescoço dela, puxando a até á sala de aula.
Matt: Bom dia. – Disse pregando um susto a Vanessa que se tinha sentado, em frente da cadeira de Matt.
Vanessa: Oi, tudo bem? – Virou o corpo para o olhar.
Matt: Agora que te vejo, se alguma coisa estava mal, mudou para perfeito. – Sorriu desviando lhe o cabelo para detrás das orelhas.
Vanessa: Como foram as tuas férias? – Perguntou desviando o seu rosto da mão dele.
Matt: Foram boas, fui curtir a neve, e as tuas?
Vanessa: Fui curtir os copos sujos dos clientes. – Sorriu amarelo virando se para a frente, Matt apenas se encostou na sua cadeira.

Ele não podia fazer mesmo mais nada depois da resposta que levara. Que ria dês do fundo era Zac da cara do primo.
Megan: Do que te ris? – Beijou sentando se depois me seu colo.
Zac: Ali daquele atrasado. – Fez sinal para Matt. – Acabou de levar um fora de todo o tamanho.
Megan: Serio? – Envolveu o pescoço do namorado com ambos os braços. – Mas de quem?
Zac: Daquela ali. - Os olhos de Megan ferveram ao olhara para Vanessa.
Megan: Odeio aquela miúda. – Apertou a camisa de Zac chegando a arranhar as suas cotas.
Zac: Porquê? Ela não faz mal nem ás moscas. – Virou o corpo da namorada mais para o seu.
Megan: Por isso mesmo; tem a mania que é boazinha ajuda os outros pobrezinhos como ela tretas. – Revirou os olhos ao falar de Vanessa.
Zac: Ficava bem para o meu primo. – Falou rindo. – Apenas se estragava uma casa. – Mordeu o braço da namorada.
Megan: Pois. – Cruzou os braços dirigindo o seu olhar para Matt.
Zac: Que foi esse pois…isso não é ciúmes de teres andado com o Matt e ele agora gostar de outra pois não? – Pegou no queixo dela fazendo a olhar.
Megan: Fofo, tu és a coisa mais linda, achas que sim? – Pegou na cara dele, olhando nas esmeraldas azuis.
Zac: Se tu o dizes… - Tentou virar a cara, mas ela não deixou.
Megan: Confia em mim. – Pediu dando-lhe um leve beijo.
Prof.: Bem meninos ai do fundo parem com isso. – Bateu na mesa, mandado, Megan saltou do colo de Zac indo para a sua mesa.
A primeira aula de matemática começou Zac encostado á sua mesa simplesmente adormeceu, Vanessa como tinha saltado um ano para a frente preferi-o ficar bem atenta a tudo o que a professora dizia, já que a seguinte aula era educação física, onde ela não dava uma para a caixa.
Prof.: É tudo por hoje. – Anunciou o fim da aula quando a campainha tocou, onde todos os alunos saíram menos Zac.
Vanessa: Hei. – Chamou de leve, e rápido antes que a professora visse que ele estava a dormir e o coloca-se de castigo.
Zac: Que foi? – Levantou a cabeça espreguiçando-se.
Prof.: O que foi? – Gritou fazendo Vanessa estremecer, ela não devia ter tentado o proteger alguma coisa dizia que ainda iria levar com as culpas, por o tentar ajudar. – Menino, menino Zac, que desgraça que é. – Resmungou aproximando-se. - As suas notas têm vindo a baixar e agora dorme nas aulas, vai ser como o ano passado? – Zac levantou se da sua cadeira pegando na mochila ficou do lado de Vanessa.
Vanessa: Bem eu acho que…
Prof.: Fique aqui, não se mecha. – Ordenou Vanessa apenas acenou que sim com a cabeça.
Zac: Mas afinal o que é que se passa? - Perguntou como se não tivesse feito nada de mal.
Prof.: O que se passa é que o seu ressono, incomoda as minhas aulas. – Vanessa rio era ;verdade ele tinha um ressonar leve, mas isso não teve mais piada quando viu a maneira como ele olhava para ela. – As suas notas foram muito fracas no ano anterior, safou-se por pouco; por isso terá explicações com Vanessa. – Disse virando as costas, voltado á sua mesa.
Zac: Vanessa…quem é essa? – Vanessa sentiu se triste, hoje tinha feito apresentação, mesmo assim ele não sabia que ela era.
Vanessa: Sou eu. – Levantou a mão envergonhada.
Zac: Ah…- Ignorou-a voltando se para a frente.
Prof.: A Vanessa é a melhor aluna desta turma, a sua querida namorada…- Sorriu, adorava gozar com alunos que tinha a mania que podiam tudo. – Vai trocar de lugar, a Vanessa ficara ao seu lado para o ajudar, se caso tenha dificuldades, e a biblioteca quartas feiras á tarde, estará ao vosso despor.
Zac: Estás a falar a serio?
Prof.: Bastante. – Pegou nas suas coisa saindo da sala.


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Prólogo


Quando olhamos para o sol, imaginamos que nada mais lindo pode existir, tão magnífico que nunca se pode olhar de frente, pois nossos olhos ficariam cegos com tanta beleza. Quando olhamos para a lua, não podemos imaginar é mais nenhuma perfeição, no meio do seu escuro, algo que nos dá tanto brilho. É isso que ambos, tem em comum, a sua luz, o seu brilho, pois são eles que de dia ou de noite nos, mostram o caminho. É incompreensível, como algo que se conjuga tão bem, não se veja, um ao outro. A lua está rodeada de estrelas, mas a maior estrela o sol jamais se aproximou, porque a rotação do mundo o impede, impede a união de um amor-perfeito, e totalmente impossível. Ambos fazem o seu trabalho para o bem de terceiros ou seja nós que vivemos no planeta terra. Mas quantas pessoas que vivem nesse mesmo planeta são como a lua ou como o sol. Quantas delas não fazem algo para o bem de terceiros, quantas delas não faz de um amor mais que possível em vez do dia e a noite que é realmente impossível…não eras mais fácil esquecer que nem tudo tem que ter cara, porque é que ao teu amor todos tem que dizer que seu rosto é perfeito; porque em vez de veres se a sua maquilhagem é perfeita não se olha para o brilho mais intenso da alma, mas intenso que algum gloss possa dar a uns lábios; porque é que não amamos e nós deixamos embalar por esse amor? Mesmo que sejamos que nem a noite e o dia, tão diferentes, em tudo, mas iguais no amor, amor a exigente condição para amar e ser amado.
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Como a noite e o dia
A noite brincou com o dia
manto negro cobriu a claridade
o dia ficou zangado
não queria escurecer sua idade

Espalhou a noite estrelas
no céu claro com um sopro
o dia ficou irado
não queria pisca-pisca em seu corpo


A noite queria saber
porquê o dia estava tão mal -humorado
o dia então revelou
que invejava o brilho da noite avantajado

O dia só tem o sol
para compor seu brilho
a noite tem a lua e milhares de estrelas
iluminando-a em estribilho


Dia e noite fizeram as pazes 
seguiram seu curso sendo capazes
de entender que cada qual
tem sua luz como sinal
Úrsula Avner