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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Capítulo 1


Bem aqui está o primeiro capítulo espero que gostem e comente J
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Mais umas férias; de verão que tinha terminado, mais o ano letivo que iria começar. Os desportistas voltariam para os seus campo e os tímidos para os seus cantos. Mas mesmo sendo o primeiro dia de aulas não significava que alguém saltasse da cama ás seis da manhã, principalmente Zac um rapaz com uma doença, conhecida por alguns como a preguice-te aguda.
Gabriela: Menino, acorde por favor. – Pediu juntados as mãos, era a milésima vez que ela o chamava e ele nem sinal de vida. – Não me faça isso; sabe como os seus pais são, se chegar atrasado á escola eu é que vou levar com as culpas todas. – Abanou mais uma vez o corpo de Zac que finalmente abriu os olhos.
Zac: Que seca. – Resmungou sentado se, na cama, esfregando os olhos para poder ver o que estava em seu redor; e quando fez olhou para empegada com um sorriso de malandro. – Está linda hoje. – Olho-a de cima a baixo mostrado mais os deus dentes ficando com aquele sorriso de galã.
Gabriela: Ai…- Queixou-se. – Nem comesse, outra vez não, agora tome mas é um banho, e vista-se.- Ordenou farta que ele a olha se assim.
Zac: Que desmancha, prazeres, eu podia fazer feliz…- Ela nem quis ouvir apenas saio do quarto batendo a porta. - Que perde é ela mesmo. – Afirmou para si, levantado se na cama, olhando se ao espelho, deu uma voltinha em frente no mesmo. – De dia para dia, mais gato…que é o raio de sol que ilumina tudo quem é? – Sorriu que nem um idiota para o espelho. – És tu, eu sei que és tu. – Passou as mãos pelos músculos bem formados e despido- os boxers ali mesmo, passando em frente da janela para contentamento da vizinha. Entrou no banheiro e ligou o rádio, o caminho até á escola ainda demoraria, por vontade dele.
Já em outras casas as pessoas acordavam cedo mesmo, assim que o sol se punha, Vanessa tinha o costume de saltar da cama, e tomar o pequeno-almoço como sempre sozinha seus pais nem tinha tempo para comer de manhã aliás a única refeição que faziam juntos naquela casa era apenas o jantar.
Vanessa: Mais dois anos e vais para a universidade. – Disse para sim mesma lembrado se do quanto era gozada na escola. – Já vai. – Gritou para a porta a mesma para onde foi e abriu, do outro lado estava Ashley, que entrava sem pedir.
Ashley: Bom dia raio de sol. – Gritou abrindo os braços.
Vanessa: Eu acho que ficava melhor como a lua, no céu escuro da noite. – Pegou a mochila levando as costas.
Ashley: Ai, Vanessa não sejas, assim. – Pegou a mão dela. – Este ano vai ser melhor que os outros. – Sorriu.
Vanessa: Ai sim, e, porquê? – Soltou-se dela, saindo de casa com amiga atrás.
Ashley: Temos que pensar sempre positivo. – Entraram na camioneta sentado se habitualmente uma ao lado da outra.
Vanessa: E onde lês-te isso numa caixa de cereais? – Gozou.
Ashley: Não, até porque eu não como isso, mas a questão é sempre que pensares positivo as coisas á tua volta vão ser boas é a isso que se chama de aura…imagina, se para ti tudo for negro que nem a noite, o teu chakras deve estar da mesma maneira. – Sorriu mais uma vez, Vanessa nunca percebeu como a sua boca não rasgava de sorrir tanto.
Vanessa: Eu sou como assim…
Ashley: E eu não te estou a pedir para mudares pois adoro-te amiga…- Envolveu o braço dela. – Apenas quero que sejas feliz.
Vanessa: Eu sou feliz. – Disse olhando para a estrada através da janela.
Ashley: Não, porque a ti falta-te…
Vanessa: Uma amor, eu sei já me disseste repetes isso varias veze. – Reclamou saindo da camioneta que tinha parado em frente da escola.
Ashley: Eu apenas te aviso. – Correu para voltar a ficar ao seu lado. – O Matt por exemplo ele gosta de ti. – Vanessa parou já dentro da escola, mostrado lhe um olhar reprovador pelo que ela tinha dito. – Nem me venhas com esses teus olhos, eu sei que tu sabes.
Vanessa: Eu não gosto de meninos ricos mimado, com a mania que são bons. – Cruzou os braços.
Ashley: A serio; nem daquele? – Fez sinal para Vanessa que olhou para a rua através da janela.

