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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Capítulo 27


Aquele dia foi passado num banco de jardim, onde Vanessa passou o dia a pensar, acreditava nunca ter pensado tanto na sua vida, em tudo, o passado, presente e num suposto e que esperava muito que existisse um futuro. Ao olhar o céu viu o a primeira estrela e teve a noção do quanto tarde era, e que Chris estaria bem zangado, saio a correr para um táxi, para chegar o mais rápido que podia.
Vanessa: Boa noite. – Sorrio torto enquanto despia o casaco.
Chris, E: É, dizes bem; boa noite. – Levantou se indo até ela. – Onde estiveste até agora? – A fúria notava se no timbre de voz.
Vanessa: Na rua. – Falou calma até sentir a mão dele puxar forte o seu braço.
Chris. E: Diz me imediatamente, com que estiveste. – Ela tentou se desprender mas foi em vão.
Vanessa: Com que tive? – Mais uma vez tentou se soltar mas não conseguiu, ele tinha uma imensa força e usava metade dela para estar apertar o pequeno e delicado braço dela. – Comigo, e apenas comigo mesma, no banco de jardim.
Chris. E: Estiveste com ele…não foi? – Gritou, tão alto que ela estremeceu, de susto, os olhos dele estava raivosos.
Vanessa: Para…- Finalmente consegui fazer com que ele a dês largasse.
Chris. E: Não basta já me teres traindo antes? – Levantou a mão dando lhe um estalo, que o som ecoou por toda a sala. As lágrimas rápido começara a descer pela cara dela, o estalo tinha sido tão forte, que o sangue correu pela narina a baixo, chegado aos lábios. – Desculpa… - Tentou se aproximara mas ela fugiu, para o quarto fechado a porta á chave, para ele não poder entrar.

Chris. E: Vanessa amor, abre a porta. – Pediu, mas ela tapou os ouvidos, sentiu um ódio tão grande dele, que só a sua voz, lhe dava nojo, um nojo insuportável. – Sei que errei e peço te desculpas, a minha intenção, não era magoar-te, perdoa-me. – Ela, saio do quarto ficando de frente para ele.
Vanessa: Estou grávida, e o pai dês te meu filho, é o Zac, e fico, tão feliz por não ser teu. – Passou ao lado dele, deixando um pouco que chocado sem saber o que dizer. Ela, seguiu caminho até ao andar de cima onde esperava encontrar Ashley e Miley.
Ashley. G: Vanessa o que se passou? – Perguntou mas Vanessa soluçava tanto que só consegui abraça-la.
Miley: Traz a para dentro. – Ela entrou e deparou se com quem não queria, estava Zac e Ashley sentados ao do um do outro olhando para cada lágrima que morria , no lábios, Chris e o irmão Liam também a olhavam sem perceber mas com certa penas dela. Ela não gostou de ser o centro das atenções, mas daquelas pessoas
Vanessa: Peço desculpas não sabia que tinha visitas. – Limpou os olhos, e abraçou o próprio corpo.
Miley: Não faz mal; está tudo bem?
Vanessa: Sim, apenas me entrou algo para dentro dos olhos; desculpem mais uma vez eu vou andado.
Ashley. G: Tens a certeza?
Vanessa: Sim, a continuação de uma boa noite. – Sorrio o mais que pode perante a situação e saio pela porta fora, andado pelo prédio de cima a baixo, não queria ver a cara de Chris, não agora; ela não queria sentir ódio, mas não avia como não sentir.
Zac: Vanessa? – Chamou avistando a, mas ela pôs se a corre pelo meio das escadas; ele não ficou para trás a seguiu. E ela até corria bastante, ou talvez era só a vontade de fugir dele, que apenas a consegui apanhar na parte de cima do prédio. – Porque foges? – Pegou pelo braço enquanto entre lágrimas ela tentava fugir.
Vanessa: Eu fujo porque não quero estar perto de ti; não quero que me toques. – Finalmente viu se livre.
Zac: O que se passa, á meses que não te vejo; andaste a esconder de mim; que se passa? – Perguntou com um certo ar indignado; Vanessa caiu no riso que nem uma louca, ele fazia se de inocente ou então não tinha noção do próprios actos. – De que ris?
Vanessa: De ti…- Parou na frente dele e as lágrimas voltaram a escorregar pela face. - Como podes ter a decência de falares comigo depois do que se passou na casa dos meus pais, depois de tudo o que se tem passado connosco, dizes que me amas, e depois ignoras me… - Respirou fundo e continuou. – Naquele dia os meus pais puseram me contra a parede, e pediram explicações, acusado me de ter estado contigo.
Zac: Eu não sabia disso…
Vanessa: Não faria qualquer diferença se soubesses pois não? – Viu os olhos dele fechar e abrirem.
Zac: Eu amo te, quero estar muito contigo, mas não posso. – Os olhos dele ficaram encarnados, ela não ligou, acreditou que aquilo, tudo era fingimento, estava farta extremamente casada; perecia que todos á sua volta queria apenas gozar com ela, perecia estar loca e ter entrado num mundo que não conhecia.
Vanessa: Sabes; devias mudar de cassete, é que dizes sempre o mesmo…
Zac: Que queres de mim? – “Amor” pensou ela.
Vanessa: Nada, vou para casa. – Tentou passar ao lado dele, mas ele ainda a segurou.
Zac: Ele fez te mal? – Perguntou curioso quanto ao pouco estar a chorar.
Vanessa: Porque perguntas isso? – Afastou se um pouco tentado ficar no lado mais escuro.
Zac: Tens sangue, seco no nariz. – Levantou o queixo dela.
Vanessa: Não foi, nada agora deixa me, tenho mesmo que ir.
Zac: Está mesmo tudo bem?
Vanessa: Sim. – Disse pouco sincera fugindo dos olhos dele, passou e foi até casa onde Chris estaria.
Respostas aos comentários J
Evelly: Recado recebido já percebi que tens andado ocupada, eu percebo; Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Agora já sabes o que se passou; estamos no paço definitivo na vida da Vanessa; Obrigada por comentares.
.Paula: A reacção de Chris não foi das melhores como pudeste ler; Obrigada por comentares.
Edyh_2011: É esse segredo parece ser a chave para a resolução desta historia; Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Capítulo 26


