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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Capítulo 42


Quando 2012 se fez anunciar, e os gritos da rua entraram pelos ouvidos de Zac, ele despertou, abrindo os olhos, sabiam que estava a beijar e não queria parar estava se tão bem ali, que agarrou e continuo continuou. Até uma certa altura em que Matt saio, como murmúrio da boca dela, ao ouvido dele. Zac sentiu se magoado, não acreditou que para ela beija-lo era o mesmo que beijar outro homem, pensava que como ela para ele era única, o mesmo, Vanessa sentia, mas parece que não, parecia que Vanessa nunca o tinha amado de verdade, que beija-lo ou beijar um sapo era o mesmo. Ele não conseguia estar mais ali, o seu peito resmungou de dor, pela flecha que tinha estrado em brasa no seu coração, as suas mãos começaram a suar, e a tremer, os seus pés afastaram se dela, ele apenas entre o escuro tentou encontrar uma saída dali, e conseguiu.
Vanessa: Matt? – Chamou sentido que estava sozinha, apesar de estar as cegas tinha esse pressentimento, mas do nada sentiu um toque na mão, mas não parecia as mão de quem tinha beijando, mas parecia estar errada na sua cabeça, já que quando a luz voltou Matt estava ali, a segurar a mão dela. – Que alivio. – Sorrio, ao vê-lo ali.
Matt: Pensavas que era quem? – Puxou-a dali, para fora não se fosse novamente a luz.
Vanessa:- Ninguém, que mais poderia ser a não seres tu mesmo. – Delirou ao lembrar o beijo e da emoção do próprio.
Matt: Tu estás bem? – Perguntou quando entraram finalmente no apartamento.
Vanessa: Estou mais que ótima, e tu? – Sentou se tirando os saltos o chamou com o dedo.
Matt: Contigo aqui, estou perfeito. – Arrumou o casaco e sentou se ao lado dela, lembrando-se que quase se beijaram, mas não foi possível, embora ela tivesse acreditado que sim. – É uma pena não termos bebido o champanhe…
Vanessa: Estou gravida não posso beber. – Aproximou se mais dele.
Matt: É uma pena, não termos comido as passas. – Tentou se afastar porque era seu amigo e não percebia o que estava acontecer, ela era um pouco complicada e ele não sabia se devia avançar, ou “fugir”; embora fosse agradável, tê-la, tão perto.
Vanessa: Eu nem gosto muito de passas. – Roçou a sua perna na dele, perna que ele pegou com a mão, e ficou parado.
Enquanto uns estavam em clima de romance, ou melhor dizendo enquanto todos estavam em clima de romance menos um, ou seja Zac, que se tinha enfiado dentro da sua casa, com a garrafa de champanhe, a sua ideia era bebê-la sozinho. Tirou o casaco atirando para o meio do chão se sentou em cima do tapete e levou a garrafa á boca, não era a melhor maneira de começar o ano. Mas ele não conseguia agir de outra maneira quando se lembrou, da maneira como entrou 2007 com Vanessa, entrou em desespero; E lembrou-se que em ambos os anos diziam que o mundo iria terminar; seria um pressentimento.
“Zac: Estás a gostar?
Vanessa: Muito, mas da que nada já é dia.
Zac: Queres ir dormir?
Vanessa: Sim, estou cansada e também não costumo beber tanto.
Zac: Não vais chamar o Gregório para cima de mim pois não?
Vanessa: Eu não estou mal disposta, só cansada.
Zac: Então vamos. –Zac lembrou se perfeitamente ela estava tão bêbada que ele tinha medo que ela se magoasse por isso a levou até á cama deitado a, mas não resultou, muito, pois sendo como fosse havia algo que queria sair. -Que foi? – Ela fez uma das suas caretas.
Vanessa: Eu vou á casa de banho vomitar e já volto. – Ela saio a correr e ele como namorado dedicado foi atrás dela, vendo uma má imagem.
Zac: Estás bem? – Segurou lhe a testa, tentado ajudar da única maneira que podia.
Vanessa: Sim, só precisava deitar as cervejas e a vodka fora. – Depois dele ela ter finalmente ter deitado aquilo tudo fora, Zac a voltou a pegar ao colo levando a para a cama, colocou lhe uma blusa sua, já que a outra estava suja e deitou se ao lado dela, abraçando a.”
Zac rio ao lembrar se, era um pouco nojento a situação, mas lembrou-se que naquela noite dormiram agarrados, a maneira como ele queria estar com ela, naquele momento, mas ela preferia o outro, ele só se perguntou, o que é que tinha a menos que ele. Depois se lembrou que tinha algo a mais, uma mulher.
Ashley. T: Procurei-te por todo o lado. – Ralhou entrado em casa. – Que estás a fazer? – Apontou para a garrafa ele apenas rio.
Zac: A tentar apanhar uma bebedeira descomunal. – Ela foi até ele e retirou lhe a garrafa da mão ele tentou se levantar em vão.
Ashley. T: Já estás bêbado, não precisas mais disto; mas o que se passa contigo?
Zac: Eu beijei a Vanessa…
Ashley. T: Boa. – Sorrio batendo as mãos.
Zac: Eu beijei a Vanessa, as escuras, e ela chamou pelo nome de outro. – Ele rio gozando com ele próprio.
Ashley. T: O quê?
Zac: Não interessa, nada mais me interessa. – Deitou o resto do corpo para cima do tapete e adormeceu, Ashley o deixou estar, se o fizesse alevantar ele não iria mais sossegar, no entanto teria que arranjar uma maneira de falar com Vanessa. Já Vanessa, estava bastante sóbria, ainda com aperna nas mãos de Matt, que não ia para a frente nem para trás apenas se deixava estar ali, a olhar para ela, que as tantas se envergonhou e começou a rir, a ri mesmo muito.
Matt: Do que te ris, de mim? – Sentiu se ofendido, ficando serio.
Vanessa: Não, nada disso fico assim quando fico nervosa. – Caio para trás de tanto rir.
Matt: Estás nervosa? – Deitou meio corpo em cima do dela, sem fazer força.
Vanessa: Claro que sim, tu não? – Levantou umas das sobrancelhas, tentado para o riso descomunal e exagerado.
Matt: Agora, sim. – Saio de cima dela, sentia se de certa maneira ofendido por ela estar a rir.
Vanessa: Desculpa, mas se á algo que eu não controlo é o meu sistema nervoso. – Parou, limpando as lagrimas do riso.
Matt: Não te preocupes, está tudo bem. – Levantou se dado lhe de costas.
Vanessa: Mas eu não percebo. – Colocou as mãos no sofá para ajudar a levantar.
Matt: O quê? – Virou de frente, não percebendo nada do que ela dizia, ou  a maneira como ela agia, alguns minutos.
Vanessa: O que se passa contigo, não sou tão boa as escuras como as claras? – Cruzou os braços.
Matt: Do que é que estás a falar?
Vanessa: É da, barriga não é, tu não queres estar com alguém gravida.
Matt: Eu não estou a entender.
Vanessa: Porque me beijaste, no meio do corredor, e agora não o consegues, fazer, queres que eu apague as luzes. – Foi até ao interruptor.
Matt: Vanessa, eu não faço ideia do que estás a falar. – Pegou na mão dela as antes que desligasse as luzes.
Vanessa: Como assim o beijo que me deste antes. – Gritou zangada, parecia uma criança, que não admitia o que fazia.
Matt: Eu quase te beijei, mas não cheguei a fazer.
Vanessa: Estás assim porque beijo mal?
Matt: Estou assim, porque não faço a mínima do que estás a falar.
Vanessa: Ok, já percebi, tenho que ser eu avançar. – Ela foi até ele pegando na cara, devagar o beijou, ele reagi-o agarrando a com força, levando a contra uma parede, embora ele agarrasse bem, e com desejo, ela sentiu se desiludida, as borboletas no estômago as sensação de estar nas nuvens não aparecia, e quando as mãos dele rodaram o corpo dela; ela percebeu, que não tinha sido ele que tinha beijado.
****
Pelo menos el percebeu que estava agarrar o homem errado, vamos ver se ela chega a perceber quem era o homem certo.
Respostas aos comentários J
Evelly: É a verdade é que as luzes se ligaram, mas não foi na hora certa, espero não ter que te arranjar o colete de forças, pois ainda vais ficar mais louca, (estava a brincar) Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Acertaste te metade, mas a historia ainda não acabou, como vai ela descobrir, quem a beijou, o príncipe da cinderela, foi de porta em porta vendo a quem o sapatinho cérvia, será que ela vai de porta em porta, beijar os vizinhos? Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Não vais mudar para 2012? A serio ao ler o teu comentário e a situação de “acende a luz, acende a luz” tenho que admitir que ri, gosto de ver as minhas leitoras assim, á nora, ou melhor bastante curiosas; Obrigada por comentares.
Laís : Eu não sou má nesse tipo, apenas demasiado dramática, é verdade é mau beijarmos uma pessoa que achamos que é outra…mas o pior é beijarmos alguém e ouvir o nome de outro alguém; Obrigada por comentares.
Margarida: Sim, é triste para Zac, ele ama, e acho que agora vocês percebem isso, se é que alguma vez não acreditaram; Obrigada por comentares.
Baa’: Como viste tu, e não só acertaste numa parte; mas ainda á muito que se diga sobre esse beijo “cego”; Obrigada por comentares.
Também agradeço muito a quem carregou nos pequenos quadrados.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Capítulo 40 & 41


Agradeço os comentários no capítulo anterior Obrigada.
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Cap.40
De malas feitas mudou se para casa de Matt, que a recebeu de braços bem abertos. O Quarto era agradável a vista melhor que a de sua casa, já que estava num ponto mais alto, e aquela brisa que entrava de leve, era bem agradável, confortou a tanto que acabou por adormecer, dormindo o resto da noite.
Matt: Vanessa? – Perguntou se ao ver que ela estava na cozinha as sete da manhã.
Vanessa: Bom dia, fiz o pequeno-almoço. – Pegou na mão dele puxando o até á mesa.
Matt: Madrugaste. – Sentou se diante de um grande pequeno-almoço.
Vanessa: Ontem adormeci cedo por tanto. – Sorrio, baixando o som do rádio.
Matt: Hum… - Saboreou o café, e voltou as atenções para ela, que parecia estar estranha. - Está tudo bem?
Vanessa: Claro. – O sorriso amarelo apareceu.
Matt: Pronta para o final de ano? – Quase gritou de entusiasmo assustando a.
Vanessa: Sim, acho que sim.
Matt: Como sempre vai haver uma festa aqui no prédio, que vai do jardim lá de baixo até a telhado, que só nos deixam usar nesta época.
Vanessa: Ok. – Olhou para a chávena de chá, ele rio da disposição dela.
Matt: Bem que entusiasmo. – Ironizou.
Vanessa: Ok. – Tentou ser o mais entusiasma possível, naquele momento.
Matt: Assim está melhor…- Bem vou tratar de umas coisas, fica á vontade. – Pegou no casaco e pisco-lho o olho.
Vanessa: Obrigada. – Acenou num “até já”.
Ficando sozinha sentou se no sofá ligando a TV, ficou a olhar para ela, mas sem lhe dar grande importância. Pegou na pequena manta e tapou-se, encostando o pescoço, fechou os olhos e suspirou. Porque é que passado cinco anos, a suas maiores lembranças eram da altura em que o conheceu? Ouve mais vida depois disso, mas ela parecia não se lembrar de mais nada, o nome Zac parecia ser o mais interessante no seu vocabulário.
(»»»»)
Ashley. T: Zac. – Gritou, Zac finalmente apagou a TV, e a olhou.
Zac: O que foi, porque gritas?
Ashley. T: Estou a chamar te á meia hora. – Sentou se ao lado dele.
Zac: Desculpa não ouvi, estava distraído. – Levantou se indo até á cozinha, Ashley o seguiu.
Ashley. T: Sim, deu para reparar. – Encostou-se, na parede, e olhou para aquela atrapalhação dele a meter o sumo no copo, parecia estar com a cabeça na lua, embora a ideia fosse correta ela quis saber o que circulava na mente dele. -Posso saber o que ia na tua cabeça, e o que ainda vai? Pareces estar em transe.
Zac: O Ano novo de alguns anos atrás, lembraste com Amanda a Brittany, o Scott, Alex, tu; eu…
Ashley. T: E a Vanessa. – Tirou lhe o copo da mão vazado o sumo de uma vez, e entregando-lhe.
Zac: Sim… - Sorrio ao fechar o olhos e lembrando. -Na contagem decrescente eu a puxei para perto de mim, beijando a…depois disse que amava. –Sonhou mais uma vez, Ashley adorava vê-lo assim, e acabou por rir da cara dele.
Ashley. T: Ela está muito presente na tua cabeça?
Zac: De horas a, segundos. – Suspirou. – O tempo passa e a única imagem que tenho na minha cabeça é a cara dela.
Ashley. T: Sabes o que se passa? - Perguntou com uma cara de sabichona.
Zac: Não, mas gostava. – Voltou a sala mas ela não o soltou sentando se de volta ao lado dele.
Ashley. T: Á muito tempo que entregaste-lhe o coração, o teu coração é de Vanessa e ponto final.
Zac: O que eu gostava é que o dela também fosse meu. – Afundou se no sofá.
Ashley. T: E é, ela apenas está magoada, já lhe falaste do nosso divórcio? – Falou isso” Divorcio” com tanta naturalidade, porque era.
Zac: Nem sequer a vi a ainda.
Ashley. T: Tenta resolver as coisas.
Zac: O problema é que eu acho que não á nada para resolver, talvez apenas tenha que lhe dar espaço, tenho que a deixar em paz.
Ashley. T: Estás a desistir? – Interrogou certamente sangada pela atitude dele, embora percebesse não o queria ver, sozinho, sem Vanessa.
Zac: Sabes uma vez um homem disse “Difícil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se ama” e mais sábio ainda continuou dizendo “Eu desisti, mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por não ter mais condições de sofrer. “ (Bob Marley) Percebes o que queres dizer?
Ashley. T: Sim, mas deixa me dizer te, todos nós somos lutadores numa guerra sem fim, e os fracos ficam no chão, tu amas a, sabes disso a vossa historia ainda não chegou ao fim. – Sorrio levantando se saio pela porta, de casa deixando sozinho.
Cap. 41
A noite chegou rápido, Vanessa passou a manhã e a tarde no sofá de roda dos canais, mais interessantes mas não avia nenhum que lhe interessasse. Perto da noite foi quando ela se levantou para trocar de roupa depois de Matt existir muito. Ela fez lhe a vontade, as dez da noite estava num vestido branco, e leve. Ao olhar se ao espelho perguntou se porque estava assim, não tinha qualquer tipo de animo para festas.
Vanessa: Matt, demoras mais que as mulheres. – Gritou, sentando se de volta no sofá, á espera do amigo.
Matt: E então que tal estou? – Perguntou ao parar na frente dela.

Vanessa: Uau…- Sorrio. – Estás um verdadeiro encanto. – Levantou se para dar um pequeno toque na gravata, dele.
Matt: Estás gravatas, odeio usar fatos. – Reclamou ao virar se para um espelho.
Vanessa: Então para que o usas?
Matt: Para ficar mais elegante, não quero envergonhar o meu par. – Sorrio ao esticar a mão, ela pegou, segurando depois o braço dele.
Vanessa: Acho que será mais o contrario. – Sorrio como á dias tem sorrido sem vontade.
Matt: Hey, para com isso…- Disse parando no meio do corredor entre as portas dos vizinhos. – Estás linda. – Beijou lhe a testa, e voltaram a caminhar. – Sabes para de estar triste, o Ano vai mudar e eu quero te ver com um belo e verdadeiro sorriso. – Pediu.
Vanessa: Ok, eu ou dar o meu máximo por isso acontecer. – Disse vendo que Ashley e Zac vinha na sua direção, Vanessa apertou mais o braço de Matt, puxando o pouco para chegar primeiro ao elevador, e conseguiu.
Zac: O que é que ela está a fazer com aquele tipo. – Deu um jeito á gravata que parecia estar a sufocar, quando na verdade era o ciúme que fazia isso. Mas não teve remedio teve que desapertar um pouco a gravata para poder apanhar ar, ver Vanessa com Chris era mão, com Matt chegava a ser péssimo.
Ashley. T: Calma, eles são apenas amigos. – Voltou a dar lhe a mão para descerem até ao jardim.
Matt: Bem as coisas aqui em baixo estão um máximo, eu vou buscar uma bebida e já volto. – Informou afastando se de Vanessa.
Miley: Prima. – Correu para abraçar levando Liam atrás.
Vanessa: Que saudades. – Apertou nos seus braços.
Miley: Quando saíste…como estás…
Vanessa: Calma, calma; eu estou bem e o teu primo também. – Levou a mão á barriga, sorrindo.
Miley: A tia já te falou do que se passou?
Vanessa: Com, Chris? Sim, já informou.
Miley: Como estás, agora?
Vanessa: Ano novo, vida nova. – Sorrio pela segunda vez sincera naquela noite a primeira tinha sido quando passou com a mão pela barriga.
Liam: Vamos ali, quero-te apresentar uma pessoa. – Puxou Miley.
Miley: Tchau.
Vanessa: Tchau, diverte-te.
Ashley. G: Vanessa. – Chamou aproximando se com uma cara assustada.
Vanessa: Ashley, que cara é essa? – Abraçou-a.
Ashley: Está tudo bem entre nós?
Vanessa: Tu e o teu primo não são a mesma, pessoa, ele já não me é nada, mas tu uma grande amiga.
Ashley. G: Tinha, medo de ter perdido a tua amizade.
Vanessa: Logico que não.
Ashley. G: Estamos na paz?
Vanessa: Absolutamente…
Ashley. G: Ouve já estão a meter só, está música é? – Fez sinal para ela ouvir.
Vanessa: Jessie J-Price, a tua música favorita.
Ashley. G: Vamos dançar. – Pegou não mão dela levando a para a pista de dança.
Vanessa: Vieste sozinha?
Ashley. G: Achas que sim, eu preciso sempre de beijar um gato á meia-noite, olha para ali. – Fez sinal, Vanessa olhou e viu um moreno de olhos verdes.
Vanessa: Giro, mas cuidado estão de olho nele…- Apontou para as raparigas que aproximavam. -Vai lá. – Ashley se afastou e Vanessa decidiu ir para um canto onde se assentou, olhando para o fundo bem do outro lado rodeado de pessoas, havia alguém que não tirava os olhos dela.

Matt: Está tudo bem? – Aproximou-se tapando a visão de Zac.
Vanessa: Sim.
Matt: Queres ir até ao telhado ver como a festa está lá em cima?
Vanessa: Sim, adoraria. – Ela pouco se importava na verdade mas queria se afastar de Zac o máximo possível, e consegui.
(»»»»)
Matt: Está quase na hora. – Sorrio ao olhar para o relógio. – Faltam cinco minutos.
Vanessa: Sabes eu vou para casa…- Levou a mão á boca tentado parar o vomito. – Desculpa. – Disse fugindo, Matt a segui-o.
Matt: Espera Vanessa…- Correu até chegarem a meio de um corredor.
Vanessa: Vai te divertir. – Pediu.
Matt: Não o conseguirei fazer sem ti. – Pegou na cara dela e aproximou se de vagar, mas o beijo não chegou, as luzes do nada se apagaram.
Vanessa: O que é que se passa? – Olhou em roda mas nada se via estava totalmente as escuras, só se ouvia o barulho.
Matt: Não sei, vou ver de uma pilha, ou algo, não saias daqui. – Dês largou as mãos dela afastando se.
Vanessa: Que é está ai? – Perguntou ao sentir passos fortes, era Zac que estava num total silêncio. – Quem é? – Perguntou assustada apercebendo-se que a pessoas estava bem próxima, muito mesmo, sentia a sua respiração no pescoço dela. – Matt? – Lançou falhando o, Zac sentiu se magoado, mas não a deixou, já nesse momento podia ouvir ao longe (9, 8, 7, 6, 5). – Está quase na hora. – Sorrio acreditando estar a pegar nas mãos de Matt, e quando a contagem chegou ao fim ganhou um beijo, um beijo que ela não sentia, á muito tempo, um beijo, apaixonado, um beijo cheio de amor, um beijo romântico, era o beijo, ela acreditava estar apaixonada novamente e ter esquecido Zac. Parecia que 2012 lhe tinha trazido amor, que finalmente iria voltar amar alguém de verdade.
****
Um beijo que via trazer alguma confusão, ela beijou Zac, mas pensa que é Matt, afinal estava as escuras, não se via nada…será que ainda vai ver a realidade?


sábado, 31 de dezembro de 2011

Capítulo 39


Hoje o capítulo vai ser um pouco mais pequeno, mas espero que mesmo assim goste, já que trás uma novidade de mudanças. Eu quero agradecer a quem carrega nos pequenos quadrados e a quem comenta como Lais , Stephanie_95_7, . Paula e Edyh_2011, a quem lê e não tem tempo para comentar eu também aqui deixo um Obrigado, e um Feliz Ano Novo.
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Depois de um logo e confortável abraço Vanessa separou se dos braços de Matt, que sorria para ela, que parava as lagrimas que ainda desciam do seu rosto. E neste momento a sua cabeça apenas gritava “Apaixona-te por ele, apaixona-te. “ Mas a cabeça não mandava nos sentimentos que circulava pelo coração dela, ela não tinha escolhas, não podia fugir a um amor, fingido outro, apenas tinha que esperar para passar. A sua pergunta é porque passados tantos anos, ainda o amava, amava tanto Zac, era estranho para ela, que não acreditava em amores longos, ou duradores, talvez fosse o destino a pregar lhe a partida, para poder ver, que podemos não acreditar no amor mas ele existe, que podemos não querer senti-lo mas isso vai acabar por acontecer. Não para nos fazer sofrer, mas sim, porque é o que nos faz rir, mas sim, porque não somos máquinas, mas seres humanos.
Matt: Vanessa? – Chamou estalando os dedos, ela sorrio saindo dos pensamentos. – Adoro teu sorriso.
Vanessa: Eu também. – Rio fazendo se de convencida.
Matt: Estás melhor? – Apertou a mão gelada dela.
Vanessa: A minha alma está mais calma; obrigada por seres meu amigo. – Sorrio sincera assoando o nariz que pingava devido ao choro de á pouco.
Matt: Não sou obrigado, sou porque gosto de ti, como muitas outras pessoas.
Vanessa: As vezes as pessoas perguntam porque sofrem tanto, e sabes qual é a minha resposta? – Sentou se pegando na mata, e ligado o aquecimento.
Matt: Não, qual? – Segui-o a, abraçando a de lado, recebendo a cabeça dela em seu ombro.
Vanessa: Para encontrar anjos da guarda como tu. – Fechou os olhos relaxando por minutos.
Matt: Fico contente que me vejas assim, eu não quero que sofras.
Vanessa: É o que eu tento, mas…
Matt: Mas esquece, amanhã é noite de Ano Novo, vais até minha casa estamos lá com uns amigos e esquecemos tudo, passado uma bela noite, rodeado de boas pessoas, boa comida, te tudo o que á de bom, ok, não me faças esta desfeita. – Pegou no queixo dela, fazendo a olhar.
Vanessa: Tudo bem, eu posso é demorar a chegar, já que vou estar num hotel.
Matt: Hotel?
Vanessa: Vou mandar decorar a casa, e não posso ficar aqui por causa do cheiro da tinta.
Matt: Faz as malas então, ficas lá em casa tenho um quarto vago.
Vanessa: De certeza?
Matt: Absoluta.
Vanessa: Ok, mais uma vez obrigada.

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Perceberam o que eu quis dizer com mudança? Estava a falar da pequena estadia de Vanessa na casa de Matt. Hum curiosas para o próximos capítulos? Espero que sim, porque ainda á algumas questões de que falar. Por exemplo, o que tem Ashley, como vai ficar a situação com Zac.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Capítulo 38


Eu agradeço muito a baby v; Stephanie_95_7; Edyh_2011 e Laís, por comentarem se tiverem duvidas também estou aqui para responder, sei que não tenho respondido aos comentários um a um, mas estou sem tempo, mas se tiverem perguntas força. Também agradeço bastante a quem carregou nos pequenos quadrados.
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Quatro dias se passaram, a estadia de Vanessa no hospital terminou. Arrumou se e sem pensar duas vezes voltou para casa, onde esperava encontrar Chris, mas ele não estava ali. Enquanto esteve internada não quis receber visitas nem noticias que pudesse fazer-lhe mal e ao bebe, por isso mal ela sabia de tudo o que se tinha passado. Estava completamente em branco, mas não por muito mais tempo.
Gina: Estas aqui. – Entrou já que a porta estava totalmente aberta, ela apenas a encostou.
Vanessa: O que é que a mãe está a fazer aqui? – Sentou se repousando as costas, sua mãe decidi-o ficar de pé.
Gina: Como não recebias visitas no hospital, eu tive que esperar á entrada do prédio para te poder ver. – Disse quase que em critica.
Vanessa: Podia ter telefonado. – Com aquele sorriso meio sem jeito Gina se sentou.
Gina: Tu terias atendido? – Perguntou sabendo a resposta.
Vanessa: Sinceramente não sei. – Admitiu, a ultima conversa que teve com seus pais ainda lhe consumia na mente.
Gina: Como vai o bebe? – Passou a mão pelo útero de Vanessa.
Vanessa: Neste momento bem, acabei de fazer o quarto mês. – Sorrio olhando para a própria barriga.
Gina: O pai é…
Vanessa: Sim, é o Zac e se me vem dar aulas de moral pode sair. – Apontou para a porta a sua mãe não sorria mais, Vanessa estava tão seria tão fria e distante de si, não percebia aquela atitude que nunca tinha visto antes.
Gina: Eu não vim fazer nada disso, vim ter outro tipo de conversa contigo; sobre o Chris. – Seu rosto ficou escuro, Vanessa tentou ignorar.
Vanessa: O que tem ele; disseram me no hospital que ele estava bem e tinha tido alta. – Falou sem dar grande importância ao que a sua mãe tinha para dizer, deveria ser mais uma crítica, ela não gostara de Chris Vanessa tinha reparado dês do inicio.
Gina: Sim, e é verdade, a situação é que ele não veio para casa.
Vanessa: Não percebo…
Gina: O Christopher juntamente com Hillary, aramaram um plano contra ti para abortares. – Pegou não mão de Vanessa, que se levantou espantada, afastou se um pouco da sua mãe, sem com seguir dirigir ao certo o que tinha ouvido.
Vanessa: O quê? – Finalmente consegui dizer, depois da informação entrar corretamente no seu cérebro,
Gina: Ele tinha medo que tu o deixasses, por isso planeou aquele teatro do assalto, a Ashley levou os a tribunal.
Vanessa: Não acredito nisto, como ele pode? – Lembrou se mais uma vez da primeira vez que o viu, vestido de uma maneira como se fosse um mecânico, ele estava quase sem roupa quando ela entrou, e assim ficou exibindo se, colocando apenas um boné, como se isso mudasse algo na imagem.

Aquela cara a maneira como ele a olhou nunca pode imaginar que isso viesse dele, mas também nunca imaginou que ele lhe desse um estalo.
Gina: Eu sei que estás desiludida. – Quebrou o silêncio ao ver lagrimas brotarem nos olhos da filha.
Vanessa: É, parece que as pessoas ao meu redor não são nada daquilo que parecem. – Fez questão de meter a sua mãe nessas “pessoas” que falava.
Gina: Não fales assim a tua família amigos estão ao teu lado para te apoiarem. – Tocou no ombro da sua filha, mas ela fugi-o afastando-se; não conseguia estar perto da mãe, não conseguia estar perto de ninguém, todos pareciam mãos neste momento, lembrado se de tudo, todos pareciam inimigos.
Vanessa: Não foi o que me pareceu depois da nossa última conversa. – Atirou acusado a mãe de caras.
Gina: Essa conversa teve um motivo de ser, era para bem de Ashley…
Vanessa: Não precisa se explicar, eu não quero, saber; apenas saia da minha casa. – Apontou para a porta, nunca pensou expulsar a mãe.
Gina: O que? – Perguntou incrédula.
Vanessa: Eu quero ficar sozinha apenas sai.
Gina: É mesmo isso que queres?
Vanessa: Sim, mãe, faça me o favor. – A sua mãe não disse mais nada, fez lhe as vontades apenas saio deixando Vanessa sozinha que finalmente pode chorar, por tudo, estava tão revoltada tão sangada que queria bater em alguém.
(»»»»)
Matt: Posso? – Colocou meio corpo entre a porta que estava apenas encostada e não fechada, Vanessa estava no meio do chão, á horas sem se mexer, apenas chorou e chorou tudo o que queria chorar, e era isso que ela queria fazer naquele dia, chorar, apenas.
Vanessa: Depende. – Murmurou, limpando a cara molhada.
Matt: Do que? – Entrou fechando, por completo a porta.
Vanessa: De que lado vês do mal, ou do bem? – Ela se levantou, encostando a mãos á, porta as suas pernas estavam dormentes.
Matt: Do bem, logico. – Pegou na mão dela, mas ela a soltou encostando se á parede.
Vanessa: E qual é a prova que tens disso? – Suspirou olhando-o, ele apenas se encostou perto da janela e a olhou respondendo.

Matt: Nunca te fiz mal. – Ela já sabia disso, mas nem queria saber, agora estaria sempre á defensiva.
Vanessa: Pois, mas muitas pessoas não me fizeram mal, estão me a fazer agora, aqueles que eu pensava que me amava…
Matt: Confia em mim. – Aproximou-se.
Vanessa: Não sei nestes dias; apreendi a desprezar a confiança, acho que me vou guardar mais para mim. – Socou o seu peito como se arrependesse de gostar, tinha sofrido tanto que se zangou com ela própria por ter gostado, das pessoas erradas.
Matt: Sei que muitas pessoas te magoaram, mas não podes meter o mundo todo no mesmo saco.
Vanessa: Não?
Matt: A Miley, a Ashley já erraram contigo? – Deu mais um passo diante dela, deixando a entre o seu corpo e a parede.
Vanessa: Não.
Matt: Eu já errei?
Vanessa: Não.
Matt: Então não me faças pagar pelo mal que o outros, ok?
Vanessa: Não?
Matt: Pelo menos é o que te peço. – Ela não aguentou, mais caio nos braços do amigo, que a segurou.
Vanessa: Abraça me forte. – Pediu em desespero e ele apertou a no abraço confortável.
****
Bem depois de tanta solidão apareceu finalmente alguém para abraçar e tentar mostrar que tudo está bem. Uns aproximasse como Matt, outros afastassem como Zac, como realmente será que isto vai acabar? Tem curiosidade…Leiam os próximos capítulos.


quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Capítulo 37


Eu agradeço muito os vossos comentários meninas, mas não percebo; como assim Vanessa foi fria, Zac magoa a tanto que neste momento ela está bastante revoltada, acho que merece compreensão, não acham? Afinal vejam bem por tudo o que ela passou e está a passar; nem ao meu pior inimigo eu desejava tal coisa…espero que vocês também não
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Zac segui-o em frente de cabeça baixa para casa, enquanto Ashley voltou a entrar no hospital seguindo para o quarto de Vanessa. Estava ansiosa por a ver sempre fora tão amigas e ela morava mesmo perto, mas mesmo assim, ainda não tinha tido as longas conversas que ela adorava. Embora admitisse que as coisas tinham mudado bastante Ashley amava Vanessa como uma amiga, e as amigas nunca se esquece. Principalmente, aquelas que são tão grandes, aquelas que nos ajudavam, em qualquer situação; ela odiava, por não ter a melhor amiga tão perto, como foi á anos atras, mas o anos atras já passaram, hoje era outro dia, e se ela queria de volta amiga tinha que fazer algo.
Enfermeira: Desculpe senhora. – Chamou Ashley que se aproximava do quarto de Vanessa.
Ashley. T: Sim? – Saio do transe olhando para a grande mulher loira.
Enfermeira: Não pode entrar. – Informou colocando se na frente dela, o que ajudaria mesmo Ashley nunca tinha visto uma enfermeira tão forte.
Ashley. T: Como assim; porque, passa se algo? – Perguntou já um pouco nervosa, e uma noite mal dormida com café não ajudava em nada.
Enfermeira: Não tenha calma. – Pediu fazendo assentar, já que parecia que iria cair.
Ashley. T: E então? – Perguntou recuperando o batimento cardíaco normal.
Enfermeira: A paciente senhora Vanessa decido que queria estar sozinha, ela não quer ver ninguém. – Informou voltando se a por em sentido.
Ashley. T: Não quer ver ninguém? – Olhou para a enfermeira que parecia ter estado na tropa.
Enfermeira: Sim, e dado ao seu estado achamos razoável, o seu pedido por isso. – Esticou o braço apontando para a frente.
Ashley. T: Claro. – Ela se levantou e segui em frente não quereria lidar com aquela mulher forte. Mas não muito, decido  em segundo que queria conversar com Chris, o noivo de Vanessa para tentar perceber o que realmente se tinha passado; mas não chegou e entrar já que ele tinha outra visita; alguém que Ashley não pensara nunca mais ver depois da Universidade e das tentativas de agarrar, Zac.
Chris. E: Acreditas nisto? – Apesar de ser feio Ashley não consegui não ficar a ouvir a conversa, encostou o ouvido á porta.
Hillary: Não, como ela não abortou? – Falou furiosa, Ashley não chegou a perceber o que se passava, apenas percebeu que não era nada de bom, e que tinha a ver com a Vanessa e com a sua gravidez. Pegou no telemóvel ligando o gravado, tentou gravar tudo, o que diziam dentro do quarto; acreditou que dali sairia algo melhor, que fosse contra eles.
Chris. E: Não sei, aquele miúdo é poderoso…como o amor deles. – Ele baixou a cabeça Hillary estava a passar se literalmente.
Hillary: Não digas idiotices, foi sorte…
Chris. E: Pois eu é que não tive sorte, já pela grande pancada que levei. – Agarrou Hillary pelo braço aproximando a de si.
Hillary: Cuidado, estás me a magoar. – Avisou e ele apertou ainda mais.
Chris. E: Que ideia foi aquela de me baterem?
Hillary: Foi apenas para tornar tudo mais realista. – Retirou com custo o braço das mãos dele.
Chris. E: Não me voltes aprontar uma destas. – Avisou, cheio de raiva pela traição.
Hillary: Ok, agora acalmante. – Pediu assutado, ele tinha uma força impressionante, e assustadora.
Chris. E: E agora, que vamos fazer?
Hillary: Vamos ter mais oportunidades…
Chris. E: Também acho que nem para isso tenhamos que matar Vanessa. – Hillary abriu a boca surpresa que nem Ashley.
Hillary: Isso será desnecessário.
Chris. E: Não fiques cobarde agora; ela é minha e não vou deixar que mais ninguém fique com ela; para alem do mais não quero aquela criança, seja como seja podemos matar os dois. – Afirmou com estrema crueldade, Ashley afastou se da porta fugindo até a um dos seus melhore amigos.
Ashley. T: Ainda bem que te encontro.
Chris. H: Porque? –Ela não lhe respondeu apenas agarrou nele puxando para um canto mostrado lhe a gravação.
Ashley. T: Ouviste o mesmo que eu certo?
Chris. H: Sim.
Ashley. T: E agora?
Chris. H: Uma paciente está em risco o que eles fizeram é crime a tua área.
Ashley. T: Eu sei, quando Christopher vai sair?
Chris. H: Ia lhe dar alta mesmo agora.
Ashley. T: Ok, eu vou telefonar para a polícia ele não pode sair saqui agora.
Chris. H: Tens razão, temos que proteger Vanessa, o que eles querem fazer é cruel.
Ashley. T: Sim eu sei. – Pegou no telemóvel, e em menos de nada a policia estava nos hospital, Hillary foi imediatamente detida e logo depois Chris, Ashley os segui, até ao posto, iria abrir um processo contra eles loucos como eles estavam, ira lá saber se o que podia fazer com Vanessa.
Matt: Eu não acredito que aquele canalha fez isto.
Miley: Eu já sabia que ele não era grande coisa.
Matt: Temos que contar a Vanessa.
Miley: Sim, mas depois ela agora precisa mais descansar.

****
Chris e Hillary foram apanhados, menos uma coisa para Vanessa se preocupar embora ela nesta altura nem soubesse que realmente se tinha que preocupa, com ambos desconhecia por completo o complô contra ela. A rapariga tem a vida complicada, mas o lado bom é que é uma pessoa bastante forte para superar tudo o que vêm para mais agora que tem o ser que mais ama dentro de si.



terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Capítulo 36


Agradeço mesmo imensos os vossos comentários nem sabem o quanto; Obrigada.
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Dra. Amber: Muito bem, grande recuperação, parece me estar tudo dentro da linha. – Sorrio.
Zac: E o bebe? – Quando Vanessa ouviu aquela pergunta, engoliu em seco, lembrou-se que lhe tinha contado.
Dra. Amber: Está tudo, bem, mas que grande recuperação…e eu que não dava nada por si. – Admitiu.
Vanessa: Está mesmo tudo bem? – Falou depois de bom tempo em silêncio, isso devido á presença de Zac.
Dra. Amber: Sim tudo bem, não se preocupe; como se sente o papa? – Perguntou para Zac.
Zac: Bastante feliz. – Pegou na mão de Vanessa mas ela se soltou.
Dra. Amber: Informo-lhe que também estou bem feliz, mas já sabe. Se daqui a pouco estiver assim, poderá ir para casa, e passar o Natal, em família. – Vanessa sorrio de lado, Zac estava a estranhar todo aquele comportamento. – Bem eu vou indo se precisar de alguma coisa é só chamar.
Vanessa: Obrigada. – A médica apenas acenou saindo, deixando os sozinhos.
Zac: E então como estas? – Aproximou se com aquele sorriso de pai maravilhado.
Vanessa: Não ouviste a médica; bem. – Afundou o corpo mais na cama.
Zac: Estava a perguntar como te sentes. – Sentou se, onde tinha passado toda a noite.
Vanessa: Podia estar em melhor se tu não estivesses aqui. – Falou fria, olhando para ele de uma maneira mais fria.
Zac: O que? – Ele levantou se, acreditava não ter escutado bem.
Vanessa: Sai, sai do meu quanto, sai da minha, sai da minha mente, sai do meu coração, sai da minha vida de uma vez por todas. – Chorou, gritando irritada, fechou os olhos e quando os voltou abrir ele estava ali bem na sua frente.
Zac: Mas e o bebe?
Vanessa: Ele passa bem, sem um pai como tu; obrigada. – Limpou a cara, secando as lágrimas.
Zac: Tu não podes fazer isso, é o meu filho tenho os meus direitos. – Falou um pouco mais alto tentado mater a calma com ela.
Vanessa: Ok, então quando ele nascer, vamos tratar disso em tribunal; mas pensa tendo uma mulher advogada, pensa bem na lei; achas que te vão entregar a criança a ti? – Rio, cheia de cinismo, ela estava a ser a pessoa que Zac nunca conheceu.
Zac: O que é que eu te fiz; porque me estás a tratar assim? – Perguntou confuso com aquela reacção, com aquela estranha Vanessa.
Vanessa: Estou apenas a tratar te como tu mereces.
Zac: Porque isto tudo; agora; pelo meu casamento?
Vanessa: Não Zac, porque a vida é como um eco, e tu estás a receber aquilo que me enviastes; acredita eu queria ser tua amiga, mas á coisas que não tenho capacidade de esquecer; e eu não falo do teu casamento, mas sim, de ter me a chegado a tratar como a outra, aquela que só vias quando queria ter relações. – Rio mais uma vez da situação, tentado se mostrar como se não tivesse coração.
Zac: Que dizer eu amo te…
Vanessa: Palavras, apenas meras palavras que saem pela tua boca; e estou farta de cair na tua, esquece me, vai ser feliz. – Apontou para a porta
Zac: Vanessa…
Vanessa: Não estou com disposição para me enervar, apenas sai. – Pediu, e tendo medo da sua situação, médica fez o que ela pediu, saindo.
Miley: Então como está ela? – Perguntou assim que Zac passou por ela, mas ele nem respondeu, foi até á porta e sai, encontrado Ashley.
Ashley. T: Bom dia. – Sorrio.
Zac: Só se for para ti. – Sentou se no chão, no meio da passeio.
Ashley. T: O que se passa? – Baixou se até ele, passando os dedos pelos seus cabelos.
Zac: Nada, apenas a Vanessa vê me como um mostro sem coração, e nem me quer ver, mas acaba por ter razão. – Olhou para o céu, era um céu bonito, um dia um pouco gelado, mas ele nem sentia, parecia que fisicamente não sentia nada, vendo seu estado Ashley pegou na sua cara e o fez olhar, bem nos olhos dela.
Ashley. T: Não digas isso, tu sabes que és uma boa pessoa. – Voltou a puxa-lo para ficar de pé.
Zac: Não, eu não sou, cheguei-a a tratar tão mal.
Ashley. T: Tudo por minha culpa.
Zac: Não digas isso.
Ashley. T: Tu amas a, e chega de acordos que já não fazem mais sentido. – Sorrio doce para ele, ele tinha percebido o que vinha a seguir.
Zac: Ashley.
Ashley. T: Não, Zac chega esta na hora de pedir o divórcio.
Zac: Tens a certeza?
Ashley. T: Absoluta. – Sorrio mais uma vez, provando que estava tudo bem, mesmo.
Zac: Mas e a adopção?
Ashley. T: Fui egoísta ao tentar colocar um filho, no nosso mudo, que apenas existe uma estranha enorme amizade, sabes que quando me beijaste, eu quase me ia vomitado não sabes… - Sorrio juntamente com ele, lembrado o momento para ambos, desconfortável e pouco desagradável. -E alem do mais também fui egoísta ao ponto de te arrastar para uma coisa como estás.
Zac: Não peças desculpas.
Ashley. T: Tenho que pedir.
Zac: Muito bem, estás desculpada. – Abriu os braços e ela lá caio.
Ashley. T: Adoro-te. – Apertou o forte troco dele.
Zac: E eu a ti… - Separam se do abraço entre aquilo que sempre foram, amigos. - Não é estranho termos estado tanto tempo, juntos e nunca…
Ashley. T: Termo nos apaixonados… confesso que tive confusa em relação a nós, mas cheguei a perceber, era mesmo só uma confusão.
Zac: Pois, parece que entre nós, não da.
Ashley. T: É, parece que é e isso.
Zac: Bem, vou para casa vens?
Ashley. T: Não, mas depois vou lá ter.
Zac: Tchau.
Ashley. T: Tchau.
****
Aqui está mais um capítulo espero que tenham gostado. Quanto á imagem de cima a desejar-vos feliz natal se perguntam se porque ali está, é porque como a arvore de Natal só é desmontada em dia de reis eu vou deixar essa imagem até lá também.


sábado, 24 de dezembro de 2011

Capítulo 35


Bom dia 24 a noite de Natal, eu desejo-vos a todos, a quem não lê a quem lê a todos mesmo um feliz Natal. Aproveite a companhia da família que poucas vezes tem costume de estar reunida, aproveitem oportunidade, de passar uma noite feliz, esquecendo todo o tipo de problemas, porque hoje é a excepção, porque hoje o podem.
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Zac seguiu a médica, por aqueles corredores bastante silenciosos, o que era um pouco assustador; ate parecia que por ali, passava todos os dias, o homem que se vestia de negro e vinha de foice. Só de imaginar tal coisa, a força das suas pernas quebraram, mas ele tinha tanta vontade de a ver que não parou de andar até chegar á porta do quarto onde Vanessa se encontrava.
Dra. Amber: Aqui, está ela; vou lhe dar algum tempo a sós. – Passou a mão reconfortando o saio, deixando lhe o espaço para ele entrar; ele assim fez, lentamente; pé ate pé chegou perto dela, e quando a viu ali daquela maneira, os seus olhos explodiram no choro angustiante e compulsivo. Demorou alguns minutos a recompor se, apenas consegui a chorar, mas teve necessidade de lhe dizer algo, pegado na sua pequena mão, começou.
Zac: Olá… - Tossiu para ganhar voz. -Nem sei como eu de começar, ou melhor acho que até sei. Como sabes, tenho sido um verdadeiro idiota, com um “transtorno bipolar” por ti, tanto te trato bem como mal, mas eu juro que nunca foi minha intenção, magoar te; eu apenas não sei como gerir; as coisas á minha volta, eu não sei o que fazer, vou ser sincero; tudo estava bem mais fácil, quando, não estavas perto de mim, porque agora que te tenho, não te quero perder…pois…
Ele continuo falando enquanto dentro da cabeça de Vanessa tudo parecia uma grande confusão, ouvindo a voz dele, veio lhe á mente, um momento de alguns anos atrás do Verão. Zac tinha entrado em casa de Vanessa e apanhado na cama com William…
(****)
Vanessa: Eu não queria que tivesses visto…
Zac: Eu sei que não, mas está tudo bem, afinal tu és uma mulher…-Ele é um homem, sentem atracção, um pelo outro… é normal…
Vanessa: Não faças isso, não finjas que não te importas…Ou não te importas mesmo?
Zac: Que queres dizer?
Vanessa: Tu não me amas pois, não, nunca amaste…
Zac: Como podes dizer isso?
Vanessa: Como posso não perguntar isso? Tu acabaste comigo, acabaste me de ver na cama com outro, e ages assim.
Zac: Tu não percebes pois não…Eu amo te.
Vanessa: Amas?
Zac: Sim, eu…

E a mesma imagem as mesmas palavras acabaram por vir á cabeça dela; porque? Porque a situação de á anos atrás de uma maneira tão diferente e tão igual parecia repetir-se. Ele dizia ama-la, mas tratava a mal, para se afastar quando ele próprio não se afastava. Os olhos dele, tinha o mesmo brilho de á anos atrás; afinal, ele amava a realmente; ou nunca a chegou á amar?
Zac: Eu amo te tanto Vanessa. – Repetiu em voz alta deixando lhe a mão, ela continuava a dormir, parecia não ouvi-lo. Ma ele não sairia dali; o dia nasceu, entrado um pouco de sol, pelas fisgas da janela, e ele encontrava se na mesa, de lágrimas no olhos segurando na mão a sua cabeça, esperando que ela acordasse.


Vanessa: Onde estou? – Perguntou meio zonza tendo dificuldade em abrir os olhos.
Zac: Vanessa…- Sorrio. – Tu acordaste. – Saio do quarto chamando a médica.
Dra. Amber: Vanessa? – Chegou perto dela, verificando se estava tudo bem.
Vanessa: O que se passou; Zac o que fazes aqui, o que eu faço aqui? – Olhou em redor, vendo onde se encontrava.
Dra. Amber: Sei que tens muitas perguntas minha querida mas tem calma, não tentes ficar mais confusa á e Vanessa…- Sorrio. - Feliz Natal. -  De facto o era, ontem á noite a médica apenas tinha deixando entrar Zac porque não acreditava ter esperança, nela, a creditaria que naquela noite ela morreria, mas Zac teve a esperança que ela não teve, e parece que tinha resultado, o que apenas lhe provou, que temos que acreditar até ao ultimo segundo, até ao ultimo suspiro, porque a cada minuto que passa tudo pode melhorar, muitas vezes, basta querermos.
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Feliz Natal, Feliz Natal, Feliz Natal, Feliz Natal, Feliz Natal, Feliz Nata, Feliz Natal