Zac: Bom dia meninas. – Sorriu colocando os óculos presos á sua blusa segui caminho.
Ashley: E então? – Bateu no braço de Vanessa sorrindo.
Vanessa: As janelas estão um pouco búzias não? – Passou a manga da camisa pela mesma, tentado disfarçar as bochechas rosadas.
Ashley: Ei não fujas á conversa…
Vanessa: Eu não estou a fugir a nada; ouve…- Fez sinal onde se ouviu a campainha. – É melhor indo.
Ashley: Pois, salva belo bongo. – Colocou o seu braço em volta do pescoço dela, puxando a até á sala de aula.
Matt: Bom dia. – Disse pregando um susto a Vanessa que se tinha sentado, em frente da cadeira de Matt.
Vanessa: Oi, tudo bem? – Virou o corpo para o olhar.
Matt: Agora que te vejo, se alguma coisa estava mal, mudou para perfeito. – Sorriu desviando lhe o cabelo para detrás das orelhas.
Vanessa: Como foram as tuas férias? – Perguntou desviando o seu rosto da mão dele.
Matt: Foram boas, fui curtir a neve, e as tuas?
Vanessa: Fui curtir os copos sujos dos clientes. – Sorriu amarelo virando se para a frente, Matt apenas se encostou na sua cadeira.

Ele não podia fazer mesmo mais nada depois da resposta que levara. Que ria dês do fundo era Zac da cara do primo.
Megan: Do que te ris? – Beijou sentando se depois me seu colo.
Zac: Ali daquele atrasado. – Fez sinal para Matt. – Acabou de levar um fora de todo o tamanho.
Megan: Serio? – Envolveu o pescoço do namorado com ambos os braços. – Mas de quem?
Zac: Daquela ali. - Os olhos de Megan ferveram ao olhara para Vanessa.
Megan: Odeio aquela miúda. – Apertou a camisa de Zac chegando a arranhar as suas cotas.
Zac: Porquê? Ela não faz mal nem ás moscas. – Virou o corpo da namorada mais para o seu.
Megan: Por isso mesmo; tem a mania que é boazinha ajuda os outros pobrezinhos como ela tretas. – Revirou os olhos ao falar de Vanessa.
Zac: Ficava bem para o meu primo. – Falou rindo. – Apenas se estragava uma casa. – Mordeu o braço da namorada.
Megan: Pois. – Cruzou os braços dirigindo o seu olhar para Matt.
Zac: Que foi esse pois…isso não é ciúmes de teres andado com o Matt e ele agora gostar de outra pois não? – Pegou no queixo dela fazendo a olhar.
Megan: Fofo, tu és a coisa mais linda, achas que sim? – Pegou na cara dele, olhando nas esmeraldas azuis.
Zac: Se tu o dizes… - Tentou virar a cara, mas ela não deixou.
Megan: Confia em mim. – Pediu dando-lhe um leve beijo.
Prof.: Bem meninos ai do fundo parem com isso. – Bateu na mesa, mandado, Megan saltou do colo de Zac indo para a sua mesa.
A primeira aula de matemática começou Zac encostado á sua mesa simplesmente adormeceu, Vanessa como tinha saltado um ano para a frente preferi-o ficar bem atenta a tudo o que a professora dizia, já que a seguinte aula era educação física, onde ela não dava uma para a caixa.
Prof.: É tudo por hoje. – Anunciou o fim da aula quando a campainha tocou, onde todos os alunos saíram menos Zac.
Vanessa: Hei. – Chamou de leve, e rápido antes que a professora visse que ele estava a dormir e o coloca-se de castigo.
Zac: Que foi? – Levantou a cabeça espreguiçando-se.
Prof.: O que foi? – Gritou fazendo Vanessa estremecer, ela não devia ter tentado o proteger alguma coisa dizia que ainda iria levar com as culpas, por o tentar ajudar. – Menino, menino Zac, que desgraça que é. – Resmungou aproximando-se. - As suas notas têm vindo a baixar e agora dorme nas aulas, vai ser como o ano passado? – Zac levantou se da sua cadeira pegando na mochila ficou do lado de Vanessa.
Vanessa: Bem eu acho que…
Prof.: Fique aqui, não se mecha. – Ordenou Vanessa apenas acenou que sim com a cabeça.
Zac: Mas afinal o que é que se passa? - Perguntou como se não tivesse feito nada de mal.
Prof.: O que se passa é que o seu ressono, incomoda as minhas aulas. – Vanessa rio era ;verdade ele tinha um ressonar leve, mas isso não teve mais piada quando viu a maneira como ele olhava para ela. – As suas notas foram muito fracas no ano anterior, safou-se por pouco; por isso terá explicações com Vanessa. – Disse virando as costas, voltado á sua mesa.
Zac: Vanessa…quem é essa? – Vanessa sentiu se triste, hoje tinha feito apresentação, mesmo assim ele não sabia que ela era.
Vanessa: Sou eu. – Levantou a mão envergonhada.
Zac: Ah…- Ignorou-a voltando se para a frente.
Prof.: A Vanessa é a melhor aluna desta turma, a sua querida namorada…- Sorriu, adorava gozar com alunos que tinha a mania que podiam tudo. – Vai trocar de lugar, a Vanessa ficara ao seu lado para o ajudar, se caso tenha dificuldades, e a biblioteca quartas feiras á tarde, estará ao vosso despor.
Zac: Estás a falar a serio?
Prof.: Bastante. – Pegou nas suas coisa saindo da sala.


