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domingo, 15 de janeiro de 2012

Capítulo 47 Dedicado a Paula


Divulgação: Gostava aqui de divulgar duas histórias, primeiro a da Laura “Dividida entre três corações” http://zanessadetc.blogspot.com/  que também já escreveu “Um amor sem fim” E a minha nova história com Andreia de Fanfics Day de histórias como “The sexy girl”, decidimos juntar-nos para escrever “Licença para matar “http://hotlovecrimes.blogspot.com/  . Quanto ao vosso comentário que posso dizer adoro os ler e agradeço vos bastante a quem também carrega nos pequenos quadrados; Brigada.
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Vanessa: Tu, aqui? – Perguntou ao abrir a porta para Ashley.
Ashley. T: É, parece que sim. – Entrou sem pedir.
Vanessa: Deves ter vindo buscar isto. – Pegou na mochila de Zac entregando-lha.
Ashley. T: Sim isso era umas das coisas. – Colocou a mochila no chão informado que não sairia dali.
Vanessa: O que mais queres daqui?
Ashley. T: Daqui nada, mas sim de ti. – Vanessa mostrou-se espantada e curiosa. – Temos que falar. – Informou fechando a porta.
Vanessa: Sobre. – Rio do descaramento de Ashley, de chegar e mandar.
Ashley. T: Sobre o Zac…
Vanessa: Podes parar por ai e sair. – Vanessa fez questão de apontar para a saída mas Ashley não lhe deu importância.
Ashley. T: Sei que estás magoada, com ele, mas Vanessa, tu bateste-lhe colocaste-o a chorar. – Fez uma expressão de chocada até Vanessa o estava com o que tinha feito, ela não tinha o costume de ser agressiva ainda não percebia o que lhe tinha passado pela cabeça.
Vanessa: Ah, vens como advogada dele. – Ironizou.
Ashley. T: Não vim como tua amiga e dele. – Tentou mostrar um sorriso mas Vanessa estava, tão seria.
Vanessa: De amigos como tu quem precisa de inimigos. – Gozou.
Ashley. T: Para…- Pediu num grito. – Para de ser injusta, e deixa-me esclarecer-te tudo aquilo que te tem passado ao lado.
Vanessa: Ok. – Disse de voz tremula, pela atitude de Ashley, naquele momento a brincadeira e ironia iriam ficar por ali.
Ashley. T: Podemos agora sentar nos e conversámos? - Perguntou mais calma.
Vanessa: Sim, vou fazer um chá, para nós…
Ashley. T: Não o vais envenenar? – Perguntou com um pequeno sorriso.
Vanessa: Eu não sou má pessoa.- Fez questão de esclarecer.
Ashley. T: Eu sei.
Vanessa: Anda, vamos até á cozinha, falamos lá. – Ashley seguiu Vanessa e se sentou na mesa, da cozinha onde minutos depois teve Vanessa á sua frente. O Chá e as bolachas estavam a fazer Ashley ficar com coragem para tudo o que tinha a dizer, era amiga de Vanessa mas mesmo assim estava nervosa.
Ashley. T: É melhor começar. – Cruzou as mãos na mesa, inclinado o troco para a frente.
Vanessa: O que é que tens assim de tão serio para me contar? – Cruzou os braços e tentou demostrar desinteresse.
Ashley. T: Vou ser curta.
Vanessa: Ainda bem, mas vá começa.
Ashley. T: Sei que te tem feito confusão porque Zac diz amar te, porque te beija mas depois diz que tem que ficar comigo. – Vanessa se endireitou na cadeira, não sabia que ela sabia dos beijos. – Isso tudo tem a ver com uma promessa…
Vanessa: Ou vez com conversas de legas, legas esquece. – Tentou se levantar da mesa mas Ashley impediu.
Ashley. T: Cala te e ouve me se faz favor. – Vanessa se calou e fez sinal para ela continuar. – Á anos atrás eu fiz exames, novamente e descobri…- As suas mãos escorria em suor, e ela não parava de olhar para elas. – Descobri que tinha, ou melhor tenho sida.
Vanessa: O que, mas espera depois do descuido de ter relações com Jered sem preservativo voltaste-o a fazer? – Perguntou e ralhou.
Ashley. T: Não…- Respondeu mexendo se varias vezes na cadeira pelo nervosismo. – Naquela altura descobri que tinha feito os testes demasiado cedo, por isso não acusou nada, só descobri depois de vir para Paris, sentia me doente como se tivesse gripe, mas era muito mais que gripe. – Uma lágrima escorreu no seu rosto ao lembrar o momento em que descobriu tudo, Vanessa solidaria e por ainda gostar imenso dela, pegou na mão de Ashley por instantes.
Vanessa: O Zac sabe disso?
Ashley. T: Claro que sim. – Limpou a cara, ficando com os olhos de choro, é por isso que ele está comigo.
Vanessa: A tal promessa tem alguma coisa a ver com a tua doença?
Ashley. T: Sim, sabes como eu amo, crianças, mas depois de ficar a saber que não podia ter filhos, por lhe poder pegar está maldita coisa…- Falou com odio. – Desesperei, e nessa altura Zac nunca me deixou ele é como um irmão para mim, mas farto do de me ver assim sabes o que ele fez?
Vanessa: O quê? – Sorriu, mas não sabia porque…talvez pelo casamento ser mentira, mas depois teve vontade de chorar, pela amiga.
Ashley. T: Levantou-se para mim com um enorme sorriso e disse “miúda para de chorar vamos adotar, um puto”… - Rio pela lembrança. – Naquele momento achei que ele estava totalmente louco ou a gozar comigo, mas não foi o meu espanto quando percebi que ele tinha todo um plano formado na sua cabeça.
Vanessa: Que plano?
****
Pronto ai está o que Ashley tinha, acho que já matei a vossa curiosidade, mas será que depois da conversa Vanessa vai correr para os braços de Zac? Sei que não tenho postado nas minhas outras histórias, mas é porque estou a terminar está aqui. Dedicado á Paula porque ela me acompanha á muito tempo, e porque os seus comentários são sempre uma inspiração para mim; Obrigada Paula.


sábado, 14 de janeiro de 2012

Capítulo 46 Dedicado a Stephanie_95_7


Eu agradeço todos os comentário seja por escrito ou nos pequenos quadrados, eus gostava de responder um a um mas o meu rato do pc está todo queimado e só para postar, custa caro a fazer o que eu quero. Ainda sobre os coments não percebo porque a letra está tão pequena, ou é só no meu pc? Dedicado á Stephanie, porque dá me apoio como todas, me dão, e eu agradeço muito isso.
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Ali estava ele com a t-shirt na mão á espera da sua resposta, ela apenas formou um bico com a boca. Sinceramente não queria-lhe dar uma respostas, ela nem sabia o que dizer “Olha estou farta de pensar em ti por isso vou deitar tudo fora, tudo o que me faz lembrar a tua cara” Não ela, não podia dizer isso, demasiado frio e dramático.
Zac: Porque não me respondes; ias atirar uma das minhas t-shirts favoritas? – Perguntou mais uma vez Vanessa tomou a decisão de lhe retirar a t-shirt da mão, ele apenas olhou e ferveu de raiva pelo silencio e pela atitude infantil.
Vanessa: O que é que tu tens a ver com, o que eu faço com este trapo. – Respondeu perante a cara dele, deixando cair propositadamente a t-shirt no chão.
Zac: Tenho a ver mais do que tu imaginas. – Afastou a lentamente e cuidadosamente pegado a t-shirt do chão. – Está é a minha t-shirt favorita sempre foi tu sabes como eu adorava, por isso te a dei, juntamente com o cheiro de um dos meus perfumes favoritos; sabes, nunca pensei…
Vanessa: Nunca pensaste o quê? – Perguntou cheia de arrogância interrompendo-o.
Zac: Que atirasses algo que eu gostava tanto para o lixo, afinal, era algo que eu adorava e te ofereci, mas esquece se atiraste o meu coração, para o lixo, o que será uma t-shirt aos teus olhos. – Vanessa agradeceu que ele tivesse de óculos, pelo menos assim não veria os seus olhos, porque ao que ele acabar de dizer ela ia cair aos seus pés; mas isso não podia simplesmente acontecer, ele não podia estar a ser honesto, dormiu com ela e depois a deixou de canto, a jogada dele naquele momento deveria ser a mesma.
Vanessa: Queres ir ver o quarto do teu filho? – Perguntou simplesmente, já que tinha algo bastante grande em comum, não era bom discutir.
Zac: Sim…- Sorrio. – Quero muito, muito mesmo.
Vanessa: Vamos então. – Bufou deixando a caixa no lixo, dirigiu o até á sua casa.
Zac: Quarto azul? – Mirou em volta abrindo um enorme sorriso. – Is a boy. – Levou a mão dele ao ventre dela.
Vanessa: Estás feliz? – Perguntou ele beijou lhe a barriga levantando-se.
Zac: Haveria como não estar? – Colocou a sua mochila no chão que já criava grande peso nas suas costas.
Vanessa: A Ashley já sabe, dissera-me que ela te pediu o divórcio. – Levou as mãos á barriga como a segurasse.
Zac: É verdade, mas não é por isso.
Vanessa: Ela pediu mesmo o divórcio? – Olhou, surpresa pensou que fosse apenas um boato, Ashley foi sua advogada mas não falaram de nada.
Zac: Mesmo agora tu o disseste…
Vanessa: Pensava que era mentira, afinal ela ainda vive na tua casa.- Disse com algum ciúme.
Zac: Somo amigos, ela vive lá até arranjar a sua casa.
Vanessa: Dormem na mesma cama?- Perguntou, mas depois se arrependeu. - Esquece eu não queria perguntar te isso?
Zac: Não faz mal…
Vanessa: Esquece. – Pediu falando mais alto. – E peço desculpa, afinal ajudei-te a destruir o teu casamento, com a gravidez.
Zac: Não digas isso. – Aproximou se voltado a colocar a mão no ventre dela. – Eu amo te. – Disse ganhado um valete estalo que o fez andar para trás, tinha sido tão forte que as lagrimas lhe vieram aos olhos, não chorou, mas por pouco. – Que é isso estás louca? – Perguntou levando a mão á bochecha que fervia.
Vanessa: Mereceste. – Gritou. – Não, voltes nunca mais a dizer que me amas, amor é uma palavra demasiado forte. – Levou as mãos á uma estante segurando-se. – Não voltes a dizer me isso, já estou gravida de ti, porque cai na tua lábia, dormi contigo acreditado que me amavas e depois descartaste me. – Disse começando a chorar.
Zac: Tu estás confusa...- Tentou se aproximar mas desta vez foi ela que se aproximou bruscamente afastando o até á sala.
Vanessa: Não, eu não estou confusa, muito pelo contrário agora vejo o homem que és…- As lagrimas caiam de fio, ela não fazia a mínima ideia do que estava a falar, mas apenas porque ninguém lhe explicava; ele falou um milhão de vezes que amava, mas que tinha que ficar com a Ashley. – És um canalha…- Voltou a bater nos braços dele, ele apenas a tentava segurar. – Mentiroso.
Zac: Para…- Pediu, mas ela continuava a bater-lhe, ele não teve outra hipótese a não ser abrir a porta e fugir dali.
Ashley. T: O que se passou que gritos foram estes? – Perguntou quando Zac entrou todo amassado em casa.
Zac: Foi a Vanessa. – Caio no sofá.
Ashley. T: Que horror, ela bateu-te? – Caio no sofá ao lado dele, que tinhas os ósculos partidos na mão.
Zac: Sim…- Começou a chorar. – Ela disse que eu era um canalha e que praticamente a tratei como uma prostituta o problema é que é quase verdade. – Ashley o puxou até ao seus braços abraçando o, ele caio no colo dela, parecia uma criança, desolada.
Ashley. T: Tu dormias com a Vanessa, dizias que amavas mas depois, dizias que não podias ficar come ela que tinhas que ficar comigo. – Falou calma fazendo lhe festas no cabelo. – A reação dela é totalmente natural, ela está fora de toda a verdade por isso está confusa.
Zac: Achas que tenho perdão? – O soluço do choro ecoou pela sala, Ashley chorou por o ver sofrer daquela maneira.
Ashley. T: Sim…- Limpou a sua cara. – Claro que sim.
Zac: Porque é que as coisas têm que ser assim…- levantou a cabeça do colo de Ashley ficando sentado. - Porque é que eu simplesmente não a esqueço, já passou tanto tempo e mesmo assim, não consigo parar de gostar de uma maneira tão forte. – Levou a mão ao peito fechado a mão, no mesmo, as lagrimas já não eram tão violentas, mas não paravam de escorrer. – Foi apenas um amor adolescente. – Tentou afirmar, mas não consegui.
Ashley. T: Nem tu mesmo acreditas que tenha sido simplesmente um amor, adolescente. – Sorrio voltado aperta-lo num abraço.
Zac: Que treta…esqueci-me da mochila na casa dela. – Respirou como se estivesse exausto.
Ashley. T: Depois vou lá busca-la e falar com ela.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Capítulo 45 Dedicado a Edyh_2012


Dedicado a Edyh porque, ela está sempre lá a comentar, e apoiar-me, e assim eu lhe agradeço J
Vanessa continuou de rodas de todas a fotografias que guardava á anos. Mas a próxima que veio, era aquela que iria direto ao caixote do lixo.

Ele poucas vezes sorria aquela imagem era rara, mas ela não quis saber a deitou fora, só de lembrar que ele tentara provocar lhe o aborto criou lhe um enorme odio. Não por ela mas pelo filho que carregava, ela sabia que o mundo não era cor-de-rosa, mas nunca quis acreditar que podias chegar a ser tão perverso, ao ponto de uma pessoa ter aquele tipo de atitudes. Mas agora não importava mais, até porque a pessoa que veio a seguir merecia um lugar numa das molduras de casa, por tudo o que era, para ela.


Naquela altura ele era bastante mais novo, agora tinha 36 anos, e já se notava por alguns cabelos brancos que nascia na barba. Ela sabia que o amor não tinha idade, mas ao pensar naquele momento nisso sentiu algo estranho dentro dela. Afinal ela vai ser muito mais jovem sempre, ele vai envelhecer mais rápido, muitos homens vão olhar para ela, e pelo lado do homem mais velho vai criar mais ciúme. Mas era mais uma das coisas que ela não queria importar agora, afinal estavam juntos naquele momento, logo depois não se sabe. Continuou de roda da caixa que apenas continha agora uma t-shirt, ela não fazia a mínima ideia a quem pertencia até cheira-la. Era de Zac, aquele cheiro de perfume caro era inesquecível, ele sempre tinha sido requintado e vaidoso. Mas por lembrar dele viu que a fotografia dele não estava naquela caixa, nenhuma das centenas dele que ela tinha. Não sabia porque mas o seu coração disparou chegou a virar a caixa ao contrário, mas nada. Levantou se andou á roda do quarto para ver se estava caída no chão, mas não. Até que olhou para o armário e viu a caixa verde, verde de esperança, de nunca se esquecer ou perder quem estava ali. Ela pegou e abriu, no meio daquilo tudo tantos objetos e imagens das amigas da família, estava uma moldura, aquela que ela procurava.

Vanessa: Charmoso como sempre, encantador, apaixonado, romântico querido fofo…- Rio ao lembrar, principalmente durante o verão, a primeira vez que ela lhe tida dito como o achava gato, tudo por causa de um ciúme bobo.
 “Vanessa. Estás me, a perguntar se ele é bonito, é isso? – Uma conversa por ciúmes de Chace tinha começado, Zac estava fulo de raiva.
Zac: Sim, acho que é isso. – Algo que Vanessa não tinha costumo de ver era ele cruzar os braços, pedido explicações.
Vanessa: Se queres saber sim é bonito… -A cara dele tinha mudado de repente criando certa agustia virou de costas para ela, fazendo a rir, agarrando por detrás. – Mas tu és muito, mesmo muito melhor. – Ele se vira e ela o beija. – Se queres saber nunca tinha conhecido alguém com a tua beleza. – Ela se volta a encostar almofada.
Zac: Tu achas-me assim mesmo tão bonito?
Vanessa: Sim, tens uma cara e um corpo perfeito, fazes me sempre lembrar um deus grego. – Ele se aproxima se deitado se ao lado dela.
Zac: Tu também és uma mulher muito, bonita e sexy. – Ela o beija.
Vanessa: Obrigado pelo elogio amor.
Zac: Não fui obrigado. – Ele a beija, e de beijo a beijo já estavam um em cima do outro, na maior cena de amor.“
De facto ele era bonito, e perfeito, mas e depois? Não era isso que importava, ela amava o pelos seus atos, por ele ser perfeito como pessoa, por ser tão feliz que a fazia feliz. Pelo seu sorriso pela sua voz, ela amava o por ele ser apenas ele mesmo, e tornar o seu mundo num dos mais bonitos. Mas isso não fazia mais sentido agora, ele não fazia mais parte da sua vida, e tinha que deixar certas coisas para detrás. Mas já que era pai do seu filho ela queria que ele, o conhece se, por isso a moldura ia ficar no quarto do bebe.
Vanessa: Fica a saber que vai para um quarto, muito especial, o do teu filho. – Sorrio sentido que a moldura tinha algo detrás, a virou. – O que é isto?- Tirou a disquete que estava colada. – Coisa velha, mas o que terá? – Foi até ao computador, colocando a, pode ver a pequena imagem que continha.

As repetições das imagens passaram várias vezes em frente dos olhos de Vanessa, o que a fez apagar logo o computador.
Vanessa: O passado é, paras os museus. -Tirou as várias caixas que tinha no armário, deixando apenas a família e amigos ficarem dentro de duas. – O, futuro um sonho. – Pegou nas caixas não guardadas e respirou fundo. - O presente, uma realidade. – Saio pela porta de casa disposta atirar aquelas memórias para o lixo. Mas por azar quando chegou perto da porta vinha Zac a entrar chegado de viagem.

Ele ainda não a tinha visto ela olhou para os lados, mas não havia esconderijo possível, tentou esconder a caixa; mas a onde? Tanta atrapalhação fez com que deixa se cair tudo no meio do chão, chamando mais a atenção de Zac que se aproximou para ajudar.
Vanessa: Deixa estar. – Pediu mas Zac impedi-o a de ser ela a baixar-se.
Zac: Ias deitar isto fora? – Perguntou pegando na antiga e velha blusa.
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A historia está acabar é verdade, e segredos vão ser desvendados e escolhas feitas, querem saber quais? Leiam o próximo capítulo.
                                  Respostas aos comentários J
Agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados; Obrigada.
Edyh_2012: Bem, historia vai, historia, vem, e a hora de contar o segredo de Ashley aproxima se, paciência…; Obrigada por comentares.
-lin£: Ai meninas, estou a ver que a Ashley vós deu a volta á cabeça, já tiveram mais longe de saber o que se passa, é o que posso dizer; Obrigada por comentares.
Margarida: Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Obrigada ainda bem que gostaste.
.Paula: É o Zac e Vanessa estão sem qualquer tipo de proximidade, mas não se pode esquecer que ela esta gravida dele; Obrigada por comentares.
Laura: Na verdade, as avestruzes não enfiam a cabeça de baixo da areia apenas abaixo até aos seus pés, fazendo parecer isso, mas percebo o que queres dizer, Zac está afastado e medroso parente Vanessa, isto vai dar uma grande volta; Obrigada por comentares.


terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Capítulo 43 & 44


 Antes de postar gostaria de divulgar a história “Coincidências do Amor” http://ficszanessa.blogspot.com/  É uma historia escrita por Let’s Lanza , e fala de uma Vanessa apaixonada por um Zac um pouco interesseiro, se quiserem saber mais, vão até lá.
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Cap.43
O beijo ainda foi prologado por Matt, ela podia parar mas não parou. Não tinha sido ele que a tinha beijado as escuras disso, ela tinha certezas, e ao lembrar se do toque que fez na face da outra pessoa, teve quase certezas que era Zac que ela tinha beijado. Mas embora não tivesse apaixonada por Matt, por que parar, porque parar agora? Afinal ele tinha a capacidade de a deixar em segurança e era disso que ela precisava agora. Mas não podia esquecer que estava gravida e era quase mãe, tinha que tomar uma atitude, ser mais responsável.
Matt: Porque paraste? – Perguntou com as mãos na cintura dela, a distância era aquela que ela tinha colocado ao meter as mãos no peito.
Vanessa: Desculpa, eu não devia ter feito isto, desta maneira. – Retirou se dos braços dele, ficando na sua frente de boca encarnada pelo beijo voraz.
Matt: Mas porque, fiz alguma coisa de errado? – Perguntou angustiado a sua intenção chamais era ou seria magoa-la.
Vanessa: Não, tu não, mas eu sim, fui egoísta. – Ele levantou uma sobrancelha, a conversa de minutos atrás não fazia o mínimo sentido com a de agora; tanto caio nos seus braços como fugi-o deles. – Quando ouve o apagão. – Suspirou querendo explicar tudo era a o melhor a fazer ele não merecia ser engado. – Eu beijei uma pessoa, e senti me como não me sentia á muito tempo…
Matt: Apaixonada. – Baixou a cabeça sentido se um idiota por pensar que ela estava a sentir o mesmo do que ele, afinal estava apenas a fazer uma experiencia e agora que já sabia o resultado iria ficar mais uma vez tudo na mesma. – Beijaste me para saber se era essa pessoa, mas agora sabes que eu não o sou, por isso saíste dos meus braços, a minha boca soube te há pouco. – Sentou, se tapando a cara sentiu os seus olhos arderem, teve a noção que havia lagrimas a quererem sair.
Vanessa: Não digas isso, por favor. – Ajoelhou se na frente dele, pegando nas mãos dele, viu o rosto dele, os olhos estava encarnados, e molhados.
Matt: É a realidade, eu não chego para ti, nunca chegarei. – Um soluço de choro fez eco pela sala e no coração dela.
Vanessa: Eu adoro-te…
Matt: Como amigo. – Rio, gozando de si próprio dos sentimentos que tinha por ela espetados no coração.
Vanessa: Perdoa me por não te conseguir amar dessa maneira. – Baixou a cabeça começando a chorar também, ela de facto o adorava, era uma das melhores pessoas que pode encontrar, quando teve o pequeno romance com ele foram dias inesquecíveis, mas isso não chegou, para a fazer ama-lo.
Matt: Não peças desculpas. – Caio de joelho perto dela abraçando a, ficando com o obro molhado pelas lagrimas dela.
Vanessa: Se eu mandasse no meu coração, iria olhar para ti de uma maneira totalmente diferente. – Disse fazendo olhar pegando na cara dele.
Matt: Mas não mandas…
Vanessa: Mas queria. - Disse fazendo calar. – Olha, eu gostei do beijo. – Sorrio de canto com certa timidez, levantando se, ele a seguiu.
Matt: O que é que isso quer dizer?
Vanessa: Não me quero casar contigo, não sito pena de ti, mas sinto me confortável, ao teu lado, e o teu beijo foi bom e doce. – Limpou a face dele.
Matt: Achas que possa ter uma oportunidade? – Pegou na mão dela, mas ela se afastou ficando de costas.
Vanessa: Quero dizer que sim, mas pelo outro lado, acho que ficava melhor, dizer para procurares alguém que te ama, como tu me amas a mim. – Levou as mãos ao peito, naquele momento ela o queria, não de uma maneira loucamente apaixonada, mas gostava dele, mas ao mesmo tempo não lhe podia pedir nada.
Matt: Vanessa, achas que tenho uma oportunidade? – Voltou a perguntar-lhe virando a para ele.
Vanessa: Se quiseres ir devagar, muito devagar. – Levantou o rosto para ver os olhos dele. - Sim!
Matt: Vamos devagar então…- Baixou a cara beijando-lhe as bochechas - Até amanhã.
Vanessa: Dorme bem. – Sorrio para si, enquanto Matt deixou a sala,
Os próximos dias que passaram foram claramente diferentes, Vanessa voltou a ser otimista. O Zac não lhe passou á frente, pelo que ela percebeu ele estava fora em negócios, soube disso porque teve que ir a tribunal, por Chris e Hillary atrás da grades, a sua advogada era Ashley, que a informou quase de tudo, não disse mais porque não teve tempo nem consegui, até parecia que algo estava contra ela, para não falar a Vanessa sobre o divorcio, e sobre porque estava casada com Zac.
Matt: É hoje que voltas para casa? – Perguntou enquanto arrumava a sua bolsa para as aulas, nestes últimos dias ele tinha sido incrível com Vanessa, davam apenas alguns beijos na boca, entre eles surgia tudo muito romântico, e calmo, perfeito como Vanessa queria.
Vanessa: Sim, a decoração esta renovada, mandei as coisas de Chris para os pais, dele, que ficaram muito triste com tudo o que se passou e eu também, simplesmente nunca pensei que ele tivesse capacidades de fazer o que fez. – Matt foi por detrás e abraçou balançando-a.
Matt: Á pessoas assim, loucas. – Mordisco lhe o pescoço virando a para si. – Gosto muito de ti. – Baixou o pescoço até ela beijando a carinhosamente como costumava fazer; deixaram os amo-tes para lá e viver um dia de cada vez.
Vanessa: Antes de sair, vamos até lá casa ver como as coisas estão? – Puxou pelo clarinho.
Matt: Ok, vamos. – Disse fechando a porta, desceram as escadas até á casa de Vanessa.
Vanessa: Aqui está a sala. – Abriu os braços ao entrar.

Matt: Uma boa cor, parece ser bastante comodo. – Mirou em volta nada de fotografias nem lembranças ele perguntava se o que ela ia meter nas molduras, afinal seria o que o filha iria ver quando crescesse; seria que haveria imagens do pai Zac?
Vanessa: E é eu adoro este sofá…- Sentou se nele dando pulinhos. - Nem sabes o que gastei nesta casa.
Matt: Imagino. – Sorrio, puxando a para a tirar do sofá, mas com cuidado.
Vanessa: Deixa lá significa a grande mudança da minha vida. – Rodou as mãos em volta do pescoço dele.
Matt: Vamos ver o resto? – Abraçou a, ela abanou a cabeça que sim puxando o.

Matt: Pequena e requintada como a minha Vanessa? – Vanessa fechou a cara e ele rio meio torto.
Vanessa: Ahah… - Fingiu rir. -Sei que sou pequena, mas não me gozes. – Bateu de leve no peito dele.
Matt: Não estava a gozar, nunca ouviste dizer as mulheres querem se como as sardinhas, pequeninas…
Vanessa: Ok, ok, chega de graxa, não me esqueço dessa, vamos ver a casa de banho. – Saio na frente dele, ele tinha, se esquecido da sua sensibilidade, agora que estava gravida a maiorias das coisas até as mais pequeninas ela fazia quase que um drama.

Matt: Gira? – Falou com medo, ela aina estava um bocado chateada.
Vanessa: Bastante iluminada, vamos. – Chamou, abrindo devagar a porta do seu quarto.

Vanessa: Gostas? Agora que moro sozinha, decidi que o quarto ficaria mais feminino.
Matt: E a cama, é confortável? – Piscou o olho ela não consegui não rir.
Vanessa: Talvez o dia a possas experimentar comigo. – Disse tentado ignorá-lo.
Matt: O que vais fazer com o quarto da Miley, e da Ashley. – Ela não respondeu apenas o puxou.

Matt: Isto é o quarto do bebe? – Sorrio, ao ver todo aquele azul. – Isso significa?
Vanessa: Vai ser um menino, o homem da minha vida. – Passou a mão pela barriga, Matt apenas abraçou com emoção.


Cap.44
Matt saio deixando mais uma vez Vanessa completamente sozinha, a diferença é que hoje podia estar na sua casa. Mas na verdade isso não tinha nada de maravilhoso, agora que não podia trabalhar os dias eram passados a olhar para o teto no qual ela acreditava conseguir apaixonar se por olhar tanto. Miley, estava a estudar e agora passava muito tempo com o Liam, ela mal a via Ashley trabalhava, e aparecia poucas vezes. Só lhe restava ficar mais uma vez consigo e só consigo mesma. Mas cansada de estar sentada, lembrou-se das caixas que tinha pedido á sua mãe para lhe trazer, não queria dar de caras com o pai, também não podia viajar, por isso a sua mãe fez lho favor. Ela foi até ao quarto e abriu a porta do closet tirando uma das caixas que eram pequenas mas tinha imensas recordações, de toda a sua vida, até ali. A primeira a ser tirada era uma vermelha, que significava todas as suas paixões, na realidade ela tinha imagens de vários namorados, não era uma coleções, mas gostava de guardar recordações de todos o que a fizeram triste e feliz.
Vanessa: Ai Taylor, Taylor. – Sorrio ao pegar na fotografia do primo que já estava bem velha, tinha sido o seu primeiro namorado, o seu primeiro beijo, mas tudo as escondidas, a sua família não podia saber que andava metida com o primo, mas velho dois anos, que ela, o seu primeiro romance, ele com 14 ela com 12…mirou mais uma vez a fotografia.

Vanessa: Beijava tão bem. – Mordeu o lábio ao relembrar o primeiro beijo e guardou de volta a imagem. – O primeiro loiro. - Gargalhou ao tirar a imagem de Austin, namorou com ele durante quatro meses, enquanto tinha 14 anos, mas nunca nada de serio, apenas alguns beijos.

Vanessa: Se algum do meu namorado visse as imagens que eu tenho deliravam.- Volto a guardar a fotografia do loiro. – Sensível, romântico, mas demasiado pegadiço e ciumento para uma rapariga de 16 anos, um dos meus melhores amigos, até se virar o mau da fita.

Relembrou Josh dessa, maneira um grande amigo colorido com quem tinha trocado beijos inocentes, ao 17. E depois veio alguém com que tinha passado para lá do inocente, foi com ele que ela se tornou rebelde, foi com ele que ela se virou louca. Na época daquele namoro, Vanessa consumiu droga álcool caindo varias vezes no hospital; suas notas caíram drasticamente e as ofensas aos professores eram mais que muitas.

Vanessa: Por causa de ti fiz tantas asneiras. – Disse mirando mais umas quantas vezes a imagem de Alex, com ele a relação tinha durando bastante tempo, foi o primeiro namoro que ela achou que fosse mais serio, foi com ele que ela perdeu a virgindade, mas foi a única coisa que tinha tido de especial.
****
Bem capítulo grande podia ter sido maior mas não o queria tornar demasiado cansativo para vocês. Quanto a Vanessa, novo “amigo”, nova decoração, e uma volta ao passado entre fotografias; será que Vanessa está a pensar deixar todo o passado de uma vez por toda para detrás das costas?
Respostas aos comentários J
Agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados, seja ótimo, lê se ou seca eu conto como comentário, claro que aprecio ler a vossa opinião, mas sei que nem sempre tem tempo por isso Obrigada.
-lin£ ♥: Ainda bem que gostaste; Obrigada por comentares.
Evelly: Agora já percebeu, mas parece não quere saber mesmo; Obrigada por comentares.
.Paula: É ela já sabe, mas isso não mudou tanto como eu acho que vocês estavam á espera; Obrigada por comentares.
Laura/♥ Laís ♥:É tomara que o Zac tome alguma coragem, por que parece que ela já pouco quer saber (Ou talvez não); Obrigada por comentares.
Edyh_2012: Seria muito loco ela ira procurar o príncipe pelo prédio, não achas?; Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: A Ashley quer lhe contar muito mais que isso; Obrigada por comentares.




segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Capítulo 42


Quando 2012 se fez anunciar, e os gritos da rua entraram pelos ouvidos de Zac, ele despertou, abrindo os olhos, sabiam que estava a beijar e não queria parar estava se tão bem ali, que agarrou e continuo continuou. Até uma certa altura em que Matt saio, como murmúrio da boca dela, ao ouvido dele. Zac sentiu se magoado, não acreditou que para ela beija-lo era o mesmo que beijar outro homem, pensava que como ela para ele era única, o mesmo, Vanessa sentia, mas parece que não, parecia que Vanessa nunca o tinha amado de verdade, que beija-lo ou beijar um sapo era o mesmo. Ele não conseguia estar mais ali, o seu peito resmungou de dor, pela flecha que tinha estrado em brasa no seu coração, as suas mãos começaram a suar, e a tremer, os seus pés afastaram se dela, ele apenas entre o escuro tentou encontrar uma saída dali, e conseguiu.
Vanessa: Matt? – Chamou sentido que estava sozinha, apesar de estar as cegas tinha esse pressentimento, mas do nada sentiu um toque na mão, mas não parecia as mão de quem tinha beijando, mas parecia estar errada na sua cabeça, já que quando a luz voltou Matt estava ali, a segurar a mão dela. – Que alivio. – Sorrio, ao vê-lo ali.
Matt: Pensavas que era quem? – Puxou-a dali, para fora não se fosse novamente a luz.
Vanessa:- Ninguém, que mais poderia ser a não seres tu mesmo. – Delirou ao lembrar o beijo e da emoção do próprio.
Matt: Tu estás bem? – Perguntou quando entraram finalmente no apartamento.
Vanessa: Estou mais que ótima, e tu? – Sentou se tirando os saltos o chamou com o dedo.
Matt: Contigo aqui, estou perfeito. – Arrumou o casaco e sentou se ao lado dela, lembrando-se que quase se beijaram, mas não foi possível, embora ela tivesse acreditado que sim. – É uma pena não termos bebido o champanhe…
Vanessa: Estou gravida não posso beber. – Aproximou se mais dele.
Matt: É uma pena, não termos comido as passas. – Tentou se afastar porque era seu amigo e não percebia o que estava acontecer, ela era um pouco complicada e ele não sabia se devia avançar, ou “fugir”; embora fosse agradável, tê-la, tão perto.
Vanessa: Eu nem gosto muito de passas. – Roçou a sua perna na dele, perna que ele pegou com a mão, e ficou parado.
Enquanto uns estavam em clima de romance, ou melhor dizendo enquanto todos estavam em clima de romance menos um, ou seja Zac, que se tinha enfiado dentro da sua casa, com a garrafa de champanhe, a sua ideia era bebê-la sozinho. Tirou o casaco atirando para o meio do chão se sentou em cima do tapete e levou a garrafa á boca, não era a melhor maneira de começar o ano. Mas ele não conseguia agir de outra maneira quando se lembrou, da maneira como entrou 2007 com Vanessa, entrou em desespero; E lembrou-se que em ambos os anos diziam que o mundo iria terminar; seria um pressentimento.
“Zac: Estás a gostar?
Vanessa: Muito, mas da que nada já é dia.
Zac: Queres ir dormir?
Vanessa: Sim, estou cansada e também não costumo beber tanto.
Zac: Não vais chamar o Gregório para cima de mim pois não?
Vanessa: Eu não estou mal disposta, só cansada.
Zac: Então vamos. –Zac lembrou se perfeitamente ela estava tão bêbada que ele tinha medo que ela se magoasse por isso a levou até á cama deitado a, mas não resultou, muito, pois sendo como fosse havia algo que queria sair. -Que foi? – Ela fez uma das suas caretas.
Vanessa: Eu vou á casa de banho vomitar e já volto. – Ela saio a correr e ele como namorado dedicado foi atrás dela, vendo uma má imagem.
Zac: Estás bem? – Segurou lhe a testa, tentado ajudar da única maneira que podia.
Vanessa: Sim, só precisava deitar as cervejas e a vodka fora. – Depois dele ela ter finalmente ter deitado aquilo tudo fora, Zac a voltou a pegar ao colo levando a para a cama, colocou lhe uma blusa sua, já que a outra estava suja e deitou se ao lado dela, abraçando a.”
Zac rio ao lembrar se, era um pouco nojento a situação, mas lembrou-se que naquela noite dormiram agarrados, a maneira como ele queria estar com ela, naquele momento, mas ela preferia o outro, ele só se perguntou, o que é que tinha a menos que ele. Depois se lembrou que tinha algo a mais, uma mulher.
Ashley. T: Procurei-te por todo o lado. – Ralhou entrado em casa. – Que estás a fazer? – Apontou para a garrafa ele apenas rio.
Zac: A tentar apanhar uma bebedeira descomunal. – Ela foi até ele e retirou lhe a garrafa da mão ele tentou se levantar em vão.
Ashley. T: Já estás bêbado, não precisas mais disto; mas o que se passa contigo?
Zac: Eu beijei a Vanessa…
Ashley. T: Boa. – Sorrio batendo as mãos.
Zac: Eu beijei a Vanessa, as escuras, e ela chamou pelo nome de outro. – Ele rio gozando com ele próprio.
Ashley. T: O quê?
Zac: Não interessa, nada mais me interessa. – Deitou o resto do corpo para cima do tapete e adormeceu, Ashley o deixou estar, se o fizesse alevantar ele não iria mais sossegar, no entanto teria que arranjar uma maneira de falar com Vanessa. Já Vanessa, estava bastante sóbria, ainda com aperna nas mãos de Matt, que não ia para a frente nem para trás apenas se deixava estar ali, a olhar para ela, que as tantas se envergonhou e começou a rir, a ri mesmo muito.
Matt: Do que te ris, de mim? – Sentiu se ofendido, ficando serio.
Vanessa: Não, nada disso fico assim quando fico nervosa. – Caio para trás de tanto rir.
Matt: Estás nervosa? – Deitou meio corpo em cima do dela, sem fazer força.
Vanessa: Claro que sim, tu não? – Levantou umas das sobrancelhas, tentado para o riso descomunal e exagerado.
Matt: Agora, sim. – Saio de cima dela, sentia se de certa maneira ofendido por ela estar a rir.
Vanessa: Desculpa, mas se á algo que eu não controlo é o meu sistema nervoso. – Parou, limpando as lagrimas do riso.
Matt: Não te preocupes, está tudo bem. – Levantou se dado lhe de costas.
Vanessa: Mas eu não percebo. – Colocou as mãos no sofá para ajudar a levantar.
Matt: O quê? – Virou de frente, não percebendo nada do que ela dizia, ou  a maneira como ela agia, alguns minutos.
Vanessa: O que se passa contigo, não sou tão boa as escuras como as claras? – Cruzou os braços.
Matt: Do que é que estás a falar?
Vanessa: É da, barriga não é, tu não queres estar com alguém gravida.
Matt: Eu não estou a entender.
Vanessa: Porque me beijaste, no meio do corredor, e agora não o consegues, fazer, queres que eu apague as luzes. – Foi até ao interruptor.
Matt: Vanessa, eu não faço ideia do que estás a falar. – Pegou na mão dela as antes que desligasse as luzes.
Vanessa: Como assim o beijo que me deste antes. – Gritou zangada, parecia uma criança, que não admitia o que fazia.
Matt: Eu quase te beijei, mas não cheguei a fazer.
Vanessa: Estás assim porque beijo mal?
Matt: Estou assim, porque não faço a mínima do que estás a falar.
Vanessa: Ok, já percebi, tenho que ser eu avançar. – Ela foi até ele pegando na cara, devagar o beijou, ele reagi-o agarrando a com força, levando a contra uma parede, embora ele agarrasse bem, e com desejo, ela sentiu se desiludida, as borboletas no estômago as sensação de estar nas nuvens não aparecia, e quando as mãos dele rodaram o corpo dela; ela percebeu, que não tinha sido ele que tinha beijado.
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Pelo menos el percebeu que estava agarrar o homem errado, vamos ver se ela chega a perceber quem era o homem certo.
Respostas aos comentários J
Evelly: É a verdade é que as luzes se ligaram, mas não foi na hora certa, espero não ter que te arranjar o colete de forças, pois ainda vais ficar mais louca, (estava a brincar) Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Acertaste te metade, mas a historia ainda não acabou, como vai ela descobrir, quem a beijou, o príncipe da cinderela, foi de porta em porta vendo a quem o sapatinho cérvia, será que ela vai de porta em porta, beijar os vizinhos? Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Não vais mudar para 2012? A serio ao ler o teu comentário e a situação de “acende a luz, acende a luz” tenho que admitir que ri, gosto de ver as minhas leitoras assim, á nora, ou melhor bastante curiosas; Obrigada por comentares.
Laís : Eu não sou má nesse tipo, apenas demasiado dramática, é verdade é mau beijarmos uma pessoa que achamos que é outra…mas o pior é beijarmos alguém e ouvir o nome de outro alguém; Obrigada por comentares.
Margarida: Sim, é triste para Zac, ele ama, e acho que agora vocês percebem isso, se é que alguma vez não acreditaram; Obrigada por comentares.
Baa’: Como viste tu, e não só acertaste numa parte; mas ainda á muito que se diga sobre esse beijo “cego”; Obrigada por comentares.
Também agradeço muito a quem carregou nos pequenos quadrados.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Capítulo 40 & 41


Agradeço os comentários no capítulo anterior Obrigada.
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Cap.40
De malas feitas mudou se para casa de Matt, que a recebeu de braços bem abertos. O Quarto era agradável a vista melhor que a de sua casa, já que estava num ponto mais alto, e aquela brisa que entrava de leve, era bem agradável, confortou a tanto que acabou por adormecer, dormindo o resto da noite.
Matt: Vanessa? – Perguntou se ao ver que ela estava na cozinha as sete da manhã.
Vanessa: Bom dia, fiz o pequeno-almoço. – Pegou na mão dele puxando o até á mesa.
Matt: Madrugaste. – Sentou se diante de um grande pequeno-almoço.
Vanessa: Ontem adormeci cedo por tanto. – Sorrio, baixando o som do rádio.
Matt: Hum… - Saboreou o café, e voltou as atenções para ela, que parecia estar estranha. - Está tudo bem?
Vanessa: Claro. – O sorriso amarelo apareceu.
Matt: Pronta para o final de ano? – Quase gritou de entusiasmo assustando a.
Vanessa: Sim, acho que sim.
Matt: Como sempre vai haver uma festa aqui no prédio, que vai do jardim lá de baixo até a telhado, que só nos deixam usar nesta época.
Vanessa: Ok. – Olhou para a chávena de chá, ele rio da disposição dela.
Matt: Bem que entusiasmo. – Ironizou.
Vanessa: Ok. – Tentou ser o mais entusiasma possível, naquele momento.
Matt: Assim está melhor…- Bem vou tratar de umas coisas, fica á vontade. – Pegou no casaco e pisco-lho o olho.
Vanessa: Obrigada. – Acenou num “até já”.
Ficando sozinha sentou se no sofá ligando a TV, ficou a olhar para ela, mas sem lhe dar grande importância. Pegou na pequena manta e tapou-se, encostando o pescoço, fechou os olhos e suspirou. Porque é que passado cinco anos, a suas maiores lembranças eram da altura em que o conheceu? Ouve mais vida depois disso, mas ela parecia não se lembrar de mais nada, o nome Zac parecia ser o mais interessante no seu vocabulário.
(»»»»)
Ashley. T: Zac. – Gritou, Zac finalmente apagou a TV, e a olhou.
Zac: O que foi, porque gritas?
Ashley. T: Estou a chamar te á meia hora. – Sentou se ao lado dele.
Zac: Desculpa não ouvi, estava distraído. – Levantou se indo até á cozinha, Ashley o seguiu.
Ashley. T: Sim, deu para reparar. – Encostou-se, na parede, e olhou para aquela atrapalhação dele a meter o sumo no copo, parecia estar com a cabeça na lua, embora a ideia fosse correta ela quis saber o que circulava na mente dele. -Posso saber o que ia na tua cabeça, e o que ainda vai? Pareces estar em transe.
Zac: O Ano novo de alguns anos atrás, lembraste com Amanda a Brittany, o Scott, Alex, tu; eu…
Ashley. T: E a Vanessa. – Tirou lhe o copo da mão vazado o sumo de uma vez, e entregando-lhe.
Zac: Sim… - Sorrio ao fechar o olhos e lembrando. -Na contagem decrescente eu a puxei para perto de mim, beijando a…depois disse que amava. –Sonhou mais uma vez, Ashley adorava vê-lo assim, e acabou por rir da cara dele.
Ashley. T: Ela está muito presente na tua cabeça?
Zac: De horas a, segundos. – Suspirou. – O tempo passa e a única imagem que tenho na minha cabeça é a cara dela.
Ashley. T: Sabes o que se passa? - Perguntou com uma cara de sabichona.
Zac: Não, mas gostava. – Voltou a sala mas ela não o soltou sentando se de volta ao lado dele.
Ashley. T: Á muito tempo que entregaste-lhe o coração, o teu coração é de Vanessa e ponto final.
Zac: O que eu gostava é que o dela também fosse meu. – Afundou se no sofá.
Ashley. T: E é, ela apenas está magoada, já lhe falaste do nosso divórcio? – Falou isso” Divorcio” com tanta naturalidade, porque era.
Zac: Nem sequer a vi a ainda.
Ashley. T: Tenta resolver as coisas.
Zac: O problema é que eu acho que não á nada para resolver, talvez apenas tenha que lhe dar espaço, tenho que a deixar em paz.
Ashley. T: Estás a desistir? – Interrogou certamente sangada pela atitude dele, embora percebesse não o queria ver, sozinho, sem Vanessa.
Zac: Sabes uma vez um homem disse “Difícil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se ama” e mais sábio ainda continuou dizendo “Eu desisti, mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer. “ (Bob Marley) Percebes o que queres dizer?
Ashley. T: Sim, mas deixa me dizer te, todos nós somos lutadores numa guerra sem fim, e os fracos ficam no chão, tu amas a, sabes disso a vossa historia ainda não chegou ao fim. – Sorrio levantando se saio pela porta, de casa deixando sozinho.
Cap. 41
A noite chegou rápido, Vanessa passou a manhã e a tarde no sofá de roda dos canais, mais interessantes mas não avia nenhum que lhe interessasse. Perto da noite foi quando ela se levantou para trocar de roupa depois de Matt existir muito. Ela fez lhe a vontade, as dez da noite estava num vestido branco, e leve. Ao olhar se ao espelho perguntou se porque estava assim, não tinha qualquer tipo de animo para festas.
Vanessa: Matt, demoras mais que as mulheres. – Gritou, sentando se de volta no sofá, á espera do amigo.
Matt: E então que tal estou? – Perguntou ao parar na frente dela.

Vanessa: Uau…- Sorrio. – Estás um verdadeiro encanto. – Levantou se para dar um pequeno toque na gravata, dele.
Matt: Estás gravatas, odeio usar fatos. – Reclamou ao virar se para um espelho.
Vanessa: Então para que o usas?
Matt: Para ficar mais elegante, não quero envergonhar o meu par. – Sorrio ao esticar a mão, ela pegou, segurando depois o braço dele.
Vanessa: Acho que será mais o contrario. – Sorrio como á dias tem sorrido sem vontade.
Matt: Hey, para com isso…- Disse parando no meio do corredor entre as portas dos vizinhos. – Estás linda. – Beijou lhe a testa, e voltaram a caminhar. – Sabes para de estar triste, o Ano vai mudar e eu quero te ver com um belo e verdadeiro sorriso. – Pediu.
Vanessa: Ok, eu ou dar o meu máximo por isso acontecer. – Disse vendo que Ashley e Zac vinha na sua direção, Vanessa apertou mais o braço de Matt, puxando o pouco para chegar primeiro ao elevador, e conseguiu.
Zac: O que é que ela está a fazer com aquele tipo. – Deu um jeito á gravata que parecia estar a sufocar, quando na verdade era o ciúme que fazia isso. Mas não teve remedio teve que desapertar um pouco a gravata para poder apanhar ar, ver Vanessa com Chris era mão, com Matt chegava a ser péssimo.
Ashley. T: Calma, eles são apenas amigos. – Voltou a dar lhe a mão para descerem até ao jardim.
Matt: Bem as coisas aqui em baixo estão um máximo, eu vou buscar uma bebida e já volto. – Informou afastando se de Vanessa.
Miley: Prima. – Correu para abraçar levando Liam atrás.
Vanessa: Que saudades. – Apertou nos seus braços.
Miley: Quando saíste…como estás…
Vanessa: Calma, calma; eu estou bem e o teu primo também. – Levou a mão á barriga, sorrindo.
Miley: A tia já te falou do que se passou?
Vanessa: Com, Chris? Sim, já informou.
Miley: Como estás, agora?
Vanessa: Ano novo, vida nova. – Sorrio pela segunda vez sincera naquela noite a primeira tinha sido quando passou com a mão pela barriga.
Liam: Vamos ali, quero-te apresentar uma pessoa. – Puxou Miley.
Miley: Tchau.
Vanessa: Tchau, diverte-te.
Ashley. G: Vanessa. – Chamou aproximando se com uma cara assustada.
Vanessa: Ashley, que cara é essa? – Abraçou-a.
Ashley: Está tudo bem entre nós?
Vanessa: Tu e o teu primo não são a mesma, pessoa, ele já não me é nada, mas tu uma grande amiga.
Ashley. G: Tinha, medo de ter perdido a tua amizade.
Vanessa: Logico que não.
Ashley. G: Estamos na paz?
Vanessa: Absolutamente…
Ashley. G: Ouve já estão a meter só, está música é? – Fez sinal para ela ouvir.
Vanessa: Jessie J-Price, a tua música favorita.
Ashley. G: Vamos dançar. – Pegou não mão dela levando a para a pista de dança.
Vanessa: Vieste sozinha?
Ashley. G: Achas que sim, eu preciso sempre de beijar um gato á meia-noite, olha para ali. – Fez sinal, Vanessa olhou e viu um moreno de olhos verdes.
Vanessa: Giro, mas cuidado estão de olho nele…- Apontou para as raparigas que aproximavam. -Vai lá. – Ashley se afastou e Vanessa decidiu ir para um canto onde se assentou, olhando para o fundo bem do outro lado rodeado de pessoas, havia alguém que não tirava os olhos dela.

Matt: Está tudo bem? – Aproximou-se tapando a visão de Zac.
Vanessa: Sim.
Matt: Queres ir até ao telhado ver como a festa está lá em cima?
Vanessa: Sim, adoraria. – Ela pouco se importava na verdade mas queria se afastar de Zac o máximo possível, e consegui.
(»»»»)
Matt: Está quase na hora. – Sorrio ao olhar para o relógio. – Faltam cinco minutos.
Vanessa: Sabes eu vou para casa…- Levou a mão á boca tentado parar o vomito. – Desculpa. – Disse fugindo, Matt a segui-o.
Matt: Espera Vanessa…- Correu até chegarem a meio de um corredor.
Vanessa: Vai te divertir. – Pediu.
Matt: Não o conseguirei fazer sem ti. – Pegou na cara dela e aproximou se de vagar, mas o beijo não chegou, as luzes do nada se apagaram.
Vanessa: O que é que se passa? – Olhou em roda mas nada se via estava totalmente as escuras, só se ouvia o barulho.
Matt: Não sei, vou ver de uma pilha, ou algo, não saias daqui. – Dês largou as mãos dela afastando se.
Vanessa: Que é está ai? – Perguntou ao sentir passos fortes, era Zac que estava num total silêncio. – Quem é? – Perguntou assustada apercebendo-se que a pessoas estava bem próxima, muito mesmo, sentia a sua respiração no pescoço dela. – Matt? – Lançou falhando o, Zac sentiu se magoado, mas não a deixou, já nesse momento podia ouvir ao longe (9, 8, 7, 6, 5). – Está quase na hora. – Sorrio acreditando estar a pegar nas mãos de Matt, e quando a contagem chegou ao fim ganhou um beijo, um beijo que ela não sentia, á muito tempo, um beijo, apaixonado, um beijo cheio de amor, um beijo romântico, era o beijo, ela acreditava estar apaixonada novamente e ter esquecido Zac. Parecia que 2012 lhe tinha trazido amor, que finalmente iria voltar amar alguém de verdade.
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Um beijo que via trazer alguma confusão, ela beijou Zac, mas pensa que é Matt, afinal estava as escuras, não se via nada…será que ainda vai ver a realidade?