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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Capítulo 29


Que acham da montagem que fiz para vós desejar um Feliz Natal? Espero que tenha gostado; antes de postar queria divulgar uma historia que começou á muito pouco tempo, a escritora é a Taty e a historia promete hora dêem lá uma passada e leiam…http://lovees2.blogspot.com/
****
Aulas terminadas Vanessa voltou para casa para poder descansar, o cansaço era descomunal, mas teria de se habituar com a gravidez, seria tudo um pouco mais intenso. E daqui algum tempo teria que parar de dar aulas, não podia colocar a saúde da criança em risco.
Chris. E: Olá. – Sorrio entrado na sala com um bolo de chocolate. – Fiz isto para ti, como um pedido de desculpas. – Vanessa teve vontade de rir, um bolo jamais apagaria algum tipo de estalo e só de o voltar a lembrar perdeu todo o apetite.
Vanessa: Não devo comer doce, se ainda fosse de cenoura, mas com o bebe tenho que ter alguns cuidados. – Passou carinhosamente a mão pela barriga sorrindo enquanto caia no sofá, Chris calou se e voltou para a cozinha.
Chris. E: Isto agora vai ser sempre assim? – Perguntou retirando o avental para se sentar ao lado dela.
Vanessa: Assim como? – Ignorou ligando a Tv.
Chris. E: Assim, dês ta maneira fazendo com que eu não exista. – Pegou no comando desligando a TV fazendo a olhar.
Vanessa: Foi o que me pediste com o estalo…
Chris. E: Estas; grávida de outro. – Falou furioso.
Vanessa: No momento em que me bateste ainda não sabias; e para além do mais eu nunca te escondi nada; certo?
Chris. E: Certo. – Baixou a cabeça.
Vanessa: Dando o impasse que as coisas estão, acho melhor o noivado ficar por aqui.
Chris. E: É isso que queres? – Olhou com certa raiva.
Vanessa: É; é isso mesmo que eu quero. – Admitiu, assustando se quando ele se levantou furioso.
Chris. E: A culpa é dele não é? – Gritou.
Vanessa: Sabes tens que parar de meter as culpas no Zac, pois tudo o que se está a passar é culpa tua, e minha, não o mentas no meio desta historia, e para de usar para me atirares coisas á cara, pois eu já estou cansada. – Disse levantando se saindo até ao quarto, Chris ficou chateado por ela lhe virar as costas; pegou no telemóvel, e discou o número que estava na marcação rápida.
**** Ligação ****
Hillary: Estou querido. – Sorrio cínica.
Chris. E: Deixa te de coisas, quando é que vamos fazer aquilo? – Sussurrou.
Hillary: Qual é a pressa? – Perguntou enquanto os seus olhos vidravam nas montras.
Chris. E: Muita, pois ela já está a falar em terminar o noivado.
Hillary: De quantas semanas está ela grávida­?
Chris. E: Não sei, ainda não tivemos oportunidade de falar sobre isso.
Hillary: Então descobre, e depois resolvemos tudo.
Chris. E: Ok, é melhor desligar. – Disse ouvindo os passo de Vanessa se aproximar.
Hillary: Claro; tchau.
Chris. E: Tchau.
**** Fim de Ligação ****
Vanessa: Com que estavas a falar? – Levantou uma sobrancelha pelo susto que ele levou.
Chris. E: Era engano. – Atirou o telemóvel para o sofá, desviados as atenções, pegou nas mãos dela.
Vanessa: Porque falaste tanto tempo então?
Chris. E: Porque devia ser uma velha surda que não me conseguia ouvir bem.
Vanessa: Como aquela á dois anos? – Rio ao lembrar o episódio.
Chris. E: Lembraste?
Vanessa: Como me esquecer a senhora armou tanto estrio ao telemóvel.
Chris. E: Pois foi; vamos lanchar, não podes ficar sem comer.
Vanessa: Sim eu sei; vamos. – Foram até á cozinha e por ali ficaram em silêncio, enquanto ele tentava iniciar uma conversa.
Chris: Vanessa de quanto tempo estás grávida? – Ela estranhou a pergunta vinda do nada, mas respondeu naturalmente.
Vanessa: Estou grávida de cinco semanas e um dia; porque?
Chris. E: Nada apenas me bateu a curiosidade, afinal esse bebe, será meu filho. - Saio da sua cadeira passado, as mãos pela barriga dela, fingiu sorrir. - E eu vou ama-lo muito. – Beijou os lábios dela. - E tu serás a grávida mais linda, de todas, minha querida. – A sua mão rodou o rosto dela, e Vanessa ficou encantada com demonstração de carinho.
Vanessa: Vais, ama-lo como se fosse teu? -
Chris. E: Claro afinal porque não? – Seu sorriso era tão falso, que ele quase rasgavas o lábios de força-lo.
Vanessa: Não sei, podias não aceita-lo…
Chris. E: Tudo o que vem, de ti eu aceito com bom agrado. – Mentiu descaradamente, o seu jogo era perfeito; fingia estar do lado dela, fingia querer ter aquela criança, quando na verdade armava um plano para o aborto.
Vanessa: Estás mesmo a falar a serio, não me vais abandonar?
Chris. E: Vanessa meu amor, eu amo te, chamais faria alguma coisa que te magoasse a ti, ou á criança.
****
Que acham desta imensa falsidade? A Vanessa por enquanto está a cair bem, não percebe de nada, mas por enquanto tempo ficara cega?
Respostas ao comentário J
Margarida: É eles são uns verdadeiro monstros, acho que é o termo indicado; Obrigada por comentares.
.Taty’: Prepara-te não vai ser coisa, boa o que lhes passa pela cabeça; Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Não é parvos é malucos mesmo, acreditas que existem pessoas assim? Pois é verdade; Obrigada por comentares.
.Paula: Essa é a verdadeira intenção, deixar-vos baralhados, não gosto quando sabem o final; Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Será que Zac vai entrar mesmo nesse triângulo? Não sei não; Obrigada por comentares.
Como é claro e como sempre também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados afinal, são também importantes.


quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Capítulo 28


Não tenho tempo para ser um a um mas li um a um; por isso agradeço todos os fossos comentários sejam por escrito ou nos pequenos quadrados; Obrigada E antes até mesmo do capítulo aqui uma pequena divulgação do Blog da Stephanie Joly Friends Forever  http://friends-forever312.blogspot.com/ Dêem lá uma passadinha e comentem.



