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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Capítulo 32


Bem eu tenho agradecer por estarem a comentar tanto, para mim é muito e por isso agradeço pessoal. Mas antes de mais um post aqui fica a Divulgação de Barbara; O Fim nunca é o fim... http://barbara-ofimnuncaofim.blogspot.com/ , conta a história de Zanessa e o seu termino, pelo que li, posso dizer que está a ser bem interessante.
****
O jantar tinha decorrido numa perfeição, nunca antes vista ou sentida entre eles os dois. Chris estava amigável, estranhamente, muito feliz, amoroso carinhoso; nem parecia ele. Vanessa pensou que talvez pudesse ser apenas o vinho a fazer das suas, o que ela não sabia, é que o Chris está tão feliz, porque ele sim pensava em fazer das suas. Depois de uma bela refeição, saíram do restaurante de mão dadas, que viriam pensaria que era um casal bastante apaixonado. E Vanessa não sabia se era bem assim, ela gostava dele, mas apenas gostava.
Vanessa: Para onde me levas? – Perguntou vendo sendo se empurrada pelas ruas.
Chris. E: Vamos apenas dar um pequeno passeio amor, afinal as ruas a está hora está tão linda. – Olhou em volta e sorrio, voltando a puxa-la. Vanessa ainda se queixou de estar casada e com vontade de dormir, mas ele existiu tanto que ela acabou por ir onde ele queria, ver as ruas e o céu, pelo menos era o que ele lhe dizia.
Vanessa: Isto á noite fica mesmo lindo. – Sorrio olhando o céu.
Chris. E: É verdadeiramente perfeito. – Levou a mão dela ao sei peito. – Principalmente contigo aqui ao meu lado.
Vanessa: Está terra está de a fazer bem; estás tão romântico. – “Pelo menos nesta noite” pensou.
Chris. E: Gostas? – Perguntou olhando para todos os lados, indo para um beco mais escuro.
Vanessa: Adoro, afinal, acho que realmente ninguém gosta de pessoas frias sem coração. – Ele parou bem em sua frente.
Chris. E: Isso foi uma indirecta?
Vanessa: Depende meu querido, se a carapuça te servir. – Falou irónica, tentado passar, mas ele não deixou, pegando a pelo braço.
Chris. E: Confesso que por vezes sou demasiado brusco. – Deixou o braço dela, ficando marcado, pelos dedos dele.
Vanessa: Ainda bem que vez isso. – Esfregou o braço tapado pelo casaco e pelo vestido mesmo assim lhe doeu.
Chris. E: Não sou esse grande mauzão que tu vês. – Pegou no queixou dela e a fez olhar. – Eu amo te. – A beijou, deixando um gosto um pouco amargo na boca dela, agora era ela sim que lhe apetecia bater, as deixou se estar. Não muito longe dali, praticamente ao virar da esquina passavam, Ashley e Zac de mãos dadas, com alguns amigos.
Ashley. T: O que se passa? – Perguntou sussurrando lhe ao ouvido, depois de o ver assoprar.
Zac: Apenas mais uma pequena dor de cabeça, já passa. – Sorrio passado o braço em volta do pescoço dela.
Ashley. T: Tens tido muitas dores dessas, devias ter mais calam, no trabalho, isso faz te mal. – Ele retirou o braço.
Zac: Eu estou bem. – Disse sentido as pernas dormentes se sentou num banco perto que ali estava.
Rafael: Zac, está tudo bem? – Perguntou no belo Francês.
Jonas: Tens te sentido demasiado cansado. – Falou outros dos amigos que os acompanhavam
Ashley. T: É o que eu me farto de dizer. – Zac olhou a de lado. – Siga em frente pessoal, eu fico com ele. – Vendo se “livre” deles, Ashley deixou o francês de lado.
Zac: Acho melhor irmos para casa, tenho que dormir. – Esfregou a cara.
Ashley. T: Tudo bem, vou lhe telefonar, para dizer que sigam o resto do caminho, que nós ficamos por aqui.
Do lado dores de cabeça, e no outro o mesmo, Chris, puxava Vanessa lentamente até um beco escuro, o que já assustava.
Vanessa: Vamos voltar para trás não gosto disto aqui. – Tentou quase fugir, mas Chris não deixou.
Chris. E: Está tudo bem, eu estou aqui. – Disse deixando Vanessa pior, ele nunca tinha sido a sua protecção.
XXX: Olha, olha o que temos aqui. – Disse o homem, por sinal bem forte de cara tapada, com uma arma na sua mão, mas especificamente um revolver.
Vanessa: Chris. – Sussurrou já assustada.
Chris. E: Está tudo bem. – Abraçou.
YYY: Não, não está cavaleiro andante. – Disse outro homem saindo do meio do escuro batendo na cabeça de Chris fez com que ele caísse no meio do chão, Vanessa tentou socorrer rapidamente, pelo sangue que lhe escorria, mas um daqueles assustadores homens afastaram dele.
Vanessa: Olha eu dou vos tudo o que quiserem, mas deixem nos em paz. – Implorou enquanto um deles a puxou pelo cabelos, fazendo a gritar de dor, as lágrimas rápido lhe vieram aos olhos, por vários motivo, o principal pelo seu filho.
YYY: Nós não queremos dinheiro. – Rio soltado a, colocando á beira das escadas.
Vanessa: Então o que querem? – Chorou com o desespero, não tinha para onde fugir.
XXX: Fazer um pequeno jogo…-  Apontou a arma para ela. – Vamos jogar á roleta Russa
YYY: É um jogo simples. – Rio.
XXX: A arma tem duas balas, tendo seis entradas, ou seja, quando eu carregar aqui no gatinho, se por acaso canhar…
YYY: Bum, perdes.
Vanessa: Não, não façam, isso…
XXX: Boa sorte para o jogo. – Rio fazendo pontaria com a arma, bem num dos ombros de Vanessa.
No outro lado, Zac sentia se cada vez pior a sua cabeça latia com tanta força, que ele nunca tinha sentido.
Ashley. T: Dói te assim tanto? – Ele nem respondeu esfregava apenas o local onde tinha a dor, e toda a zona que era apanhada por tal; quando de repente se ouviu um estrondo, Zac levantou a cabeça, para perceber o que se passou, olhando para Ashley, perguntando-se ela também tinha ouvido.