Aquela notícia, foi como uma bomba na sua vida, que podia ela agora fazer, estava tão baralhada; que pediu as amigas que saíssem e a deixassem sozinha, para tentar encontrar alguma paz dentro de si. Nesse mesmo dia marcou uma consulta, com um obstetra, tinha que ter certezas, e em quanto não as tinha, não contaria nada a Chris, afinal era um teste de farmácia, nem sempre são 100% certos. Agora era só esperar por outro dia e ver o que acontecia.
Chris. E: Onde vais? – Perguntou mal abrindo os olhos, consegui ver que Vanessa trocava de roupa.
Vanessa: Vou ter que sair, e devo demorar.
Chris. E: Mas hoje é sábado, não dás aulas. – Fechou os olhos e ajeito se na almofada, sem lhe dar grande importância.
Vanessa: Eu sei mas tenho assuntos para tratar; tchau. – Pegou no casaco na mala, saindo em direcção á clínica, para poder fazer os exames e ter a certeza se estava grávida, ou não. – Bom dia. – Disse á recepcionista que ficou a olhar para ela de uma maneira estranha, depois ela percebeu que não a estava a entender. – Bonne journée j´ai une requête, le mom Vanessa Hudgens. “Bom, dia tenho uma consulta, no nome Vanessa Hudgens” – A recepcionista virou os olhos para o computador e procurou o nome.
Recepcionista: Dr.Amber dèjá en attente dans votre chambre, s’il vous plaît entrer. “A doutora Amber já a espera, na sua sala, faça o favor de entrar” – Vanessa sorrio e segui até á sala da médica que era inglesa, Vanessa preferia assim, não queria qualquer falha de comunicação, embora o seu Francês fosse perfeito ela tinha medo de receber a notícia que não era e baralhar se, apenas queria que tudo fosse claro, para o momento obscuro.
Dr. Amber: Olá Vanessa, sente se. – Pediu, e Vanessa com as pernas a tremer lá se sentou. – O que a atrás a uma obstetra?
Vanessa: Eu queria fazer uns exames para ter a certeza se estou grávida ou não. – Engoliu seco, a médica percebeu o seu grande nervosismo.
(»»»»)
Depois de exames feitos lá estava outra vez Vanessa composta bem á frente da médica.
Vanessa: E então?
Dr. Amber: Dado ao sintomas que me disse ter logo no inicio, já dava para desconfiar…- Fez uma pausa e sorrio, Vanessa fechou os olhos e contou até dez, deixou de ouvir momentos e tentou relaxar o corpo. – Parabéns, está grávida de cinco semanas…- Agora sim tinha certezas e não avia nada a fazer. – Vamos marcar a ultrasom e os cuidados que devera a começar a ter.
Vanessa: Ok. – Foi a única coisa que conseguiu dizer, naquele momento.
Saio da clínica e pegou um lanche, não tinha fome, mas ao levar a mão á barriga lembrou-se que existia uma vida dentro de si, uma vida que ira criar e amar, para sempre. Um filho, os seus olhos brilharam ao imaginar já a criança, admitia não pensar ser mãe tão sedo, mas agora que o iria ter, não o vai negar, já estava apaixonada por aquele ser que ainda nem tinha nascido. Sentou se num banco de jardim, e começou ali o seu lanche ao ar livre. Quando terminou, viu que já se tinha passado algumas horas, mas não tencionava sair já dali. Encostou se ao banco abraçando o próprio corpo e fechou os olhos respirando fundo sorrio. Imaginou como seria a criança, seria igual a Zac? O Zac isso troce lhe outras recordações, que passaram que nem flechas pela sua mente.


Depois de tais memórias abriu os olhos, ficando com eles mais escuros; voltou á realidade. Ele era casado, ela estava noiva, e grávida, era hora de enfrentar a verdade, teria que contar a Chris, o mais depressa possível. Mas a Zac, poderia dizer? Não sabia, o que fazer naquele momento quanto a ele o melhor talvez era manter segredo.
****
Prévia do capítulo 27…
Vanessa: Na rua. – Falou calma até sentir a mão dele puxar forte o seu braço.
Chris. E: Diz me imediatamente, com que estiveste. – Ela tentou se desprender mas foi em vão.
Vanessa: Com que tive? – Mais uma vez tentou se soltar mas não conseguiu, ele tinha uma imensa força e usava metade dela para estar apertar o pequeno e delicado braço dela. – Comigo, e apenas comigo mesma, no banco de jardim.
Chris. E: Estiveste com ele…não foi? – Gritou, tão alto que ela estremeceu, de susto, os olhos dele estava raivosos.
….
Zac: Eu amo te, quero estar muito contigo, mas não posso. – Os olhos dele ficaram encarnados, ela não ligou, acreditou que aquilo, tudo era fingimento, estava farta extremamente casada; perecia que todos á sua volta queria apenas gozar com ela, perecia estar loca e ter entrado num mundo que não conhecia.
Vanessa: Sabes; devias mudar de cassete, é que dizes sempre o mesmo…
Zac: Que queres de mim? – “Amor” pensou ela.
Vanessa: Nada, vou para casa. – Tentou passar ao lado dele, mas ele ainda a segurou.
Zac: Ele fez te mal? – Perguntou curioso quanto ao pouco estar a chorar.~
Devido ao pequeno cap, tiveram aqui a previa do próximo agora as respostas aos comentários J
.Taty’: Cuidado com a boca aberta não vá entrar uma mosca kk, mas percebo a tua reacção, a cena é que Chris não sabe ainda que ela esta grávida, mas ela ira lhe contar rápido, e ai vamos ver se ele a ama mesmo ou não; Obrigada por comentares.
Margarida: Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Se ele descobrir, poderás ver como ele vai reagir, sendo o contrario fica no mistério; Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Respondendo, á tua pergunta; muda tudo; Obrigada por comentares.
Baa’: Não é o Josh aqui é Chris, e sim ele é bem obcecado, mas por Vanessa; Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados.


segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Capítulo 25


Sem nunca o deixar de ser, voltou a ser noiva e com o noivado em cima, mas não queria, ou talvez queria e só aquele acontecimento com Zac lhe tinha trocado as voltas. Ela tinha que pensar em si neste momento, e iria casar, como foi o plano dês do inicio, nada mudou nem mudaria. O mês passou, os preparativos voltaram a ser o centro, das atenções. E Vanessa estava bem, não feliz, mas bem, mal se cruzava com Zac e sempre que o via escondia se onde podia, a final, não queria passar de um bem, para nada bem.
Miley/ Ashley. G: Olá. – Sorriram quando ela abrira a porta para o lanche que faziam sempre juntas e contar as novidades.
Vanessa: Olá meninas, entre já está tudo preparado. – Foram até á cozinha onde tinha uma lanche delicioso, um bolo de pêssego biscoitos, e algumas bebidas. Sentaram se á roda da mesa, e estranharam ao ver a grande quantidade de comida que Vanessa colocava no seu prato.
Miley: Isso é que é fome. – Rio servindo se.
Ashley. G: Não comias á quanto tempo? – Gozou, mas Vanessa nem ligou.
Vanessa: Estou com, fome, por isso, como o que eu quero e bem me apetece. – Fechou a cara resmungando.
Miley: Não fiques assim, estávamos apenas a brincar contigo.
Vanessa: Tudo bem, mas diga-me, como é murar as duas, surpreendem me ainda não se terem matado.
Ashley. G: Tem sido calmo, eu acho que até vou ficar mesmo por Paris, não tenho porque mudar, gosto de estar aqui.
Miley: Eu o mesmo digo, para além do mais estou com o Liam e não me queria afastar.
Vanessa: Ficaste mesmo apanhadinha.
Miley: Verdade, ele não fala muito, mas ouve bastante e é um querido, eu amo mesmo. – Brilharam os seus olhos ao dizer tudo aquilo, Vanessa com a boca cheia suspirou, lembrando se mais uma vez da sua adolescência, como as coisas passa depressa, e as vezes só apetece voltar atrás, é que á coisas tão boas, que só apetece repetir.
Vanessa: Ai agora não…- Tapou a boca e correu até a casa de banho as meninas seguira na.
Ashley. G: Vanessa? – Batia na porta ao ouvir o seu vómito. – Abre; estamos preocupadas. – Depois de alguns minutos ela saio, limpando a boca, tinha vomitado tudo o que tinha comido até agora. – Estás bem? – Pegou no braço de Vanessa levando a até ao sofá.
Vanessa: Sim. – Suspirou encostado a cabeça, e fechando os olhos.
Miley: Não, nada está bem, tens andado diferente, e está não é a primeira vez que vomitas. – Passou lhe um pano molhado pela testa.
Ashley. G: Devias, ir a um médico, sabes que com a saúde não se brinca. – Ralhou como ela se fosse uma criança, mas é o que á dias parecia, estava com humor tão diferente, até Chris se queixava, Vanessa não ligava, mas era hora de estar mais atenta.
Vanessa: Eu apenas fiquei mal disposta acontece.
Ashley. G: Enjoo, náuseas, andas com mudanças de humor e pareces mais cansada.
Miley: E com muito apetite; Vanessa a tua menstruação está atrasada? – Vanessa descontou a cabeça, ainda mal disposta.
Ashley. G: Ela não pode estar grávida, na minha família, á a tradição de não terem relações cinco meses antes do casamento, e o vosso é já para o mês que vêm, teria que ter parado á quatro meses, e só agora é que começaste a sentir isso, se o tivesses é para ai de um mês. – Vanessa brio os olhos desejando que aquilo não estivesse acontecer.
Vanessa: Eu acho que estou grávida. – Disse levantando se ficando de frente para as duas. – Depois de deixar de ter relações com o teu primo eu deixei de tomar a pílula, e nós não chegamos a usar protecção. – Falou lembrado se da noite com Zac.
Ashley. G: O meu primo segue todas as tradições é impossível…
Vanessa: Se estiver grávida não é dele. – Admitiu.
Miley: Quem será o pai então?
Vanessa: O Zac. – Agora sim ela estava mesmo perdida, sem saber, para onde ir…esquerda, direita?
Ashley. G: Como? – Perguntou ainda sem acreditar. – O Zac?
Vanessa: Quando fomos jantar a casa dos meus, pais, eu e ele aparecemos apenas de manhã, passamos a noite juntos; mas não te chateia Ashley eu contei ao teu primo, mas ele não quis terminar com o noivado, eu ainda tentei, mas ele até ameaçou atirar se da janela a baixo.
Ashley. G: Tu podes estar mesmo, grávida?
Vanessa: Sim. – Começou a chorar, a final sentia se sozinha, e totalmente perdida. – Calma. – Abraçou a.
Miley: Vai fazer um chá, eu vou a uma farmácia, buscar um teste. – Pegou no casaco e saio, Ashley e Vanessa voltaram para a cozinha tentado acalmar se uma a outra por motivos bem diferente, mas nenhuma das duas sabia o que dizer.
(»»»»)
Ashley. E: E então? – Perguntou depois dela sair da casa de banho.
Vanessa: O teste deu positivo; eu estou grávida do Zac.
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Surpreendidos com está gravidez? Agradeço todos os comentários, por escrito ou nos quadrados; muito Obrigada.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Capítulo 23 e 24


Hello; I’m back. Sentiram saudades dos capítulos? Não seu mas eu senti a vossa, como disse fiz uma pausa aqui porque tinha que recuperar matéria escolar, por ter estado doente, mas não faltei muito, e agora estou aqui de novo, para voltar a postar; espero que gostem de cada capítulo e comentemJ
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Cap.23
A entrada em casa foi como o caminho percorrido, um verdadeiro silêncio. Christopher consegui ver como Vanessa estava nervosa, e seria. Ele a conhecia, já tinha no mínimo ideia do que iria acontecer, por isso suava frio, antes de ouvir qualquer tipo de palavra, vindo da boca dela, e tentava arranjar algum plano para escapar. Mas isso não seria solução, ela estava disposta a resolver tudo naquele momento, e sendo de ideias fixas é o que iria fazer.
Chris. E: Vou preparar algo para comer, queres? – Perguntou tentado “fugir” para a cozinha.
Vanessa: Não, nós agora temos que falar. – Seu tom, era severo e frio, por tudo o que estava a sentir, quanto a muitas pessoas.
Chris. E: Tem mesmo que ser agora? – Perguntou mais uma vez, sentido se apertado sem escapatória, para uma conversa que ele não pretendia nem queria ter, ele a conhecia sabia o que viria dela, ele sabia de tudo, apenas, alguma vez se faz de cego.
Vanessa: Sim, por favor, senta te. – Sentou se num dos sofás, ele em sua frente. – Á algo muito serio que te quero dizer; algo que fiz…algo que não sei se ira alguma vez perdoar, afinal, sendo o que é; nem sei o como vai reagir. – Apertou as mãos suadas, e nem olhou para ele.
Chris. E: Para de enrolar, vai directa ao ponto. – Pediu, tentado olhar para ela.
Vanessa: Alguns dias atrás eu beijei o Zac…- Chris, suspirou, para não gritar de raiva. – Mas não fica por aqui, o que vem ai é pior. – Tossiu para ganhar voz e continuou. – Ontem, enquanto estávamos os dois no celeiro terminamos, por dormir juntos.
Chris. E: Com dormir juntos queres dizer?
Vanessa: Tivemos relações. – Chris levantou a mão batendo a na mesa, logo depois se levantou, ficando apenas de pé.
Chris. E: Aquele sacana. – Cuspiu as palavras com todo o ódio.
Vanessa: Percebo o que estás a sentir, e percebo que o nosso noivado fique por aqui. – Ele levou a mão ao queixo dela e obrigou a olhar, para os seus olhos tristes; ele já tinha quase certezas, mas ouvir da boca dela, fora palavras como flechas de fogo entrar em seu coração.
Chris. E: Que estás para ai dizer? – Ela franziu a sobrancelha, levantando se ficou na frente dele.
Vanessa: Eu enganei-te, é o melhor, o noivado não tem motivos para continuar.
Chris. E: E o amor que eu sinto por ti, isso não chega? – Agarrou no braço dela e apertou.
Vanessa: Quando existe apenas amor, só de um, lado; não simplesmente não chega. – Soltou se.
Chris. E: Eu amo te. – Gritou.
Vanessa: Mas eu apenas gosto de ti. – Falou o mais sincero, naquele momento de angústia.
Chris. E: Apenas gostas de mim? – A voz suou com tal raiva que ela estremeceu, parente aqueles olhos tão frustrado e zangados. -  Eu não te percebo, preferes dar o teu coração de mão beijada aquele cretino que dorme contigo e depois de deita fora? – Com palavras cruéis, veio o som de um estalo, ela tinha levantado a sua mão e batido na cara dele com toda a força, mas agora estava arrependida, e chorava.
Vanessa: Desculpa. – Tentou se aproximar, mas ele afastou se, fazendo ela ver os sues dedos marcados na cara dele. Ela odiava esse tipo de violência, e neste momento odiava-se por não se conseguir controlar, e ter lhe batido. – Eu sei que tens razão; sei que ele não merece, mas eu não consigo controlar aquilo que sinto. – Caio no sofá, tapando a cara cheia de lágrimas, ele baixou se até ela e retirou as mãos para a poder ver.
Chris. E: Vamos esquecer tudo isto.
Vanessa: Como podes querer esquecer?
Chris. E: Percebe meu amor, eu entendo que o tenhas amado muito, na fase da adolescência, mas isso já passou, o que tu sentes por ele, é algo passado, e confuso, que nem tu deves saber o que é…com muito custo eu te perdoo a traição. – Sorrio, mas ela não o consegui fazer.
Vanessa: Porque estás a fazer isto?
Chris. E: Por que foste sincera, e porque ele não merece que o nosso noivado vá, ao fundo afinal, o seu casamento está tão certo; repara Vanessa ele trai a mulher; mas sempre tu ficas a mal, vista, está na hora do esqueceres, vamos passa por isto…vamos? – Esticou á mão na esperança de ela a pegar.
Chris. E: Esqueces isso tudo.

Cap.24
Vanessa: Desculpa mas eu não posso. – Afastou se dois passos dele. – Seria demasiado errado eu prender te a mim.
Chris. E: Não me estás a prender a ti, ao contrário dele, eu estou aqui, porque eu quero. – Pegou não mão dela; para uma pessoa fragilizada naquele momento as palavras caiam tão bem, afinal o que nós queremos todos, é termos alguém, ao nosso lado; alguém, que nós proteja.
Vanessa: Por mais que a tua proposta seja muito tentadora, eu apenas não posso, eu fiz amor com ele…
Chris. E: Para de dizer isso. – Gritou, eu já percebi.
Vanessa: Não se já tivesses percebido, irias dizer que nunca mais querias olhar na minha cara. – Ele rio, irónico.
Chris. E: É isso que eu iria dizer, ou é isso que tu queres que eu diga?
Vanessa: Christopher, porque complicas tanto; não percebes, acabou, não dá mais. – Diante do que ela disse ele caio de joelhos, na frente dela e começou a chorar, algo que ela nunca o tinha visto fazer, estava a magoa-lo e amargar se; mas porque é que tudo é tão complicado, nas relações? – Não dá mais. – Repetiu, ele levantou se e abriu a janela empoleirando se na mesma. – Sai dai estás doido? – Gritou assustada, mais um pouco inclinado e ele iria cair.
Chris. E: Tu para mi és tudo, até a minha alma, e quando nós tiram a alma, perde se a noção de viver. – Ele não estava com intenções de cair, apenas era um pequeno teatro como muitas pessoas fazem para conseguir o que querem, e conseguiu, Vanessa estava em desespero por o ver ali, naquela janela.
Vanessa: Não faças nenhum tipo de asneira…
Chris. E: Ficas comigo? – Suou num tom inocente, sem ter qualquer tipo de inocência.
Vanessa: Sim eu fico contigo. – Disse por fim, ele sorrio e caio nos braços dela, ela correspondeu pelo susto que ainda não tinha passado, por completo, mal ela sabia que ele jogava, para a ter, e jogava demasiado bem, mas ela não o poderia deixar cair, iria pesar demasiado na sua consciência, mas agora esta num noivado que não queria.
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Este capítulo, como alguns mais dos que já tenho postado, tem uma mensagem importante; neste caso a violência doméstica. Todos os anos morrem pessoas vítimas de violência doméstica que tanto pode ser física, verbal, emocional…de uma maneira psicológica. Tanto o homem como a mulher são vítimas. A mensagem, é que não se deixem ficar, se não forem felizes, não esperem por outro dia e mais um estalo, estalos; esses que podem ficar cada vez mais agressivos, e machucar o outro. Muitas vezes esse tipo de pessoas quando bate, faz com que o companheiro agredido, sinta se culpado, ou então pede perdão. Não se deixem levar pelo seu jogo psicológico, vaiam pela sua cabeça e pesam sempre ajuda. Quem ama não magoa.
Respostas aos comentários….
Stephanie Joly: Ainda bem que gostas da história ela é feita de mim, para você, e é bom ver que lêem e gostem.
Stephanie_95_7: Está mais que confusa a sua cabeça está uma montanha russa, ás voltas e voltas; Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Ela quer muito desvendar esse segredo, mas agora vai ser mais difícil, tem mais em que pensar; Obrigada por comentares.
Evelly: É as coisas para ela; estão complicadas, mas ela é forte e vai superar; Obrigada por comentares.
Paula: Stella gosta muito dela, embora sim tenha sido mazinha, ao dar com a língua, são os irmão…; Obrigada por comentares.
Taty’: É os irmão mais novos são uma coisa, e eu que o diga, mas mesmo assim, não á como deixar de gostar; Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carregou nos pequenos quadrados.


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Capítulo 22


Sei que por vezes não percebem o porque o nome do capítulo ou a sinopse, por isso é mais ou menos um capítulo dedicado a descobrir isso.
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Vanessa: O motor do carro tem um problema e ela foi nele? Que estranho. – Desceu os últimos degraus até ele.
Chris. E: Pois, já tomaste banho? – Olhou de cima a baixo, tentado mudar de assunto.
Vanessa: Sim…- Espreguiçou-se. – Soube me tão bem. – Seu sorriso desapareceu e falou mais séria. – Vamos ter que falar. – Chris estremeceu por dentro sabia que ela não lhe iria dizer coisa boa, temia o termino do noivado.
Chris. E: Pode esperar até chegarmos a casa?
Vanessa: Sim, até acho melhor que seja assim, eu quero ter uma conversa seria contigo. – Ele aproximou se e abraçou a, por algum tempo, ela tendo a iniciativa do afastamento beijou lhe a bochecha. – O táxi já ai está vai indo com as meninas, eu vou dizer á minha mãe que vamos indo.
Chris. E: Não demoras?
Vanessa: Não…
Chris. E: Promete. – Pegou a pelo braço e mostrou se assustado.
Vanessa: Prometo. – Deu lhe de costas e entrou na cozinha onde ao fundo aquele rapaz o Chris, irmão de Liam parecia ter uma conversa interessante com Ashley, sorriam falavam bem próximos, parecia até ser namorados, pela maneira como ele falava com ela…

Stella: Vanessa? – Estalou os dedos na cara da irmã, fazendo a tomar atenção a si.
Vanessa: Diz?
Stella: Já vais?
Vanessa: Sim, mas dá me cá um abraço, pequena. – Agarrou a irmã que era maior que ela levantando a um pouco no ar.
Greg: Vamos até ao escritório…- Puxou as duas até aquela sala que parecia ser o escritório, a sua mãe já estava sentada no dos sofás, Stella sentou se ao lado dela. – Faz o favor de te sentar. – Pediu um pouco grosso, e Vanessa sentou se, naquele circulo familiar que faziam. – Já iam embora?
Vanessa: Sim, mesmo agora…
Greg: Ainda bem. – Disse frio como o tempo daquele dia.
Vanessa: Desculpe, disse me ainda bem? – Levantou as sobrancelhas com desgosto.
Greg: Sim foi isso que eu disse, porque eu ainda não percebi, como tiveste coragem de fazer o que fizeste. – Vanessa demonstrou se confusa.
Vanessa: E podia dar se ao obsequio de me explicar o que é que eu fiz?
Gina: Nós sabemos o que aconteceu no celeiro entre ti e o Zac. – Mostrou uma cara cheia de vergonha.
Vanessa: Como é que vocês…
Stella: Fui eu que contei. – Baixou o rosto tentado esconder-se.
Vanessa: Contaste o que? – Perguntou um pouco furiosa com irmã.
Stella: A conversa que ouvi entre vocês no corredor. – Olhou para Vanessa mas seus olhos voltaram a baixo.
Vanessa: Não sabia que tinha uma irmã com a língua tão grande.
Greg: Vanessa. – Ouviu o timbre da sua voz suar bem alto, mas Vanessa não teve medo levantou se, enfrentado os.
Vanessa: Eu sei que errei que agi pessimamente, mas eu vou resolver tudo com o Chris e vai ser hoje. – A voz saio nervosa, e os seus olhos estavam encarnados, não percebia como a família podia ter mudado tanto, parecia estar sempre contra ela.
Gina: Fazes bem explicar tudo ao teu noivo minha querida…- Tentou se demonstrar amigável mas Vanessa não quis saber pareciam robôs e não era com palavra mais queridas que ela voltaria a baixar a guarda, primeiro são grosso depois calmos. – Mas o nosso problema não foi essa reacção ao teu noivo. – Sorrio torto, apesar do que Vanessa podia estar a pensar ela não estava nem nunca estaria contra a filha.
Vanessa: Se esse não é o problema, então?
Gina: O Zac, meu amor, tu e ele não podem ficar juntos. – Levantou se tocando no ombro da filha mas esta desviou-se.
Vanessa: A mãe está me mesmo a dizer isso?
Gina: Meu amor tenta compreender…
Vanessa: Meu amor, minha querida, tenta compreender? – Elevou a voz. – Não mãe eu não compreendo essas fossas atitudes, eu não compreendo as atitudes do Zac da Ashley da minha irmã, eu não compreendo o que me quer dizer, eu não compreendo nada, de nada sei que me esconde algo, mas o que? – Gritou mas não obteve resposta. – Estou a ver eu afastei me e fiquei fora da família, ok, para mi tanto me faz, ficam com a Ashley a fazer de vossa filha mais velha e esqueçam a minha existência. – Saio batendo a porta com toda a força, até chegar á rua.

Vanessa: Miley. – Chamou mais calma, ela deu um pequeno beijo em Liam e se afastou.
Miley: Eu posso explicar…
Vanessa: Tu tens a tua própria casa, já és crescidinha e ele um bom rapaz não tens que me explicar nada, vamos para casa. – Entraram no táxi e saíram dali para alívio de Vanessa, o caminho foi todo quase assim a não ser quando Miley levantou o volume do Ipod, e pode ouvir a música que suava.
Adele- Someone Like You
Eu ouvi dizer que você se estabeleceu
Que você encontrou uma garota e vocês esta casado agora
Eu ouvi que os seus sonhos se tornaram realidade
Acho que ela lhe deu coisas que eu não dei a você
Está parte deu tão certo com tudo o que eram as coisas agora eles estava casado, e parecia que ela lhe dava tudo, mesmo tudo o que Vanessa não lhe poderia dar, parecia que Ashley era o maior ponto da vida dele, e ela já nada.
Eu odeio aparecer de repente se ser convidado
Mas não pude ficar longe, não consegui evitar
Eu tinha esperanças de que você veria o meu rosto e que você se lembraria
De que para mim, não acabou
Mais uma parte que batia certo com tudo, ela apareceu e não consegui resistir a ficar longe dele, queria que ele se lembrasse do momento para trás de como se amavam tanto, e juravam ser para a vida, queria que ele se lembrasse desse amor e o olhasse a sentir.
Não se preocupe, eu vou encontrar alguém como você
Ela queria encontra mas por mais que olhasse para Christopher eles não eram iguais nem poderia ser, não á substituição nos corações, não á amores iguais, cada um é único guardado como o bem mais precioso na sua caixinha. Mas ela todas as manhãs continuava se a dizer…-Eu um dia Vou encontrar alguém como Tu!
Ás vezes o amor dura
Mas, ás vezes, fere em vez disso
A pessoa que cantava está musica fazia arrepiar Vanessa pelo sentimento puro e duro que lhe mandava á mente e ao corpo, ela lembrava se de ter dito isto, mas chega a ser injusto, para quem ame tanto, o amor não durar mas sim acabar por magoar.
Você saberia como o tempo voa
Somente ontem foi o tempo das nossas vidas
Nós nascemos e fomos criados numa neblina de Verão
Unidos pela surpresa dos nossos dias de glória
Vanessa encostou a cabeça no banco e sorrio ao relembrar na escola quando chamara Zac de Gay, mas foi ai que tudo começou, aquela paixão ardente que passou para um amor inesquecível, e passaram tanto juntos, o verão quente que chegou ao fim partiu o coração de ambos.
Quem poderia adivinhar o gosto agridoce que isso teria?
Agridoce a palavra correcta certa para o momentos vividos, estar perto de Zac era doce, sentir o seu amor era mais doce ainda, mas depois aquele sofrimento era amargo, aquela fúria era amarga, e entre doce, amargo, doce amargo, doce amargo ficavam, por isso era um misto estranho.
Chris. E: Vanessa. – Sussurrou no seu ouvido mostrado lhe que já tinha chegado a casa. – Vais querer ficar aqui? – Sorrio.
Vanessa: Não vamos para casa. – Deu lhe a mão e entrou no prédio, durante a musica e pensamentos tinha adormecido e parece que não +e só a noite que é boa conselheira, este sono não muito profundo em que se encontrou fez a pensar e tentar responder as suas perguntas, já era hora de tentar perceber tudo o que estava á sua volta.
Respostas aos comentários
Margarida: Obrigado por sempre comentares.
Stephanie_95_7: Essa descoberta de segredo, ainda é segredo ;) Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Agradeço que comentes, quanto ao que a Hillary está aprontar o que posso dizer é, espera para veres.
Paula: É tenho sentido a tua falta aqui no blog, ainda bem que estás de volta, espero que estejas a gostar.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados.


domingo, 20 de novembro de 2011

Capítulo 21 e Divulgação


Antes de postar gostaria de divulgar a historia de Barbara “Nunca é o fim…”  Conta a historia de Zanessa sedo numa vida real, tudo o que se passou, é interessante e entretenha passem por lá, leiam e seja bonzinhos, comentem pois ela merece_http://barbara-ofimnuncaofim.blogspot.com
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Chris. E: Vanessa? – Perguntou chocado quando a viu tentar entrar sorrateiramente pela porta da cozinha, o problema, é que como puderam imaginar já todos estavam acordados e olhavam para eles naquele momento.
Vanessa: Bom dia. – Acenou com a mão sorrindo, enquanto as suas bochechas coravam da vergonha.
Greg: O que se passou para estarem assim? – Vanessa ia abrir a boca para responder mas Zac adiantou-se.
Zac: A Vanessa ouviu um barulho durante a noite e saio, eu não a podia deixar sozinha e fui atrás…
Vanessa: O problema é que a porta se fechou e não tivemos como entrar.
Gina: Passaram a noite a onde?
Zac: No celeiro.
Gina: Então vaiam tomar um banho de água quente antes que se constipem. – Eles não disseram; mais nada queriam; mesmo era sair daquela cozinha. Que vergonha, Vanessa não tirariam a sua imagem de entrar as escondidas com Zac em roupas interiores e sendo apanhados por todas aquelas pessoas, principalmente seus pais.
Zac: Queres companhia? – Perguntou tirando a cabeça dela do transe, ainda não tinha reparado mas estava enfrente da porta da casa de banho, com Zac a sorrir daquela maneira encantadora como fazia quando namoravam.
Vanessa: Estás louco? – Rematou grosseiramente. – Tu és casado…
Zac: Ontem á noite não ouve problemas. – A maneira como ele disse isso foi tão mal entendida que ganhou um estalo.
Vanessa: Metes me nojo. – Vira costas mas ela agarra.
Zac: O que foi, que se passa? – Esfregou a cara que ficava encarnada do estalo.
Vanessa: Como assim o que se passa, tivemos uma noite de amor, e eu feita tola acreditei que isso mudaria algo entre nós, fiquei estupidamente feliz, mas depois dizes me que não fazes tenções de contar nada á tua mulher, o que me leva a pensar que nem te iras divorciar…
Zac: Eu não posso.
Vanessa: Não podes o quê?
Zac: Deixar a Ashley, eu tenho que estar com ela.
Vanessa: Tudo bem, fica com ela, mas não me peças para ser a tua amante. – Mais uma vez virou lhe costas entrado no banheiro.
Em baixo na sala a situação era tão inquietante quanto a de cima, Chris dava voltas e voltas, no tapete da sala quase criando um buraco. De braços cruzados e de cabeça para baixo, caminhava e caminha para lado algum mas os seus pensamentos; esses sim, o levavam a um lugar que ele não gostava, nada.
Hillary: A pensar no par de chifres que a tua noiva te deve ter colocado? – Rio, mas Chris não fez isso durar, pegou pelo pescoço com um ar extremamente serio e apertou o pequenos pescoço dela, de uma maneira assustadora, mas depois dês largou afastando se apenas a um passo de distancia dela. – Estás doido? – Esfregou a parte dorida.
Chris. E: Se tivesses mais atenção as tuas palavras; eu teria mais cuidado com as minhas mãos. – Cruzou os braços atrás das costas, com aquele habitual ar de superior a tudo e todos, e com um pequeno sorriso sínico nos lábios.
Hillary: Acreditas que eles passaram a noite, sozinhos; no celeiro e nada de nada aconteceu? Só podes ser tolo.
Chris. E: E se tivesse acontecido qual é o teu problema? – De sínico virou a furioso e foi a hora de Hillary rir.
Hillary: O meu nenhum, mas e o teu…não te dói a testa? – Rio, mais uma vez.
Chris. E: Aviso se vieste aqui, só para gozares comigo, cuidado por eu não vou admitir. – Ela levantou a mão até ao ombro dele.
Hillary: Aprende a ter calma, não é nada disso.
Chris. E: É o que então?
Hillary: Eu não, se sabes, mas eu conhecia o Zac numas férias de Verão.
Chris. E: Não, não sabia mas também não me interessa…
Hillary: Ainda não terminei; continuado, eu conheci-o no verão e apaixonei-me, totalmente por ele, mas mesmo naquela época ele não tendo namorado, não me deu a mínima hipótese, mas eu não me importei muito, pois a Vanessa iria para Nova Iorque e eu para Paris, a Universidade onde ele andaria, mas mesmo ai ele me ignorou, nunca me deu uma chance de lhe provar o meu amor para com ele.
Chris. E: Ainda não percebo o que é que eu tenho a ver com isso.
Hillary: Eu quero o Zac e quero o muito; e já percebi que tu também, queres a Vanessa.
Chris. E: A Vanessa é a mulher da minha vida, sem ela…
Hillary: Não precisas de vir com lameches não é ai que eu queria chegar. – Disse de forma fria.
Chris. E: Onde queres chegar então?
Hillary: É mais do que obvio que a Vanessa ainda ama o Zac e que o Zac a ama a ela.
Chris. E: Não, não ama, ela ama me é a mim. – Falou um pouco mais alto exaltando-se.
Hillary: Não sejas idiota e abre os olhos, para a Vanessa tu não vales uns dez Zac. – Ele sentou se rapando a cara com as mãos. - Mas nós podemos de certa maneira dar a volta a isso. – Sentou se ao lado dele, tirando as mãos da cara.
Chris. E: O que é que te vai na cabeça?
Hillary: Antes de te contar preciso saber se farás tudo para ficar com a Vanessa.
Chris. E: Farei tudo de tudo, para ficar com o meu amor. – Hillary sorrio vitoriosa.
Hillary: Então assim será, entrarei em contacto contigo em breve. – Levantou se sendo seguida por ele esticou a mão. – Foi bom saber que tenho alguém com quem contar. – Ele pegou na mão dela, e apertou, sem certezas do que estaria a fazer.
Chris. E: Podes contar comigo…
Vanessa: Pode contar contigo para o quê? – Enquanto ela descia os últimos dois degraus das escadas Chris pensava em inventar algo.
Hillary: No meu carro estou com problemas no motor. – Mentiu descaradamente. – Mas eu tenho que ir tchau. – Saio correndo.
Respostas aos comentários J
Margarida: Obrigado por estares presente, em cada capítulo.
Stephanie_95_7: Pois bela forma, não é bem assim, ele tanto a ignora a como a ama, este Zac, ficou bipolar…Obrigada por comentares.
Edyh_2011: Será que algo vai, mudar boa pergunta, queres saber, lê o próximo capítulo e quanto ao nem sempre poderes comentar eu percebo, eu agradeço é que me avises para não pensar que foi questão de já não gostares do que lês; Obrigada por comentares.
Barbara: Como podes ver já está mais que anunciado o “O fim nunca é o fim…” Espero que tenhas sorte e muitos comentários.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados, a todos muito Obrigado.



quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Capítulo 20

Obrigada, Obrigada, Obrigada, Obrigada a todas por comentarem seja por escrito ou nos pequenos quadrados, desculpem eu nem sempre ter tempo para responder aos comentários um a um.
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Com aquele “queria muito te explicar mas não posso” de sempre ela virou lhe as costas e fechou os olhos abraçando-se. Ela não consegui perceber o que se passava, parecia estar em dois mundos diferentes por vezes; desejava não ter saído de Nova Iorque; sempre seria tudo mais fácil, com Chris o seu noivo de que gosta muito; gosta mas não ama, esse era um dos pequenos problemas, ou talvez amasse Zac é que lhe dava a volta á cabeça.
Zac: Vanessa? – Sussurrou mas ela não respondeu, não por estar a dormir, mas porque não queria, falar com ele.
A noite estava cada vez mais escura, e a chuva caia intensamente, era estranho para eles, terem os corpos tão quentes, já que as roupas tinham secado no seu corpo. Era quatro da manhã e nenhum dormia, apesar dos seus olhos estarem pensados de sono.
Vanessa: Tira a mão. – Falou bruscamente retirando a mão dele da cintura dele.
Zac: Não podias apenas ter tirado a mão, já estava a dormir. – Reclamou abraçando o seu corpo.
Vanessa: Desculpa foi sem intenção.
Zac: Devias ter mais calma…
Vanessa: Como vou ter calma, eu não quero estar aqui, quero ir para a minha casa, e vou para casa. – Ela se levantou vestido o casaco.
Zac: Onde vais? Eles estão a dormir. – Ficou de pé, a dois passos de distância dela.
Vanessa: Não me interessa, vou gritar até que eles me abram a porta.
Zac: É assim tão mau estares aqui comigo? – Perguntou mas ela apenas deu de ombros e tentou sair mas ele não deixou. – Estás louca?
Vanessa: Sim e a culpa é tua, nunca nenhum homem deixou a minha cabeça em tal confusão, eu juro que não percebo as tuas ideias as tuas maneiras de agir, eu não consigo, apenas não dá mais para estar no mesmo espaço que tu, respirar o mesmo ar que tu… - Ele agarrou no braço dela e apertou.
Zac: Tu amas me? – Perguntou e ela apenas respirou fundo passando a mão pela cara.
Vanessa: Não te vou responder…porque eu encontrei alguém como tu, e a ele sim lhe devo um amo te.
Zac: Não existe ninguém como eu, nem ninguém como tu, não me podes substituir no teu coração. – A sua mão apertava tanto que a pele dela ficava vermelha, mas ela não sentia dor, ele não sentia que apertava, estavam tão fora de si.
Vanessa: Nós afastamo-nos, os nosso tempos de gloria já passaram, quando voltei estavas casado, com uma mulher que parece dar te tudo o que desejas, parece estares bem, eu estou noiva, tenho outra pessoa, vamos esquecer…
Zac: Não…- Puxou o corpo dela para perto do seu. – Se á coisa que eu não quero é esquecer te, e peço que não me esqueças a mim.
Vanessa: Acabou…- Retirou se de perto dele. – Sabes o que dizem, as vezes o amor dura, mas outra, apenas dói em vez disso, e eu não quer que doa, não quer ter feridas de volta abertas feridas que estava tão fechadas, para mim chega.
Zac: Para mim não acabou Vanessa eu amo te. – Não sabia o que mais podia fazer para a mandar calar, para parar com aquelas dolorosas palavras que saiam da sua boca. – Eu amo te, tanto, e esse amor nunca saio do meu coração…á coisa que não se esquecem, podem passar, e tinha passado, mas depois voltei te a ver, e não á como esquecer. – Colocou a sua mão detrás do pescoço dela e a aproximou. – Não dá para esquecer, o teu sorriso, a tua boca, a tua pele, os teus olhos, os teus beijos…eu queria mas não posso, porque te amo.
Com a mão no pescoço dela levou a ao beijo, as mãos dela estava em baixo sem vida, até que o beijo perdeu o sabor agridoce, e passou a ser o mais saborosos de todos. Ele não ficou atrás o beijo passou a ser tão intenso que eles se esqueceram de tudo. Puxando a para cima ela prendeu as pernas a roda da cintura dele ficando ao seu colo beijando e beijando. Com desejo demais ele a deitou sobre o feno, beijando todo o corpo dela, sem perceber de olhos fechados ela sorrio. Os beijos já não chegavam como contacto único, unido se a ela, fizeram amor, sempre abraçados, nuca descoloram o corpo um do outros. E quando abriam os olhos tento contacto visual apenas sorriam, com o brilho que cada um tinha. Mas noite não é interna, e manhã chegou, neste momento estava deitados abraçados, á horas que não diziam nada, por vezes riam sem sentido, mas mais nada.
Vanessa: Isto aconteceu mesmo? – Perguntou interrompendo os olhares para o teto e o silêncio.
Zac: Sim, aconteceu. – Virou a cara para a poder olhar.
Vanessa: Porque? – Levantou se vestido a pouca roupa que ali tinha.
Zac: Por que eu não sou de ferro. – Tentou se defender antes das acusações virem.
Vanessa: Pois, eu também não. – Terminaram de se vestir e se olharam, o que fazer agora? – O que é que eu vou fazer, quanto ao Chris?
Zac: Trais-te o. – Devias lhe contar.
Vanessa: Vais dizer á Ashley?
Zac: Não, claro que não. – Saio na frente dela até á casa, a está hora já deviam estar todos acordados.
O mais bonito de tudo, seria a explicação a dar aos de casa, quando chegassem de roupas interiores.
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Então meninas estão como Vanessa confusa quanto a Zac? Se querem saber o que se passa leiam o próximo cap.