Chris. E: Voltaste. – Saltou do sofá olhando a com certo medo, pelo que tinha feito, afinal bateu lhe, algo que para ela difícil de perdoar.
Vanessa: É, parece que sim. – Ironizou entrando em passos pequenos de braços cruzados.
Chris. E: Não vamos falar? – A pergunta dele a fez para por ali, no meio da sala de olhos encarnados e com certa raiva e tristeza.
Vanessa: Temos, muito, muito mesmo para falar; mas não agora, não a esta hora, outro dia. – Pediu fechando os olhos, respirando fundo.
Chris. E: Estás bem? – Avançou até ela ficando dois passos de distância viu os olhos dela voltarem abrir, correndo uma lágrima deles.
Vanessa: Depois do estalo que me deste; fica bastante difícil estar bem, alias em dias como estes; é complicado. – Sorrio, triste.
Chris. E: Desculpa…- Pediu tentado se aproximar mas ela fugiu do toque dele. – É melhor irmos dormir, e descansar.
Vanessa: Tens toda a razão o melhor mesmo é dormir, espero que te sintas confortável, no sofá. – Saio até ao quarto voltado com mantas e almofada.
Chris. E: Vou dormir aqui? – Voltou com o olhar de raiva de á pouco que ela estremeceu.
Vanessa: Não te consigo ter perto de mim. – Saio a correr até ao quarto, ele só ouviu a porta bater, com alguma força.
Passou as mãos na cara e pensou no que tinha feito, parecia não estar assim tão arrependido, já eu á poucos segundo teve novamente vontade de lhe bater, mas não podia, não podia mostrar o grande mostro que tinha dentro dele próprio. Cansado de estar trancado entre aquelas quatro parede e precisando de conversar com alguém, telefonou a Hillary, onde marcou um encontro no pequeno bar. Ela não lhe negou um pedido, e não demoraram e encontra-se, onde ele disse lhe tudo.
Hillary: Grávida; do Zac? – Mostrou se chocada ao ouvir o que ouviu, a sua boca ficou bem aberta e o sue cérebro sem reacção.
Chris. E: É isso exactamente o que ouviste, ela tem um pequeno ser dentro dela e o pai é aquele…- Rangeu os dentes batendo na mesa.
Hillary: Mas como? – Estava tão “parva” que pensava estar a ouvir mal.
Chris. E: Como assim como; queres que te explique como um homem e uma mulher fazem um filho; sabes que não vêm da cegonha, certo?
Hillary: Não, é nada disso apenas estou…- Movimentou as mãos tentado se expressar, sem conseguir.
Chris. E: Chocada? – Tentou ajudar com as palavras mas nem ela sabia o que sentia.
Hillary: E com certa raiva também; assim será muito, mas mesmo muito mais complicado fazê-lo manter a distancia, imagina o menino querido como Zac é vai querer assumir as responsabilidades e isso vai levar aproxima-los. – Levou o copo á boca e bebeu de uma vez toda aquela vodka.
Chris. E: Isso não é bem assim, não vejo a Vanessa a contar algo assim, a Zac pelo menos tão cedo.
Hillary: Quer dizer que ele ainda não sabe de nada? – Sorrio já pensado no plano.
Chris. E: Tenho praticamente certeza que não, afinal ela soube hoje, e ainda estava em choc.
Hillary: Isso é bom, isso é genial. – Deu saltinhos na cadeira, sorrido com vitória.
Chris. E: Não estou a perceber? – Disse irritado com o acto histérico dela, ele odiava isso.
Hillary: Então é simples, ela ira fazer um aborto e pronto assunto resolvido. – Estalou os dedos pedido mais uma bebida.
Chris. E: A Vanessa jamais ira fazer um aborto, ela ama crianças, e não á razões para ela o fazer. – Calou se pelo empregado.
Hillary: Mas que é que disse que ela tem direito de escolha? – Sorrio mais uma vez enchendo a boca com a bebida.
Chris. E: Estás a tentar me dizer que vamos provocar…- Ela abanou a cabeça que sim, piscando-lhe o olhou, rio que nem uma bruxa, e era o que ela acabava mesmo por ser, da maneira como desejava mal a outros. – Tens a noção que é um mostro não tens?
Hillary: Sim eu sei…- Afirmou com certo orgulho. – Mas também não me digas que queres que ela tenha um filho do outro.
Chris. E: Se isso os aproximar não afinal, ela é minha, e apenas minha. –A obsessão notava se em cada palavra.
Hillary: Exactamente mas essa criança podia…
Chris. E: Torna-la novamente dele; mas tens a certeza, talvez não, talvez…
Hillary: Não sejas tolo, o vosso noivado está por um fio tu bates-lhe isso leva-te mesmo a onde?
Chris. E: É tens toda a razão. – Ela levantou o copo ate ao dele, com aquele sorriso que não desaparecia por nada.
Hillary: Vamos brindar por isso então, á minha razão. – Ele pegou na garrafa batendo no copo, o brinde ficou feito.
Mais uma manhã em Paris se fez, Vanessa acordou com o sol a bater-lhe na face. Olhou para o despertador, viu que já faltava mesmo pouco para ir dar aulas. Por isso se levantou e vestiu trocando de roupas, rápido. Quando passou pela sala ajeitou as mantas em cima de Chris para não ter frio; ele podia ter sido mau, mas ela não guarda rancor, pelo menos tentava. Mas isso agora não importava, ao chegar á escola apenas os alunos importavam tinha que deixar o problemas em casa, e até era melhor pelo menos descansava.
Matt: Bom dia. – Sorrio aproximando se da porta do elevador. – Indo pela maquina que sobe e desce?
Vanessa: Bom dia…- Sorrio com simpatia porque não tinha ficado com ele, ele sim era um verdadeiro, homem, nunca a tratou mal, tinha as suas discussões mas nada de mais, podia ter sido ele o homem para sempre na sua vida. – Sei que tenho um certo medo mas não me apetece descer escadas agora. - Respondeu saindo da pausa do curto pensamento.
Matt: Percebo a “preguite” aguda…- Olhou de volta para os botões ainda demorava a chegar á vez deles. – Como vão as coisas?
Vanessa: Podia, estar bem melhor. – Baixou a cabeça, ele a conhecia e sabia quando ela precisava de algo.
Matt: Bem me parecia que os teus olhos estavam tristes, mas diz me o que se passa?
Vanessa: Vou te contar, mas é segredo, quer dizer uma certa parte, porque a outra conhecera a notar se, já que nós vemos todos os dias.
Matt: Diz logo. – Disse um pouco impaciente.
Vanessa: Eu…- Tossiu, procurando a voz. – Eu estou grávida. – Falou com um pequeno sorriso.
Matt: Poderia dar te os parabéns, mas algo diz me para não o fazer.
Vanessa: O pai, é o Zac.
Miley/Ashley. G: O que? – Gritaram quase ali entre as portas Vanessa assustara-se, apenas não caio por Matt.
Miley: Grávida? – Sussurrou.
Ashley. G: Do Zac?
Vanessa: Bem que susto. – Repreendeu tirando a mão do peito, onde as batidas eram elevadas.
Miley: Desculpa. – Mostrou se querida, de facto Liam estava lhe, a fazer bem.
Ashley. G: Não era essa a nossa intenção. – Não cedeu a tentação levou a mão á barriga de Vanessa.
Vanessa: Mas porque essa estria toda, afinal já sabia. – Levantou a sobrancelha mostrado curiosidade.
Ashley. G: É que entramos para um curso de teatro e temos uma cena onde temos que fazer de surpreendidas.
Miley: Correu bem? – Sorriam que nem locas.
Vanessa: Vocês, são locas. – Rio.
Miley: É já sabíamos. – Pegou no braço de Ashley.
Vanessa: Nunca devia ter desejado que tivessem ficado amigas.
Matt: O elevador. – Pegou na mão de Vanessa e a puxou, as meninas entraram logo de seguida.
Miley: Mas conta como está a correr, tudo? – Colocou se do lado dela desviando Matt que ouvia tudo.
Ashley. G: Sim, porque aquele choro de ontem?
Vanessa: O Chris bateu me. – Nem ela acreditava que o tinha dito, mas agora já o tinha feito.
Ashley. G: Ele fez o quê? – Gritou, fazendo Vanessa tapar os ouvidos.
Miley: Nem acredito eu vou…
Vanessa: Tu nada. – Colocou se de frente para elas, sentido se enjoada pela aquela maquina estar a descer.
Matt: Ela já sabia da gravidez quando o fez?
Vanessa: Não. – Admitiu olhando apenas para ele, que apesar de momento calado sempre ali esteve, a ouvi-la.
Matt: Ok, mesmo assim ela não tinha esse tipo de direito. – Falou furioso, como Vanessa nunca o tinha visto.
Vanessa: Matt, calma. – Pediu. – Já tenho problemas suficientes.
Matt: Calma nada, se ele te voltar a tocar, sou eu que vou ajustar contas com ele. – Aproximou se dela, tão perto que ela quase caio, quando porta abriu, mas ele não deixou que o corpo dela caísse no chão; era fantástico em momentos comuns ela não sentia a presença dele, mas quando ela precisava ali esta ele.
Ashley. G: Bem nós vamos indo. – Puxou Miley vendo que estavam a mais.
Miley: É mas logo falamos, temos muito que falar. – Saio falando mais alto pela distância.
Matt: Amigas mesmo doidas as tuas. – Sorrio pegando lhe na mão. – Queres boleia?
Vanessa: Não incomodo?
Matt: Se fosse incomodo não perguntava.
Vanessa. Podias estar apenas a ser gentil.
Matt: Sabes que eu não faço as coisas por gentileza mas sim porque eu quero. – Deu lhe o braço e ela pegou, deixando apenas perto do carro.
O caminho foi todo em silêncio, era assim que ele falava, calado. Curioso, mas ele sempre dizia “Que não percebe gestos, não percebe palavras” e acabava por ter razão, ela percebia as mensagens que o silencio dele enviava.
Vanessa: Chegamos. – Disse abrindo a porta mas ele não deixou que ela saísse, já.
Matt: Sabes que podes contar sempre comigo, não sabes? – Aproximou se de uma maneira que Vanessa sentiu o hálito dele.
Vanessa: Matt…- Afastou um pouco. – Eu sei, os amigos que tenho, não te preocupes.
Matt: E sabes que eu te am…
Vanessa: Não. – Tapou lhe a boca. – Não me digas isso agora., já estou demasiado confusa.
Matt: Ok, mas eu estou sempre aqui, sempre estive, sabes a que porta bater. – Sorrio.
Vanessa: Sim, e obrigado por seres que és. – Inclinou se dando lhe um pequeno beijo na bochecha e saio do carro.
****
Afastando se de Chris, mas próxima de Matt, o ex presente, onde está Zac no meio disto tudo; que fim tem isto tudo; curiosas? Não percam então o próximo capítulo.



segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Capítulo 27


Aquele dia foi passado num banco de jardim, onde Vanessa passou o dia a pensar, acreditava nunca ter pensado tanto na sua vida, em tudo, o passado, presente e num suposto e que esperava muito que existisse um futuro. Ao olhar o céu viu o a primeira estrela e teve a noção do quanto tarde era, e que Chris estaria bem zangado, saio a correr para um táxi, para chegar o mais rápido que podia.
Vanessa: Boa noite. – Sorrio torto enquanto despia o casaco.
Chris, E: É, dizes bem; boa noite. – Levantou se indo até ela. – Onde estiveste até agora? – A fúria notava se no timbre de voz.
Vanessa: Na rua. – Falou calma até sentir a mão dele puxar forte o seu braço.
Chris. E: Diz me imediatamente, com que estiveste. – Ela tentou se desprender mas foi em vão.
Vanessa: Com que tive? – Mais uma vez tentou se soltar mas não conseguiu, ele tinha uma imensa força e usava metade dela para estar apertar o pequeno e delicado braço dela. – Comigo, e apenas comigo mesma, no banco de jardim.
Chris. E: Estiveste com ele…não foi? – Gritou, tão alto que ela estremeceu, de susto, os olhos dele estava raivosos.
Vanessa: Para…- Finalmente consegui fazer com que ele a dês largasse.
Chris. E: Não basta já me teres traindo antes? – Levantou a mão dando lhe um estalo, que o som ecoou por toda a sala. As lágrimas rápido começara a descer pela cara dela, o estalo tinha sido tão forte, que o sangue correu pela narina a baixo, chegado aos lábios. – Desculpa… - Tentou se aproximara mas ela fugiu, para o quarto fechado a porta á chave, para ele não poder entrar.