Zac: Isto foi, um tiro?
Ashley. T: Sim, parece que sim, do outro lado da rua. – Zac logo de seguida se levantou seguindo em frente.
Ashley. T: Onde vais? – Ele parou por momentos quase sussurrando.
Zac: Ver o que se passou, pode estar alguém ferido.
Ashley. T: É perigoso.
Zac: Exacto por isso ficas aqui. – Ele segui caminho mas ela não queria ficar para trás.
Ashley. T: Nem penses.
Chegaram rápido ao local, um pouco escuro, mas dava se para perceber a situação.
Ashley. T: É Chris, e tem um golpe na cabeça. – Baixou o corpo até ele, para verificar a pulsação.
Zac: Vamos chamar uma ambulância. – Ashley rápido pegou no telemóvel, mas ficou parada ao olhar pás as escadas.
Ashley. T: Zac á sangue, nas escadas? - Apontou levando os olhos de Zac até lá.
Zac: Achas que ela estava com ele?
Ashley. T: Não, sei vou chamar ajuda, vê o que se passa. – Disse nervosa, ele correu pelas escadas seguindo o sangue.
Zac: Não, não. – Parou por momento para olhar bem ao que estava em sua frente, ele não conseguia acreditar.

Vanessa: Ajuda. – Sussurrou Zac logo se ajoelhou ao lado dela pegando lhe na mau.
Zac: Já está uma ambulância a caminho, não te preocupes. – Disse gago.
Vanessa: Zac, é tu?
Zac: Sim, sou eu, estou aqui. – Desviou o cabelo dela de seus olhos, e levou a mão dela a seu peito.
Vanessa: Eu te peço não o deixes morrer. – Zac engoliu seco.
Zac: O Chris está bem…
Vanessa: Eu falo do nosso filho.
Zac: O que?
Vanessa: Não o deixes morrer por favor.
Zac: Vanessa; Vanessa.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Capítulo 31


Quero agradecer e muito a quem comentou; Muito obrigada.
****
Depois de uma conversa meio que longa e esclarecedora com Hillary, Chris voltou para casa, a pé, para poder ter tempo, para pensar, afinal o que ele pensava fazer, não era algo, simples. Ele estava ainda numa entrave de faze-lo ou não fazer, mas quando entrou em casa e viu, Vanessa dormiu agarrada á pequena barriga, tomou a decisão que o ia fazer, sem já mais a mínima divida.
Chris. E: Hei amor. – Passou as mão pelo cabelo dela, fazendo acordar.
Vanessa: Chegaste. – Sorrio sentido dificuldade de abrir os olhos, o sono era imenso.
Chris. E: Desculpa a demora; mas tu adormeceste e aqui no sofá? – Ela endireitando-se sentado se, e espreguiçando se.
Vanessa: Estava tão cansada…que não resisti em fazer uma pequena sesta. – Ele sentou se ao lado dela abraçando a.
Chris. E: Mas agora que já descansas-te um pouco estás pronta para dar uma pequena saída? – Ela retirou a cabeça do peito dele, e o olhou.
Vanessa: Uma saída, mas a onde? – Ele pegou lhe nas mãos, para ser mais romântico o pedido, aquela noite seria quase perfeita; para ele.
Chris. E: Um passeio por Paris, uma linda vista e um belo jantar a sós. – Beijou lhe a testa, docemente.
Vanessa: Não sei…- Levantou se afastando se dele. – Dói me um poucos as costas.
Chris. E: Isso é natural, dado ao sitio onde adormeceste, mas por favor, já á tanto tempo que não temos tempo para apenas nós dois, temos discutido, e andado numa confusão, não digas que não afinal merecemos. – Colocou se de joelhos fazendo biquinho.
Vanessa: Sei que tenho andado mais resmungona e saindo pouco mas tudo isso porque ando cansada. – Fez uma careta.
Chris. E: Estou a ver estás sem tempo para mim e a tua resposta é…
Vanessa: Sim. – Ele levantou se e ela caio nos braços dele, beijando o.
Chris. E: Obrigado por me fazeres a vontade. – Voltou a beija-la empurrando até ao quarto onde se trocaram.
Enquanto Chris rápido se vestiu Vanessa levou horas, primeiro pela pequena barriga não sabia o que usar, mas a sua melhor opeção foi um vestido que não apertava a barriga, nem a fazia notar. Cansado de esperar Chris encostou se a uma parte do quarto perdendo se nós pensamentos, lembrando pela milésima vez o que iria fazer.

Vanessa: Chris, estás me a ouvir? – Perguntou quase que a gritar á meia hora que o chamava.
Chris. E: Desculpa…- desencostou saindo do transe. – Estava totalmente distraído.
Vanessa: Acredita que deu para reparar; mas está tudo bem?
Chris. E: Sim, estava somente distraído, enquanto a donzela não terminava de se arrumar.
Vanessa: Não sejas chato. – Pegou numa almofada da cama atirando lha.
Chris. E: A tua sorte é que vamos sair senão…- Aproximou se mas ela se afastou, conseguia estar perto dele, mas nem tanto.
Vanessa: Estás lindo, esse fato fica te a matar. – Sorrio tentado disfarçar o afastamento.
Chris. E: Estou lindo não estou. – Deu uma volta olhando se ao espelho sorrio. – Diz me porque me chamavas?
Vanessa: És mesmo homem tu…- Olhou de lado. – Eu já te elogiei, agora é a tua vez. – Ele a olho de cima a baixo, serio.

Chris. E: Esse teu decote, e essa racha que levas quase até á tua concha não são exagerados? – Vanessa respirou fundo, ela queria, ela tentava por tudo mas aquele ciúme doentio, que ela nunca lhe tinha visto em tão grande demissão começa a chateá-la a serio.
Vanessa: Chris, é para ser uma boa noite lembraste, não sejas assim. – Pediu, aproximando se mas não muito.
Chris. E: Pois, olha leva mas é um casaco está frio, e pelo  menos tapa te os peitos quase á mostra. – Saio do quarto deixando a para trás, para não arrumar mais confusão ela foi até ao armário retirando um casaco pelo menos assim ele não a chatearia tanto. – Já estás pronta? – Sorrio vendo que ela tinha feito o que ele quis.
Vanessa: Sim, vamos? – Ele lhe deu o braço e ela apenas pegou, não sabendo para onde realmente ia.
Chris. E: Vamos. 
Saíram de casa pegaram o táxi que já os esperava, no caminho não ouve qualquer tipo de conversa Vanessa preferiu ver a paisagem.
Chris. E: Chegamos. – Preferiu chamando á atenção. – Anda. – Pegou na mão dela saindo do táxi.
Vanessa: Uau, este restaurante é magnifico, e bastante caro. – Apreciou queixando se de certa maneira.
Chris. E: Não te preocupes com nada, está noite é nossa, e para aproveitar; sou eu que pago. – Beijou lhe a mão.
Vanessa: Ok, vamos entrar então. – Entraram e logo se sentaram tendo já marcação, Chris foi sempre um verdadeiro cavalheiro, de facto ele em frente de outras pessoas era logo completamente diferente, tanto que ela por vezes já nem sabia quem ele realmente era. – Obrigada. – Agradeceu depois de ele lhe puxar a cadeira para ela se assentar.
Chris. E: Espero que desfrutes da bebida, comida e principalmente da minha companhia.
Vanessa: É exactamente isso que eu vou fazer.


terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Capítulo 30


Bem as férias de Natal começaram, e eu decidi, que durante está semana postarei aqui todos os dias, no dia vinte cinco haverá até uma capítulo especial, por que a época natalícia também vai passar pela história. E vocês a não ser que sejam espanhóis e o seu Natal sejam em Janeiro deduzo que estejam de férias e com mais algum tempo, por isso também sejam bondosos nesta época natalícia, e comentem.
****
Passou um mês chegando o mês de Dezembro fez doze semanas de gravidez, a barriga mal se notava, mas Vanessa fazia questão de todos os dias passar a sua mão pelo seu ventre vezes e vezes sem conta. Os seus pais ainda não sabiam, na verdade poucas pessoas sabiam, ela não estava a esconder nada, mas apenas não queria contar. Ashley e Miley é que estavam mais dentro do assunto e elas sim faziam uma festa com aquela gravidez.
Miley: Três meses, já passaram, como te sentes? – Sorrio, passar a mão pela barriga de Vanessa era a maior tentação.
Vanessa: Bastante, feliz, só de pensar que em princípio em Junho ele já aqui estará a fazermos companhia, deliro. – Sorrio, por imaginar os pequenos pés a percorrer a casa, o riso um choro a primeira palavra, Vanessa vibrava de emoção.
Ashley. G: Acredito, na semana passada, quando fizeste anos, e os teus pais te telefonaram contaste-lhe?
Vanessa: Não, á muita coisa detrás desta gravidez, não me posso esquecer que é o pai dele. – Fez o ar pensativo, o filho era presente na vida dela, e o pai pelo menos o nome dele também, afinal era difícil de esquecer, realmente ela não iria mesmo esquecer, Zac, não só pela gravidez mas por tudo.
Miley: Por falar no pai da criança, Zac deu te os parabéns pelo vinte e quatro anos. – Sorrio acusando Vanessa de algo e ela percebeu.
Vanessa: Eu sei, e senti me muito mal, pelos vinte cinco dele terem passado eu me ter lembrado e não lhe ter dito nada. – Falou de facto arrependida.
Miley: É normal…
Vanessa: Não, eu tenho que parar de o culpar, por estar casado com Ashley, e deixar me de birras. – Falou convicta de si, agora era só convencer o coração disso, e essa era a parte mais complicada, porque parecia que ele fechava se em copas e não a escutava.
Miley: Tu ama-lo é normal sentires te assim, traída, com ciúme…
Vanessa: Podias mo mudar de assunto? – Pediu rápido com vontade de tapar os ouvidos se aquela conversa continuasse.
Ashley. G: Claro, o que mostrou a ultima ultra-som que fizeste?
Vanessa: Já deu para ver o seu formato… - Seus olhos brilharam. - É lindo.
Miley: Já sabes o sexo?
Vanessa: Não, mas também prefiro descobrir só no dia, até lá será um mistério.
Ashley. G: Mas diz me como tem reagido o meu primo a tudo isto?
Vanessa: Melhor do que alguma vez eu pudesse imaginar. – Mentiu um pouco; mas porque encobria Chris?
Miley: Ele nunca mais te levantou a mão?
Vanessa: Por vezes dá me empurrões, e grita, mas está tudo bem. – Sorrio da maneira mais amarela, possível.
Ashley. G: Gritar e dar empurrões numa mulher grávida não é estar tudo bem, o que ele faz contigo é violência doméstica.
Vanessa: Não exageres. – Rio de algo que não tinha qualquer tipo de piada, ela sabia apenas tentava acalmar as amigas.
Miley: Ela tem razão, o ciúme consome-o, e ele tem atitudes menos próprias.
Vanessa: A serio o Natal está tão próximo vamos deixar as coisas más para outros tempos. – Olhou para a árvore de Natal tentando entrar, no espírito natalício, lembrou se por momentos atrás, quando recebeu um carro, e ai estava tudo a levava a Zac, até a árvore  de Natal Zac, Zac, Zac, Zac, o exagero na sua cabeça.