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Prólogo


Quando olhamos para o sol, imaginamos que nada mais lindo pode existir, tão magnífico que nunca se pode olhar de frente, pois nossos olhos ficariam cegos com tanta beleza. Quando olhamos para a lua, não podemos imaginar é mais nenhuma perfeição, no meio do seu escuro, algo que nos dá tanto brilho. É isso que ambos, tem em comum, a sua luz, o seu brilho, pois são eles que de dia ou de noite nos, mostram o caminho. É incompreensível, como algo que se conjuga tão bem, não se veja, um ao outro. A lua está rodeada de estrelas, mas a maior estrela o sol jamais se aproximou, porque a rotação do mundo o impede, impede a união de um amor-perfeito, e totalmente impossível. Ambos fazem o seu trabalho para o bem de terceiros ou seja nós que vivemos no planeta terra. Mas quantas pessoas que vivem nesse mesmo planeta são como a lua ou como o sol. Quantas delas não fazem algo para o bem de terceiros, quantas delas não faz de um amor mais que possível em vez do dia e a noite que é realmente impossível…não eras mais fácil esquecer que nem tudo tem que ter cara, porque é que ao teu amor todos tem que dizer que seu rosto é perfeito; porque em vez de veres se a sua maquilhagem é perfeita não se olha para o brilho mais intenso da alma, mas intenso que algum gloss possa dar a uns lábios; porque é que não amamos e nós deixamos embalar por esse amor? Mesmo que sejamos que nem a noite e o dia, tão diferentes, em tudo, mas iguais no amor, amor a exigente condição para amar e ser amado.
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Como a noite e o dia
A noite brincou com o dia
manto negro cobriu a claridade
o dia ficou zangado
não queria escurecer sua idade

Espalhou a noite estrelas
no céu claro com um sopro
o dia ficou irado
não queria pisca-pisca em seu corpo


A noite queria saber
porquê o dia estava tão mal -humorado
o dia então revelou
que invejava o brilho da noite avantajado

O dia só tem o sol
para compor seu brilho
a noite tem a lua e milhares de estrelas
iluminando-a em estribilho


Dia e noite fizeram as pazes 
seguiram seu curso sendo capazes
de entender que cada qual
tem sua luz como sinal
Úrsula Avner

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Personagens.


Bem olá como pode ver estou a preparar para voltar a escrever mais uma história, agora postarei as personagens, mas ainda não sei quando vou postar o primeiro capítulo. Agradeço os comentários da síntese do final de Alguém como tu! Como poderão ver a imagem do título foi escolhido por vocês com uma grande percentagem. Bem por agora é tudo, fica bem.
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Personagens Principais

Vanessa Hudgens 17 anos. É bastante tímida, e reservada, não tem grandes amigos, mas ela não se importa costuma dizer que os verdadeiros se contam pelos dedos, e ela prefere ter apenas os verdadeiros amigos por perto. Não tem grande jeito para deporto, ou para a área de moda que é a mais conhecida na sua escola, mas a sua inteligência é notável, e a arte também, já que é algo que ela adora. Seus pais nunca tiveram uma grande vida, a sua mãe, é empregada em varias casas e o seu pai dono de um café onde ela tem que trabalhar. Tem uma irmã mais nova, que não costuma ver muito, já que por falta de possibilidades ficou num internato.
                                                    (»»»»)
Zac Efron 18 anos. Tem uma personalidade forte, como o seu corpo; uma grande autoestima, a sua liderança na escola é mais que notável por todos, quase toda a escola o venera, os rapazes querem ser seus amigos, as raparigas suas namoradas. A sua família é uma das mais ricas, da Califórnia, e não só, seu pai é bancário, a sua mãe, uma famosa atriz. A empresa Efron’s é uma das mais conhecidas e com grande mérito no local, já que é uma empresa com anos e anos.

Secundários....
                                                           Rapazes



Robert 22 anos. Um rapaz estranho que deixou um curso de medicina para estudar como bibliotecário na escola. Deixou a mansão dos seus pais que são condes para viver numa pequena casa dentro do mato.
                                                       (»»»»)
Matt 19 anos. Inteligente ama artes de boa aparecia, bom com a comunicação. Para ele o seu grande problema é o seu primo Zac, vivem sempre na maior disputa.
                                                        (»»»»)
Taylor 19 anos. Conhecido como lobo, pelos seus olhos pela sua técnica no desporto. É um romântico bastante rebelde.
                                                         (»»»»)
Chord 18 anos. Convencido, um dos mais convencidos que se pode haver, ele e o seu grupo na escola, é o pior com que se possam cruzar.

                                                        Raparigas


Kristen 18 anos. É a rapariga maria rapaz considerada o bicho-do-mato, algo que ela realmente não quer saber, a única coisa que lhe importa é a sua felicidade e as dos que mais ama.
                                                         (»»»»)
Ashley 18 anos. Loira mas de burra não tem nada, uma das melhores nas aulas, em qualquer tipo, bastante anima e extrovertida.
                                                        (»»»»)
Emma 17 anos. Uma rebelde, que costuma andar com os populares da escola sendo namorada de um, e como o namorado é uma das criaturas mais convencidas que se possa ver.
                                                       (»»»»)
Megan 19 anos. Qualquer rapaz cai ao pés dela, uma rapariga bonita que gosta de saber todos os truques para deixar um rapaz a babar aos seus pés. A melhor no curso de moda, e a chefe da claque, e como não podia faltar ao clichê namora com o rapaz mais popular.
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Pronto as personagens aqui estão apresentadas espero que tenha criado alguma curiosidade em vocês, estou a pensar em colocar duas temporadas nesta historia e mais não digo por agora.









quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Síntese


Os anos passaram, como era desejado por ambos, moravam agora na Califórnia, Philippe já tinha cinco anos, os caracóis eram iguais aos da mãe, o seu cabelo não era loiro, mas era bem claro, e os seus olhos azuis bem, parecidos com os do pai.
Zac: Cheguei. – Anunciou entrado pela porta, Philippe saltou no colo do pai enchendo o de beijos.
Philippe: A mãe, está muito chateada. – Sussurrou ao ouvido do pai que ia até á cozinha, onde estava Vanessa.
Zac: Olá amor. – Beijou as bochechas de Vanessa com o filho ainda, ao colo.
Vanessa: Se estás com calor mete te á sobra. – Falou com brutidade sem o olhar.
Zac: Sei que cheguei tarde…
Vanessa: Zac, tu não dormiste em casa e hoje apareces me aqui a está hora? – Apontou para o relógio, voltado depois a dar atenção a comida.
Zac: O que estás a fazer? – Perguntou para a enervar mais, viu se claramente que ela picava carne.
Vanessa: O jantar. – Respondeu seca.
Zac: Para que? – Riu da cara dela, ele tinha chegado tarde sabia que ela ficaria assim, mas não se importou, a surpresa era maior.
Vanessa: Para deitar fora…- Ironizou. - Para que será?
Zac: Ai, amor calma. – Colocou o filho no chão dando lhe sinal para ele ir para seu quarto.
Vanessa: Amor, amor, disso nada… - Gritou sendo interrompida pela campainha. - Quem será a está hora? – Foi até á porta, com Zac atrás.
Gina: Olá filha. – Sorriu e entrou dado lhe um beijo rápido na cara.
Vanessa: O que é que a mãe faz aqui?
Gina: Vim buscar o meu neto. – Disse apenas subindo as escadas.
Vanessa: Por alma de quem? – Perguntou gritado para sua mãe que já tinha subido as escadas.
Zac: Fui eu que pedi. – Cruzou os braços com o sorriso no rosto.
Vanessa: Já podes dizer o que se passa?
Zac: Sim, mas só se tirares essa cara. – Ficou serio de repente, ela tentou mostrar se mais calma.
Vanessa: Que foi?
Zac: Eu sei, que foi errado não passar a noite em casa…e hoje chagar tarde, mas eu tive que adiantar muito trabalho. – Parou despedido do se do filho e da sogra Vanessa também e despedi-o e perguntou se como ele tinha feito a mala tão rápido.
Vanessa: Porque? – Voltou ao assunto, depois da mãe ter saído.
Zac: Porque apesar de estar com trinta e um, anos ainda quero fazer umas loucuras contigo. – Foi atrás dela e agarrou abraçando a.
Vanessa: Do que estás a falar? – Perguntou deixando se embalar nos braços dele.
Zac: Vamos viajar e ficar fora uma semana. – Disse beijando lhe o pescoço.
Vanessa: O quê? – Colocou se de frente para ele.
Zac: Sim, partimos esta, madrugada. – Informou abraçando a por detrás novamente apertando a mais para ela não voltar a fugir.
Vanessa: Mas e o Philippe?
Zac: Ele concordou que os pais merecem estar a sós. – Vanessa sorriu do plano, por isso o filho estava tão estranho e já tinha mala feita, a sua mãe tinha passado, lá a tarde já a tinha feito, foi isso que ele tinha passado a tarde a falar com avó, e ela não suspeitou de nada.
Vanessa: Então só eu é que não sabia? – Virou se ficando de frente, não saindo dos braços dele.
Zac: Surpresa. – Beijou finalmente o lábios dela.
Vanessa: Obrigada, agora sinto-me que nem uma idiota, por ter falado contigo daquela maneira.
Zac: Pois, foi verdade, mas eu amo essa idiota…-  Riu da cara dela ia até ao seu pescoço para o morder e beijar, ela quase caio ao joelhos dele, com tanta mimo que ele lhe dava. - Vamos já começar a viajem mas por enquanto até ao quarto. – Disse pegando ao colo levando a até á cama, onde a emoção foi duradora, Zac parecia ser novamente um adolescente, Vanessa iria sair daquele quarto toda marcada pelos seus dentes, ele pelas unhas dela.
Vanessa: Amo te. – Disse caindo sobre o peito do marido exausta.
Zac: A serio, pensava que com o tempo isso já te tinha passado. – Brincou querendo ouvir apenas ele dizer outra vez.
Vanessa: Mas não, eu amo te mesmo. – Rodeou o corpo dele com os seus pequenos braços.
Zac: Eu também, e tanto que diziam, que o amor adolescente não dura. – Encostou o seu queixo na cabeça dela, metendo a junto assim.
Vanessa: Somo espécies em vias de extinção.
Zac: Não, apenas uns sortudos por encontrar a nossa metade tão cedo. - Ela levantou a cabeça para o olhar e voltou a beijar. – Eles amavam se, tinha dado mais que provas que sim, não queriam estar longe um do outro apenas perto e bem perto. Tiveram sorte encontraram se cedo sabendo que o coração de cada um sempre pertenceria, a cada um fosse qual fosse o destino, no seu caso foi ficar juntos. E em frente deles nunca ninguém, pode dizer que o amor não existia, á sua frente nunca ninguém lhes pode dizer que um amor adolescente, não pode durar para sempre, pois o seu durou, eternamente.
                                    Fim


The future provides…Zanessa Forever
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Pronto agora sim terminou, e mais uma vez agradeço por me terem acompanhado neste pequena grande jornada muito, muito Obrigada. Estou a pensar começar outra historia aqui Como o Dia e a Noite, mas ainda não tenho certezas, logo irei dar informações, é tudo fiquem bem J


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Capítulo 51 Último


O tempo foi passado, Philippe crescia rápido, Zac e Vanessa tentava estar sempre junto a ele o mais tempo possível. Agora percebiam porque os seus pais, tinha dificuldade em deixá-los crescer, porque cresciam rápido demais.
Ashley. T: Precisamente dois meses, tem este pequeno. – Sorriu pegando o afilhado ao colo. – E tu ficaste elegante rápido. – Aproximou-se de Vanessa que se olhava ao espelho vestida de noiva enquanto a sua mãe dava os últimos retoques no vestido.
Vanessa: Tudo para o meu noivo. – Piscou para Ashley.
Gina: Não vão mesmo sair de Paris? – Levantou se olhando o vestido da filha de cima a baixo.
Vanessa: Como quando Philippe fizer um ano viajamos de volta para Califórnia, a nossa lua-de-mel vai ser aqui mesmo.
Gina: Se quiseres o menino, pode ficar comigo, já disse.
Vanessa: Mãe ele nasceu á tão pouco tempo, não me vou separar dele por agora. – Olhou para o filho que brincava no colo de Ashley, da madrinha que ele amava, e ela era praticamente a sua segunda mãe. – E para além do mais, o Zac não se importa, afinal não interessa onde se está mais com que se está. – Sorriu mais uma vez olhando para cima pra não chorar, estava quase, quase a casar.
Ashley. T: Nada de chorara miga, não borres a maquilhagem. – Pediu, saindo da sala com o pequeno Philippe enquanto pai de Vanessa entrava.
Greg: Pronta? – Vanessa se virou olhando para seu pai, pediu para que ele pegasse na sua mãe ele assim fez.
Vanessa: Está lindo, um verdadeiro gato. – Sorriu olhando o pai de cima a baixo.
Greg: Eu sei, a tua mãe também adorou. – Piscou para a mulher que gargalhou saindo da pequena sala.
Vanessa: O Zac já está no altar certo? – Perguntou com as mãos a tremer, só de imaginar que ele podia fugir.
Greg: Calma, ele está lá sim, com medo que tu saias a correr daqui. – Um medo em comum, mas na realidade nenhum queria fugir.
Vanessa: Vamos então? – Se pai colocou o braço em volta da dele.
Greg: Vamos, princesas. - A marcha nupcial suou, e Vanessa apareceu perante os olhos de Zac emocionado, que acreditava ter esperado por ela anos e anos, foi horrível, ter ficando tanto tempo sem a sua presença. – Cuida bem, dela, ama e respeita. – Pediu quando a entregou, a Zac.
Zac: Farei tudo para que isso aconteça. – Pegou na mão de Vanessa e virou se para o padre, dando início á cerimonia.
(»»»»)
Padre: O s votos… - Disse pala segunda vez a Vanessa que estava entretida com os olhos de Zac.
Vanessa: Ah claro desculpe…- Sorriu com a vergonha, ao ouvir os convidados rirem, todos se tonha apercebido, que ela apenas olhava para Zac. – Zac…- Suspirou tentado parar os nervos. – Tu tiveste a capacidade de fazer aquilo que nunca ninguém consegui, tiraste me a vergonha de sentir, tiraste me a vergonha de dizer que te amo, á frente de quem quer que seja, porque é a verdade eu amo te, e nunca vou esconder o que sinto por ti, por que me deixas feliz, todos os dias a cada segundo, e eu quero continuar assim, sempre ao teu lado, porque não existe alguém como tu, a não seres tu próprio e é apenas disso que eu preciso, de ti, meu amor. – Zac sorriu parente a tal declaração, mas agora era a vez dele.
Zac: Vanessa…- tossiu ganhado voz, aquela que não saia. – Sabes eu simplesmente não posso fazer isto…- Vanessa se assustou, e bastante o seu coração ia saindo pela boca. – Não á palavras para eu dizer o quanto eu te amo…- Um suspiro de alívio logo, veio, ela teve vontade de lhe bater só pelo susto. – As palavras não chegam, não á declaração possível, porque tu és a única, e vou-te provar isso todos os dias, vou fazer que sintas isso a cada instante que estiveres perto de mim, eu amo te, meu amor.
Padre: Muito bem, pelo poder que me foi dado, eu voz declaro marido e mulher o noivo pode beijar a noiva. – E o beijo surgiu, ele sorriu saindo disparado aos lábios dela; e assim foi o casamento cheio de beijos ansioso, que não ficaram apenas por aquele dia, nem aquela noite em que tinha passado, grande noite de amor, como Ashley, morava ao lado deles, Philippe dormiu, lá e assim Zac pode ter a Vanessa só para ele, onde a levou ao céus entrado no, reino do prazer e amor.
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Ainda vai haver a síntese mas quero agradecer dês de já a todos que comentaram e leram e seguiram esta longa historia, a todos vocês muito Obrigada.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Capítulo 50_Penúltimo


Vanessa, entrou e demorou uma hora a entrar em trabalho de parto, Zac percorria, o quarto de um lado para o outro enquanto roía as unhas. Alguns amigos, estavam na sala de espera, familiares já tinham entrado nos aviões para poderem estar com a criança depois de nascer.
Vanessa: Amor…- Gritou, Zac aproximou-se não tirando os dedos da boca.
Zac: Hum? - Murmurou nervoso.
Vanessa: Não faças isso…- Pediu no meio de dores. – Eu preciso tanto de ti, não te mantenhas longe agora. – Esticou a mão até ele.
Zac: Não te preocupes…- Pegou na mão dela. – Eu estou aqui, e daqui não saio.
Dr. Amber: Bem, ainda bem que temos um pai presente porque está na hora. – Sorrio para o casal. – Pronta?
Vanessa: Dês de que soube desta gravidez. – Afirmou, a médica nesse momento iniciou o pedido para ela fazer força, e Vanessa assim fez, começando ao mesmo tempo por esmagar a mão de Zac, que estava mais que ansioso para ver o seu filho.
(»»»»)
Ashley. T: E então? – Levantou se da cadeira com os restantes amigos que ali estavam.
Zac: O vosso afilhado…- Olhou para Matt e Ashley ao mesmo tempo abrindo um sorriso rasgado. – Acabou de nascer.
Matt: Podemos o ver? – Sorrio feliz e ansioso, Vanessa não era sua, mas estava bem, e ele e a Ashley Green até tinha entrado, num romance.
Zac: Claro, entrem. – Fez sinal, eles entraram deixando Zac para trás que tinha que respirar, por pouco não desmaiou, na sala.
Greg: Que branco estás. – Riu Zac se levantou ao ver a família de ambos ali, sorrio.
Zac: Ver a minha mulher gritar de dores, não é a coisa mais bonita. – Sorrio apertando lhe as mãos cumprimentado todos ali.
Gina: É mesmo um menino? – Perguntou maravilhada com a ideia de já ser avó.
Zac: Sim, um lindo de um rapaz, o meu rapaz. – O brilho nos seus olhos era bastante evidente da sua enorme felicidade.
Starla: Podemos ir vê-lo?
Zac: Claro, mãe, a Vanessa vai gostar muito dos vós ver. – Todos entraram, menos Greg que cruzou os braços encostando se a uma das paredes. – Que está ai fazer parado, não vai ver a sua filha, a sua menina, e o seu neto?
Greg: Ela á dois meses atrás fez as pazes com a mãe e com a irmã, mas comigo continua a não falar. – Baixou a cabeça arrependido pela maneira como tinha agido, e por ser tão orgulhoso que ainda não tinha pedido desculpas á filha.
Zac: A Vanessa sabe o que se passou, porque naquele tempo a tratou assim, ela vai perdoa-lo, entre lá dentro. – Pediu, mais mandado na realidade, olhou tão serio que Greg não teve outro remédio a não ser entrar mesmo. Quando passou pela porta todos o olharam, principalmente Vanessa.
David: Bem, nós vamos dar um passeio, lá fora….
Gina: Sim, vamos todos. – Amigos e família saíram deixando apenas os dois, todos queriam que ambos se acertassem, para mais com o casamento á porta, Vanessa sempre sonhou que o pai a levaria, e não queria eu por causa de uma discussão isso não fosse possível.
Greg: Olá. – Sorriu tímido aproximando se da cama, da filha, olhou para o neto, e passou com a mão pela sua cara.
Vanessa. Olá, pai. – Greg olhou para cima, vendo os olhos da filha, trata-lo por pai já era bom, não o distanciou.
Greg: Como estás?
Vanessa: Não se nota pela minha cara?... – O seus olhos brilhava, o seu sorriso era super rasgado. - Este o dia mais feliz da minha vida.
Greg: Eu sei como te estás a sentir, senti-me assim quando tu e a Stella nasceram.
Vanessa: É tão forte, sair uma vida dentro de nós.
Greg: Pois sobre essa parte eu já não posso falar… - Riu de só imaginar. -Nasceu em junho, vai ser um rapaz muito mexido.
Vanessa: Ainda bem. – Olhou pela milésima vez pra o filho que dormia.
Greg: Desculpa, pela maneira como te trateia a ultima vez que te vi, eu sei que fui brusco…
Vanessa: Estava apenas a defender a Ashley porque sabia o que ela tinha, mas já eu não, foi um pouco injusto. – Disse compreensiva, e na defensiva.
Greg: Eu sei, mas por favor, eu amo te, minha filha…- Pegou na mão, desocupada dela. - Desculpa.
Vanessa: Também o amo muito, pai, e perdoo, mas nunca mais se junte a ninguém e me esconder uma coisa assim. – Pediu retirando a mão da dele.
Greg: Está prometido… - Sentou se na cama mesmo ao pé dela. -Pronta para o casamento, daqui em dois meses?
Vanessa: Dês de que conheci Zac, nunca mais pensei noutra coisa, a não ser casar com ele.
Zac: O mesmo te digo… - Entrou pelo quarto dentro aproximando-se de ambos. -Está tudo bem?
Vanessa: Não… Está tudo perfeito na verdade. – Sorriu ganhado um beijo na testa de Zac.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Capítulo 49 Dedicado a Laura