Chris. E: Vanessa amor, abre a porta. – Pediu, mas ela tapou os ouvidos, sentiu um ódio tão grande dele, que só a sua voz, lhe dava nojo, um nojo insuportável. – Sei que errei e peço te desculpas, a minha intenção, não era magoar-te, perdoa-me. – Ela, saio do quarto ficando de frente para ele.
Vanessa: Estou grávida, e o pai dês te meu filho, é o Zac, e fico, tão feliz por não ser teu. – Passou ao lado dele, deixando um pouco que chocado sem saber o que dizer. Ela, seguiu caminho até ao andar de cima onde esperava encontrar Ashley e Miley.
Ashley. G: Vanessa o que se passou? – Perguntou mas Vanessa soluçava tanto que só consegui abraça-la.
Miley: Traz a para dentro. – Ela entrou e deparou se com quem não queria, estava Zac e Ashley sentados ao do um do outro olhando para cada lágrima que morria , no lábios, Chris e o irmão Liam também a olhavam sem perceber mas com certa penas dela. Ela não gostou de ser o centro das atenções, mas daquelas pessoas
Vanessa: Peço desculpas não sabia que tinha visitas. – Limpou os olhos, e abraçou o próprio corpo.
Miley: Não faz mal; está tudo bem?
Vanessa: Sim, apenas me entrou algo para dentro dos olhos; desculpem mais uma vez eu vou andado.
Ashley. G: Tens a certeza?
Vanessa: Sim, a continuação de uma boa noite. – Sorrio o mais que pode perante a situação e saio pela porta fora, andado pelo prédio de cima a baixo, não queria ver a cara de Chris, não agora; ela não queria sentir ódio, mas não avia como não sentir.
Zac: Vanessa? – Chamou avistando a, mas ela pôs se a corre pelo meio das escadas; ele não ficou para trás a seguiu. E ela até corria bastante, ou talvez era só a vontade de fugir dele, que apenas a consegui apanhar na parte de cima do prédio. – Porque foges? – Pegou pelo braço enquanto entre lágrimas ela tentava fugir.
Vanessa: Eu fujo porque não quero estar perto de ti; não quero que me toques. – Finalmente viu se livre.
Zac: O que se passa, á meses que não te vejo; andaste a esconder de mim; que se passa? – Perguntou com um certo ar indignado; Vanessa caiu no riso que nem uma louca, ele fazia se de inocente ou então não tinha noção do próprios actos. – De que ris?
Vanessa: De ti…- Parou na frente dele e as lágrimas voltaram a escorregar pela face. - Como podes ter a decência de falares comigo depois do que se passou na casa dos meus pais, depois de tudo o que se tem passado connosco, dizes que me amas, e depois ignoras me… - Respirou fundo e continuou. – Naquele dia os meus pais puseram me contra a parede, e pediram explicações, acusado me de ter estado contigo.
Zac: Eu não sabia disso…
Vanessa: Não faria qualquer diferença se soubesses pois não? – Viu os olhos dele fechar e abrirem.
Zac: Eu amo te, quero estar muito contigo, mas não posso. – Os olhos dele ficaram encarnados, ela não ligou, acreditou que aquilo, tudo era fingimento, estava farta extremamente casada; perecia que todos á sua volta queria apenas gozar com ela, perecia estar loca e ter entrado num mundo que não conhecia.
Vanessa: Sabes; devias mudar de cassete, é que dizes sempre o mesmo…
Zac: Que queres de mim? – “Amor” pensou ela.
Vanessa: Nada, vou para casa. – Tentou passar ao lado dele, mas ele ainda a segurou.
Zac: Ele fez te mal? – Perguntou curioso quanto ao pouco estar a chorar.
Vanessa: Porque perguntas isso? – Afastou se um pouco tentado ficar no lado mais escuro.
Zac: Tens sangue, seco no nariz. – Levantou o queixo dela.
Vanessa: Não foi, nada agora deixa me, tenho mesmo que ir.
Zac: Está mesmo tudo bem?
Vanessa: Sim. – Disse pouco sincera fugindo dos olhos dele, passou e foi até casa onde Chris estaria.
Respostas aos comentários J
Evelly: Recado recebido já percebi que tens andado ocupada, eu percebo; Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Agora já sabes o que se passou; estamos no paço definitivo na vida da Vanessa; Obrigada por comentares.
.Paula: A reacção de Chris não foi das melhores como pudeste ler; Obrigada por comentares.
Edyh_2011: É esse segredo parece ser a chave para a resolução desta historia; Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Capítulo 26


Aquela notícia, foi como uma bomba na sua vida, que podia ela agora fazer, estava tão baralhada; que pediu as amigas que saíssem e a deixassem sozinha, para tentar encontrar alguma paz dentro de si. Nesse mesmo dia marcou uma consulta, com um obstetra, tinha que ter certezas, e em quanto não as tinha, não contaria nada a Chris, afinal era um teste de farmácia, nem sempre são 100% certos. Agora era só esperar por outro dia e ver o que acontecia.
Chris. E: Onde vais? – Perguntou mal abrindo os olhos, consegui ver que Vanessa trocava de roupa.
Vanessa: Vou ter que sair, e devo demorar.
Chris. E: Mas hoje é sábado, não dás aulas. – Fechou os olhos e ajeito se na almofada, sem lhe dar grande importância.
Vanessa: Eu sei mas tenho assuntos para tratar; tchau. – Pegou no casaco na mala, saindo em direcção á clínica, para poder fazer os exames e ter a certeza se estava grávida, ou não. – Bom dia. – Disse á recepcionista que ficou a olhar para ela de uma maneira estranha, depois ela percebeu que não a estava a entender. – Bonne journée j´ai une requête, le mom Vanessa Hudgens. “Bom, dia tenho uma consulta, no nome Vanessa Hudgens” – A recepcionista virou os olhos para o computador e procurou o nome.
Recepcionista: Dr.Amber dèjá en attente dans votre chambre, s’il vous plaît entrer. “A doutora Amber já a espera, na sua sala, faça o favor de entrar” – Vanessa sorrio e segui até á sala da médica que era inglesa, Vanessa preferia assim, não queria qualquer falha de comunicação, embora o seu Francês fosse perfeito ela tinha medo de receber a notícia que não era e baralhar se, apenas queria que tudo fosse claro, para o momento obscuro.
Dr. Amber: Olá Vanessa, sente se. – Pediu, e Vanessa com as pernas a tremer lá se sentou. – O que a atrás a uma obstetra?
Vanessa: Eu queria fazer uns exames para ter a certeza se estou grávida ou não. – Engoliu seco, a médica percebeu o seu grande nervosismo.
(»»»»)
Depois de exames feitos lá estava outra vez Vanessa composta bem á frente da médica.
Vanessa: E então?
Dr. Amber: Dado ao sintomas que me disse ter logo no inicio, já dava para desconfiar…- Fez uma pausa e sorrio, Vanessa fechou os olhos e contou até dez, deixou de ouvir momentos e tentou relaxar o corpo. – Parabéns, está grávida de cinco semanas…- Agora sim tinha certezas e não avia nada a fazer. – Vamos marcar a ultrasom e os cuidados que devera a começar a ter.
Vanessa: Ok. – Foi a única coisa que conseguiu dizer, naquele momento.
Saio da clínica e pegou um lanche, não tinha fome, mas ao levar a mão á barriga lembrou-se que existia uma vida dentro de si, uma vida que ira criar e amar, para sempre. Um filho, os seus olhos brilharam ao imaginar já a criança, admitia não pensar ser mãe tão sedo, mas agora que o iria ter, não o vai negar, já estava apaixonada por aquele ser que ainda nem tinha nascido. Sentou se num banco de jardim, e começou ali o seu lanche ao ar livre. Quando terminou, viu que já se tinha passado algumas horas, mas não tencionava sair já dali. Encostou se ao banco abraçando o próprio corpo e fechou os olhos respirando fundo sorrio. Imaginou como seria a criança, seria igual a Zac? O Zac isso troce lhe outras recordações, que passaram que nem flechas pela sua mente.


Depois de tais memórias abriu os olhos, ficando com eles mais escuros; voltou á realidade. Ele era casado, ela estava noiva, e grávida, era hora de enfrentar a verdade, teria que contar a Chris, o mais depressa possível. Mas a Zac, poderia dizer? Não sabia, o que fazer naquele momento quanto a ele o melhor talvez era manter segredo.
****
Prévia do capítulo 27…
Vanessa: Na rua. – Falou calma até sentir a mão dele puxar forte o seu braço.
Chris. E: Diz me imediatamente, com que estiveste. – Ela tentou se desprender mas foi em vão.
Vanessa: Com que tive? – Mais uma vez tentou se soltar mas não conseguiu, ele tinha uma imensa força e usava metade dela para estar apertar o pequeno e delicado braço dela. – Comigo, e apenas comigo mesma, no banco de jardim.
Chris. E: Estiveste com ele…não foi? – Gritou, tão alto que ela estremeceu, de susto, os olhos dele estava raivosos.
….
Zac: Eu amo te, quero estar muito contigo, mas não posso. – Os olhos dele ficaram encarnados, ela não ligou, acreditou que aquilo, tudo era fingimento, estava farta extremamente casada; perecia que todos á sua volta queria apenas gozar com ela, perecia estar loca e ter entrado num mundo que não conhecia.
Vanessa: Sabes; devias mudar de cassete, é que dizes sempre o mesmo…
Zac: Que queres de mim? – “Amor” pensou ela.
Vanessa: Nada, vou para casa. – Tentou passar ao lado dele, mas ele ainda a segurou.
Zac: Ele fez te mal? – Perguntou curioso quanto ao pouco estar a chorar.~
Devido ao pequeno cap, tiveram aqui a previa do próximo agora as respostas aos comentários J
.Taty’: Cuidado com a boca aberta não vá entrar uma mosca kk, mas percebo a tua reacção, a cena é que Chris não sabe ainda que ela esta grávida, mas ela ira lhe contar rápido, e ai vamos ver se ele a ama mesmo ou não; Obrigada por comentares.
Margarida: Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Se ele descobrir, poderás ver como ele vai reagir, sendo o contrario fica no mistério; Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Respondendo, á tua pergunta; muda tudo; Obrigada por comentares.
Baa’: Não é o Josh aqui é Chris, e sim ele é bem obcecado, mas por Vanessa; Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados.


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Capítulo 25


Sem nunca o deixar de ser, voltou a ser noiva e com o noivado em cima, mas não queria, ou talvez queria e só aquele acontecimento com Zac lhe tinha trocado as voltas. Ela tinha que pensar em si neste momento, e iria casar, como foi o plano dês do inicio, nada mudou nem mudaria. O mês passou, os preparativos voltaram a ser o centro, das atenções. E Vanessa estava bem, não feliz, mas bem, mal se cruzava com Zac e sempre que o via escondia se onde podia, a final, não queria passar de um bem, para nada bem.
Miley/ Ashley. G: Olá. – Sorriram quando ela abrira a porta para o lanche que faziam sempre juntas e contar as novidades.
Vanessa: Olá meninas, entre já está tudo preparado. – Foram até á cozinha onde tinha uma lanche delicioso, um bolo de pêssego biscoitos, e algumas bebidas. Sentaram se á roda da mesa, e estranharam ao ver a grande quantidade de comida que Vanessa colocava no seu prato.
Miley: Isso é que é fome. – Rio servindo se.
Ashley. G: Não comias á quanto tempo? – Gozou, mas Vanessa nem ligou.
Vanessa: Estou com, fome, por isso, como o que eu quero e bem me apetece. – Fechou a cara resmungando.
Miley: Não fiques assim, estávamos apenas a brincar contigo.
Vanessa: Tudo bem, mas diga-me, como é murar as duas, surpreendem me ainda não se terem matado.
Ashley. G: Tem sido calmo, eu acho que até vou ficar mesmo por Paris, não tenho porque mudar, gosto de estar aqui.
Miley: Eu o mesmo digo, para além do mais estou com o Liam e não me queria afastar.
Vanessa: Ficaste mesmo apanhadinha.
Miley: Verdade, ele não fala muito, mas ouve bastante e é um querido, eu amo mesmo. – Brilharam os seus olhos ao dizer tudo aquilo, Vanessa com a boca cheia suspirou, lembrando se mais uma vez da sua adolescência, como as coisas passa depressa, e as vezes só apetece voltar atrás, é que á coisas tão boas, que só apetece repetir.
Vanessa: Ai agora não…- Tapou a boca e correu até a casa de banho as meninas seguira na.
Ashley. G: Vanessa? – Batia na porta ao ouvir o seu vómito. – Abre; estamos preocupadas. – Depois de alguns minutos ela saio, limpando a boca, tinha vomitado tudo o que tinha comido até agora. – Estás bem? – Pegou no braço de Vanessa levando a até ao sofá.
Vanessa: Sim. – Suspirou encostado a cabeça, e fechando os olhos.
Miley: Não, nada está bem, tens andado diferente, e está não é a primeira vez que vomitas. – Passou lhe um pano molhado pela testa.
Ashley. G: Devias, ir a um médico, sabes que com a saúde não se brinca. – Ralhou como ela se fosse uma criança, mas é o que á dias parecia, estava com humor tão diferente, até Chris se queixava, Vanessa não ligava, mas era hora de estar mais atenta.
Vanessa: Eu apenas fiquei mal disposta acontece.
Ashley. G: Enjoo, náuseas, andas com mudanças de humor e pareces mais cansada.
Miley: E com muito apetite; Vanessa a tua menstruação está atrasada? – Vanessa descontou a cabeça, ainda mal disposta.
Ashley. G: Ela não pode estar grávida, na minha família, á a tradição de não terem relações cinco meses antes do casamento, e o vosso é já para o mês que vêm, teria que ter parado á quatro meses, e só agora é que começaste a sentir isso, se o tivesses é para ai de um mês. – Vanessa brio os olhos desejando que aquilo não estivesse acontecer.
Vanessa: Eu acho que estou grávida. – Disse levantando se ficando de frente para as duas. – Depois de deixar de ter relações com o teu primo eu deixei de tomar a pílula, e nós não chegamos a usar protecção. – Falou lembrado se da noite com Zac.
Ashley. G: O meu primo segue todas as tradições é impossível…
Vanessa: Se estiver grávida não é dele. – Admitiu.
Miley: Quem será o pai então?
Vanessa: O Zac. – Agora sim ela estava mesmo perdida, sem saber, para onde ir…esquerda, direita?
Ashley. G: Como? – Perguntou ainda sem acreditar. – O Zac?
Vanessa: Quando fomos jantar a casa dos meus, pais, eu e ele aparecemos apenas de manhã, passamos a noite juntos; mas não te chateia Ashley eu contei ao teu primo, mas ele não quis terminar com o noivado, eu ainda tentei, mas ele até ameaçou atirar se da janela a baixo.
Ashley. G: Tu podes estar mesmo, grávida?
Vanessa: Sim. – Começou a chorar, a final sentia se sozinha, e totalmente perdida. – Calma. – Abraçou a.
Miley: Vai fazer um chá, eu vou a uma farmácia, buscar um teste. – Pegou no casaco e saio, Ashley e Vanessa voltaram para a cozinha tentado acalmar se uma a outra por motivos bem diferente, mas nenhuma das duas sabia o que dizer.
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Ashley. E: E então? – Perguntou depois dela sair da casa de banho.
Vanessa: O teste deu positivo; eu estou grávida do Zac.
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Surpreendidos com está gravidez? Agradeço todos os comentários, por escrito ou nos quadrados; muito Obrigada.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Capítulo 23 e 24


Hello; I’m back. Sentiram saudades dos capítulos? Não seu mas eu senti a vossa, como disse fiz uma pausa aqui porque tinha que recuperar matéria escolar, por ter estado doente, mas não faltei muito, e agora estou aqui de novo, para voltar a postar; espero que gostem de cada capítulo e comentemJ
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Cap.23
A entrada em casa foi como o caminho percorrido, um verdadeiro silêncio. Christopher consegui ver como Vanessa estava nervosa, e seria. Ele a conhecia, já tinha no mínimo ideia do que iria acontecer, por isso suava frio, antes de ouvir qualquer tipo de palavra, vindo da boca dela, e tentava arranjar algum plano para escapar. Mas isso não seria solução, ela estava disposta a resolver tudo naquele momento, e sendo de ideias fixas é o que iria fazer.
Chris. E: Vou preparar algo para comer, queres? – Perguntou tentado “fugir” para a cozinha.
Vanessa: Não, nós agora temos que falar. – Seu tom, era severo e frio, por tudo o que estava a sentir, quanto a muitas pessoas.
Chris. E: Tem mesmo que ser agora? – Perguntou mais uma vez, sentido se apertado sem escapatória, para uma conversa que ele não pretendia nem queria ter, ele a conhecia sabia o que viria dela, ele sabia de tudo, apenas, alguma vez se faz de cego.
Vanessa: Sim, por favor, senta te. – Sentou se num dos sofás, ele em sua frente. – Á algo muito serio que te quero dizer; algo que fiz…algo que não sei se ira alguma vez perdoar, afinal, sendo o que é; nem sei o como vai reagir. – Apertou as mãos suadas, e nem olhou para ele.
Chris. E: Para de enrolar, vai directa ao ponto. – Pediu, tentado olhar para ela.
Vanessa: Alguns dias atrás eu beijei o Zac…- Chris, suspirou, para não gritar de raiva. – Mas não fica por aqui, o que vem ai é pior. – Tossiu para ganhar voz e continuou. – Ontem, enquanto estávamos os dois no celeiro terminamos, por dormir juntos.
Chris. E: Com dormir juntos queres dizer?
Vanessa: Tivemos relações. – Chris levantou a mão batendo a na mesa, logo depois se levantou, ficando apenas de pé.
Chris. E: Aquele sacana. – Cuspiu as palavras com todo o ódio.
Vanessa: Percebo o que estás a sentir, e percebo que o nosso noivado fique por aqui. – Ele levou a mão ao queixo dela e obrigou a olhar, para os seus olhos tristes; ele já tinha quase certezas, mas ouvir da boca dela, fora palavras como flechas de fogo entrar em seu coração.
Chris. E: Que estás para ai dizer? – Ela franziu a sobrancelha, levantando se ficou na frente dele.
Vanessa: Eu enganei-te, é o melhor, o noivado não tem motivos para continuar.
Chris. E: E o amor que eu sinto por ti, isso não chega? – Agarrou no braço dela e apertou.
Vanessa: Quando existe apenas amor, só de um, lado; não simplesmente não chega. – Soltou se.
Chris. E: Eu amo te. – Gritou.
Vanessa: Mas eu apenas gosto de ti. – Falou o mais sincero, naquele momento de angústia.
Chris. E: Apenas gostas de mim? – A voz suou com tal raiva que ela estremeceu, parente aqueles olhos tão frustrado e zangados. -  Eu não te percebo, preferes dar o teu coração de mão beijada aquele cretino que dorme contigo e depois de deita fora? – Com palavras cruéis, veio o som de um estalo, ela tinha levantado a sua mão e batido na cara dele com toda a força, mas agora estava arrependida, e chorava.
Vanessa: Desculpa. – Tentou se aproximar, mas ele afastou se, fazendo ela ver os sues dedos marcados na cara dele. Ela odiava esse tipo de violência, e neste momento odiava-se por não se conseguir controlar, e ter lhe batido. – Eu sei que tens razão; sei que ele não merece, mas eu não consigo controlar aquilo que sinto. – Caio no sofá, tapando a cara cheia de lágrimas, ele baixou se até ela e retirou as mãos para a poder ver.
Chris. E: Vamos esquecer tudo isto.
Vanessa: Como podes querer esquecer?
Chris. E: Percebe meu amor, eu entendo que o tenhas amado muito, na fase da adolescência, mas isso já passou, o que tu sentes por ele, é algo passado, e confuso, que nem tu deves saber o que é…com muito custo eu te perdoo a traição. – Sorrio, mas ela não o consegui fazer.
Vanessa: Porque estás a fazer isto?
Chris. E: Por que foste sincera, e porque ele não merece que o nosso noivado vá, ao fundo afinal, o seu casamento está tão certo; repara Vanessa ele trai a mulher; mas sempre tu ficas a mal, vista, está na hora do esqueceres, vamos passa por isto…vamos? – Esticou á mão na esperança de ela a pegar.
Chris. E: Esqueces isso tudo.