Miley: Nós só estamos preocupadas, amanhã vamos para Nova Iorque para passar o Natal, com a família, o meu Liam fica aqui.
Ashley. G: E tu vais para casa dos meus tios ou dos teus pais?
Vanessa: Nem para uma nem outra, depois da última conversa com os meus pais vou ficar por aqui mesmo, com Chris e Matt.
Miley: Matt, o teu ex professor, e ex curte? – Sorrio, lembrou se que ele ainda tinha uma pequena panca por Vanessa.
Vanessa: Meu amigo, e colega de trabalho, ele não tem família, e passa sempre sozinho.
Ashley, G: Fazes bem em dar-lhe a tu companhia, já que não lhe podes dar o amor que ele tanto quer.
Vanessa: Também não sejas má. – Pediu atirando lhe uma almofada, elas fez o que pediu já que a porta da rua se abriu trazendo Chris.
Chris. E: Olá meninas. – Sorrio entrado cheio de sacos com prendas.
Ashley. G: Tantas prendas; já compraste tudo?
Chris. E: Sim antes de abalares avisa quero que entregues umas coisas aos meus pais.
Ashley. G: Tudo bem. – Olhou de volta para Vanessa não tinha esquecido a conversa sobre o prof, ou melhor Matt.
Chris. E: Eu agora tenho que sair. – Vanessa virou se para ele um pouco chateada.
Vanessa: Mesmo agora vieste da rua. – Resmungou.
Chris. E: Eu sei amor, mas tenho coisas para tratar, não vou demorar. – Aproximou se dela, dando um pequeno beijo.
Vanessa: Vai lá então. – Disse um pouco frustrada.
Chris. E: Tchau. - Saio.
Ashley. G: Tchau.
Vanessa: Vêem, está calmo.
Miley: Sim, claro retirando os empurrões e gritos.
Vanessa: Ai… - Reclamou suspirando.
Ashley. G: Não te chateies, vai mas é mostrar a ecografia para pode ver o pequeno, e vamos, ainda conversa um pouco sobre um tal de Matt.
Enquanto Vanessa ficou em casa feliz da vida gabando o bebe, Chris ia ter a um pequeno café, onde Hillary já o esperava inquieta.
Hillary: Demoraste.
Chris. E: Vim o mais rápido que pude. – Sentou se perto dela, para poder falar baixo.
Hillary: Odeio que me façam esperar.
Chris. E: Pois azar; e deixa te de coisas, não demorei assim tanto, mas podemos ir ao que realmente me trouxe aqui?
Hillary: Claro, o plano está todo planeado, ao pormenor.
Chris. E: Ainda bem, o meu nome não vai ser dito nem o teu pois não?
Hillary: Não sou burra eu sei me mexer, sabe o que tens a fazer?
Chris. E: Sim, claro; está noite trago Vanessa num jantar romântico…
Hillary: E de repente aparece ladrões, se ela não abortar com o susto seguimos para o plano B.
Chris. E: O dos ladrões vão a derrubar “sem querer” pelas escadas as baixo. – Disse sem certezas do que estava a fazer.
Hillary: Precisamente, e assim  bay bay criatura irritante.
Chris. E : E se ela se magoar?
Hillary: Não te preocupes, tudo correram como devido, por isso não te esqueças do sítio combinado, ninguém lá passa, e tem umas escadas.
Chris. E: Ok.
Hillary: Ok, mesmo, não te vai arrepender?
Chris. E: Não vou até ao fim.
Hillary: Assim o espero.

****
Um plano um pouco maquiavélico demais não?
Agradeço a todas os vossos comentários, seja por escrito ou nos pequenos quadrados, já consegui perceber que nutrem uma raiva por Chris; não imagino agora.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Capítulo 29


Que acham da montagem que fiz para vós desejar um Feliz Natal? Espero que tenha gostado; antes de postar queria divulgar uma historia que começou á muito pouco tempo, a escritora é a Taty e a historia promete hora dêem lá uma passada e leiam…http://lovees2.blogspot.com/
****
Aulas terminadas Vanessa voltou para casa para poder descansar, o cansaço era descomunal, mas teria de se habituar com a gravidez, seria tudo um pouco mais intenso. E daqui algum tempo teria que parar de dar aulas, não podia colocar a saúde da criança em risco.
Chris. E: Olá. – Sorrio entrado na sala com um bolo de chocolate. – Fiz isto para ti, como um pedido de desculpas. – Vanessa teve vontade de rir, um bolo jamais apagaria algum tipo de estalo e só de o voltar a lembrar perdeu todo o apetite.
Vanessa: Não devo comer doce, se ainda fosse de cenoura, mas com o bebe tenho que ter alguns cuidados. – Passou carinhosamente a mão pela barriga sorrindo enquanto caia no sofá, Chris calou se e voltou para a cozinha.
Chris. E: Isto agora vai ser sempre assim? – Perguntou retirando o avental para se sentar ao lado dela.
Vanessa: Assim como? – Ignorou ligando a Tv.
Chris. E: Assim, dês ta maneira fazendo com que eu não exista. – Pegou no comando desligando a TV fazendo a olhar.
Vanessa: Foi o que me pediste com o estalo…
Chris. E: Estas; grávida de outro. – Falou furioso.
Vanessa: No momento em que me bateste ainda não sabias; e para além do mais eu nunca te escondi nada; certo?
Chris. E: Certo. – Baixou a cabeça.
Vanessa: Dando o impasse que as coisas estão, acho melhor o noivado ficar por aqui.
Chris. E: É isso que queres? – Olhou com certa raiva.
Vanessa: É; é isso mesmo que eu quero. – Admitiu, assustando se quando ele se levantou furioso.
Chris. E: A culpa é dele não é? – Gritou.
Vanessa: Sabes tens que parar de meter as culpas no Zac, pois tudo o que se está a passar é culpa tua, e minha, não o mentas no meio desta historia, e para de usar para me atirares coisas á cara, pois eu já estou cansada. – Disse levantando se saindo até ao quarto, Chris ficou chateado por ela lhe virar as costas; pegou no telemóvel, e discou o número que estava na marcação rápida.
**** Ligação ****
Hillary: Estou querido. – Sorrio cínica.
Chris. E: Deixa te de coisas, quando é que vamos fazer aquilo? – Sussurrou.
Hillary: Qual é a pressa? – Perguntou enquanto os seus olhos vidravam nas montras.
Chris. E: Muita, pois ela já está a falar em terminar o noivado.
Hillary: De quantas semanas está ela grávida­?
Chris. E: Não sei, ainda não tivemos oportunidade de falar sobre isso.
Hillary: Então descobre, e depois resolvemos tudo.
Chris. E: Ok, é melhor desligar. – Disse ouvindo os passo de Vanessa se aproximar.
Hillary: Claro; tchau.
Chris. E: Tchau.
**** Fim de Ligação ****
Vanessa: Com que estavas a falar? – Levantou uma sobrancelha pelo susto que ele levou.
Chris. E: Era engano. – Atirou o telemóvel para o sofá, desviados as atenções, pegou nas mãos dela.
Vanessa: Porque falaste tanto tempo então?
Chris. E: Porque devia ser uma velha surda que não me conseguia ouvir bem.
Vanessa: Como aquela á dois anos? – Rio ao lembrar o episódio.
Chris. E: Lembraste?
Vanessa: Como me esquecer a senhora armou tanto estrio ao telemóvel.
Chris. E: Pois foi; vamos lanchar, não podes ficar sem comer.
Vanessa: Sim eu sei; vamos. – Foram até á cozinha e por ali ficaram em silêncio, enquanto ele tentava iniciar uma conversa.
Chris: Vanessa de quanto tempo estás grávida? – Ela estranhou a pergunta vinda do nada, mas respondeu naturalmente.
Vanessa: Estou grávida de cinco semanas e um dia; porque?
Chris. E: Nada apenas me bateu a curiosidade, afinal esse bebe, será meu filho. - Saio da sua cadeira passado, as mãos pela barriga dela, fingiu sorrir. - E eu vou ama-lo muito. – Beijou os lábios dela. - E tu serás a grávida mais linda, de todas, minha querida. – A sua mão rodou o rosto dela, e Vanessa ficou encantada com demonstração de carinho.
Vanessa: Vais, ama-lo como se fosse teu? -
Chris. E: Claro afinal porque não? – Seu sorriso era tão falso, que ele quase rasgavas o lábios de força-lo.
Vanessa: Não sei, podias não aceita-lo…
Chris. E: Tudo o que vem, de ti eu aceito com bom agrado. – Mentiu descaradamente, o seu jogo era perfeito; fingia estar do lado dela, fingia querer ter aquela criança, quando na verdade armava um plano para o aborto.
Vanessa: Estás mesmo a falar a serio, não me vais abandonar?
Chris. E: Vanessa meu amor, eu amo te, chamais faria alguma coisa que te magoasse a ti, ou á criança.
****
Que acham desta imensa falsidade? A Vanessa por enquanto está a cair bem, não percebe de nada, mas por enquanto tempo ficara cega?
Respostas ao comentário J
Margarida: É eles são uns verdadeiro monstros, acho que é o termo indicado; Obrigada por comentares.
.Taty’: Prepara-te não vai ser coisa, boa o que lhes passa pela cabeça; Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Não é parvos é malucos mesmo, acreditas que existem pessoas assim? Pois é verdade; Obrigada por comentares.
.Paula: Essa é a verdadeira intenção, deixar-vos baralhados, não gosto quando sabem o final; Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Será que Zac vai entrar mesmo nesse triângulo? Não sei não; Obrigada por comentares.
Como é claro e como sempre também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados afinal, são também importantes.


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Capítulo 28


Não tenho tempo para ser um a um mas li um a um; por isso agradeço todos os fossos comentários sejam por escrito ou nos pequenos quadrados; Obrigada E antes até mesmo do capítulo aqui uma pequena divulgação do Blog da Stephanie Joly Friends Forever  http://friends-forever312.blogspot.com/ Dêem lá uma passadinha e comentem.



Chris. E: Voltaste. – Saltou do sofá olhando a com certo medo, pelo que tinha feito, afinal bateu lhe, algo que para ela difícil de perdoar.
Vanessa: É, parece que sim. – Ironizou entrando em passos pequenos de braços cruzados.
Chris. E: Não vamos falar? – A pergunta dele a fez para por ali, no meio da sala de olhos encarnados e com certa raiva e tristeza.
Vanessa: Temos, muito, muito mesmo para falar; mas não agora, não a esta hora, outro dia. – Pediu fechando os olhos, respirando fundo.
Chris. E: Estás bem? – Avançou até ela ficando dois passos de distância viu os olhos dela voltarem abrir, correndo uma lágrima deles.
Vanessa: Depois do estalo que me deste; fica bastante difícil estar bem, alias em dias como estes; é complicado. – Sorrio, triste.
Chris. E: Desculpa…- Pediu tentado se aproximar mas ela fugiu do toque dele. – É melhor irmos dormir, e descansar.
Vanessa: Tens toda a razão o melhor mesmo é dormir, espero que te sintas confortável, no sofá. – Saio até ao quarto voltado com mantas e almofada.
Chris. E: Vou dormir aqui? – Voltou com o olhar de raiva de á pouco que ela estremeceu.
Vanessa: Não te consigo ter perto de mim. – Saio a correr até ao quarto, ele só ouviu a porta bater, com alguma força.
Passou as mãos na cara e pensou no que tinha feito, parecia não estar assim tão arrependido, já eu á poucos segundo teve novamente vontade de lhe bater, mas não podia, não podia mostrar o grande mostro que tinha dentro dele próprio. Cansado de estar trancado entre aquelas quatro parede e precisando de conversar com alguém, telefonou a Hillary, onde marcou um encontro no pequeno bar. Ela não lhe negou um pedido, e não demoraram e encontra-se, onde ele disse lhe tudo.
Hillary: Grávida; do Zac? – Mostrou se chocada ao ouvir o que ouviu, a sua boca ficou bem aberta e o sue cérebro sem reacção.
Chris. E: É isso exactamente o que ouviste, ela tem um pequeno ser dentro dela e o pai é aquele…- Rangeu os dentes batendo na mesa.
Hillary: Mas como? – Estava tão “parva” que pensava estar a ouvir mal.
Chris. E: Como assim como; queres que te explique como um homem e uma mulher fazem um filho; sabes que não vêm da cegonha, certo?
Hillary: Não, é nada disso apenas estou…- Movimentou as mãos tentado se expressar, sem conseguir.
Chris. E: Chocada? – Tentou ajudar com as palavras mas nem ela sabia o que sentia.
Hillary: E com certa raiva também; assim será muito, mas mesmo muito mais complicado fazê-lo manter a distancia, imagina o menino querido como Zac é vai querer assumir as responsabilidades e isso vai levar aproxima-los. – Levou o copo á boca e bebeu de uma vez toda aquela vodka.
Chris. E: Isso não é bem assim, não vejo a Vanessa a contar algo assim, a Zac pelo menos tão cedo.
Hillary: Quer dizer que ele ainda não sabe de nada? – Sorrio já pensado no plano.
Chris. E: Tenho praticamente certeza que não, afinal ela soube hoje, e ainda estava em choc.
Hillary: Isso é bom, isso é genial. – Deu saltinhos na cadeira, sorrido com vitória.
Chris. E: Não estou a perceber? – Disse irritado com o acto histérico dela, ele odiava isso.
Hillary: Então é simples, ela ira fazer um aborto e pronto assunto resolvido. – Estalou os dedos pedido mais uma bebida.
Chris. E: A Vanessa jamais ira fazer um aborto, ela ama crianças, e não á razões para ela o fazer. – Calou se pelo empregado.
Hillary: Mas que é que disse que ela tem direito de escolha? – Sorrio mais uma vez enchendo a boca com a bebida.
Chris. E: Estás a tentar me dizer que vamos provocar…- Ela abanou a cabeça que sim, piscando-lhe o olhou, rio que nem uma bruxa, e era o que ela acabava mesmo por ser, da maneira como desejava mal a outros. – Tens a noção que é um mostro não tens?
Hillary: Sim eu sei…- Afirmou com certo orgulho. – Mas também não me digas que queres que ela tenha um filho do outro.
Chris. E: Se isso os aproximar não afinal, ela é minha, e apenas minha. –A obsessão notava se em cada palavra.
Hillary: Exactamente mas essa criança podia…
Chris. E: Torna-la novamente dele; mas tens a certeza, talvez não, talvez…
Hillary: Não sejas tolo, o vosso noivado está por um fio tu bates-lhe isso leva-te mesmo a onde?
Chris. E: É tens toda a razão. – Ela levantou o copo ate ao dele, com aquele sorriso que não desaparecia por nada.
Hillary: Vamos brindar por isso então, á minha razão. – Ele pegou na garrafa batendo no copo, o brinde ficou feito.
Mais uma manhã em Paris se fez, Vanessa acordou com o sol a bater-lhe na face. Olhou para o despertador, viu que já faltava mesmo pouco para ir dar aulas. Por isso se levantou e vestiu trocando de roupas, rápido. Quando passou pela sala ajeitou as mantas em cima de Chris para não ter frio; ele podia ter sido mau, mas ela não guarda rancor, pelo menos tentava. Mas isso agora não importava, ao chegar á escola apenas os alunos importavam tinha que deixar o problemas em casa, e até era melhor pelo menos descansava.
Matt: Bom dia. – Sorrio aproximando se da porta do elevador. – Indo pela maquina que sobe e desce?
Vanessa: Bom dia…- Sorrio com simpatia porque não tinha ficado com ele, ele sim era um verdadeiro, homem, nunca a tratou mal, tinha as suas discussões mas nada de mais, podia ter sido ele o homem para sempre na sua vida. – Sei que tenho um certo medo mas não me apetece descer escadas agora. - Respondeu saindo da pausa do curto pensamento.
Matt: Percebo a “preguite” aguda…- Olhou de volta para os botões ainda demorava a chegar á vez deles. – Como vão as coisas?
Vanessa: Podia, estar bem melhor. – Baixou a cabeça, ele a conhecia e sabia quando ela precisava de algo.
Matt: Bem me parecia que os teus olhos estavam tristes, mas diz me o que se passa?
Vanessa: Vou te contar, mas é segredo, quer dizer uma certa parte, porque a outra conhecera a notar se, já que nós vemos todos os dias.
Matt: Diz logo. – Disse um pouco impaciente.
Vanessa: Eu…- Tossiu, procurando a voz. – Eu estou grávida. – Falou com um pequeno sorriso.
Matt: Poderia dar te os parabéns, mas algo diz me para não o fazer.
Vanessa: O pai, é o Zac.
Miley/Ashley. G: O que? – Gritaram quase ali entre as portas Vanessa assustara-se, apenas não caio por Matt.
Miley: Grávida? – Sussurrou.
Ashley. G: Do Zac?
Vanessa: Bem que susto. – Repreendeu tirando a mão do peito, onde as batidas eram elevadas.
Miley: Desculpa. – Mostrou se querida, de facto Liam estava lhe, a fazer bem.
Ashley. G: Não era essa a nossa intenção. – Não cedeu a tentação levou a mão á barriga de Vanessa.
Vanessa: Mas porque essa estria toda, afinal já sabia. – Levantou a sobrancelha mostrado curiosidade.
Ashley. G: É que entramos para um curso de teatro e temos uma cena onde temos que fazer de surpreendidas.
Miley: Correu bem? – Sorriam que nem locas.
Vanessa: Vocês, são locas. – Rio.
Miley: É já sabíamos. – Pegou no braço de Ashley.
Vanessa: Nunca devia ter desejado que tivessem ficado amigas.
Matt: O elevador. – Pegou na mão de Vanessa e a puxou, as meninas entraram logo de seguida.
Miley: Mas conta como está a correr, tudo? – Colocou se do lado dela desviando Matt que ouvia tudo.
Ashley. G: Sim, porque aquele choro de ontem?
Vanessa: O Chris bateu me. – Nem ela acreditava que o tinha dito, mas agora já o tinha feito.
Ashley. G: Ele fez o quê? – Gritou, fazendo Vanessa tapar os ouvidos.
Miley: Nem acredito eu vou…
Vanessa: Tu nada. – Colocou se de frente para elas, sentido se enjoada pela aquela maquina estar a descer.
Matt: Ela já sabia da gravidez quando o fez?
Vanessa: Não. – Admitiu olhando apenas para ele, que apesar de momento calado sempre ali esteve, a ouvi-la.
Matt: Ok, mesmo assim ela não tinha esse tipo de direito. – Falou furioso, como Vanessa nunca o tinha visto.
Vanessa: Matt, calma. – Pediu. – Já tenho problemas suficientes.
Matt: Calma nada, se ele te voltar a tocar, sou eu que vou ajustar contas com ele. – Aproximou se dela, tão perto que ela quase caio, quando porta abriu, mas ele não deixou que o corpo dela caísse no chão; era fantástico em momentos comuns ela não sentia a presença dele, mas quando ela precisava ali esta ele.
Ashley. G: Bem nós vamos indo. – Puxou Miley vendo que estavam a mais.
Miley: É mas logo falamos, temos muito que falar. – Saio falando mais alto pela distância.
Matt: Amigas mesmo doidas as tuas. – Sorrio pegando lhe na mão. – Queres boleia?
Vanessa: Não incomodo?
Matt: Se fosse incomodo não perguntava.
Vanessa. Podias estar apenas a ser gentil.
Matt: Sabes que eu não faço as coisas por gentileza mas sim porque eu quero. – Deu lhe o braço e ela pegou, deixando apenas perto do carro.
O caminho foi todo em silêncio, era assim que ele falava, calado. Curioso, mas ele sempre dizia “Que não percebe gestos, não percebe palavras” e acabava por ter razão, ela percebia as mensagens que o silencio dele enviava.
Vanessa: Chegamos. – Disse abrindo a porta mas ele não deixou que ela saísse, já.
Matt: Sabes que podes contar sempre comigo, não sabes? – Aproximou se de uma maneira que Vanessa sentiu o hálito dele.
Vanessa: Matt…- Afastou um pouco. – Eu sei, os amigos que tenho, não te preocupes.
Matt: E sabes que eu te am…
Vanessa: Não. – Tapou lhe a boca. – Não me digas isso agora., já estou demasiado confusa.
Matt: Ok, mas eu estou sempre aqui, sempre estive, sabes a que porta bater. – Sorrio.
Vanessa: Sim, e obrigado por seres que és. – Inclinou se dando lhe um pequeno beijo na bochecha e saio do carro.
****
Afastando se de Chris, mas próxima de Matt, o ex presente, onde está Zac no meio disto tudo; que fim tem isto tudo; curiosas? Não percam então o próximo capítulo.



segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Capítulo 27


Aquele dia foi passado num banco de jardim, onde Vanessa passou o dia a pensar, acreditava nunca ter pensado tanto na sua vida, em tudo, o passado, presente e num suposto e que esperava muito que existisse um futuro. Ao olhar o céu viu o a primeira estrela e teve a noção do quanto tarde era, e que Chris estaria bem zangado, saio a correr para um táxi, para chegar o mais rápido que podia.
Vanessa: Boa noite. – Sorrio torto enquanto despia o casaco.
Chris, E: É, dizes bem; boa noite. – Levantou se indo até ela. – Onde estiveste até agora? – A fúria notava se no timbre de voz.
Vanessa: Na rua. – Falou calma até sentir a mão dele puxar forte o seu braço.
Chris. E: Diz me imediatamente, com que estiveste. – Ela tentou se desprender mas foi em vão.
Vanessa: Com que tive? – Mais uma vez tentou se soltar mas não conseguiu, ele tinha uma imensa força e usava metade dela para estar apertar o pequeno e delicado braço dela. – Comigo, e apenas comigo mesma, no banco de jardim.
Chris. E: Estiveste com ele…não foi? – Gritou, tão alto que ela estremeceu, de susto, os olhos dele estava raivosos.
Vanessa: Para…- Finalmente consegui fazer com que ele a dês largasse.
Chris. E: Não basta já me teres traindo antes? – Levantou a mão dando lhe um estalo, que o som ecoou por toda a sala. As lágrimas rápido começara a descer pela cara dela, o estalo tinha sido tão forte, que o sangue correu pela narina a baixo, chegado aos lábios. – Desculpa… - Tentou se aproximara mas ela fugiu, para o quarto fechado a porta á chave, para ele não poder entrar.

Chris. E: Vanessa amor, abre a porta. – Pediu, mas ela tapou os ouvidos, sentiu um ódio tão grande dele, que só a sua voz, lhe dava nojo, um nojo insuportável. – Sei que errei e peço te desculpas, a minha intenção, não era magoar-te, perdoa-me. – Ela, saio do quarto ficando de frente para ele.
Vanessa: Estou grávida, e o pai dês te meu filho, é o Zac, e fico, tão feliz por não ser teu. – Passou ao lado dele, deixando um pouco que chocado sem saber o que dizer. Ela, seguiu caminho até ao andar de cima onde esperava encontrar Ashley e Miley.
Ashley. G: Vanessa o que se passou? – Perguntou mas Vanessa soluçava tanto que só consegui abraça-la.
Miley: Traz a para dentro. – Ela entrou e deparou se com quem não queria, estava Zac e Ashley sentados ao do um do outro olhando para cada lágrima que morria , no lábios, Chris e o irmão Liam também a olhavam sem perceber mas com certa penas dela. Ela não gostou de ser o centro das atenções, mas daquelas pessoas
Vanessa: Peço desculpas não sabia que tinha visitas. – Limpou os olhos, e abraçou o próprio corpo.
Miley: Não faz mal; está tudo bem?
Vanessa: Sim, apenas me entrou algo para dentro dos olhos; desculpem mais uma vez eu vou andado.
Ashley. G: Tens a certeza?
Vanessa: Sim, a continuação de uma boa noite. – Sorrio o mais que pode perante a situação e saio pela porta fora, andado pelo prédio de cima a baixo, não queria ver a cara de Chris, não agora; ela não queria sentir ódio, mas não avia como não sentir.
Zac: Vanessa? – Chamou avistando a, mas ela pôs se a corre pelo meio das escadas; ele não ficou para trás a seguiu. E ela até corria bastante, ou talvez era só a vontade de fugir dele, que apenas a consegui apanhar na parte de cima do prédio. – Porque foges? – Pegou pelo braço enquanto entre lágrimas ela tentava fugir.
Vanessa: Eu fujo porque não quero estar perto de ti; não quero que me toques. – Finalmente viu se livre.
Zac: O que se passa, á meses que não te vejo; andaste a esconder de mim; que se passa? – Perguntou com um certo ar indignado; Vanessa caiu no riso que nem uma louca, ele fazia se de inocente ou então não tinha noção do próprios actos. – De que ris?
Vanessa: De ti…- Parou na frente dele e as lágrimas voltaram a escorregar pela face. - Como podes ter a decência de falares comigo depois do que se passou na casa dos meus pais, depois de tudo o que se tem passado connosco, dizes que me amas, e depois ignoras me… - Respirou fundo e continuou. – Naquele dia os meus pais puseram me contra a parede, e pediram explicações, acusado me de ter estado contigo.
Zac: Eu não sabia disso…
Vanessa: Não faria qualquer diferença se soubesses pois não? – Viu os olhos dele fechar e abrirem.
Zac: Eu amo te, quero estar muito contigo, mas não posso. – Os olhos dele ficaram encarnados, ela não ligou, acreditou que aquilo, tudo era fingimento, estava farta extremamente casada; perecia que todos á sua volta queria apenas gozar com ela, perecia estar loca e ter entrado num mundo que não conhecia.
Vanessa: Sabes; devias mudar de cassete, é que dizes sempre o mesmo…
Zac: Que queres de mim? – “Amor” pensou ela.
Vanessa: Nada, vou para casa. – Tentou passar ao lado dele, mas ele ainda a segurou.
Zac: Ele fez te mal? – Perguntou curioso quanto ao pouco estar a chorar.
Vanessa: Porque perguntas isso? – Afastou se um pouco tentado ficar no lado mais escuro.
Zac: Tens sangue, seco no nariz. – Levantou o queixo dela.
Vanessa: Não foi, nada agora deixa me, tenho mesmo que ir.
Zac: Está mesmo tudo bem?
Vanessa: Sim. – Disse pouco sincera fugindo dos olhos dele, passou e foi até casa onde Chris estaria.
Respostas aos comentários J
Evelly: Recado recebido já percebi que tens andado ocupada, eu percebo; Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Agora já sabes o que se passou; estamos no paço definitivo na vida da Vanessa; Obrigada por comentares.
.Paula: A reacção de Chris não foi das melhores como pudeste ler; Obrigada por comentares.
Edyh_2011: É esse segredo parece ser a chave para a resolução desta historia; Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Capítulo 26


Aquela notícia, foi como uma bomba na sua vida, que podia ela agora fazer, estava tão baralhada; que pediu as amigas que saíssem e a deixassem sozinha, para tentar encontrar alguma paz dentro de si. Nesse mesmo dia marcou uma consulta, com um obstetra, tinha que ter certezas, e em quanto não as tinha, não contaria nada a Chris, afinal era um teste de farmácia, nem sempre são 100% certos. Agora era só esperar por outro dia e ver o que acontecia.
Chris. E: Onde vais? – Perguntou mal abrindo os olhos, consegui ver que Vanessa trocava de roupa.
Vanessa: Vou ter que sair, e devo demorar.
Chris. E: Mas hoje é sábado, não dás aulas. – Fechou os olhos e ajeito se na almofada, sem lhe dar grande importância.
Vanessa: Eu sei mas tenho assuntos para tratar; tchau. – Pegou no casaco na mala, saindo em direcção á clínica, para poder fazer os exames e ter a certeza se estava grávida, ou não. – Bom dia. – Disse á recepcionista que ficou a olhar para ela de uma maneira estranha, depois ela percebeu que não a estava a entender. – Bonne journée j´ai une requête, le mom Vanessa Hudgens. “Bom, dia tenho uma consulta, no nome Vanessa Hudgens” – A recepcionista virou os olhos para o computador e procurou o nome.
Recepcionista: Dr.Amber dèjá en attente dans votre chambre, s’il vous plaît entrer. “A doutora Amber já a espera, na sua sala, faça o favor de entrar” – Vanessa sorrio e segui até á sala da médica que era inglesa, Vanessa preferia assim, não queria qualquer falha de comunicação, embora o seu Francês fosse perfeito ela tinha medo de receber a notícia que não era e baralhar se, apenas queria que tudo fosse claro, para o momento obscuro.
Dr. Amber: Olá Vanessa, sente se. – Pediu, e Vanessa com as pernas a tremer lá se sentou. – O que a atrás a uma obstetra?
Vanessa: Eu queria fazer uns exames para ter a certeza se estou grávida ou não. – Engoliu seco, a médica percebeu o seu grande nervosismo.
(»»»»)
Depois de exames feitos lá estava outra vez Vanessa composta bem á frente da médica.
Vanessa: E então?
Dr. Amber: Dado ao sintomas que me disse ter logo no inicio, já dava para desconfiar…- Fez uma pausa e sorrio, Vanessa fechou os olhos e contou até dez, deixou de ouvir momentos e tentou relaxar o corpo. – Parabéns, está grávida de cinco semanas…- Agora sim tinha certezas e não avia nada a fazer. – Vamos marcar a ultrasom e os cuidados que devera a começar a ter.
Vanessa: Ok. – Foi a única coisa que conseguiu dizer, naquele momento.
Saio da clínica e pegou um lanche, não tinha fome, mas ao levar a mão á barriga lembrou-se que existia uma vida dentro de si, uma vida que ira criar e amar, para sempre. Um filho, os seus olhos brilharam ao imaginar já a criança, admitia não pensar ser mãe tão sedo, mas agora que o iria ter, não o vai negar, já estava apaixonada por aquele ser que ainda nem tinha nascido. Sentou se num banco de jardim, e começou ali o seu lanche ao ar livre. Quando terminou, viu que já se tinha passado algumas horas, mas não tencionava sair já dali. Encostou se ao banco abraçando o próprio corpo e fechou os olhos respirando fundo sorrio. Imaginou como seria a criança, seria igual a Zac? O Zac isso troce lhe outras recordações, que passaram que nem flechas pela sua mente.


Depois de tais memórias abriu os olhos, ficando com eles mais escuros; voltou á realidade. Ele era casado, ela estava noiva, e grávida, era hora de enfrentar a verdade, teria que contar a Chris, o mais depressa possível. Mas a Zac, poderia dizer? Não sabia, o que fazer naquele momento quanto a ele o melhor talvez era manter segredo.
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Prévia do capítulo 27…
Vanessa: Na rua. – Falou calma até sentir a mão dele puxar forte o seu braço.
Chris. E: Diz me imediatamente, com que estiveste. – Ela tentou se desprender mas foi em vão.
Vanessa: Com que tive? – Mais uma vez tentou se soltar mas não conseguiu, ele tinha uma imensa força e usava metade dela para estar apertar o pequeno e delicado braço dela. – Comigo, e apenas comigo mesma, no banco de jardim.
Chris. E: Estiveste com ele…não foi? – Gritou, tão alto que ela estremeceu, de susto, os olhos dele estava raivosos.
….
Zac: Eu amo te, quero estar muito contigo, mas não posso. – Os olhos dele ficaram encarnados, ela não ligou, acreditou que aquilo, tudo era fingimento, estava farta extremamente casada; perecia que todos á sua volta queria apenas gozar com ela, perecia estar loca e ter entrado num mundo que não conhecia.
Vanessa: Sabes; devias mudar de cassete, é que dizes sempre o mesmo…
Zac: Que queres de mim? – “Amor” pensou ela.
Vanessa: Nada, vou para casa. – Tentou passar ao lado dele, mas ele ainda a segurou.
Zac: Ele fez te mal? – Perguntou curioso quanto ao pouco estar a chorar.~
Devido ao pequeno cap, tiveram aqui a previa do próximo agora as respostas aos comentários J
.Taty’: Cuidado com a boca aberta não vá entrar uma mosca kk, mas percebo a tua reacção, a cena é que Chris não sabe ainda que ela esta grávida, mas ela ira lhe contar rápido, e ai vamos ver se ele a ama mesmo ou não; Obrigada por comentares.
Margarida: Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Se ele descobrir, poderás ver como ele vai reagir, sendo o contrario fica no mistério; Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Respondendo, á tua pergunta; muda tudo; Obrigada por comentares.
Baa’: Não é o Josh aqui é Chris, e sim ele é bem obcecado, mas por Vanessa; Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados.