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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Capítulo 49 Dedicado a Laura


Eu agradeço todos os comentários que são importantes para mim, para ficar a saber da vossa opinião por isso OBRIGADA. Dediquei a Laura, por ela ser a minha mana mais nova adotada, e desnaturada que não costuma comentar mesmo muito, mas mesmo assim pela amizade o dedico a ela.
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Vanessa, saio de casa com as pernas meio babas, e sentido o seu bebe mais entusiasmado que o natural; seria porque a mãe estava a pensar ficar com o pai? Não, com certeza ainda não porque não tinha noção, mas conseguia sentir o que Vanessa sentia, por isso ela parecia ter, uma criança entusiasmada na sua barriga. Ela rio só de imaginar. Pela segunda vez respirou fundo e foi para além de ficar a olhar para a porta, bateu de leve, e rapidamente foi aberta, por um rapaz de olhos encarnados, mostrado tristeza e cansaço.
Zac: Vanessa… - Começou mas ela não o deixou terminar apenas o beijou, vorazmente, empurrando para dentro de casa.
Vanessa: Já dissemos demasiadas coisas, não achas que chega de palavras? – Perguntou com, o sorriso que o contagiou.
Zac: Tens toda a razão. – Fechou a porta de casa voltando até ela, agarrou-a com os seus braços levantado até ao quarto entre beijos e partido tudo o que se atravessava no caminho. Parecia que o tornando ia passado pela casa. Ma ele não se importou na verdade nem ouvia nada cair, a sua única noção naquele momento era apenas Vanessa…os seus olhos, a sua boca tudo. – Eu amo te tanto. – Disse pegando na cara dela, encostando a sua testa na dela fechou os olhos.
Vanessa: Ele também…- Ele abriu os olhos para a poder olhar. – Na verdade nunca o deixei de fazer. – Mais uma vez o sorriso apareceu na sua cara, começando por a despir, ela não ficou atrás tirando a t-shirt dele, e arrancando o cinto. Pararam apenas quando ela ficara em trajes íntimos, ele apreciou por momentos a barriga dela.
Zac: Não vai prejudicar o bebe que agente faça…- Gaguejou passado com a mão na barriga dela, que já se notava bem. – Tu sabes.
Vanessa: Não, se nós não o fizermos é que é capaz de fazer mal, mas á mãe. – Ela puxou, fazendo cair sobre ela na cama.
Zac: Não, quero que te falte, nada…- Disse afastando o cabelo dela para trás. – Nem hoje nem nunca. – Levou a sua boca até á dela, encontrando-se no beijo á tanto desejado, porque agora, nada estava errado, agora podia, finalmente amar se, ele já não era casado, ela noiva. Agora era só aproveitar tudo o que tinha para dar, um ao outro. E assim foi aquela tarde, aquela noite, cheia de saudades, carinho, afeto, ansia desejo, e para além de uma grande paixão, um enorme amor. Porque precisavam de alguém como cada um, era para serem felizes.
Vanessa: Zac? – Chamou ao levantar se da cama, com o sol a bater lhe nós olhos.
Zac: Já acordaste. – Entrou no quarto com uma grande bandeja para o pequeno-almoço, que foi pousada, na pequena mesa, já que ele estava aflito para a ter outra vês nos braços. – Bom dia amor. – Foi até ela e a beijou.
Vanessa: Que saudades, de te ouvir dizer isso. – Voltou a beijá-lo.
Zac: Amor, amor, amor, amor…- Brincou distribuindo vários beijos da cara ao pescoço. – És o meu coração, a minha vida. – Disse colocando um dos joelhos, no chão, não deixando a mão dela por nada. – Eu sei que parece cedo, mas na verdade demorou uma interinidade para eu te fazer está pergunta…Vanessa Hudgens, eu nunca pensei que um amor adolescente pudesse durar tanto tempo, na verdade para sempre, mas o meu coração, ficou marcado, com o teu nome, a ferro quente, e nunca mais foi conseguir esquecer te…- Fez uma pausa para poder respirar, beijando o ventre dela. – Eu na minha vida, quero te a ti, ao nosso bebe; eu na minha vida preciso de alguém como tu!... Por isso estou aqui, a fazer um enorme discurso…- Rio do nervosismo- Para te perguntar, se me aceitas para ficar os restos dos nossos, dias ao teu lado, para te cuidar amar, e amar tudo o que nós vamos ter. – Passou mais uma vez a mãe pela barriga dela. – Vanessa, aceitas casar comigo?
Vanessa: Não…- Disse simplesmente Zac ficou branco. – Amor estava a brincar logico que me caso contigo. – Riu.
Zac: Não briques dessa maneira com o coração de um homem apaixonado. – Levantou se beijando a, fazendo a cair mais uma vez na cama, onde passaram mais longas horas a comer a brincar a colocar toda a conversa em dia.

(»»»»)
 E os meses foram, passado, Zac mudou para a casa de Vanessa, mas ele não estava a pensar ficar ali, por muito tempo, queria voltar para a Califórnia. Queria que o filho nascesse na terra onde eles se apaixonaram, e faria com que isso fosse possível, Dylan iria trabalhar na empresa em Paris, já que gostava tanto das francesas, e Zac ficava com a empresa mais pequena. Mas antes disso ainda estava o casamento, marcado para poucos dias depois do nascimento, de Philippe, o seu filho.
Vanessa: Com que então a Ashley e o Chris? – Perguntou sobre a melhor amiga, e o pediatra ela já os tinha topado a mais, tempo.
Zac: Sim, ele não se importa que ela esteja doente, ele a ama…estás bem? – Perguntou aproximando se, vendo que a cara da noiva não era a melhor.
Vanessa: Zac, acho melhor ir para o hospital. – Levantou se com ajuda dele, foi até seu quarto ele a segui-o.
Zac: Porque o que, é que se passa? – O suor escorreu de fio pela sua testa, ele tinha tanto medo de a perder, que apenas de um espirro ele tremia.
Vanessa: As minhas águas, amor, elas rebentaram. – Zac olhou para as pernas dela, que estavam molhadas, ele ficou ali, parado nervoso, começou rápido a suar mais ainda, Vanessa pegou na mala que tinha guarda da para ela e para o filho. – Amor…- Disse aproximando se de Zac. – O nosso filho vai nascer, não podes entrar em choc agora, eu vou, precisa de ti. – Pegou na mão dele, apertando-a.
Zac: Eu prometo que vou lá estar. – Beijou as mãos dela, pegando nas malas, e não mão da noiva foi até ao carro indo para o hospital.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Capítulo 48 Dedicado a Margarida


Eu agradeço muito, muito mesmo todos os comentários…ObrigadaJ
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A pergunta de Vanessa foi feita mas antes de responder e devido a tantas emoções Ashley teve que descansar por minutos em silencio, Vanessa nunca a deixava, estava ali, com ela, calada, pegando lhe na mão. Tinha sido injusta este tempo todo, mas ela não fazia a mínima ideia, e ainda não tinha percebido porque nunca lhe contarem antes.
Vanessa: Estás melhor? – Perguntou ao sentar se de volta ao lado dela, tinha ido até á sala, para ficarem mais confortáveis.
Ashley. T: Sim, vamos continuar, onde íamos?
Vanessa: Qual foi esse tal de plano que Zac teve?
Ashley. T: Zac sabe que adotar demora uma interinidade, para mais no meu caso, uma mãe doente, é quase impossível; parente isso, a única solução era casarmos nos…o Zac pediu me em casamento, para podermos ter um filho.
Vanessa: Mas até agora, nada.
Ashley. T: Verdade, mas isso porque alguém informou que o nosso casamento era falso, e até agora tem havido pessoas a tentar provar isso, mas não conseguiram, e estava a começar a ficar tudo direito a organizar-se.
Vanessa: Até que eu cheguei e estraguei tudo. – Disse levando as mãos á cara culpando-se.
Ashley. T: Não, não digas isso, na verdade tu acordaste me para a vida, deste me uma chapada de luva branca. – Sorriu sincera, e alegre.
Vanessa: Como assim, eu estraguei tudo, tu não me podias contar nada do casamento falso porque era segredo, mas eu fui mesquinha e fiz te infeliz.
Ashley. T: Para com isso, tu não fizeste nada de mal, muito pelo contrario mostraste me o meu egoísmos, que tem sido horrível, no meu casamento nunca ouve amor, depois de um ano eu e o Zac tentámos ter algo de mais serio mas nem conseguimos dormir, juntos ficou tudo demasiado estranho, como disse antes ele para mim é meu irmão; Vanessa…- Pegou nas mãos dela. – Tu mostraste me a asneira que fiz, estava a prender Zac a mim, por uma coisa que apenas eu queria, e eu não devia ter feito isso.
Vanessa: Pois mas eu devia ter mais calma…
Ashley. T: Lá isso, é verdade, mas agora que sabes da verdade o que vais fazer? – Perguntou, mas particularmente sobre Zac.
Vanessa: Primeiro vou dirigir tudo, depois vou superar o choc, e só depois logo se vê. – Olhou para a televisão deligada tinha muito que pensar.
Ashley. T: Tu vais ter um filho com ele. – Estalou os dedos chamando a para a realidade.
Vanessa: Eu sei. – Sorriu de lado, era algo que ela nunca esquecia era que estava grávida de Zac.
Ashley. T: Ele ama te, acredita nisso. – Seus olhos foram sinceros, Vanessa não percebia porque estava ainda com tantas dúvidas, sobre Zac, seria por ter medo do que poderá acontecer, ou por medo de amar? Mas porque ela já ali tinha, estado já tinha sofrido antes por amor, não tem feito outra coisa alias.
Vanessa: Vou lembrar, agora importavas te de me deixar sozinha. – Disse pendido.
Ashley. T: Não claro que não, até é melhor…- Levantou se sendo seguida por Vanessa até á porta.
Vanessa: Tive saudades da tua amizade. – Abraçou.
Ashley. T: Eu também, falamos depois?
Vanessa: Claro, tchau.
Ashley. T: Tchau. – Ashley saio deixando Vanessa sozinha que logo foi para o seu quarto deitar se um pouco, o sono chegou rápido, antes de adormecer mandou uma SMS a Matt, naquela hora ele estava a dar aulas e não poderia atender, apenas pediu que quando ele chegasse fosse até a casa dela, para poderem falar. Mensagem enviada Vanessa logo cai-o no sono com toda aquela nova informação que a fez sonhar e ter certos pesadelos. Dormiu a tarde toda, apenas acordou quando a sua campainha tocou.
Matt: Olá… - Tentou beija-la mas ela afastou a face. - O que se passa?
Vanessa: Entra, temos que conversar. – Ele entrou e sentou se diante dela, a conversa durou uns longos minutos até ela explicar tudo o que tinha falado com Ashley, Matt não abriu a boca em qualquer momento apenas a ouvia com atenção.
(»»»»)
Matt: Que historia. – Falou calmo sustentado a cabeça na mão, enquanto a olhava de frente.
Vanessa: É até parece mentira. – Riu daquilo tudo que parecia uma verdade mal contada, ou talvez tivesse sido ela que se tinha tornado desconfiada, mas afinal este tempo todo tinha sido enganada, afastada de demasiados segredos.
Matt: Queres voltar para ele, é por isso que estamos a ter está conversa? – Vanessa abriu a boca parente a pergunta dela, era difícil responder.
Vanessa: Eu não disse isso, apenas tinha que falar com alguém.
Matt: Para de mentir te até a ti própria. – Pediu.
Vanessa: O que queres dizer?
Matt: Tu amas o, tu sabes que sim… se ele é o tal, a tua vida, não o deixes fugir. – Falou de uma maneira tão triste, sabia que Vanessa já mais seria dele, na realidade nunca tinha sido, apenas andou alguns dias fingindo ao tentar se convencer que ela esqueceria Zac.
Vanessa: E tu? – Perguntou receosa de causar magoa ao seu melhor amigo, aquele que sempre lá esteve para ajudar.
Matt: Eu gosto muito de ti, e quero-te ver feliz, com que te vai fazer realmente assim. – Uma lagrimas escorreu pela face dele, ele amava-a imenso, o mal disso, é ver a pessoa que mais gostamos, amar alguém da mesma maneira sem ser a nós.
Vanessa: Achas que devia ir ter com ele e conversar? – Perguntou no meio de uma abraço que lhe tinha dado assim que a primeira lagrima escorreu.
Matt: Ainda me perguntas? Claro que sim, vai atrás do que amas, e se ele te ama também, se é alguém como ele que tu queres na tua vida, seria uma das maiores idiotices deixares que ele fugisse, por isso não o deixes fugir, apenas vai. – Vanessa separou se dos braços do amigo, beijando lhe uma das bochechas agradeceu lhe, pelo apoio, e sinceridade.

domingo, 15 de janeiro de 2012

Capítulo 47 Dedicado a Paula


Divulgação: Gostava aqui de divulgar duas histórias, primeiro a da Laura “Dividida entre três corações” http://zanessadetc.blogspot.com/  que também já escreveu “Um amor sem fim” E a minha nova história com Andreia de Fanfics Day de histórias como “The sexy girl”, decidimos juntar-nos para escrever “Licença para matar “http://hotlovecrimes.blogspot.com/  . Quanto ao vosso comentário que posso dizer adoro os ler e agradeço vos bastante a quem também carrega nos pequenos quadrados; Brigada.
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Vanessa: Tu, aqui? – Perguntou ao abrir a porta para Ashley.
Ashley. T: É, parece que sim. – Entrou sem pedir.
Vanessa: Deves ter vindo buscar isto. – Pegou na mochila de Zac entregando-lha.
Ashley. T: Sim isso era umas das coisas. – Colocou a mochila no chão informado que não sairia dali.
Vanessa: O que mais queres daqui?
Ashley. T: Daqui nada, mas sim de ti. – Vanessa mostrou-se espantada e curiosa. – Temos que falar. – Informou fechando a porta.
Vanessa: Sobre. – Rio do descaramento de Ashley, de chegar e mandar.
Ashley. T: Sobre o Zac…
Vanessa: Podes parar por ai e sair. – Vanessa fez questão de apontar para a saída mas Ashley não lhe deu importância.
Ashley. T: Sei que estás magoada, com ele, mas Vanessa, tu bateste-lhe colocaste-o a chorar. – Fez uma expressão de chocada até Vanessa o estava com o que tinha feito, ela não tinha o costume de ser agressiva ainda não percebia o que lhe tinha passado pela cabeça.
Vanessa: Ah, vens como advogada dele. – Ironizou.
Ashley. T: Não vim como tua amiga e dele. – Tentou mostrar um sorriso mas Vanessa estava, tão seria.
Vanessa: De amigos como tu quem precisa de inimigos. – Gozou.
Ashley. T: Para…- Pediu num grito. – Para de ser injusta, e deixa-me esclarecer-te tudo aquilo que te tem passado ao lado.
Vanessa: Ok. – Disse de voz tremula, pela atitude de Ashley, naquele momento a brincadeira e ironia iriam ficar por ali.
Ashley. T: Podemos agora sentar nos e conversámos? - Perguntou mais calma.
Vanessa: Sim, vou fazer um chá, para nós…
Ashley. T: Não o vais envenenar? – Perguntou com um pequeno sorriso.
Vanessa: Eu não sou má pessoa.- Fez questão de esclarecer.
Ashley. T: Eu sei.
Vanessa: Anda, vamos até á cozinha, falamos lá. – Ashley seguiu Vanessa e se sentou na mesa, da cozinha onde minutos depois teve Vanessa á sua frente. O Chá e as bolachas estavam a fazer Ashley ficar com coragem para tudo o que tinha a dizer, era amiga de Vanessa mas mesmo assim estava nervosa.
Ashley. T: É melhor começar. – Cruzou as mãos na mesa, inclinado o troco para a frente.
Vanessa: O que é que tens assim de tão serio para me contar? – Cruzou os braços e tentou demostrar desinteresse.
Ashley. T: Vou ser curta.
Vanessa: Ainda bem, mas vá começa.
Ashley. T: Sei que te tem feito confusão porque Zac diz amar te, porque te beija mas depois diz que tem que ficar comigo. – Vanessa se endireitou na cadeira, não sabia que ela sabia dos beijos. – Isso tudo tem a ver com uma promessa…
Vanessa: Ou vez com conversas de legas, legas esquece. – Tentou se levantar da mesa mas Ashley impediu.
Ashley. T: Cala te e ouve me se faz favor. – Vanessa se calou e fez sinal para ela continuar. – Á anos atrás eu fiz exames, novamente e descobri…- As suas mãos escorria em suor, e ela não parava de olhar para elas. – Descobri que tinha, ou melhor tenho sida.
Vanessa: O que, mas espera depois do descuido de ter relações com Jered sem preservativo voltaste-o a fazer? – Perguntou e ralhou.
Ashley. T: Não…- Respondeu mexendo se varias vezes na cadeira pelo nervosismo. – Naquela altura descobri que tinha feito os testes demasiado cedo, por isso não acusou nada, só descobri depois de vir para Paris, sentia me doente como se tivesse gripe, mas era muito mais que gripe. – Uma lágrima escorreu no seu rosto ao lembrar o momento em que descobriu tudo, Vanessa solidaria e por ainda gostar imenso dela, pegou na mão de Ashley por instantes.
Vanessa: O Zac sabe disso?
Ashley. T: Claro que sim. – Limpou a cara, ficando com os olhos de choro, é por isso que ele está comigo.
Vanessa: A tal promessa tem alguma coisa a ver com a tua doença?
Ashley. T: Sim, sabes como eu amo, crianças, mas depois de ficar a saber que não podia ter filhos, por lhe poder pegar está maldita coisa…- Falou com odio. – Desesperei, e nessa altura Zac nunca me deixou ele é como um irmão para mim, mas farto do de me ver assim sabes o que ele fez?
Vanessa: O quê? – Sorriu, mas não sabia porque…talvez pelo casamento ser mentira, mas depois teve vontade de chorar, pela amiga.
Ashley. T: Levantou-se para mim com um enorme sorriso e disse “miúda para de chorar vamos adotar, um puto”… - Rio pela lembrança. – Naquele momento achei que ele estava totalmente louco ou a gozar comigo, mas não foi o meu espanto quando percebi que ele tinha todo um plano formado na sua cabeça.
Vanessa: Que plano?
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Pronto ai está o que Ashley tinha, acho que já matei a vossa curiosidade, mas será que depois da conversa Vanessa vai correr para os braços de Zac? Sei que não tenho postado nas minhas outras histórias, mas é porque estou a terminar está aqui. Dedicado á Paula porque ela me acompanha á muito tempo, e porque os seus comentários são sempre uma inspiração para mim; Obrigada Paula.


sábado, 14 de janeiro de 2012

Capítulo 46 Dedicado a Stephanie_95_7


Eu agradeço todos os comentário seja por escrito ou nos pequenos quadrados, eus gostava de responder um a um mas o meu rato do pc está todo queimado e só para postar, custa caro a fazer o que eu quero. Ainda sobre os coments não percebo porque a letra está tão pequena, ou é só no meu pc? Dedicado á Stephanie, porque dá me apoio como todas, me dão, e eu agradeço muito isso.
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Ali estava ele com a t-shirt na mão á espera da sua resposta, ela apenas formou um bico com a boca. Sinceramente não queria-lhe dar uma respostas, ela nem sabia o que dizer “Olha estou farta de pensar em ti por isso vou deitar tudo fora, tudo o que me faz lembrar a tua cara” Não ela, não podia dizer isso, demasiado frio e dramático.
Zac: Porque não me respondes; ias atirar uma das minhas t-shirts favoritas? – Perguntou mais uma vez Vanessa tomou a decisão de lhe retirar a t-shirt da mão, ele apenas olhou e ferveu de raiva pelo silencio e pela atitude infantil.
Vanessa: O que é que tu tens a ver com, o que eu faço com este trapo. – Respondeu perante a cara dele, deixando cair propositadamente a t-shirt no chão.
Zac: Tenho a ver mais do que tu imaginas. – Afastou a lentamente e cuidadosamente pegado a t-shirt do chão. – Está é a minha t-shirt favorita sempre foi tu sabes como eu adorava, por isso te a dei, juntamente com o cheiro de um dos meus perfumes favoritos; sabes, nunca pensei…
Vanessa: Nunca pensaste o quê? – Perguntou cheia de arrogância interrompendo-o.
Zac: Que atirasses algo que eu gostava tanto para o lixo, afinal, era algo que eu adorava e te ofereci, mas esquece se atiraste o meu coração, para o lixo, o que será uma t-shirt aos teus olhos. – Vanessa agradeceu que ele tivesse de óculos, pelo menos assim não veria os seus olhos, porque ao que ele acabar de dizer ela ia cair aos seus pés; mas isso não podia simplesmente acontecer, ele não podia estar a ser honesto, dormiu com ela e depois a deixou de canto, a jogada dele naquele momento deveria ser a mesma.
Vanessa: Queres ir ver o quarto do teu filho? – Perguntou simplesmente, já que tinha algo bastante grande em comum, não era bom discutir.
Zac: Sim…- Sorrio. – Quero muito, muito mesmo.
Vanessa: Vamos então. – Bufou deixando a caixa no lixo, dirigiu o até á sua casa.
Zac: Quarto azul? – Mirou em volta abrindo um enorme sorriso. – Is a boy. – Levou a mão dele ao ventre dela.
Vanessa: Estás feliz? – Perguntou ele beijou lhe a barriga levantando-se.
Zac: Haveria como não estar? – Colocou a sua mochila no chão que já criava grande peso nas suas costas.
Vanessa: A Ashley já sabe, dissera-me que ela te pediu o divórcio. – Levou as mãos á barriga como a segurasse.
Zac: É verdade, mas não é por isso.
Vanessa: Ela pediu mesmo o divórcio? – Olhou, surpresa pensou que fosse apenas um boato, Ashley foi sua advogada mas não falaram de nada.
Zac: Mesmo agora tu o disseste…
Vanessa: Pensava que era mentira, afinal ela ainda vive na tua casa.- Disse com algum ciúme.
Zac: Somo amigos, ela vive lá até arranjar a sua casa.
Vanessa: Dormem na mesma cama?- Perguntou, mas depois se arrependeu. - Esquece eu não queria perguntar te isso?
Zac: Não faz mal…
Vanessa: Esquece. – Pediu falando mais alto. – E peço desculpa, afinal ajudei-te a destruir o teu casamento, com a gravidez.
Zac: Não digas isso. – Aproximou se voltado a colocar a mão no ventre dela. – Eu amo te. – Disse ganhado um valete estalo que o fez andar para trás, tinha sido tão forte que as lagrimas lhe vieram aos olhos, não chorou, mas por pouco. – Que é isso estás louca? – Perguntou levando a mão á bochecha que fervia.
Vanessa: Mereceste. – Gritou. – Não, voltes nunca mais a dizer que me amas, amor é uma palavra demasiado forte. – Levou as mãos á uma estante segurando-se. – Não voltes a dizer me isso, já estou gravida de ti, porque cai na tua lábia, dormi contigo acreditado que me amavas e depois descartaste me. – Disse começando a chorar.
Zac: Tu estás confusa...- Tentou se aproximar mas desta vez foi ela que se aproximou bruscamente afastando o até á sala.
Vanessa: Não, eu não estou confusa, muito pelo contrário agora vejo o homem que és…- As lagrimas caiam de fio, ela não fazia a mínima ideia do que estava a falar, mas apenas porque ninguém lhe explicava; ele falou um milhão de vezes que amava, mas que tinha que ficar com a Ashley. – És um canalha…- Voltou a bater nos braços dele, ele apenas a tentava segurar. – Mentiroso.
Zac: Para…- Pediu, mas ela continuava a bater-lhe, ele não teve outra hipótese a não ser abrir a porta e fugir dali.
Ashley. T: O que se passou que gritos foram estes? – Perguntou quando Zac entrou todo amassado em casa.
Zac: Foi a Vanessa. – Caio no sofá.
Ashley. T: Que horror, ela bateu-te? – Caio no sofá ao lado dele, que tinhas os ósculos partidos na mão.
Zac: Sim…- Começou a chorar. – Ela disse que eu era um canalha e que praticamente a tratei como uma prostituta o problema é que é quase verdade. – Ashley o puxou até ao seus braços abraçando o, ele caio no colo dela, parecia uma criança, desolada.
Ashley. T: Tu dormias com a Vanessa, dizias que amavas mas depois, dizias que não podias ficar come ela que tinhas que ficar comigo. – Falou calma fazendo lhe festas no cabelo. – A reação dela é totalmente natural, ela está fora de toda a verdade por isso está confusa.
Zac: Achas que tenho perdão? – O soluço do choro ecoou pela sala, Ashley chorou por o ver sofrer daquela maneira.
Ashley. T: Sim…- Limpou a sua cara. – Claro que sim.
Zac: Porque é que as coisas têm que ser assim…- levantou a cabeça do colo de Ashley ficando sentado. - Porque é que eu simplesmente não a esqueço, já passou tanto tempo e mesmo assim, não consigo parar de gostar de uma maneira tão forte. – Levou a mão ao peito fechado a mão, no mesmo, as lagrimas já não eram tão violentas, mas não paravam de escorrer. – Foi apenas um amor adolescente. – Tentou afirmar, mas não consegui.
Ashley. T: Nem tu mesmo acreditas que tenha sido simplesmente um amor, adolescente. – Sorrio voltado aperta-lo num abraço.
Zac: Que treta…esqueci-me da mochila na casa dela. – Respirou como se estivesse exausto.
Ashley. T: Depois vou lá busca-la e falar com ela.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Capítulo 45 Dedicado a Edyh_2012


Dedicado a Edyh porque, ela está sempre lá a comentar, e apoiar-me, e assim eu lhe agradeço J
Vanessa continuou de rodas de todas a fotografias que guardava á anos. Mas a próxima que veio, era aquela que iria direto ao caixote do lixo.

Ele poucas vezes sorria aquela imagem era rara, mas ela não quis saber a deitou fora, só de lembrar que ele tentara provocar lhe o aborto criou lhe um enorme odio. Não por ela mas pelo filho que carregava, ela sabia que o mundo não era cor-de-rosa, mas nunca quis acreditar que podias chegar a ser tão perverso, ao ponto de uma pessoa ter aquele tipo de atitudes. Mas agora não importava mais, até porque a pessoa que veio a seguir merecia um lugar numa das molduras de casa, por tudo o que era, para ela.


Naquela altura ele era bastante mais novo, agora tinha 36 anos, e já se notava por alguns cabelos brancos que nascia na barba. Ela sabia que o amor não tinha idade, mas ao pensar naquele momento nisso sentiu algo estranho dentro dela. Afinal ela vai ser muito mais jovem sempre, ele vai envelhecer mais rápido, muitos homens vão olhar para ela, e pelo lado do homem mais velho vai criar mais ciúme. Mas era mais uma das coisas que ela não queria importar agora, afinal estavam juntos naquele momento, logo depois não se sabe. Continuou de roda da caixa que apenas continha agora uma t-shirt, ela não fazia a mínima ideia a quem pertencia até cheira-la. Era de Zac, aquele cheiro de perfume caro era inesquecível, ele sempre tinha sido requintado e vaidoso. Mas por lembrar dele viu que a fotografia dele não estava naquela caixa, nenhuma das centenas dele que ela tinha. Não sabia porque mas o seu coração disparou chegou a virar a caixa ao contrário, mas nada. Levantou se andou á roda do quarto para ver se estava caída no chão, mas não. Até que olhou para o armário e viu a caixa verde, verde de esperança, de nunca se esquecer ou perder quem estava ali. Ela pegou e abriu, no meio daquilo tudo tantos objetos e imagens das amigas da família, estava uma moldura, aquela que ela procurava.

Vanessa: Charmoso como sempre, encantador, apaixonado, romântico querido fofo…- Rio ao lembrar, principalmente durante o verão, a primeira vez que ela lhe tida dito como o achava gato, tudo por causa de um ciúme bobo.
 “Vanessa. Estás me, a perguntar se ele é bonito, é isso? – Uma conversa por ciúmes de Chace tinha começado, Zac estava fulo de raiva.
Zac: Sim, acho que é isso. – Algo que Vanessa não tinha costumo de ver era ele cruzar os braços, pedido explicações.
Vanessa: Se queres saber sim é bonito… -A cara dele tinha mudado de repente criando certa agustia virou de costas para ela, fazendo a rir, agarrando por detrás. – Mas tu és muito, mesmo muito melhor. – Ele se vira e ela o beija. – Se queres saber nunca tinha conhecido alguém com a tua beleza. – Ela se volta a encostar almofada.
Zac: Tu achas-me assim mesmo tão bonito?
Vanessa: Sim, tens uma cara e um corpo perfeito, fazes me sempre lembrar um deus grego. – Ele se aproxima se deitado se ao lado dela.
Zac: Tu também és uma mulher muito, bonita e sexy. – Ela o beija.
Vanessa: Obrigado pelo elogio amor.
Zac: Não fui obrigado. – Ele a beija, e de beijo a beijo já estavam um em cima do outro, na maior cena de amor.“
De facto ele era bonito, e perfeito, mas e depois? Não era isso que importava, ela amava o pelos seus atos, por ele ser perfeito como pessoa, por ser tão feliz que a fazia feliz. Pelo seu sorriso pela sua voz, ela amava o por ele ser apenas ele mesmo, e tornar o seu mundo num dos mais bonitos. Mas isso não fazia mais sentido agora, ele não fazia mais parte da sua vida, e tinha que deixar certas coisas para detrás. Mas já que era pai do seu filho ela queria que ele, o conhece se, por isso a moldura ia ficar no quarto do bebe.
Vanessa: Fica a saber que vai para um quarto, muito especial, o do teu filho. – Sorrio sentido que a moldura tinha algo detrás, a virou. – O que é isto?- Tirou a disquete que estava colada. – Coisa velha, mas o que terá? – Foi até ao computador, colocando a, pode ver a pequena imagem que continha.

As repetições das imagens passaram várias vezes em frente dos olhos de Vanessa, o que a fez apagar logo o computador.
Vanessa: O passado é, paras os museus. -Tirou as várias caixas que tinha no armário, deixando apenas a família e amigos ficarem dentro de duas. – O, futuro um sonho. – Pegou nas caixas não guardadas e respirou fundo. - O presente, uma realidade. – Saio pela porta de casa disposta atirar aquelas memórias para o lixo. Mas por azar quando chegou perto da porta vinha Zac a entrar chegado de viagem.

Ele ainda não a tinha visto ela olhou para os lados, mas não havia esconderijo possível, tentou esconder a caixa; mas a onde? Tanta atrapalhação fez com que deixa se cair tudo no meio do chão, chamando mais a atenção de Zac que se aproximou para ajudar.
Vanessa: Deixa estar. – Pediu mas Zac impedi-o a de ser ela a baixar-se.
Zac: Ias deitar isto fora? – Perguntou pegando na antiga e velha blusa.
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A historia está acabar é verdade, e segredos vão ser desvendados e escolhas feitas, querem saber quais? Leiam o próximo capítulo.
                                  Respostas aos comentários J
Agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados; Obrigada.
Edyh_2012: Bem, historia vai, historia, vem, e a hora de contar o segredo de Ashley aproxima se, paciência…; Obrigada por comentares.
-lin£: Ai meninas, estou a ver que a Ashley vós deu a volta á cabeça, já tiveram mais longe de saber o que se passa, é o que posso dizer; Obrigada por comentares.
Margarida: Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Obrigada ainda bem que gostaste.
.Paula: É o Zac e Vanessa estão sem qualquer tipo de proximidade, mas não se pode esquecer que ela esta gravida dele; Obrigada por comentares.
Laura: Na verdade, as avestruzes não enfiam a cabeça de baixo da areia apenas abaixo até aos seus pés, fazendo parecer isso, mas percebo o que queres dizer, Zac está afastado e medroso parente Vanessa, isto vai dar uma grande volta; Obrigada por comentares.


terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Capítulo 43 & 44


 Antes de postar gostaria de divulgar a história “Coincidências do Amor” http://ficszanessa.blogspot.com/  É uma historia escrita por Let’s Lanza , e fala de uma Vanessa apaixonada por um Zac um pouco interesseiro, se quiserem saber mais, vão até lá.
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Cap.43
O beijo ainda foi prologado por Matt, ela podia parar mas não parou. Não tinha sido ele que a tinha beijado as escuras disso, ela tinha certezas, e ao lembrar se do toque que fez na face da outra pessoa, teve quase certezas que era Zac que ela tinha beijado. Mas embora não tivesse apaixonada por Matt, por que parar, porque parar agora? Afinal ele tinha a capacidade de a deixar em segurança e era disso que ela precisava agora. Mas não podia esquecer que estava gravida e era quase mãe, tinha que tomar uma atitude, ser mais responsável.
Matt: Porque paraste? – Perguntou com as mãos na cintura dela, a distância era aquela que ela tinha colocado ao meter as mãos no peito.
Vanessa: Desculpa, eu não devia ter feito isto, desta maneira. – Retirou se dos braços dele, ficando na sua frente de boca encarnada pelo beijo voraz.
Matt: Mas porque, fiz alguma coisa de errado? – Perguntou angustiado a sua intenção chamais era ou seria magoa-la.
Vanessa: Não, tu não, mas eu sim, fui egoísta. – Ele levantou uma sobrancelha, a conversa de minutos atrás não fazia o mínimo sentido com a de agora; tanto caio nos seus braços como fugi-o deles. – Quando ouve o apagão. – Suspirou querendo explicar tudo era a o melhor a fazer ele não merecia ser engado. – Eu beijei uma pessoa, e senti me como não me sentia á muito tempo…
Matt: Apaixonada. – Baixou a cabeça sentido se um idiota por pensar que ela estava a sentir o mesmo do que ele, afinal estava apenas a fazer uma experiencia e agora que já sabia o resultado iria ficar mais uma vez tudo na mesma. – Beijaste me para saber se era essa pessoa, mas agora sabes que eu não o sou, por isso saíste dos meus braços, a minha boca soube te há pouco. – Sentou, se tapando a cara sentiu os seus olhos arderem, teve a noção que havia lagrimas a quererem sair.
Vanessa: Não digas isso, por favor. – Ajoelhou se na frente dele, pegando nas mãos dele, viu o rosto dele, os olhos estava encarnados, e molhados.
Matt: É a realidade, eu não chego para ti, nunca chegarei. – Um soluço de choro fez eco pela sala e no coração dela.
Vanessa: Eu adoro-te…
Matt: Como amigo. – Rio, gozando de si próprio dos sentimentos que tinha por ela espetados no coração.
Vanessa: Perdoa me por não te conseguir amar dessa maneira. – Baixou a cabeça começando a chorar também, ela de facto o adorava, era uma das melhores pessoas que pode encontrar, quando teve o pequeno romance com ele foram dias inesquecíveis, mas isso não chegou, para a fazer ama-lo.
Matt: Não peças desculpas. – Caio de joelho perto dela abraçando a, ficando com o obro molhado pelas lagrimas dela.
Vanessa: Se eu mandasse no meu coração, iria olhar para ti de uma maneira totalmente diferente. – Disse fazendo olhar pegando na cara dele.
Matt: Mas não mandas…
Vanessa: Mas queria. - Disse fazendo calar. – Olha, eu gostei do beijo. – Sorrio de canto com certa timidez, levantando se, ele a seguiu.
Matt: O que é que isso quer dizer?
Vanessa: Não me quero casar contigo, não sito pena de ti, mas sinto me confortável, ao teu lado, e o teu beijo foi bom e doce. – Limpou a face dele.
Matt: Achas que possa ter uma oportunidade? – Pegou na mão dela, mas ela se afastou ficando de costas.
Vanessa: Quero dizer que sim, mas pelo outro lado, acho que ficava melhor, dizer para procurares alguém que te ama, como tu me amas a mim. – Levou as mãos ao peito, naquele momento ela o queria, não de uma maneira loucamente apaixonada, mas gostava dele, mas ao mesmo tempo não lhe podia pedir nada.
Matt: Vanessa, achas que tenho uma oportunidade? – Voltou a perguntar-lhe virando a para ele.
Vanessa: Se quiseres ir devagar, muito devagar. – Levantou o rosto para ver os olhos dele. - Sim!
Matt: Vamos devagar então…- Baixou a cara beijando-lhe as bochechas - Até amanhã.
Vanessa: Dorme bem. – Sorrio para si, enquanto Matt deixou a sala,
Os próximos dias que passaram foram claramente diferentes, Vanessa voltou a ser otimista. O Zac não lhe passou á frente, pelo que ela percebeu ele estava fora em negócios, soube disso porque teve que ir a tribunal, por Chris e Hillary atrás da grades, a sua advogada era Ashley, que a informou quase de tudo, não disse mais porque não teve tempo nem consegui, até parecia que algo estava contra ela, para não falar a Vanessa sobre o divorcio, e sobre porque estava casada com Zac.
Matt: É hoje que voltas para casa? – Perguntou enquanto arrumava a sua bolsa para as aulas, nestes últimos dias ele tinha sido incrível com Vanessa, davam apenas alguns beijos na boca, entre eles surgia tudo muito romântico, e calmo, perfeito como Vanessa queria.
Vanessa: Sim, a decoração esta renovada, mandei as coisas de Chris para os pais, dele, que ficaram muito triste com tudo o que se passou e eu também, simplesmente nunca pensei que ele tivesse capacidades de fazer o que fez. – Matt foi por detrás e abraçou balançando-a.
Matt: Á pessoas assim, loucas. – Mordisco lhe o pescoço virando a para si. – Gosto muito de ti. – Baixou o pescoço até ela beijando a carinhosamente como costumava fazer; deixaram os amo-tes para lá e viver um dia de cada vez.
Vanessa: Antes de sair, vamos até lá casa ver como as coisas estão? – Puxou pelo clarinho.
Matt: Ok, vamos. – Disse fechando a porta, desceram as escadas até á casa de Vanessa.
Vanessa: Aqui está a sala. – Abriu os braços ao entrar.

Matt: Uma boa cor, parece ser bastante comodo. – Mirou em volta nada de fotografias nem lembranças ele perguntava se o que ela ia meter nas molduras, afinal seria o que o filha iria ver quando crescesse; seria que haveria imagens do pai Zac?
Vanessa: E é eu adoro este sofá…- Sentou se nele dando pulinhos. - Nem sabes o que gastei nesta casa.
Matt: Imagino. – Sorrio, puxando a para a tirar do sofá, mas com cuidado.
Vanessa: Deixa lá significa a grande mudança da minha vida. – Rodou as mãos em volta do pescoço dele.
Matt: Vamos ver o resto? – Abraçou a, ela abanou a cabeça que sim puxando o.

Matt: Pequena e requintada como a minha Vanessa? – Vanessa fechou a cara e ele rio meio torto.
Vanessa: Ahah… - Fingiu rir. -Sei que sou pequena, mas não me gozes. – Bateu de leve no peito dele.
Matt: Não estava a gozar, nunca ouviste dizer as mulheres querem se como as sardinhas, pequeninas…
Vanessa: Ok, ok, chega de graxa, não me esqueço dessa, vamos ver a casa de banho. – Saio na frente dele, ele tinha, se esquecido da sua sensibilidade, agora que estava gravida a maiorias das coisas até as mais pequeninas ela fazia quase que um drama.

Matt: Gira? – Falou com medo, ela aina estava um bocado chateada.
Vanessa: Bastante iluminada, vamos. – Chamou, abrindo devagar a porta do seu quarto.

Vanessa: Gostas? Agora que moro sozinha, decidi que o quarto ficaria mais feminino.
Matt: E a cama, é confortável? – Piscou o olho ela não consegui não rir.
Vanessa: Talvez o dia a possas experimentar comigo. – Disse tentado ignorá-lo.
Matt: O que vais fazer com o quarto da Miley, e da Ashley. – Ela não respondeu apenas o puxou.

Matt: Isto é o quarto do bebe? – Sorrio, ao ver todo aquele azul. – Isso significa?
Vanessa: Vai ser um menino, o homem da minha vida. – Passou a mão pela barriga, Matt apenas abraçou com emoção.


Cap.44
Matt saio deixando mais uma vez Vanessa completamente sozinha, a diferença é que hoje podia estar na sua casa. Mas na verdade isso não tinha nada de maravilhoso, agora que não podia trabalhar os dias eram passados a olhar para o teto no qual ela acreditava conseguir apaixonar se por olhar tanto. Miley, estava a estudar e agora passava muito tempo com o Liam, ela mal a via Ashley trabalhava, e aparecia poucas vezes. Só lhe restava ficar mais uma vez consigo e só consigo mesma. Mas cansada de estar sentada, lembrou-se das caixas que tinha pedido á sua mãe para lhe trazer, não queria dar de caras com o pai, também não podia viajar, por isso a sua mãe fez lho favor. Ela foi até ao quarto e abriu a porta do closet tirando uma das caixas que eram pequenas mas tinha imensas recordações, de toda a sua vida, até ali. A primeira a ser tirada era uma vermelha, que significava todas as suas paixões, na realidade ela tinha imagens de vários namorados, não era uma coleções, mas gostava de guardar recordações de todos o que a fizeram triste e feliz.
Vanessa: Ai Taylor, Taylor. – Sorrio ao pegar na fotografia do primo que já estava bem velha, tinha sido o seu primeiro namorado, o seu primeiro beijo, mas tudo as escondidas, a sua família não podia saber que andava metida com o primo, mas velho dois anos, que ela, o seu primeiro romance, ele com 14 ela com 12…mirou mais uma vez a fotografia.

Vanessa: Beijava tão bem. – Mordeu o lábio ao relembrar o primeiro beijo e guardou de volta a imagem. – O primeiro loiro. - Gargalhou ao tirar a imagem de Austin, namorou com ele durante quatro meses, enquanto tinha 14 anos, mas nunca nada de serio, apenas alguns beijos.

Vanessa: Se algum do meu namorado visse as imagens que eu tenho deliravam.- Volto a guardar a fotografia do loiro. – Sensível, romântico, mas demasiado pegadiço e ciumento para uma rapariga de 16 anos, um dos meus melhores amigos, até se virar o mau da fita.

Relembrou Josh dessa, maneira um grande amigo colorido com quem tinha trocado beijos inocentes, ao 17. E depois veio alguém com que tinha passado para lá do inocente, foi com ele que ela se tornou rebelde, foi com ele que ela se virou louca. Na época daquele namoro, Vanessa consumiu droga álcool caindo varias vezes no hospital; suas notas caíram drasticamente e as ofensas aos professores eram mais que muitas.

Vanessa: Por causa de ti fiz tantas asneiras. – Disse mirando mais umas quantas vezes a imagem de Alex, com ele a relação tinha durando bastante tempo, foi o primeiro namoro que ela achou que fosse mais serio, foi com ele que ela perdeu a virgindade, mas foi a única coisa que tinha tido de especial.
****
Bem capítulo grande podia ter sido maior mas não o queria tornar demasiado cansativo para vocês. Quanto a Vanessa, novo “amigo”, nova decoração, e uma volta ao passado entre fotografias; será que Vanessa está a pensar deixar todo o passado de uma vez por toda para detrás das costas?
Respostas aos comentários J
Agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados, seja ótimo, lê se ou seca eu conto como comentário, claro que aprecio ler a vossa opinião, mas sei que nem sempre tem tempo por isso Obrigada.
-lin£ ♥: Ainda bem que gostaste; Obrigada por comentares.
Evelly: Agora já percebeu, mas parece não quere saber mesmo; Obrigada por comentares.
.Paula: É ela já sabe, mas isso não mudou tanto como eu acho que vocês estavam á espera; Obrigada por comentares.
Laura/♥ Laís ♥:É tomara que o Zac tome alguma coragem, por que parece que ela já pouco quer saber (Ou talvez não); Obrigada por comentares.
Edyh_2012: Seria muito loco ela ira procurar o príncipe pelo prédio, não achas?; Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: A Ashley quer lhe contar muito mais que isso; Obrigada por comentares.




segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Capítulo 42


Quando 2012 se fez anunciar, e os gritos da rua entraram pelos ouvidos de Zac, ele despertou, abrindo os olhos, sabiam que estava a beijar e não queria parar estava se tão bem ali, que agarrou e continuo continuou. Até uma certa altura em que Matt saio, como murmúrio da boca dela, ao ouvido dele. Zac sentiu se magoado, não acreditou que para ela beija-lo era o mesmo que beijar outro homem, pensava que como ela para ele era única, o mesmo, Vanessa sentia, mas parece que não, parecia que Vanessa nunca o tinha amado de verdade, que beija-lo ou beijar um sapo era o mesmo. Ele não conseguia estar mais ali, o seu peito resmungou de dor, pela flecha que tinha estrado em brasa no seu coração, as suas mãos começaram a suar, e a tremer, os seus pés afastaram se dela, ele apenas entre o escuro tentou encontrar uma saída dali, e conseguiu.
Vanessa: Matt? – Chamou sentido que estava sozinha, apesar de estar as cegas tinha esse pressentimento, mas do nada sentiu um toque na mão, mas não parecia as mão de quem tinha beijando, mas parecia estar errada na sua cabeça, já que quando a luz voltou Matt estava ali, a segurar a mão dela. – Que alivio. – Sorrio, ao vê-lo ali.
Matt: Pensavas que era quem? – Puxou-a dali, para fora não se fosse novamente a luz.
Vanessa:- Ninguém, que mais poderia ser a não seres tu mesmo. – Delirou ao lembrar o beijo e da emoção do próprio.
Matt: Tu estás bem? – Perguntou quando entraram finalmente no apartamento.
Vanessa: Estou mais que ótima, e tu? – Sentou se tirando os saltos o chamou com o dedo.
Matt: Contigo aqui, estou perfeito. – Arrumou o casaco e sentou se ao lado dela, lembrando-se que quase se beijaram, mas não foi possível, embora ela tivesse acreditado que sim. – É uma pena não termos bebido o champanhe…
Vanessa: Estou gravida não posso beber. – Aproximou se mais dele.
Matt: É uma pena, não termos comido as passas. – Tentou se afastar porque era seu amigo e não percebia o que estava acontecer, ela era um pouco complicada e ele não sabia se devia avançar, ou “fugir”; embora fosse agradável, tê-la, tão perto.
Vanessa: Eu nem gosto muito de passas. – Roçou a sua perna na dele, perna que ele pegou com a mão, e ficou parado.
Enquanto uns estavam em clima de romance, ou melhor dizendo enquanto todos estavam em clima de romance menos um, ou seja Zac, que se tinha enfiado dentro da sua casa, com a garrafa de champanhe, a sua ideia era bebê-la sozinho. Tirou o casaco atirando para o meio do chão se sentou em cima do tapete e levou a garrafa á boca, não era a melhor maneira de começar o ano. Mas ele não conseguia agir de outra maneira quando se lembrou, da maneira como entrou 2007 com Vanessa, entrou em desespero; E lembrou-se que em ambos os anos diziam que o mundo iria terminar; seria um pressentimento.
“Zac: Estás a gostar?
Vanessa: Muito, mas da que nada já é dia.
Zac: Queres ir dormir?
Vanessa: Sim, estou cansada e também não costumo beber tanto.
Zac: Não vais chamar o Gregório para cima de mim pois não?
Vanessa: Eu não estou mal disposta, só cansada.
Zac: Então vamos. –Zac lembrou se perfeitamente ela estava tão bêbada que ele tinha medo que ela se magoasse por isso a levou até á cama deitado a, mas não resultou, muito, pois sendo como fosse havia algo que queria sair. -Que foi? – Ela fez uma das suas caretas.
Vanessa: Eu vou á casa de banho vomitar e já volto. – Ela saio a correr e ele como namorado dedicado foi atrás dela, vendo uma má imagem.
Zac: Estás bem? – Segurou lhe a testa, tentado ajudar da única maneira que podia.
Vanessa: Sim, só precisava deitar as cervejas e a vodka fora. – Depois dele ela ter finalmente ter deitado aquilo tudo fora, Zac a voltou a pegar ao colo levando a para a cama, colocou lhe uma blusa sua, já que a outra estava suja e deitou se ao lado dela, abraçando a.”
Zac rio ao lembrar se, era um pouco nojento a situação, mas lembrou-se que naquela noite dormiram agarrados, a maneira como ele queria estar com ela, naquele momento, mas ela preferia o outro, ele só se perguntou, o que é que tinha a menos que ele. Depois se lembrou que tinha algo a mais, uma mulher.
Ashley. T: Procurei-te por todo o lado. – Ralhou entrado em casa. – Que estás a fazer? – Apontou para a garrafa ele apenas rio.
Zac: A tentar apanhar uma bebedeira descomunal. – Ela foi até ele e retirou lhe a garrafa da mão ele tentou se levantar em vão.
Ashley. T: Já estás bêbado, não precisas mais disto; mas o que se passa contigo?
Zac: Eu beijei a Vanessa…
Ashley. T: Boa. – Sorrio batendo as mãos.
Zac: Eu beijei a Vanessa, as escuras, e ela chamou pelo nome de outro. – Ele rio gozando com ele próprio.
Ashley. T: O quê?
Zac: Não interessa, nada mais me interessa. – Deitou o resto do corpo para cima do tapete e adormeceu, Ashley o deixou estar, se o fizesse alevantar ele não iria mais sossegar, no entanto teria que arranjar uma maneira de falar com Vanessa. Já Vanessa, estava bastante sóbria, ainda com aperna nas mãos de Matt, que não ia para a frente nem para trás apenas se deixava estar ali, a olhar para ela, que as tantas se envergonhou e começou a rir, a ri mesmo muito.
Matt: Do que te ris, de mim? – Sentiu se ofendido, ficando serio.
Vanessa: Não, nada disso fico assim quando fico nervosa. – Caio para trás de tanto rir.
Matt: Estás nervosa? – Deitou meio corpo em cima do dela, sem fazer força.
Vanessa: Claro que sim, tu não? – Levantou umas das sobrancelhas, tentado para o riso descomunal e exagerado.
Matt: Agora, sim. – Saio de cima dela, sentia se de certa maneira ofendido por ela estar a rir.
Vanessa: Desculpa, mas se á algo que eu não controlo é o meu sistema nervoso. – Parou, limpando as lagrimas do riso.
Matt: Não te preocupes, está tudo bem. – Levantou se dado lhe de costas.
Vanessa: Mas eu não percebo. – Colocou as mãos no sofá para ajudar a levantar.
Matt: O quê? – Virou de frente, não percebendo nada do que ela dizia, ou  a maneira como ela agia, alguns minutos.
Vanessa: O que se passa contigo, não sou tão boa as escuras como as claras? – Cruzou os braços.
Matt: Do que é que estás a falar?
Vanessa: É da, barriga não é, tu não queres estar com alguém gravida.
Matt: Eu não estou a entender.
Vanessa: Porque me beijaste, no meio do corredor, e agora não o consegues, fazer, queres que eu apague as luzes. – Foi até ao interruptor.
Matt: Vanessa, eu não faço ideia do que estás a falar. – Pegou na mão dela as antes que desligasse as luzes.
Vanessa: Como assim o beijo que me deste antes. – Gritou zangada, parecia uma criança, que não admitia o que fazia.
Matt: Eu quase te beijei, mas não cheguei a fazer.
Vanessa: Estás assim porque beijo mal?
Matt: Estou assim, porque não faço a mínima do que estás a falar.
Vanessa: Ok, já percebi, tenho que ser eu avançar. – Ela foi até ele pegando na cara, devagar o beijou, ele reagi-o agarrando a com força, levando a contra uma parede, embora ele agarrasse bem, e com desejo, ela sentiu se desiludida, as borboletas no estômago as sensação de estar nas nuvens não aparecia, e quando as mãos dele rodaram o corpo dela; ela percebeu, que não tinha sido ele que tinha beijado.
****
Pelo menos el percebeu que estava agarrar o homem errado, vamos ver se ela chega a perceber quem era o homem certo.
Respostas aos comentários J
Evelly: É a verdade é que as luzes se ligaram, mas não foi na hora certa, espero não ter que te arranjar o colete de forças, pois ainda vais ficar mais louca, (estava a brincar) Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Acertaste te metade, mas a historia ainda não acabou, como vai ela descobrir, quem a beijou, o príncipe da cinderela, foi de porta em porta vendo a quem o sapatinho cérvia, será que ela vai de porta em porta, beijar os vizinhos? Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Não vais mudar para 2012? A serio ao ler o teu comentário e a situação de “acende a luz, acende a luz” tenho que admitir que ri, gosto de ver as minhas leitoras assim, á nora, ou melhor bastante curiosas; Obrigada por comentares.
Laís : Eu não sou má nesse tipo, apenas demasiado dramática, é verdade é mau beijarmos uma pessoa que achamos que é outra…mas o pior é beijarmos alguém e ouvir o nome de outro alguém; Obrigada por comentares.
Margarida: Sim, é triste para Zac, ele ama, e acho que agora vocês percebem isso, se é que alguma vez não acreditaram; Obrigada por comentares.
Baa’: Como viste tu, e não só acertaste numa parte; mas ainda á muito que se diga sobre esse beijo “cego”; Obrigada por comentares.
Também agradeço muito a quem carregou nos pequenos quadrados.