Cap.24
Vanessa: Desculpa mas eu não posso. – Afastou se dois passos dele. – Seria demasiado errado eu prender te a mim.
Chris. E: Não me estás a prender a ti, ao contrário dele, eu estou aqui, porque eu quero. – Pegou não mão dela; para uma pessoa fragilizada naquele momento as palavras caiam tão bem, afinal o que nós queremos todos, é termos alguém, ao nosso lado; alguém, que nós proteja.
Vanessa: Por mais que a tua proposta seja muito tentadora, eu apenas não posso, eu fiz amor com ele…
Chris. E: Para de dizer isso. – Gritou, eu já percebi.
Vanessa: Não se já tivesses percebido, irias dizer que nunca mais querias olhar na minha cara. – Ele rio, irónico.
Chris. E: É isso que eu iria dizer, ou é isso que tu queres que eu diga?
Vanessa: Christopher, porque complicas tanto; não percebes, acabou, não dá mais. – Diante do que ela disse ele caio de joelhos, na frente dela e começou a chorar, algo que ela nunca o tinha visto fazer, estava a magoa-lo e amargar se; mas porque é que tudo é tão complicado, nas relações? – Não dá mais. – Repetiu, ele levantou se e abriu a janela empoleirando se na mesma. – Sai dai estás doido? – Gritou assustada, mais um pouco inclinado e ele iria cair.
Chris. E: Tu para mi és tudo, até a minha alma, e quando nós tiram a alma, perde se a noção de viver. – Ele não estava com intenções de cair, apenas era um pequeno teatro como muitas pessoas fazem para conseguir o que querem, e conseguiu, Vanessa estava em desespero por o ver ali, naquela janela.
Vanessa: Não faças nenhum tipo de asneira…
Chris. E: Ficas comigo? – Suou num tom inocente, sem ter qualquer tipo de inocência.
Vanessa: Sim eu fico contigo. – Disse por fim, ele sorrio e caio nos braços dela, ela correspondeu pelo susto que ainda não tinha passado, por completo, mal ela sabia que ele jogava, para a ter, e jogava demasiado bem, mas ela não o poderia deixar cair, iria pesar demasiado na sua consciência, mas agora esta num noivado que não queria.
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Este capítulo, como alguns mais dos que já tenho postado, tem uma mensagem importante; neste caso a violência doméstica. Todos os anos morrem pessoas vítimas de violência doméstica que tanto pode ser física, verbal, emocional…de uma maneira psicológica. Tanto o homem como a mulher são vítimas. A mensagem, é que não se deixem ficar, se não forem felizes, não esperem por outro dia e mais um estalo, estalos; esses que podem ficar cada vez mais agressivos, e machucar o outro. Muitas vezes esse tipo de pessoas quando bate, faz com que o companheiro agredido, sinta se culpado, ou então pede perdão. Não se deixem levar pelo seu jogo psicológico, vaiam pela sua cabeça e pesam sempre ajuda. Quem ama não magoa.
Respostas aos comentários….
Stephanie Joly: Ainda bem que gostas da história ela é feita de mim, para você, e é bom ver que lêem e gostem.
Stephanie_95_7: Está mais que confusa a sua cabeça está uma montanha russa, ás voltas e voltas; Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Ela quer muito desvendar esse segredo, mas agora vai ser mais difícil, tem mais em que pensar; Obrigada por comentares.
Evelly: É as coisas para ela; estão complicadas, mas ela é forte e vai superar; Obrigada por comentares.
Paula: Stella gosta muito dela, embora sim tenha sido mazinha, ao dar com a língua, são os irmão…; Obrigada por comentares.
Taty’: É os irmão mais novos são uma coisa, e eu que o diga, mas mesmo assim, não á como deixar de gostar; Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carregou nos pequenos quadrados.


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Capítulo 22


Sei que por vezes não percebem o porque o nome do capítulo ou a sinopse, por isso é mais ou menos um capítulo dedicado a descobrir isso.
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Vanessa: O motor do carro tem um problema e ela foi nele? Que estranho. – Desceu os últimos degraus até ele.
Chris. E: Pois, já tomaste banho? – Olhou de cima a baixo, tentado mudar de assunto.
Vanessa: Sim…- Espreguiçou-se. – Soube me tão bem. – Seu sorriso desapareceu e falou mais séria. – Vamos ter que falar. – Chris estremeceu por dentro sabia que ela não lhe iria dizer coisa boa, temia o termino do noivado.
Chris. E: Pode esperar até chegarmos a casa?
Vanessa: Sim, até acho melhor que seja assim, eu quero ter uma conversa seria contigo. – Ele aproximou se e abraçou a, por algum tempo, ela tendo a iniciativa do afastamento beijou lhe a bochecha. – O táxi já ai está vai indo com as meninas, eu vou dizer á minha mãe que vamos indo.
Chris. E: Não demoras?
Vanessa: Não…
Chris. E: Promete. – Pegou a pelo braço e mostrou se assustado.
Vanessa: Prometo. – Deu lhe de costas e entrou na cozinha onde ao fundo aquele rapaz o Chris, irmão de Liam parecia ter uma conversa interessante com Ashley, sorriam falavam bem próximos, parecia até ser namorados, pela maneira como ele falava com ela…

Stella: Vanessa? – Estalou os dedos na cara da irmã, fazendo a tomar atenção a si.
Vanessa: Diz?
Stella: Já vais?
Vanessa: Sim, mas dá me cá um abraço, pequena. – Agarrou a irmã que era maior que ela levantando a um pouco no ar.
Greg: Vamos até ao escritório…- Puxou as duas até aquela sala que parecia ser o escritório, a sua mãe já estava sentada no dos sofás, Stella sentou se ao lado dela. – Faz o favor de te sentar. – Pediu um pouco grosso, e Vanessa sentou se, naquele circulo familiar que faziam. – Já iam embora?
Vanessa: Sim, mesmo agora…
Greg: Ainda bem. – Disse frio como o tempo daquele dia.
Vanessa: Desculpe, disse me ainda bem? – Levantou as sobrancelhas com desgosto.
Greg: Sim foi isso que eu disse, porque eu ainda não percebi, como tiveste coragem de fazer o que fizeste. – Vanessa demonstrou se confusa.
Vanessa: E podia dar se ao obsequio de me explicar o que é que eu fiz?
Gina: Nós sabemos o que aconteceu no celeiro entre ti e o Zac. – Mostrou uma cara cheia de vergonha.
Vanessa: Como é que vocês…
Stella: Fui eu que contei. – Baixou o rosto tentado esconder-se.
Vanessa: Contaste o que? – Perguntou um pouco furiosa com irmã.
Stella: A conversa que ouvi entre vocês no corredor. – Olhou para Vanessa mas seus olhos voltaram a baixo.
Vanessa: Não sabia que tinha uma irmã com a língua tão grande.
Greg: Vanessa. – Ouviu o timbre da sua voz suar bem alto, mas Vanessa não teve medo levantou se, enfrentado os.
Vanessa: Eu sei que errei que agi pessimamente, mas eu vou resolver tudo com o Chris e vai ser hoje. – A voz saio nervosa, e os seus olhos estavam encarnados, não percebia como a família podia ter mudado tanto, parecia estar sempre contra ela.
Gina: Fazes bem explicar tudo ao teu noivo minha querida…- Tentou se demonstrar amigável mas Vanessa não quis saber pareciam robôs e não era com palavra mais queridas que ela voltaria a baixar a guarda, primeiro são grosso depois calmos. – Mas o nosso problema não foi essa reacção ao teu noivo. – Sorrio torto, apesar do que Vanessa podia estar a pensar ela não estava nem nunca estaria contra a filha.
Vanessa: Se esse não é o problema, então?
Gina: O Zac, meu amor, tu e ele não podem ficar juntos. – Levantou se tocando no ombro da filha mas esta desviou-se.
Vanessa: A mãe está me mesmo a dizer isso?
Gina: Meu amor tenta compreender…
Vanessa: Meu amor, minha querida, tenta compreender? – Elevou a voz. – Não mãe eu não compreendo essas fossas atitudes, eu não compreendo as atitudes do Zac da Ashley da minha irmã, eu não compreendo o que me quer dizer, eu não compreendo nada, de nada sei que me esconde algo, mas o que? – Gritou mas não obteve resposta. – Estou a ver eu afastei me e fiquei fora da família, ok, para mi tanto me faz, ficam com a Ashley a fazer de vossa filha mais velha e esqueçam a minha existência. – Saio batendo a porta com toda a força, até chegar á rua.

Vanessa: Miley. – Chamou mais calma, ela deu um pequeno beijo em Liam e se afastou.
Miley: Eu posso explicar…
Vanessa: Tu tens a tua própria casa, já és crescidinha e ele um bom rapaz não tens que me explicar nada, vamos para casa. – Entraram no táxi e saíram dali para alívio de Vanessa, o caminho foi todo quase assim a não ser quando Miley levantou o volume do Ipod, e pode ouvir a música que suava.
Adele- Someone Like You
Eu ouvi dizer que você se estabeleceu
Que você encontrou uma garota e vocês esta casado agora
Eu ouvi que os seus sonhos se tornaram realidade
Acho que ela lhe deu coisas que eu não dei a você
Está parte deu tão certo com tudo o que eram as coisas agora eles estava casado, e parecia que ela lhe dava tudo, mesmo tudo o que Vanessa não lhe poderia dar, parecia que Ashley era o maior ponto da vida dele, e ela já nada.
Eu odeio aparecer de repente se ser convidado
Mas não pude ficar longe, não consegui evitar
Eu tinha esperanças de que você veria o meu rosto e que você se lembraria
De que para mim, não acabou
Mais uma parte que batia certo com tudo, ela apareceu e não consegui resistir a ficar longe dele, queria que ele se lembrasse do momento para trás de como se amavam tanto, e juravam ser para a vida, queria que ele se lembrasse desse amor e o olhasse a sentir.
Não se preocupe, eu vou encontrar alguém como você
Ela queria encontra mas por mais que olhasse para Christopher eles não eram iguais nem poderia ser, não á substituição nos corações, não á amores iguais, cada um é único guardado como o bem mais precioso na sua caixinha. Mas ela todas as manhãs continuava se a dizer…-Eu um dia Vou encontrar alguém como Tu!
Ás vezes o amor dura
Mas, ás vezes, fere em vez disso
A pessoa que cantava está musica fazia arrepiar Vanessa pelo sentimento puro e duro que lhe mandava á mente e ao corpo, ela lembrava se de ter dito isto, mas chega a ser injusto, para quem ame tanto, o amor não durar mas sim acabar por magoar.
Você saberia como o tempo voa
Somente ontem foi o tempo das nossas vidas
Nós nascemos e fomos criados numa neblina de Verão
Unidos pela surpresa dos nossos dias de glória
Vanessa encostou a cabeça no banco e sorrio ao relembrar na escola quando chamara Zac de Gay, mas foi ai que tudo começou, aquela paixão ardente que passou para um amor inesquecível, e passaram tanto juntos, o verão quente que chegou ao fim partiu o coração de ambos.
Quem poderia adivinhar o gosto agridoce que isso teria?
Agridoce a palavra correcta certa para o momentos vividos, estar perto de Zac era doce, sentir o seu amor era mais doce ainda, mas depois aquele sofrimento era amargo, aquela fúria era amarga, e entre doce, amargo, doce amargo, doce amargo ficavam, por isso era um misto estranho.
Chris. E: Vanessa. – Sussurrou no seu ouvido mostrado lhe que já tinha chegado a casa. – Vais querer ficar aqui? – Sorrio.
Vanessa: Não vamos para casa. – Deu lhe a mão e entrou no prédio, durante a musica e pensamentos tinha adormecido e parece que não +e só a noite que é boa conselheira, este sono não muito profundo em que se encontrou fez a pensar e tentar responder as suas perguntas, já era hora de tentar perceber tudo o que estava á sua volta.
Respostas aos comentários
Margarida: Obrigado por sempre comentares.
Stephanie_95_7: Essa descoberta de segredo, ainda é segredo ;) Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Agradeço que comentes, quanto ao que a Hillary está aprontar o que posso dizer é, espera para veres.
Paula: É tenho sentido a tua falta aqui no blog, ainda bem que estás de volta, espero que estejas a gostar.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados.