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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Capítulo 43 & 44


 Antes de postar gostaria de divulgar a história “Coincidências do Amor” http://ficszanessa.blogspot.com/  É uma historia escrita por Let’s Lanza , e fala de uma Vanessa apaixonada por um Zac um pouco interesseiro, se quiserem saber mais, vão até lá.
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Cap.43
O beijo ainda foi prologado por Matt, ela podia parar mas não parou. Não tinha sido ele que a tinha beijado as escuras disso, ela tinha certezas, e ao lembrar se do toque que fez na face da outra pessoa, teve quase certezas que era Zac que ela tinha beijado. Mas embora não tivesse apaixonada por Matt, por que parar, porque parar agora? Afinal ele tinha a capacidade de a deixar em segurança e era disso que ela precisava agora. Mas não podia esquecer que estava gravida e era quase mãe, tinha que tomar uma atitude, ser mais responsável.
Matt: Porque paraste? – Perguntou com as mãos na cintura dela, a distância era aquela que ela tinha colocado ao meter as mãos no peito.
Vanessa: Desculpa, eu não devia ter feito isto, desta maneira. – Retirou se dos braços dele, ficando na sua frente de boca encarnada pelo beijo voraz.
Matt: Mas porque, fiz alguma coisa de errado? – Perguntou angustiado a sua intenção chamais era ou seria magoa-la.
Vanessa: Não, tu não, mas eu sim, fui egoísta. – Ele levantou uma sobrancelha, a conversa de minutos atrás não fazia o mínimo sentido com a de agora; tanto caio nos seus braços como fugi-o deles. – Quando ouve o apagão. – Suspirou querendo explicar tudo era a o melhor a fazer ele não merecia ser engado. – Eu beijei uma pessoa, e senti me como não me sentia á muito tempo…
Matt: Apaixonada. – Baixou a cabeça sentido se um idiota por pensar que ela estava a sentir o mesmo do que ele, afinal estava apenas a fazer uma experiencia e agora que já sabia o resultado iria ficar mais uma vez tudo na mesma. – Beijaste me para saber se era essa pessoa, mas agora sabes que eu não o sou, por isso saíste dos meus braços, a minha boca soube te há pouco. – Sentou, se tapando a cara sentiu os seus olhos arderem, teve a noção que havia lagrimas a quererem sair.
Vanessa: Não digas isso, por favor. – Ajoelhou se na frente dele, pegando nas mãos dele, viu o rosto dele, os olhos estava encarnados, e molhados.
Matt: É a realidade, eu não chego para ti, nunca chegarei. – Um soluço de choro fez eco pela sala e no coração dela.
Vanessa: Eu adoro-te…
Matt: Como amigo. – Rio, gozando de si próprio dos sentimentos que tinha por ela espetados no coração.
Vanessa: Perdoa me por não te conseguir amar dessa maneira. – Baixou a cabeça começando a chorar também, ela de facto o adorava, era uma das melhores pessoas que pode encontrar, quando teve o pequeno romance com ele foram dias inesquecíveis, mas isso não chegou, para a fazer ama-lo.
Matt: Não peças desculpas. – Caio de joelho perto dela abraçando a, ficando com o obro molhado pelas lagrimas dela.
Vanessa: Se eu mandasse no meu coração, iria olhar para ti de uma maneira totalmente diferente. – Disse fazendo olhar pegando na cara dele.
Matt: Mas não mandas…
Vanessa: Mas queria. - Disse fazendo calar. – Olha, eu gostei do beijo. – Sorrio de canto com certa timidez, levantando se, ele a seguiu.
Matt: O que é que isso quer dizer?
Vanessa: Não me quero casar contigo, não sito pena de ti, mas sinto me confortável, ao teu lado, e o teu beijo foi bom e doce. – Limpou a face dele.
Matt: Achas que possa ter uma oportunidade? – Pegou na mão dela, mas ela se afastou ficando de costas.
Vanessa: Quero dizer que sim, mas pelo outro lado, acho que ficava melhor, dizer para procurares alguém que te ama, como tu me amas a mim. – Levou as mãos ao peito, naquele momento ela o queria, não de uma maneira loucamente apaixonada, mas gostava dele, mas ao mesmo tempo não lhe podia pedir nada.
Matt: Vanessa, achas que tenho uma oportunidade? – Voltou a perguntar-lhe virando a para ele.
Vanessa: Se quiseres ir devagar, muito devagar. – Levantou o rosto para ver os olhos dele. - Sim!
Matt: Vamos devagar então…- Baixou a cara beijando-lhe as bochechas - Até amanhã.
Vanessa: Dorme bem. – Sorrio para si, enquanto Matt deixou a sala,
Os próximos dias que passaram foram claramente diferentes, Vanessa voltou a ser otimista. O Zac não lhe passou á frente, pelo que ela percebeu ele estava fora em negócios, soube disso porque teve que ir a tribunal, por Chris e Hillary atrás da grades, a sua advogada era Ashley, que a informou quase de tudo, não disse mais porque não teve tempo nem consegui, até parecia que algo estava contra ela, para não falar a Vanessa sobre o divorcio, e sobre porque estava casada com Zac.
Matt: É hoje que voltas para casa? – Perguntou enquanto arrumava a sua bolsa para as aulas, nestes últimos dias ele tinha sido incrível com Vanessa, davam apenas alguns beijos na boca, entre eles surgia tudo muito romântico, e calmo, perfeito como Vanessa queria.
Vanessa: Sim, a decoração esta renovada, mandei as coisas de Chris para os pais, dele, que ficaram muito triste com tudo o que se passou e eu também, simplesmente nunca pensei que ele tivesse capacidades de fazer o que fez. – Matt foi por detrás e abraçou balançando-a.
Matt: Á pessoas assim, loucas. – Mordisco lhe o pescoço virando a para si. – Gosto muito de ti. – Baixou o pescoço até ela beijando a carinhosamente como costumava fazer; deixaram os amo-tes para lá e viver um dia de cada vez.
Vanessa: Antes de sair, vamos até lá casa ver como as coisas estão? – Puxou pelo clarinho.
Matt: Ok, vamos. – Disse fechando a porta, desceram as escadas até á casa de Vanessa.
Vanessa: Aqui está a sala. – Abriu os braços ao entrar.

Matt: Uma boa cor, parece ser bastante comodo. – Mirou em volta nada de fotografias nem lembranças ele perguntava se o que ela ia meter nas molduras, afinal seria o que o filha iria ver quando crescesse; seria que haveria imagens do pai Zac?
Vanessa: E é eu adoro este sofá…- Sentou se nele dando pulinhos. - Nem sabes o que gastei nesta casa.
Matt: Imagino. – Sorrio, puxando a para a tirar do sofá, mas com cuidado.
Vanessa: Deixa lá significa a grande mudança da minha vida. – Rodou as mãos em volta do pescoço dele.
Matt: Vamos ver o resto? – Abraçou a, ela abanou a cabeça que sim puxando o.

Matt: Pequena e requintada como a minha Vanessa? – Vanessa fechou a cara e ele rio meio torto.
Vanessa: Ahah… - Fingiu rir. -Sei que sou pequena, mas não me gozes. – Bateu de leve no peito dele.
Matt: Não estava a gozar, nunca ouviste dizer as mulheres querem se como as sardinhas, pequeninas…
Vanessa: Ok, ok, chega de graxa, não me esqueço dessa, vamos ver a casa de banho. – Saio na frente dele, ele tinha, se esquecido da sua sensibilidade, agora que estava gravida a maiorias das coisas até as mais pequeninas ela fazia quase que um drama.

Matt: Gira? – Falou com medo, ela aina estava um bocado chateada.
Vanessa: Bastante iluminada, vamos. – Chamou, abrindo devagar a porta do seu quarto.

Vanessa: Gostas? Agora que moro sozinha, decidi que o quarto ficaria mais feminino.
Matt: E a cama, é confortável? – Piscou o olho ela não consegui não rir.
Vanessa: Talvez o dia a possas experimentar comigo. – Disse tentado ignorá-lo.
Matt: O que vais fazer com o quarto da Miley, e da Ashley. – Ela não respondeu apenas o puxou.

Matt: Isto é o quarto do bebe? – Sorrio, ao ver todo aquele azul. – Isso significa?
Vanessa: Vai ser um menino, o homem da minha vida. – Passou a mão pela barriga, Matt apenas abraçou com emoção.


Cap.44
Matt saio deixando mais uma vez Vanessa completamente sozinha, a diferença é que hoje podia estar na sua casa. Mas na verdade isso não tinha nada de maravilhoso, agora que não podia trabalhar os dias eram passados a olhar para o teto no qual ela acreditava conseguir apaixonar se por olhar tanto. Miley, estava a estudar e agora passava muito tempo com o Liam, ela mal a via Ashley trabalhava, e aparecia poucas vezes. Só lhe restava ficar mais uma vez consigo e só consigo mesma. Mas cansada de estar sentada, lembrou-se das caixas que tinha pedido á sua mãe para lhe trazer, não queria dar de caras com o pai, também não podia viajar, por isso a sua mãe fez lho favor. Ela foi até ao quarto e abriu a porta do closet tirando uma das caixas que eram pequenas mas tinha imensas recordações, de toda a sua vida, até ali. A primeira a ser tirada era uma vermelha, que significava todas as suas paixões, na realidade ela tinha imagens de vários namorados, não era uma coleções, mas gostava de guardar recordações de todos o que a fizeram triste e feliz.
Vanessa: Ai Taylor, Taylor. – Sorrio ao pegar na fotografia do primo que já estava bem velha, tinha sido o seu primeiro namorado, o seu primeiro beijo, mas tudo as escondidas, a sua família não podia saber que andava metida com o primo, mas velho dois anos, que ela, o seu primeiro romance, ele com 14 ela com 12…mirou mais uma vez a fotografia.

Vanessa: Beijava tão bem. – Mordeu o lábio ao relembrar o primeiro beijo e guardou de volta a imagem. – O primeiro loiro. - Gargalhou ao tirar a imagem de Austin, namorou com ele durante quatro meses, enquanto tinha 14 anos, mas nunca nada de serio, apenas alguns beijos.

Vanessa: Se algum do meu namorado visse as imagens que eu tenho deliravam.- Volto a guardar a fotografia do loiro. – Sensível, romântico, mas demasiado pegadiço e ciumento para uma rapariga de 16 anos, um dos meus melhores amigos, até se virar o mau da fita.

Relembrou Josh dessa, maneira um grande amigo colorido com quem tinha trocado beijos inocentes, ao 17. E depois veio alguém com que tinha passado para lá do inocente, foi com ele que ela se tornou rebelde, foi com ele que ela se virou louca. Na época daquele namoro, Vanessa consumiu droga álcool caindo varias vezes no hospital; suas notas caíram drasticamente e as ofensas aos professores eram mais que muitas.

Vanessa: Por causa de ti fiz tantas asneiras. – Disse mirando mais umas quantas vezes a imagem de Alex, com ele a relação tinha durando bastante tempo, foi o primeiro namoro que ela achou que fosse mais serio, foi com ele que ela perdeu a virgindade, mas foi a única coisa que tinha tido de especial.
****
Bem capítulo grande podia ter sido maior mas não o queria tornar demasiado cansativo para vocês. Quanto a Vanessa, novo “amigo”, nova decoração, e uma volta ao passado entre fotografias; será que Vanessa está a pensar deixar todo o passado de uma vez por toda para detrás das costas?
Respostas aos comentários J
Agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados, seja ótimo, lê se ou seca eu conto como comentário, claro que aprecio ler a vossa opinião, mas sei que nem sempre tem tempo por isso Obrigada.
-lin£ ♥: Ainda bem que gostaste; Obrigada por comentares.
Evelly: Agora já percebeu, mas parece não quere saber mesmo; Obrigada por comentares.
.Paula: É ela já sabe, mas isso não mudou tanto como eu acho que vocês estavam á espera; Obrigada por comentares.
Laura/♥ Laís ♥:É tomara que o Zac tome alguma coragem, por que parece que ela já pouco quer saber (Ou talvez não); Obrigada por comentares.
Edyh_2012: Seria muito loco ela ira procurar o príncipe pelo prédio, não achas?; Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: A Ashley quer lhe contar muito mais que isso; Obrigada por comentares.




segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Capítulo 42


Quando 2012 se fez anunciar, e os gritos da rua entraram pelos ouvidos de Zac, ele despertou, abrindo os olhos, sabiam que estava a beijar e não queria parar estava se tão bem ali, que agarrou e continuo continuou. Até uma certa altura em que Matt saio, como murmúrio da boca dela, ao ouvido dele. Zac sentiu se magoado, não acreditou que para ela beija-lo era o mesmo que beijar outro homem, pensava que como ela para ele era única, o mesmo, Vanessa sentia, mas parece que não, parecia que Vanessa nunca o tinha amado de verdade, que beija-lo ou beijar um sapo era o mesmo. Ele não conseguia estar mais ali, o seu peito resmungou de dor, pela flecha que tinha estrado em brasa no seu coração, as suas mãos começaram a suar, e a tremer, os seus pés afastaram se dela, ele apenas entre o escuro tentou encontrar uma saída dali, e conseguiu.
Vanessa: Matt? – Chamou sentido que estava sozinha, apesar de estar as cegas tinha esse pressentimento, mas do nada sentiu um toque na mão, mas não parecia as mão de quem tinha beijando, mas parecia estar errada na sua cabeça, já que quando a luz voltou Matt estava ali, a segurar a mão dela. – Que alivio. – Sorrio, ao vê-lo ali.
Matt: Pensavas que era quem? – Puxou-a dali, para fora não se fosse novamente a luz.
Vanessa:- Ninguém, que mais poderia ser a não seres tu mesmo. – Delirou ao lembrar o beijo e da emoção do próprio.
Matt: Tu estás bem? – Perguntou quando entraram finalmente no apartamento.
Vanessa: Estou mais que ótima, e tu? – Sentou se tirando os saltos o chamou com o dedo.
Matt: Contigo aqui, estou perfeito. – Arrumou o casaco e sentou se ao lado dela, lembrando-se que quase se beijaram, mas não foi possível, embora ela tivesse acreditado que sim. – É uma pena não termos bebido o champanhe…
Vanessa: Estou gravida não posso beber. – Aproximou se mais dele.
Matt: É uma pena, não termos comido as passas. – Tentou se afastar porque era seu amigo e não percebia o que estava acontecer, ela era um pouco complicada e ele não sabia se devia avançar, ou “fugir”; embora fosse agradável, tê-la, tão perto.
Vanessa: Eu nem gosto muito de passas. – Roçou a sua perna na dele, perna que ele pegou com a mão, e ficou parado.
Enquanto uns estavam em clima de romance, ou melhor dizendo enquanto todos estavam em clima de romance menos um, ou seja Zac, que se tinha enfiado dentro da sua casa, com a garrafa de champanhe, a sua ideia era bebê-la sozinho. Tirou o casaco atirando para o meio do chão se sentou em cima do tapete e levou a garrafa á boca, não era a melhor maneira de começar o ano. Mas ele não conseguia agir de outra maneira quando se lembrou, da maneira como entrou 2007 com Vanessa, entrou em desespero; E lembrou-se que em ambos os anos diziam que o mundo iria terminar; seria um pressentimento.
“Zac: Estás a gostar?
Vanessa: Muito, mas da que nada já é dia.
Zac: Queres ir dormir?
Vanessa: Sim, estou cansada e também não costumo beber tanto.
Zac: Não vais chamar o Gregório para cima de mim pois não?
Vanessa: Eu não estou mal disposta, só cansada.
Zac: Então vamos. –Zac lembrou se perfeitamente ela estava tão bêbada que ele tinha medo que ela se magoasse por isso a levou até á cama deitado a, mas não resultou, muito, pois sendo como fosse havia algo que queria sair. -Que foi? – Ela fez uma das suas caretas.
Vanessa: Eu vou á casa de banho vomitar e já volto. – Ela saio a correr e ele como namorado dedicado foi atrás dela, vendo uma má imagem.
Zac: Estás bem? – Segurou lhe a testa, tentado ajudar da única maneira que podia.
Vanessa: Sim, só precisava deitar as cervejas e a vodka fora. – Depois dele ela ter finalmente ter deitado aquilo tudo fora, Zac a voltou a pegar ao colo levando a para a cama, colocou lhe uma blusa sua, já que a outra estava suja e deitou se ao lado dela, abraçando a.”
Zac rio ao lembrar se, era um pouco nojento a situação, mas lembrou-se que naquela noite dormiram agarrados, a maneira como ele queria estar com ela, naquele momento, mas ela preferia o outro, ele só se perguntou, o que é que tinha a menos que ele. Depois se lembrou que tinha algo a mais, uma mulher.
Ashley. T: Procurei-te por todo o lado. – Ralhou entrado em casa. – Que estás a fazer? – Apontou para a garrafa ele apenas rio.
Zac: A tentar apanhar uma bebedeira descomunal. – Ela foi até ele e retirou lhe a garrafa da mão ele tentou se levantar em vão.
Ashley. T: Já estás bêbado, não precisas mais disto; mas o que se passa contigo?
Zac: Eu beijei a Vanessa…
Ashley. T: Boa. – Sorrio batendo as mãos.
Zac: Eu beijei a Vanessa, as escuras, e ela chamou pelo nome de outro. – Ele rio gozando com ele próprio.
Ashley. T: O quê?
Zac: Não interessa, nada mais me interessa. – Deitou o resto do corpo para cima do tapete e adormeceu, Ashley o deixou estar, se o fizesse alevantar ele não iria mais sossegar, no entanto teria que arranjar uma maneira de falar com Vanessa. Já Vanessa, estava bastante sóbria, ainda com aperna nas mãos de Matt, que não ia para a frente nem para trás apenas se deixava estar ali, a olhar para ela, que as tantas se envergonhou e começou a rir, a ri mesmo muito.
Matt: Do que te ris, de mim? – Sentiu se ofendido, ficando serio.
Vanessa: Não, nada disso fico assim quando fico nervosa. – Caio para trás de tanto rir.
Matt: Estás nervosa? – Deitou meio corpo em cima do dela, sem fazer força.
Vanessa: Claro que sim, tu não? – Levantou umas das sobrancelhas, tentado para o riso descomunal e exagerado.
Matt: Agora, sim. – Saio de cima dela, sentia se de certa maneira ofendido por ela estar a rir.
Vanessa: Desculpa, mas se á algo que eu não controlo é o meu sistema nervoso. – Parou, limpando as lagrimas do riso.
Matt: Não te preocupes, está tudo bem. – Levantou se dado lhe de costas.
Vanessa: Mas eu não percebo. – Colocou as mãos no sofá para ajudar a levantar.
Matt: O quê? – Virou de frente, não percebendo nada do que ela dizia, ou  a maneira como ela agia, alguns minutos.
Vanessa: O que se passa contigo, não sou tão boa as escuras como as claras? – Cruzou os braços.
Matt: Do que é que estás a falar?
Vanessa: É da, barriga não é, tu não queres estar com alguém gravida.
Matt: Eu não estou a entender.
Vanessa: Porque me beijaste, no meio do corredor, e agora não o consegues, fazer, queres que eu apague as luzes. – Foi até ao interruptor.
Matt: Vanessa, eu não faço ideia do que estás a falar. – Pegou na mão dela as antes que desligasse as luzes.
Vanessa: Como assim o beijo que me deste antes. – Gritou zangada, parecia uma criança, que não admitia o que fazia.
Matt: Eu quase te beijei, mas não cheguei a fazer.
Vanessa: Estás assim porque beijo mal?
Matt: Estou assim, porque não faço a mínima do que estás a falar.
Vanessa: Ok, já percebi, tenho que ser eu avançar. – Ela foi até ele pegando na cara, devagar o beijou, ele reagi-o agarrando a com força, levando a contra uma parede, embora ele agarrasse bem, e com desejo, ela sentiu se desiludida, as borboletas no estômago as sensação de estar nas nuvens não aparecia, e quando as mãos dele rodaram o corpo dela; ela percebeu, que não tinha sido ele que tinha beijado.
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Pelo menos el percebeu que estava agarrar o homem errado, vamos ver se ela chega a perceber quem era o homem certo.
Respostas aos comentários J
Evelly: É a verdade é que as luzes se ligaram, mas não foi na hora certa, espero não ter que te arranjar o colete de forças, pois ainda vais ficar mais louca, (estava a brincar) Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Acertaste te metade, mas a historia ainda não acabou, como vai ela descobrir, quem a beijou, o príncipe da cinderela, foi de porta em porta vendo a quem o sapatinho cérvia, será que ela vai de porta em porta, beijar os vizinhos? Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Não vais mudar para 2012? A serio ao ler o teu comentário e a situação de “acende a luz, acende a luz” tenho que admitir que ri, gosto de ver as minhas leitoras assim, á nora, ou melhor bastante curiosas; Obrigada por comentares.
Laís : Eu não sou má nesse tipo, apenas demasiado dramática, é verdade é mau beijarmos uma pessoa que achamos que é outra…mas o pior é beijarmos alguém e ouvir o nome de outro alguém; Obrigada por comentares.
Margarida: Sim, é triste para Zac, ele ama, e acho que agora vocês percebem isso, se é que alguma vez não acreditaram; Obrigada por comentares.
Baa’: Como viste tu, e não só acertaste numa parte; mas ainda á muito que se diga sobre esse beijo “cego”; Obrigada por comentares.
Também agradeço muito a quem carregou nos pequenos quadrados.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Capítulo 40 & 41


Agradeço os comentários no capítulo anterior Obrigada.
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Cap.40
De malas feitas mudou se para casa de Matt, que a recebeu de braços bem abertos. O Quarto era agradável a vista melhor que a de sua casa, já que estava num ponto mais alto, e aquela brisa que entrava de leve, era bem agradável, confortou a tanto que acabou por adormecer, dormindo o resto da noite.
Matt: Vanessa? – Perguntou se ao ver que ela estava na cozinha as sete da manhã.
Vanessa: Bom dia, fiz o pequeno-almoço. – Pegou na mão dele puxando o até á mesa.
Matt: Madrugaste. – Sentou se diante de um grande pequeno-almoço.
Vanessa: Ontem adormeci cedo por tanto. – Sorrio, baixando o som do rádio.
Matt: Hum… - Saboreou o café, e voltou as atenções para ela, que parecia estar estranha. - Está tudo bem?
Vanessa: Claro. – O sorriso amarelo apareceu.
Matt: Pronta para o final de ano? – Quase gritou de entusiasmo assustando a.
Vanessa: Sim, acho que sim.
Matt: Como sempre vai haver uma festa aqui no prédio, que vai do jardim lá de baixo até a telhado, que só nos deixam usar nesta época.
Vanessa: Ok. – Olhou para a chávena de chá, ele rio da disposição dela.
Matt: Bem que entusiasmo. – Ironizou.
Vanessa: Ok. – Tentou ser o mais entusiasma possível, naquele momento.
Matt: Assim está melhor…- Bem vou tratar de umas coisas, fica á vontade. – Pegou no casaco e pisco-lho o olho.
Vanessa: Obrigada. – Acenou num “até já”.
Ficando sozinha sentou se no sofá ligando a TV, ficou a olhar para ela, mas sem lhe dar grande importância. Pegou na pequena manta e tapou-se, encostando o pescoço, fechou os olhos e suspirou. Porque é que passado cinco anos, a suas maiores lembranças eram da altura em que o conheceu? Ouve mais vida depois disso, mas ela parecia não se lembrar de mais nada, o nome Zac parecia ser o mais interessante no seu vocabulário.
(»»»»)
Ashley. T: Zac. – Gritou, Zac finalmente apagou a TV, e a olhou.
Zac: O que foi, porque gritas?
Ashley. T: Estou a chamar te á meia hora. – Sentou se ao lado dele.
Zac: Desculpa não ouvi, estava distraído. – Levantou se indo até á cozinha, Ashley o seguiu.
Ashley. T: Sim, deu para reparar. – Encostou-se, na parede, e olhou para aquela atrapalhação dele a meter o sumo no copo, parecia estar com a cabeça na lua, embora a ideia fosse correta ela quis saber o que circulava na mente dele. -Posso saber o que ia na tua cabeça, e o que ainda vai? Pareces estar em transe.
Zac: O Ano novo de alguns anos atrás, lembraste com Amanda a Brittany, o Scott, Alex, tu; eu…
Ashley. T: E a Vanessa. – Tirou lhe o copo da mão vazado o sumo de uma vez, e entregando-lhe.
Zac: Sim… - Sorrio ao fechar o olhos e lembrando. -Na contagem decrescente eu a puxei para perto de mim, beijando a…depois disse que amava. –Sonhou mais uma vez, Ashley adorava vê-lo assim, e acabou por rir da cara dele.
Ashley. T: Ela está muito presente na tua cabeça?
Zac: De horas a, segundos. – Suspirou. – O tempo passa e a única imagem que tenho na minha cabeça é a cara dela.
Ashley. T: Sabes o que se passa? - Perguntou com uma cara de sabichona.
Zac: Não, mas gostava. – Voltou a sala mas ela não o soltou sentando se de volta ao lado dele.
Ashley. T: Á muito tempo que entregaste-lhe o coração, o teu coração é de Vanessa e ponto final.
Zac: O que eu gostava é que o dela também fosse meu. – Afundou se no sofá.
Ashley. T: E é, ela apenas está magoada, já lhe falaste do nosso divórcio? – Falou isso” Divorcio” com tanta naturalidade, porque era.
Zac: Nem sequer a vi a ainda.
Ashley. T: Tenta resolver as coisas.
Zac: O problema é que eu acho que não á nada para resolver, talvez apenas tenha que lhe dar espaço, tenho que a deixar em paz.
Ashley. T: Estás a desistir? – Interrogou certamente sangada pela atitude dele, embora percebesse não o queria ver, sozinho, sem Vanessa.
Zac: Sabes uma vez um homem disse “Difícil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se ama” e mais sábio ainda continuou dizendo “Eu desisti, mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer. “ (Bob Marley) Percebes o que queres dizer?
Ashley. T: Sim, mas deixa me dizer te, todos nós somos lutadores numa guerra sem fim, e os fracos ficam no chão, tu amas a, sabes disso a vossa historia ainda não chegou ao fim. – Sorrio levantando se saio pela porta, de casa deixando sozinho.
Cap. 41
A noite chegou rápido, Vanessa passou a manhã e a tarde no sofá de roda dos canais, mais interessantes mas não avia nenhum que lhe interessasse. Perto da noite foi quando ela se levantou para trocar de roupa depois de Matt existir muito. Ela fez lhe a vontade, as dez da noite estava num vestido branco, e leve. Ao olhar se ao espelho perguntou se porque estava assim, não tinha qualquer tipo de animo para festas.
Vanessa: Matt, demoras mais que as mulheres. – Gritou, sentando se de volta no sofá, á espera do amigo.
Matt: E então que tal estou? – Perguntou ao parar na frente dela.

Vanessa: Uau…- Sorrio. – Estás um verdadeiro encanto. – Levantou se para dar um pequeno toque na gravata, dele.
Matt: Estás gravatas, odeio usar fatos. – Reclamou ao virar se para um espelho.
Vanessa: Então para que o usas?
Matt: Para ficar mais elegante, não quero envergonhar o meu par. – Sorrio ao esticar a mão, ela pegou, segurando depois o braço dele.
Vanessa: Acho que será mais o contrario. – Sorrio como á dias tem sorrido sem vontade.
Matt: Hey, para com isso…- Disse parando no meio do corredor entre as portas dos vizinhos. – Estás linda. – Beijou lhe a testa, e voltaram a caminhar. – Sabes para de estar triste, o Ano vai mudar e eu quero te ver com um belo e verdadeiro sorriso. – Pediu.
Vanessa: Ok, eu ou dar o meu máximo por isso acontecer. – Disse vendo que Ashley e Zac vinha na sua direção, Vanessa apertou mais o braço de Matt, puxando o pouco para chegar primeiro ao elevador, e conseguiu.
Zac: O que é que ela está a fazer com aquele tipo. – Deu um jeito á gravata que parecia estar a sufocar, quando na verdade era o ciúme que fazia isso. Mas não teve remedio teve que desapertar um pouco a gravata para poder apanhar ar, ver Vanessa com Chris era mão, com Matt chegava a ser péssimo.
Ashley. T: Calma, eles são apenas amigos. – Voltou a dar lhe a mão para descerem até ao jardim.
Matt: Bem as coisas aqui em baixo estão um máximo, eu vou buscar uma bebida e já volto. – Informou afastando se de Vanessa.
Miley: Prima. – Correu para abraçar levando Liam atrás.
Vanessa: Que saudades. – Apertou nos seus braços.
Miley: Quando saíste…como estás…
Vanessa: Calma, calma; eu estou bem e o teu primo também. – Levou a mão á barriga, sorrindo.
Miley: A tia já te falou do que se passou?
Vanessa: Com, Chris? Sim, já informou.
Miley: Como estás, agora?
Vanessa: Ano novo, vida nova. – Sorrio pela segunda vez sincera naquela noite a primeira tinha sido quando passou com a mão pela barriga.
Liam: Vamos ali, quero-te apresentar uma pessoa. – Puxou Miley.
Miley: Tchau.
Vanessa: Tchau, diverte-te.
Ashley. G: Vanessa. – Chamou aproximando se com uma cara assustada.
Vanessa: Ashley, que cara é essa? – Abraçou-a.
Ashley: Está tudo bem entre nós?
Vanessa: Tu e o teu primo não são a mesma, pessoa, ele já não me é nada, mas tu uma grande amiga.
Ashley. G: Tinha, medo de ter perdido a tua amizade.
Vanessa: Logico que não.
Ashley. G: Estamos na paz?
Vanessa: Absolutamente…
Ashley. G: Ouve já estão a meter só, está música é? – Fez sinal para ela ouvir.
Vanessa: Jessie J-Price, a tua música favorita.
Ashley. G: Vamos dançar. – Pegou não mão dela levando a para a pista de dança.
Vanessa: Vieste sozinha?
Ashley. G: Achas que sim, eu preciso sempre de beijar um gato á meia-noite, olha para ali. – Fez sinal, Vanessa olhou e viu um moreno de olhos verdes.
Vanessa: Giro, mas cuidado estão de olho nele…- Apontou para as raparigas que aproximavam. -Vai lá. – Ashley se afastou e Vanessa decidiu ir para um canto onde se assentou, olhando para o fundo bem do outro lado rodeado de pessoas, havia alguém que não tirava os olhos dela.

Matt: Está tudo bem? – Aproximou-se tapando a visão de Zac.
Vanessa: Sim.
Matt: Queres ir até ao telhado ver como a festa está lá em cima?
Vanessa: Sim, adoraria. – Ela pouco se importava na verdade mas queria se afastar de Zac o máximo possível, e consegui.
(»»»»)
Matt: Está quase na hora. – Sorrio ao olhar para o relógio. – Faltam cinco minutos.
Vanessa: Sabes eu vou para casa…- Levou a mão á boca tentado parar o vomito. – Desculpa. – Disse fugindo, Matt a segui-o.
Matt: Espera Vanessa…- Correu até chegarem a meio de um corredor.
Vanessa: Vai te divertir. – Pediu.
Matt: Não o conseguirei fazer sem ti. – Pegou na cara dela e aproximou se de vagar, mas o beijo não chegou, as luzes do nada se apagaram.
Vanessa: O que é que se passa? – Olhou em roda mas nada se via estava totalmente as escuras, só se ouvia o barulho.
Matt: Não sei, vou ver de uma pilha, ou algo, não saias daqui. – Dês largou as mãos dela afastando se.
Vanessa: Que é está ai? – Perguntou ao sentir passos fortes, era Zac que estava num total silêncio. – Quem é? – Perguntou assustada apercebendo-se que a pessoas estava bem próxima, muito mesmo, sentia a sua respiração no pescoço dela. – Matt? – Lançou falhando o, Zac sentiu se magoado, mas não a deixou, já nesse momento podia ouvir ao longe (9, 8, 7, 6, 5). – Está quase na hora. – Sorrio acreditando estar a pegar nas mãos de Matt, e quando a contagem chegou ao fim ganhou um beijo, um beijo que ela não sentia, á muito tempo, um beijo, apaixonado, um beijo cheio de amor, um beijo romântico, era o beijo, ela acreditava estar apaixonada novamente e ter esquecido Zac. Parecia que 2012 lhe tinha trazido amor, que finalmente iria voltar amar alguém de verdade.
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Um beijo que via trazer alguma confusão, ela beijou Zac, mas pensa que é Matt, afinal estava as escuras, não se via nada…será que ainda vai ver a realidade?


sábado, 31 de dezembro de 2011

Capítulo 39


Hoje o capítulo vai ser um pouco mais pequeno, mas espero que mesmo assim goste, já que trás uma novidade de mudanças. Eu quero agradecer a quem carrega nos pequenos quadrados e a quem comenta como Lais , Stephanie_95_7, . Paula e Edyh_2011, a quem lê e não tem tempo para comentar eu também aqui deixo um Obrigado, e um Feliz Ano Novo.
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Depois de um logo e confortável abraço Vanessa separou se dos braços de Matt, que sorria para ela, que parava as lagrimas que ainda desciam do seu rosto. E neste momento a sua cabeça apenas gritava “Apaixona-te por ele, apaixona-te. “ Mas a cabeça não mandava nos sentimentos que circulava pelo coração dela, ela não tinha escolhas, não podia fugir a um amor, fingido outro, apenas tinha que esperar para passar. A sua pergunta é porque passados tantos anos, ainda o amava, amava tanto Zac, era estranho para ela, que não acreditava em amores longos, ou duradores, talvez fosse o destino a pregar lhe a partida, para poder ver, que podemos não acreditar no amor mas ele existe, que podemos não querer senti-lo mas isso vai acabar por acontecer. Não para nos fazer sofrer, mas sim, porque é o que nos faz rir, mas sim, porque não somos máquinas, mas seres humanos.
Matt: Vanessa? – Chamou estalando os dedos, ela sorrio saindo dos pensamentos. – Adoro teu sorriso.
Vanessa: Eu também. – Rio fazendo se de convencida.
Matt: Estás melhor? – Apertou a mão gelada dela.
Vanessa: A minha alma está mais calma; obrigada por seres meu amigo. – Sorrio sincera assoando o nariz que pingava devido ao choro de á pouco.
Matt: Não sou obrigado, sou porque gosto de ti, como muitas outras pessoas.
Vanessa: As vezes as pessoas perguntam porque sofrem tanto, e sabes qual é a minha resposta? – Sentou se pegando na mata, e ligado o aquecimento.
Matt: Não, qual? – Segui-o a, abraçando a de lado, recebendo a cabeça dela em seu ombro.
Vanessa: Para encontrar anjos da guarda como tu. – Fechou os olhos relaxando por minutos.
Matt: Fico contente que me vejas assim, eu não quero que sofras.
Vanessa: É o que eu tento, mas…
Matt: Mas esquece, amanhã é noite de Ano Novo, vais até minha casa estamos lá com uns amigos e esquecemos tudo, passado uma bela noite, rodeado de boas pessoas, boa comida, te tudo o que á de bom, ok, não me faças esta desfeita. – Pegou no queixo dela, fazendo a olhar.
Vanessa: Tudo bem, eu posso é demorar a chegar, já que vou estar num hotel.
Matt: Hotel?
Vanessa: Vou mandar decorar a casa, e não posso ficar aqui por causa do cheiro da tinta.
Matt: Faz as malas então, ficas lá em casa tenho um quarto vago.
Vanessa: De certeza?
Matt: Absoluta.
Vanessa: Ok, mais uma vez obrigada.

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Perceberam o que eu quis dizer com mudança? Estava a falar da pequena estadia de Vanessa na casa de Matt. Hum curiosas para o próximos capítulos? Espero que sim, porque ainda á algumas questões de que falar. Por exemplo, o que tem Ashley, como vai ficar a situação com Zac.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Capítulo 38


Eu agradeço muito a baby v; Stephanie_95_7; Edyh_2011 e Laís, por comentarem se tiverem duvidas também estou aqui para responder, sei que não tenho respondido aos comentários um a um, mas estou sem tempo, mas se tiverem perguntas força. Também agradeço bastante a quem carregou nos pequenos quadrados.
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Quatro dias se passaram, a estadia de Vanessa no hospital terminou. Arrumou se e sem pensar duas vezes voltou para casa, onde esperava encontrar Chris, mas ele não estava ali. Enquanto esteve internada não quis receber visitas nem noticias que pudesse fazer-lhe mal e ao bebe, por isso mal ela sabia de tudo o que se tinha passado. Estava completamente em branco, mas não por muito mais tempo.
Gina: Estas aqui. – Entrou já que a porta estava totalmente aberta, ela apenas a encostou.
Vanessa: O que é que a mãe está a fazer aqui? – Sentou se repousando as costas, sua mãe decidi-o ficar de pé.
Gina: Como não recebias visitas no hospital, eu tive que esperar á entrada do prédio para te poder ver. – Disse quase que em critica.
Vanessa: Podia ter telefonado. – Com aquele sorriso meio sem jeito Gina se sentou.
Gina: Tu terias atendido? – Perguntou sabendo a resposta.
Vanessa: Sinceramente não sei. – Admitiu, a ultima conversa que teve com seus pais ainda lhe consumia na mente.
Gina: Como vai o bebe? – Passou a mão pelo útero de Vanessa.
Vanessa: Neste momento bem, acabei de fazer o quarto mês. – Sorrio olhando para a própria barriga.
Gina: O pai é…
Vanessa: Sim, é o Zac e se me vem dar aulas de moral pode sair. – Apontou para a porta a sua mãe não sorria mais, Vanessa estava tão seria tão fria e distante de si, não percebia aquela atitude que nunca tinha visto antes.
Gina: Eu não vim fazer nada disso, vim ter outro tipo de conversa contigo; sobre o Chris. – Seu rosto ficou escuro, Vanessa tentou ignorar.
Vanessa: O que tem ele; disseram me no hospital que ele estava bem e tinha tido alta. – Falou sem dar grande importância ao que a sua mãe tinha para dizer, deveria ser mais uma crítica, ela não gostara de Chris Vanessa tinha reparado dês do inicio.
Gina: Sim, e é verdade, a situação é que ele não veio para casa.
Vanessa: Não percebo…
Gina: O Christopher juntamente com Hillary, aramaram um plano contra ti para abortares. – Pegou não mão de Vanessa, que se levantou espantada, afastou se um pouco da sua mãe, sem com seguir dirigir ao certo o que tinha ouvido.
Vanessa: O quê? – Finalmente consegui dizer, depois da informação entrar corretamente no seu cérebro,
Gina: Ele tinha medo que tu o deixasses, por isso planeou aquele teatro do assalto, a Ashley levou os a tribunal.
Vanessa: Não acredito nisto, como ele pode? – Lembrou se mais uma vez da primeira vez que o viu, vestido de uma maneira como se fosse um mecânico, ele estava quase sem roupa quando ela entrou, e assim ficou exibindo se, colocando apenas um boné, como se isso mudasse algo na imagem.

Aquela cara a maneira como ele a olhou nunca pode imaginar que isso viesse dele, mas também nunca imaginou que ele lhe desse um estalo.
Gina: Eu sei que estás desiludida. – Quebrou o silêncio ao ver lagrimas brotarem nos olhos da filha.
Vanessa: É, parece que as pessoas ao meu redor não são nada daquilo que parecem. – Fez questão de meter a sua mãe nessas “pessoas” que falava.
Gina: Não fales assim a tua família amigos estão ao teu lado para te apoiarem. – Tocou no ombro da sua filha, mas ela fugi-o afastando-se; não conseguia estar perto da mãe, não conseguia estar perto de ninguém, todos pareciam mãos neste momento, lembrado se de tudo, todos pareciam inimigos.
Vanessa: Não foi o que me pareceu depois da nossa última conversa. – Atirou acusado a mãe de caras.
Gina: Essa conversa teve um motivo de ser, era para bem de Ashley…
Vanessa: Não precisa se explicar, eu não quero, saber; apenas saia da minha casa. – Apontou para a porta, nunca pensou expulsar a mãe.
Gina: O que? – Perguntou incrédula.
Vanessa: Eu quero ficar sozinha apenas sai.
Gina: É mesmo isso que queres?
Vanessa: Sim, mãe, faça me o favor. – A sua mãe não disse mais nada, fez lhe as vontades apenas saio deixando Vanessa sozinha que finalmente pode chorar, por tudo, estava tão revoltada tão sangada que queria bater em alguém.
(»»»»)
Matt: Posso? – Colocou meio corpo entre a porta que estava apenas encostada e não fechada, Vanessa estava no meio do chão, á horas sem se mexer, apenas chorou e chorou tudo o que queria chorar, e era isso que ela queria fazer naquele dia, chorar, apenas.
Vanessa: Depende. – Murmurou, limpando a cara molhada.
Matt: Do que? – Entrou fechando, por completo a porta.
Vanessa: De que lado vês do mal, ou do bem? – Ela se levantou, encostando a mãos á, porta as suas pernas estavam dormentes.
Matt: Do bem, logico. – Pegou na mão dela, mas ela a soltou encostando se á parede.
Vanessa: E qual é a prova que tens disso? – Suspirou olhando-o, ele apenas se encostou perto da janela e a olhou respondendo.

Matt: Nunca te fiz mal. – Ela já sabia disso, mas nem queria saber, agora estaria sempre á defensiva.
Vanessa: Pois, mas muitas pessoas não me fizeram mal, estão me a fazer agora, aqueles que eu pensava que me amava…
Matt: Confia em mim. – Aproximou-se.
Vanessa: Não sei nestes dias; apreendi a desprezar a confiança, acho que me vou guardar mais para mim. – Socou o seu peito como se arrependesse de gostar, tinha sofrido tanto que se zangou com ela própria por ter gostado, das pessoas erradas.
Matt: Sei que muitas pessoas te magoaram, mas não podes meter o mundo todo no mesmo saco.
Vanessa: Não?
Matt: A Miley, a Ashley já erraram contigo? – Deu mais um passo diante dela, deixando a entre o seu corpo e a parede.
Vanessa: Não.
Matt: Eu já errei?
Vanessa: Não.
Matt: Então não me faças pagar pelo mal que o outros, ok?
Vanessa: Não?
Matt: Pelo menos é o que te peço. – Ela não aguentou, mais caio nos braços do amigo, que a segurou.
Vanessa: Abraça me forte. – Pediu em desespero e ele apertou a no abraço confortável.
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Bem depois de tanta solidão apareceu finalmente alguém para abraçar e tentar mostrar que tudo está bem. Uns aproximasse como Matt, outros afastassem como Zac, como realmente será que isto vai acabar? Tem curiosidade…Leiam os próximos capítulos.


quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Capítulo 37


Eu agradeço muito os vossos comentários meninas, mas não percebo; como assim Vanessa foi fria, Zac magoa a tanto que neste momento ela está bastante revoltada, acho que merece compreensão, não acham? Afinal vejam bem por tudo o que ela passou e está a passar; nem ao meu pior inimigo eu desejava tal coisa…espero que vocês também não
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Zac segui-o em frente de cabeça baixa para casa, enquanto Ashley voltou a entrar no hospital seguindo para o quarto de Vanessa. Estava ansiosa por a ver sempre fora tão amigas e ela morava mesmo perto, mas mesmo assim, ainda não tinha tido as longas conversas que ela adorava. Embora admitisse que as coisas tinham mudado bastante Ashley amava Vanessa como uma amiga, e as amigas nunca se esquece. Principalmente, aquelas que são tão grandes, aquelas que nos ajudavam, em qualquer situação; ela odiava, por não ter a melhor amiga tão perto, como foi á anos atras, mas o anos atras já passaram, hoje era outro dia, e se ela queria de volta amiga tinha que fazer algo.
Enfermeira: Desculpe senhora. – Chamou Ashley que se aproximava do quarto de Vanessa.
Ashley. T: Sim? – Saio do transe olhando para a grande mulher loira.
Enfermeira: Não pode entrar. – Informou colocando se na frente dela, o que ajudaria mesmo Ashley nunca tinha visto uma enfermeira tão forte.
Ashley. T: Como assim; porque, passa se algo? – Perguntou já um pouco nervosa, e uma noite mal dormida com café não ajudava em nada.
Enfermeira: Não tenha calma. – Pediu fazendo assentar, já que parecia que iria cair.
Ashley. T: E então? – Perguntou recuperando o batimento cardíaco normal.
Enfermeira: A paciente senhora Vanessa decido que queria estar sozinha, ela não quer ver ninguém. – Informou voltando se a por em sentido.
Ashley. T: Não quer ver ninguém? – Olhou para a enfermeira que parecia ter estado na tropa.
Enfermeira: Sim, e dado ao seu estado achamos razoável, o seu pedido por isso. – Esticou o braço apontando para a frente.
Ashley. T: Claro. – Ela se levantou e segui em frente não quereria lidar com aquela mulher forte. Mas não muito, decido  em segundo que queria conversar com Chris, o noivo de Vanessa para tentar perceber o que realmente se tinha passado; mas não chegou e entrar já que ele tinha outra visita; alguém que Ashley não pensara nunca mais ver depois da Universidade e das tentativas de agarrar, Zac.
Chris. E: Acreditas nisto? – Apesar de ser feio Ashley não consegui não ficar a ouvir a conversa, encostou o ouvido á porta.
Hillary: Não, como ela não abortou? – Falou furiosa, Ashley não chegou a perceber o que se passava, apenas percebeu que não era nada de bom, e que tinha a ver com a Vanessa e com a sua gravidez. Pegou no telemóvel ligando o gravado, tentou gravar tudo, o que diziam dentro do quarto; acreditou que dali sairia algo melhor, que fosse contra eles.
Chris. E: Não sei, aquele miúdo é poderoso…como o amor deles. – Ele baixou a cabeça Hillary estava a passar se literalmente.
Hillary: Não digas idiotices, foi sorte…
Chris. E: Pois eu é que não tive sorte, já pela grande pancada que levei. – Agarrou Hillary pelo braço aproximando a de si.
Hillary: Cuidado, estás me a magoar. – Avisou e ele apertou ainda mais.
Chris. E: Que ideia foi aquela de me baterem?
Hillary: Foi apenas para tornar tudo mais realista. – Retirou com custo o braço das mãos dele.
Chris. E: Não me voltes aprontar uma destas. – Avisou, cheio de raiva pela traição.
Hillary: Ok, agora acalmante. – Pediu assutado, ele tinha uma força impressionante, e assustadora.
Chris. E: E agora, que vamos fazer?
Hillary: Vamos ter mais oportunidades…
Chris. E: Também acho que nem para isso tenhamos que matar Vanessa. – Hillary abriu a boca surpresa que nem Ashley.
Hillary: Isso será desnecessário.
Chris. E: Não fiques cobarde agora; ela é minha e não vou deixar que mais ninguém fique com ela; para alem do mais não quero aquela criança, seja como seja podemos matar os dois. – Afirmou com estrema crueldade, Ashley afastou se da porta fugindo até a um dos seus melhore amigos.
Ashley. T: Ainda bem que te encontro.
Chris. H: Porque? –Ela não lhe respondeu apenas agarrou nele puxando para um canto mostrado lhe a gravação.
Ashley. T: Ouviste o mesmo que eu certo?
Chris. H: Sim.
Ashley. T: E agora?
Chris. H: Uma paciente está em risco o que eles fizeram é crime a tua área.
Ashley. T: Eu sei, quando Christopher vai sair?
Chris. H: Ia lhe dar alta mesmo agora.
Ashley. T: Ok, eu vou telefonar para a polícia ele não pode sair saqui agora.
Chris. H: Tens razão, temos que proteger Vanessa, o que eles querem fazer é cruel.
Ashley. T: Sim eu sei. – Pegou no telemóvel, e em menos de nada a policia estava nos hospital, Hillary foi imediatamente detida e logo depois Chris, Ashley os segui, até ao posto, iria abrir um processo contra eles loucos como eles estavam, ira lá saber se o que podia fazer com Vanessa.
Matt: Eu não acredito que aquele canalha fez isto.
Miley: Eu já sabia que ele não era grande coisa.
Matt: Temos que contar a Vanessa.
Miley: Sim, mas depois ela agora precisa mais descansar.

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Chris e Hillary foram apanhados, menos uma coisa para Vanessa se preocupar embora ela nesta altura nem soubesse que realmente se tinha que preocupa, com ambos desconhecia por completo o complô contra ela. A rapariga tem a vida complicada, mas o lado bom é que é uma pessoa bastante forte para superar tudo o que vêm para mais agora que tem o ser que mais ama dentro de si.