Eu agradeço todos os comentários que são importantes para mim, para ficar a saber da vossa opinião por isso OBRIGADA. Dediquei a Laura, por ela ser a minha mana mais nova adotada, e desnaturada que não costuma comentar mesmo muito, mas mesmo assim pela amizade o dedico a ela.
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Vanessa, saio de casa com as pernas meio babas, e sentido o seu bebe mais entusiasmado que o natural; seria porque a mãe estava a pensar ficar com o pai? Não, com certeza ainda não porque não tinha noção, mas conseguia sentir o que Vanessa sentia, por isso ela parecia ter, uma criança entusiasmada na sua barriga. Ela rio só de imaginar. Pela segunda vez respirou fundo e foi para além de ficar a olhar para a porta, bateu de leve, e rapidamente foi aberta, por um rapaz de olhos encarnados, mostrado tristeza e cansaço.
Zac: Vanessa… - Começou mas ela não o deixou terminar apenas o beijou, vorazmente, empurrando para dentro de casa.
Vanessa: Já dissemos demasiadas coisas, não achas que chega de palavras? – Perguntou com, o sorriso que o contagiou.
Zac: Tens toda a razão. – Fechou a porta de casa voltando até ela, agarrou-a com os seus braços levantado até ao quarto entre beijos e partido tudo o que se atravessava no caminho. Parecia que o tornando ia passado pela casa. Ma ele não se importou na verdade nem ouvia nada cair, a sua única noção naquele momento era apenas Vanessa…os seus olhos, a sua boca tudo. – Eu amo te tanto. – Disse pegando na cara dela, encostando a sua testa na dela fechou os olhos.
Vanessa: Ele também…- Ele abriu os olhos para a poder olhar. – Na verdade nunca o deixei de fazer. – Mais uma vez o sorriso apareceu na sua cara, começando por a despir, ela não ficou atrás tirando a t-shirt dele, e arrancando o cinto. Pararam apenas quando ela ficara em trajes íntimos, ele apreciou por momentos a barriga dela.
Zac: Não vai prejudicar o bebe que agente faça…- Gaguejou passado com a mão na barriga dela, que já se notava bem. – Tu sabes.
Vanessa: Não, se nós não o fizermos é que é capaz de fazer mal, mas á mãe. – Ela puxou, fazendo cair sobre ela na cama.
Zac: Não, quero que te falte, nada…- Disse afastando o cabelo dela para trás. – Nem hoje nem nunca. – Levou a sua boca até á dela, encontrando-se no beijo á tanto desejado, porque agora, nada estava errado, agora podia, finalmente amar se, ele já não era casado, ela noiva. Agora era só aproveitar tudo o que tinha para dar, um ao outro. E assim foi aquela tarde, aquela noite, cheia de saudades, carinho, afeto, ansia desejo, e para além de uma grande paixão, um enorme amor. Porque precisavam de alguém como cada um, era para serem felizes.
Vanessa: Zac? – Chamou ao levantar se da cama, com o sol a bater lhe nós olhos.
Zac: Já acordaste. – Entrou no quarto com uma grande bandeja para o pequeno-almoço, que foi pousada, na pequena mesa, já que ele estava aflito para a ter outra vês nos braços. – Bom dia amor. – Foi até ela e a beijou.
Vanessa: Que saudades, de te ouvir dizer isso. – Voltou a beijá-lo.
Zac: Amor, amor, amor, amor…- Brincou distribuindo vários beijos da cara ao pescoço. – És o meu coração, a minha vida. – Disse colocando um dos joelhos, no chão, não deixando a mão dela por nada. – Eu sei que parece cedo, mas na verdade demorou uma interinidade para eu te fazer está pergunta…Vanessa Hudgens, eu nunca pensei que um amor adolescente pudesse durar tanto tempo, na verdade para sempre, mas o meu coração, ficou marcado, com o teu nome, a ferro quente, e nunca mais foi conseguir esquecer te…- Fez uma pausa para poder respirar, beijando o ventre dela. – Eu na minha vida, quero te a ti, ao nosso bebe; eu na minha vida preciso de alguém como tu!... Por isso estou aqui, a fazer um enorme discurso…- Rio do nervosismo- Para te perguntar, se me aceitas para ficar os restos dos nossos, dias ao teu lado, para te cuidar amar, e amar tudo o que nós vamos ter. – Passou mais uma vez a mãe pela barriga dela. – Vanessa, aceitas casar comigo?
Vanessa: Não…- Disse simplesmente Zac ficou branco. – Amor estava a brincar logico que me caso contigo. – Riu.
Zac: Não briques dessa maneira com o coração de um homem apaixonado. – Levantou se beijando a, fazendo a cair mais uma vez na cama, onde passaram mais longas horas a comer a brincar a colocar toda a conversa em dia.

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 E os meses foram, passado, Zac mudou para a casa de Vanessa, mas ele não estava a pensar ficar ali, por muito tempo, queria voltar para a Califórnia. Queria que o filho nascesse na terra onde eles se apaixonaram, e faria com que isso fosse possível, Dylan iria trabalhar na empresa em Paris, já que gostava tanto das francesas, e Zac ficava com a empresa mais pequena. Mas antes disso ainda estava o casamento, marcado para poucos dias depois do nascimento, de Philippe, o seu filho.
Vanessa: Com que então a Ashley e o Chris? – Perguntou sobre a melhor amiga, e o pediatra ela já os tinha topado a mais, tempo.
Zac: Sim, ele não se importa que ela esteja doente, ele a ama…estás bem? – Perguntou aproximando se, vendo que a cara da noiva não era a melhor.
Vanessa: Zac, acho melhor ir para o hospital. – Levantou se com ajuda dele, foi até seu quarto ele a segui-o.
Zac: Porque o que, é que se passa? – O suor escorreu de fio pela sua testa, ele tinha tanto medo de a perder, que apenas de um espirro ele tremia.
Vanessa: As minhas águas, amor, elas rebentaram. – Zac olhou para as pernas dela, que estavam molhadas, ele ficou ali, parado nervoso, começou rápido a suar mais ainda, Vanessa pegou na mala que tinha guarda da para ela e para o filho. – Amor…- Disse aproximando se de Zac. – O nosso filho vai nascer, não podes entrar em choc agora, eu vou, precisa de ti. – Pegou na mão dele, apertando-a.
Zac: Eu prometo que vou lá estar. – Beijou as mãos dela, pegando nas malas, e não mão da noiva foi até ao carro indo para o hospital.