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Capitulos

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Capítulo 46

Eu agradeço muito mesmo muito todos os comentário, obrigada.


Depois do que ouviu Greg bateu com o punho na mesa, fazendo os pratos tremerem em cima da mesma.
Greg: Eu não acredito nisto. – Disse grossa mente.
Vanessa: Pois pode acreditar, é a verdade. – Falou calma.
Greg: Mas o que é que tu tens na cabeça?
Vanessa: Cérebro, pai, o cérebro. – A sua maneira calma de falar já estava a começara a irritar Greg.
Greg: A mim parece me mais que a única coisas que tens na cabeça é aquele rapaz?
Vanessa: Isso também…
Greg: E tu… algumas vez pensas em ti?
Vanessa: É por pensar em mim que estou com ele.
Greg: Não isso é um absurdo…- Se levantou agarrando Vanessa pelo braço.
Gina: Greg. – Gritou. – Dês larga, imediatamente o braço da tua filha. – Ele olhou para a Vanessa e viu lágrimas esta a magoa-la, soltou-a virou se para a mulher.
Greg: Eu sou teu, marido será que estás sempre contra mim?
Gina: Eu não estou contra ti, não sei o que nos últimos dias te leva a pensar que sim.
Greg: É o que eu sinto.
Gina: O que tu sentes está errado. – Eles falavam bem alto.
Greg: Será?
Gina: O que queres dizer?
Greg: É melhor não falar…- Ele voltou se a sentar.
Gina: Não, fala, eu quero saber o que me tens para dizer.
Greg: Não é altura…- Olhou par as filhas. – Vamos comer.
Stella: Estou sem fome. – Saio da mesa e correu para o quarto.
Vanessa: Viram o que fizeram? – Saio da mesa indo tendo com a irmã que estava na sua cama encolhida.
Stella: Ultimamente só discutem. – Falou ao sentir a irmã abraça-la.
Vanessa: Eu sei.
Stella: Mas o que se passa, achas que se irão divorciar?
Vanessa: Calma, isto são coisas normais entre os casais, passa.
Stella: Achas mesmo?
Vanessa: Acho. – Disse com pouca segurança, nem ela sabia se o casamento dos pais tinha mais caminho, mas naquele momento tinha que tranquilizar a irmã, decido ficar pelo quarto dela fechado a porta para não ouvir mais gritos.
Já com Zac a situação era diferente, ele entrava feliz da vida em casa até que o seu pai o chamou.
David: Por onde andaste até estás horas? Temos visitas. – Disse levando o uísque á boca.
Zac: Estava ocupado por isso cheguei tão tarde, mas quem são as visitas?
Dylan: A Avril, minha namorada e a sua amiga. – Comunicou descendo as escadas com Avril de braço dado.
Zac: Quando falas a amiga referes te a…
Hillary: Zac? – Ela saio da cozinha com Starla e praticamente pulou em Zac.
Zac: Olá. – Se afastou dela. – Mãe o jantar está pronto.
Starla: Sim só te esperávamos.
Zac: Ok então vou só lavar as mãos. – Ele subiu a correr, e quando desceu juntou se á família e convidados na mesa.
David: Ainda bem que te juntaste a nós. – Falou para Zac com uma arrogância.
Hillary: Bem ouvi dizer que o Zac vai para Paris estudar é verdade? – Tentou quebrar o ambiente pensado que tinha ficado e Zac até agradeceu pelo gesto.
David: Verdade, uma das melhores Universidade, mas também ele um dia será o dono das empresas que já passaram por muitos homens da minha família… será uma grande responsabilidade. – Mandou o olhar furtivo a Zac, e Zac não dizia, nada sabia que o pai estava um pouco tocado pela bebida, aparentemente era um mal de família que já tinha apanhado Scott.
Avril: Impressionante, pelo que li essas empresa são enorme…
David: Gigantes, crescem de anos para anos.
Dylan: Eu um dia também vou ter direito a uma parte da empresa. – Disse para deixar Avril impressionada.
David: Mas ainda te falta muito. – Falou isto só para rebaixar um filho parente a namorada.
Starla: Zac…- Rematou mudar de assunto. – Por onde tens andado?
Zac: Com a Vanessa tenho estado com ela.
David: Oh o amor, o amor. – Falou irónico.
Zac: Sim, pai, o amor, o amor…- Disse no mesmo tom para gozar. – Aquele que eu sinto pela Vanessa faz me esquecer tudo, a primeira é você, a menos difícil.
David: Que queres dizer pirralho? – Seus olhos escureceram der repente Zac acreditaria que o pai lhe iria bater.
Dylan: Pai passa me o sal…- O chamou. – Pai? – Falou um pouco mais alto e David finalmente o olhou.
O resto do jantar foi silencioso só David por vezes falava, Dylan sentia uma raiva por o estar a envergonhar. E o mesmo continuou quando passaram para a sala de estar para beber o sei café.
Avril: Com tanto dinheiro sempre pensei que fosse mais bem-educado. – Sussurrou para Hillary, estava num canto de um sofá, fazendo que ouvia David.
Hillary: É o senhor David, é grosso, e um pouco bêbado.
Avril: O que vens no Zac?
Hillary: O que só uma rapariga como tu sem classe não vê, ele é lindo, e rico. – Sorrio para Zac, mas ele mal a olhou.
Avril: Acho que a expressão, rico foi a mais acentuada pela tua voz…- Hillary não respondeu, até porque era verdade. - Podes parar de olhar para ele, tem namorada, que ama.
Hillary: Eu sei que ele a ama.
Avril: Então como pensas dar lhe a volta. – Hillary suspirou.
Hillary: Será que te tenho que te explicar tudo…- Olhou para a cara de Avril, e por sinal sim tinha que explicar. – Querida, vê se entendes o Zac vai estudar para Paris, a mesma universidade que eu.
Avril: E?
Hillary: E que ele vai sair daqui desconsolado por deixar o amor para trás e adivinha que lhe vai dar um ombro amigo.
Avril: És mesmo uma cobra.
Hillary: Muito inteligente diria. – Sorrio como se já tivesse ganhado algo.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Capítulo 45


Depois de a começar a beijar já uma blusa tinha saltado pelos ares a do Zac, que com ajuda de Vanessa saio bem rápido. Os beijos já tinha passado, todas as barreiras, línguas se cruzavam e o desejo também. Zac não saio de cima de Vanessa, pelo contrario, agarrava os beijos dele, e tentava engolir os gemidos que queriam sair, mas não podia não fosse alguém ouvir. Mas num momento repentino, ele parou de a beijar olhando serio para ela, algo que assustou.
Vanessa: Que foi?
Zac: Estás em condições de estás a ver? – Ela, rio e ele a olhou sério, mais ainda do que estava. – Do que te ris, não tem piada, eu não te quero magoar, não outra vez…- Ela o calou tapando lhe a boca.
Vanessa: Tu nunca me magoaste, o que o meu pai disse é insano, o que nós vivemos foram aventuras para mim, e não á por nada que te sentires culpado… e se queres saber sim uma coisa de mal me pode acontecer, mas só se não me beijares imediatamente. – Ela destapando-lhe a boca, podendo ver que ele sorria. – Amo te.
Zac: Eu também, tanto. – A voltou a beijar, mas ela o afastou.
Vanessa: Espera, faltam duas coisas. – Ela o empurrou para o lado, indo até á porta, para a trancar.
Zac: Boa ideia, não queremos que ninguém nós veja assim… - Ela antes de ir para acama pegou numa caixa atirando lha para cima. – Protecção em primeiro lugar. – Falou olhando para a caixa.
Vanessa: Pois não se vá saber o que fizes-te com a Hillary. – Subiu para cima da cama, ficando de joelhos entre as pernas dele, que já agarrava.
Zac: Eu e a Hillary não fizemos nada. – Despiu lhe a blusa.
Vanessa: Mas ela bem que se atirou a ti…
Zac: Pois, mas o meu coração só te pertence a ti…- Abraçou fazendo a cair em cima dele.
Vanessa: Vamos parar de falar sobre isso.- Disse relembrado que foi naquela cama que Zac a viu com William.
Zac: A mim também me parece bem. – Trocou de lugar com ela ficado mais uma vez por cima, começou a beijá-la. – Que foi? – Perguntou ao perceber que ela não o estava a beijar com vontade.
Vanessa: Nada, só fiz contas e me lembre que daqui a uma semana…
Zac: Eu sei, vai um para cada lado, é por isso mesmo…- Ele desceu até á cintura dela. – Que quero aproveitar cada, dia. – Beijou desabotoado o botão das calças. – Cada hora. – Beijou por cima do seu umbigo, e ela só sorrio, gostou do jogo que ele estava a fazer. – Cada minuto. – Beijou cada seio que estava coberto pelo sutiã. – Cada segundo. – Beijou o seu pescoço indo até á orelha para dar uma pequena dentada. – Contigo. – Finalmente lhe beijou os lábios, os lábios que ele sonhava, todas as noite e que desejava com a alma. E ela não era diferente, os beijos dele era tudo, era como estar no paraíso, embora não conhece se o paraíso, acreditava ser tão bom como os beijos de amor do amado. Com tanto amor e desejo, começaram por fazer amor, mas algo que não terminou como eles queriam já que foram interrompidos.
Greg: Vanessa, filha? – Zac parou de beijar Vanessa e olhou para ela assustado.
Vanessa: Sim, pai.
Greg: Está tudo, bem, ouvi te fazer uns barulhos. – Zac saio de cima da Vanessa, e agora era ela que olhava para ele que desculpa inventaria.
Vanessa: Sim, pai, está tudo bem maravilhoso até…- Está ultima parte disse sorrindo para Zac. - Eu apenas estava a cantarolar.
Greg: Estavas a cantar?
Vanessa: Sim, mas baixinho.
Greg: Também, o jantar está pronto.
Vanessa: Ok, eu vou só tomar um banho rápido e já deixo.
Greg: Não demores. – Eles se calaram não disseram nada até deixarem de ouvir os passos no corredor.
Zac: Ufa. – Disse caindo na cama, Vanessa caio sobre ele.
Vanessa: Adoro estar contigo, mas…
Zac: Eu sei, é melhor ir indo. – Ele saio da cama vestido se enquanto ela o olhava.
Vanessa: Como vais sair?
Zac: Pela janela, já o fiz uma vez lembraste?
Vanessa: Sim, mas não sei, podes te magoar. – Levantou se enrolado se num dos lençóis.
Zac: Não te preocupes. – Abriu a janela, mas antes de sair a beijou. – Vemo-nos amanhã?
Vanessa: Claro, e não te preocupes quanto ao meu pai, eu trato dele.
Zac: Ok. – A beijou mais uma vez e depois saltou pela janela, chegando lá a baixo mandou lhe um beijo.
Stella: Vanessa? – Chamou, e Vanessa apressadamente fechou a janela indo abrir a porta. – Bem só de lenço?
Vanessa: Tens muita coisa a explicar me minha menina.
Stella: Como por exemplo?
Vanessa: Por exemplo essa intimidade entre ti e o meu namorado, ou pensas que eu não sei que tens dedo nisto.
Stella: Nisto o que?
Vanessa: Não te faças de desentendida.
Stella: Eu não estou a fazer nada, tu é que estás louca, olha vai tomar mas é um banho rápido, o pai já esta cansado de esperar. – Foi a última coisa que disse antes de descer as escadas. Vanessa não percebeu, porque ela não a demitia, mas agora não importava, ela tinha que ir tomar banho antes que o seu pai desconfiasse.
Depois de um banho rápido desceu as escadas super contente.
Greg: Que alegria. – Sorrio a vê-la com aquela felicidade toda assentar se na mesa.
Vanessa: Pois, está felicidade tem uma razão. – Olhou, um pouco mais seria para o pai.
Greg: Que é?
Vanessa: Eu e o Zac estamos juntos novamente.
*****
Obrigada pelos comentário e a quem carrega nos peqeunos quadrados, e desculpem as cenas de amor, serem um pouco DAH, mas eu tenho vergonha de as escrever embora saiba que não me conhecem tenho vergonhas, mas acho que ficam mais ou menos que acham... do capítulo todo?

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Capítulo 43/44

Cap.43

Dois dias se passaram, Zac passaram os no quarto trancando poucas vezes tinha saído, e Vanessa estava num quarto porque tinhas que estar, a médica mandou a para casa, mas se ela não cumprisse as regras e não repousa se teria que voltar para o hospital.
Brittany: Olá, olá. – Disse entrado no quarto da Vanessa com a filha no carrinho Amanda e Ashley atrás dela.
Vanessa: Olá…- Sorrio ao pegar o bebe no colo. – Que coisas linda, cada dia mais bonita.
Brittany: Claro é minha filha o que achas? – Falou ao se sentar aos pés da cama com as outras duas amigas.
Vanessa: Não fiques convencida.
Ashley: Tarde de mais Van, ela já está… mas e tu como vais?
Vanessa: Se não tivesse que passar os dias no quarto tranca acho que estria melhor. – Disse olhando para o bebe que ria das suas caretas.
Amanda: Mas quando vais ser libertas das masmorras do teu quarto?
Vanessa: Hoje á tarde irei ao médico, para ver como estou, logo se vê… toma. – Entregou o bebe a Brittany que o colocou no carro. – Mas e vocês, conte me novidades.
Amanda: A Brittany, tem uma, bem grande.
Vanessa: A serio… conta. – Falou com entusiasmo.
Brittany: Eu e o William, namoramos.
Vanessa: Que bom, fico feliz por vocês…
Ashley: Mas espera ela ainda não terminou.
Vanessa: E então?
Brittany: Como sabes eu não vou desistir de estudar em Londres, e o William virá comigo.
Vanessa: A sério?
Brittany: Sim, sabes que os pais deles tem empresas por todo o lado então ele aproveito se disso para ficar perto de mim e da Zoe. – Sorrio para a filha.
Vanessa: Ele gosta muito de vocês as duas.
Brittany: Eu sei, possa ser que ele seja o tal. – O seu sorriso foi tão bobo que as amigas riram.
Amanda: Bem, quem me dera estar na tua situação…- Confessou. – O Alex foi embora ontem como aluno de hora, teve que ir mais cedo. – Fez uma cara triste.
Vanessa: Não fiques triste.
Amanda: E não estou… quer dizer, estou mas não muito já sabia que seria assim.
Ashley: Eu já não tenho esse problema. – Falou fria.
Vanessa: Tu e o Scott, não é mesmo volta a dar?
Ashley: Não, acabou definitivamente. – Embora não assumisse ela sofria muito.
Amanda: Mas e tu?
Vanessa: Eu… eu estou desolada, acredita que o Zac não me foi ver ao hospital, nem veio aqui a casa?
Ashley: O teu pai, foi muito bruto para com ele.
Vanessa: Pois, mas ele podia ao menos atender me o telemóvel.
Ashley: Porque é que nós apaixonamos?
Vanessa: Boa pergunta.
Brittany: Eu não tenho motivos de queixa.
Vanessa: Pois talvez nós devêssemos fazer o mesmo que tu, arranjar alguém mais adulto que saiba assumir responsabilidade. – Disse sem muitas certezas.
Amanda: O problema é que nós não temos o comando que nos faça controlar por quem nós apaixonamos.
Vanessa: Se alguém o criasse seria alguém muito rico, porque para mim isso parece me uma invenção muito útil. – Bufou.
Brittany: Vá lá meninas, parem de drama…- rio - …As coisas são como são e nós temos que aceita-las porque com elas choramos e sorrimos, e é isso que nós, faz sentir vivos.
Amanda: É, tens razão… mas espera agora me lembrei se te vais embora para Londres como será com o Ryan e pequena não disse-te que o obrigarias assumir responsabilidades.
Brittany: E farei… o Ryan alistou se na tropa, nas férias verá a pequena.
Ashley: Pelo menos tem dois pais.
Brittany: É, tão nova e já tem dois homens na sua vida. – Todas riram e por ali ficaram, até a Vanessa mostra que estava ainda fraca, e precisava de descansar.
Amanda: Nós vamos indo depois, vê mo nos.
Vanessa: Ok, obrigada pela visita. – As amigas saíram em rumo a suas casas menos Ashley que decidiu ir ter com o Zac para terem uma conversa pouco amigável.
Ashley: Aqui estás tu. – Disse entrado pelo quarto de Zac a dentro.
Zac: Ashley? – Se ajeitou na cama, vendo que Ashley estava para o furioso.
Ashley: É parece que sim, não sou uma visão estou mesmo aqui – Falou gozando. -… Mas tu não devias estar, tu devias estar perto de Vanessa.
Zac: A Vanessa possivelmente não me quererá ver…
Ashley: Não sejas palerma, ela não te vai querer ver, se não agires rapidamente. – Ele virou lhe costas.
Zac: Não sei, talvez seja melhor ela ganhar me ódio, quando estou com ela acontece supre algo de errado. – Olhou para o chão, com uma cara triste confusa.











Ashley: És mais idiota do que pensavas… neste momento algo de errado está acontecer a Vanessa, porque exactamente não estás com ela.
Zac: A Vanessa…
Ashley: A Vanessa é uma pateta por te amar tanto… e tu és um sínico só pensas em ti…
Zac: Isso não é verdade. – Ele se virou para ela sem se levantar da cama.
Ashley: Quando terminaste com ela fizeste o pelo bem dela ou pelo teu… agora o que tu estás a fazer é pelo bem, dela ou pelo teu?
Zac: É por ela!
Ashley: Por ela, não estarias aqui, por isso pensa, e pensa bem. – Saio batendo a porta, enquanto Zac se voltou a deitar na sua cama, a pensar, pensar que talvez ela tivesse razão; ele estaria a ser egoísta? Estava sê-lo sem reparar.

Zac: Ela tem razão…- Se levantou, indo até ao closet. – És tão idiota Zachary. – Se vestiu e correu o mais que pode até casa de Vanessa.
Cap.44
Quando chegou a casa de Vanessa casado e suado, tocou na campainha, rezando para que não fosse Greg abrir. Mas para sua sorte foi Stella.
Stella: Zac, que fazes aqui? – Falou espanta ta ao abrir a porta.
Zac: Olá Stella, eu vim ver a Vanessa.
Stella: A Vanessa não está, foi ao médico…
Zac: Ao médico? – Perguntou nervoso. – Ontem quando falaste comigo por telemóvel, disse-te me que ela estava bem.
Stella: Calma stressadinho…- Rio. – Ela está bem sim, foi ao médico para ver se tinha que continuar de repouso, a minha mãe foi com ela só estou eu em casa.
Zac: Ah, então, vim, em má altura.
Stella: Nada disso, tu não te vais embora. – Ela o puxou para dentro.
Zac: Stella eu não posso ficar aqui se o teu pai aparece corta me as postas…- Ela rio do grande drama dela. – Não te rias não tem piada.
Stella: Por acaso até tem, ai, ai Zac devias ter mais calma, senão ainda te começam a crescer cabelos brancos antes do tempo.
Zac: Estás cheia de piada hoje.
Stella: Sou assim sempre tu é que nunca reparaste, mas bem, mudado de assunto eu tenho uma ideia.
Zac; Pela tua cara até tenho medo.
Stella: Devias ter mais confiança na tua cunhadinha.
Zac: Pois, pois, mas diz-me qual é a ideia brilhante?
Stella: Vais para o quarto da Vanessa e esperas lá que ela chegue…
Zac: E se o teu pai chega primeiro…
Stella: Para de drama ok. – Falou mais séria, que o pôs em sentido. – Vais para o quarto dela, ficas lá caladinho e sossegado, ninguém dará por ti.
Zac: Não sei não.
Stella: Vá lá, faz isso pela Vanessa.
Zac: Ok, pela Vanessa. – Ele subiu as escadas indo para o quarto de Vanessa, onde ficou quieto e calado como Stella tinha dito.
Duas horas se passaram e lá Vanessa apareceu com Gina atrás.
Stella: Estava ver que não. – Se levantou indo até á irmã.
Gina: Estavas á nossa espera?
Stella: Não só estava farta de estar sozinha… cortas te o cabelo?
Vanessa: Sim, passamos pelo cabeleireiro, por isso demoramos tanto. – Falou mexendo no seu cabelo que lhe dava pelos ombros.
Stella: Humm, mas diz me como estás?
Vanessa: Bem, a médica disse que estava bem melhor e que já posso fazer de tudo…
Gina: Mas sem abusar…- A interrompeu. – Pelo menos mais uns dias vais ter que ir com calma.
Vanessa: Sim mãe eu sei.
Gina: Espero bem que saibas, agora vêm me ajudar a fazer o jantar…
Stella: Eu vou. – Vanessa e Gina olharam para ela desconfiadas. – Que foi? Até parece eu nunca ajudo.
Vanessa: Não parece é mesmo, principalmente com o jantar…
Stella: Mas dês ta vez quero ajudar, e tu vais aproveitar para descansar.
Vanessa: Não estou cansada…
Gina: Não discutas Vanessa a tua irmã está a tentar ajudar te, vai lá para o teu quarto, chamas mos te quando o jantar estiver pronto.
Vanessa: Pronto, ok, obrigado Stella…
Stella: Acredita que me vais agradecer. – Sorrio saindo para a cozinha.
Vanessa: Está muito estranha. – Falou para a mãe, enquanto subi as escadas.
Entrou no quarto que estava escuro, quando ia para ligar a luz alguém agarrou tapado a boca.
Zac: Calma sou só eu. – Ele destapou lhe a boca, e virou para ele, ainda as escuras. – Tapei-te a boca para não gritares.
Vanessa: O que fazes aqui? – Sussurrou.
Zac: Vim ver como estavas.
Vanessa: Agora é que te lembras te? – Falou frustrada.
Zac: Sempre ouvi dizer que vale mais tarde do que nunca. - Ele tinha um sorriso na cara que já a estava a irritar, ela não podia se deixar levar, pelo menos ainda tinha que discutir primeiro. Ela tinha o seu orgulho.
Vanessa: Eu acho que já passou do, demasiado tarde. – Ela suspirava naquela escuridão mal o conseguia ver a não ser os olhos azuis dele, com a luz da lua que saia da janela.
Zac: Não digas isso, eu apenas estava com medo, medo da tua reacção. – Tão pouco ele a consegui ver só ouviam as suas vozes.
Vanessa: Então deixa me dizer que és um medroso. – Cruzou os braços.
Zac: Então deixa me dizer te que tens razão…- Ele levou as mãos as dela, alem da sua voz tinha que ter mais, um toque. – Sabes, eu tenho medo, muito medo mesmo, mas o que queres o amor em um sítio muito estranho, em todos os sentidos.
Vanessa: Sabes que a melhor solução, de superar o medo não é fugir… então porque tanto medo, porque foges?
Zac: Eu sei, eu sei…- Suspirou. – Mas fugir é sempre mais simples…
Vanessa: Mas não o mais correcto, não podemos passar a vida a fugir, a esconder-nos, isso não é bom para ninguém principalmente para nós mesmos.
Zac: Eu percebo o que queres dizer, mas falar é sempre mais fácil…tu sabes que eu fugi muitas vezes, e só não fujo mais por ti… por nós. – Sussurrou mais baixo aproximando se dela.
Vanessa: Por mim? – Perguntou num murmúrio, ele estava tão perto podia sentir a sua respiração. – Por nós?
Zac: Sim… porque te amo, amo te muito. – Encostou a sua testa na dela, deixando as suas mãos.
Vanessa: Eu também…eu também te amo muito. – Falou o que queria falar no princípio, jurou aguentar mas não pode, ele errou não devia fugir, mas estava se a redimir, e ela até podia perceber porque ele fugia.
Zac: Isso quer dizer que perdoas este pobre idiota? – Ela desencostou as suas testas.
Vanessa: Dês de que este idiota não volte aprontar.
Zac: Está prometido… mas espera tu agora aproveitaste te para me chamares de idiota não foi?
Vanessa: Sim, porque é o que me apetece te chamar, idiota, idiota, idiota, idiota…- Ele agarrou e a empurrou até a cama, sentou se em cima dela, agora já a podia ver, a luz da lua batia naquela parte, da cama.
Zac: Cortas te o cabelo? – Ele estava sentado em cima dela, segurando lhe as mão, enquanto ela olhava para cima mas não conseguia ver ainda o rosto dele.
Vanessa: Sim, gostas?
Zac: Estás ou melhor ficas linda de qualquer maneira… mas o que achas do meu? – Ele baixou mais o rosto e ela por fim o viu.
Vanessa. Estou a ver que o cortaste… deixa me dizer que ficas mais lindo ainda assim. – Ele, rio baixando o que faltava para chegar aos lábios dela.
»»»»Repostas aos comentários;)
Margarida: Ele até teve um bocadinho, embora não a quisesse colocar no meio, mas eu fiz este Greg ser um pai super protector; Obrigada por comentares.
Baa´: Tens razão, o Zac não queria que a Vanessa se magoa se mas no meio de tanta coisa, acho normal o Greg se ter sentido daquela maneira; Obrigada por comentares.
Evelly: O pai da Vanessa só tem medo pela filha, apesar de ter exagerado, ainda bem que gostaste; Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Nisso tens razão ele tentou muito protege-la mas mesmo assim a culpas caíram todas em cima dela; Obrigada por comentares.
Paula: Pois eu já tinha percebido que sabias quem era o assassino, e sempre pensei que acharia exagerado ele ser gay, mas eu não gosto de fazer coisas evidentes, e neste capítulo podes te juntar ao grupo, ninguém gostou da atitude de Greg; Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados, a vossa opinião é importante, porque eu escrevo mas vocês lêem.


terça-feira, 13 de setembro de 2011

Capítulo 42

Pelo que li nós comentários vi que todas ficaram surpreendidas pelo Chace, eu nem sei de onde veio isso, a minha mente é louca as vezes. Bem eu só quero agradecer, muito os vosso comentários tanto os que são escritos como os que carregam nos pequenos quadrados... e eu sei que tenho postado muito depressa, mas a escola está a começar, e eu queria começar também com a nova história que é o prolongamento dês ta.
****


A policia marítima e a equipa de salvamento aproximava se, mas ainda estava um pouco longe, essa era a intenção de Chace ao leva-los para ali, estarem longe de tudo. Mas agora sofria com isso já que a sua perna doía, e não parava de sagrar; todos estavam cansados especialmente Vanessa que com as roupas molhadas tremia de frio mesmo que Zac a estivesse abraçar isso não a estava ajudar.
Zac: Amor… a policia já se a próxima. – Falou olhando o céu podia ouvir o helicóptero e os motores de barcos aproximarem se. – Vanessa ouviste? – Ele olhou para ela, que estava de olhos fechados, sua respiração estava fraca como o seus batimentos cardíacos; e a sua pele alem de branca estava gelada.
Chace: Eu não a matei, mas parece que a tua queria vai morrer na mesma. – Sorrio, mesmo estando de dores a imagem de Zac a sofrer trazia lhe alegria.
Zac: Isso querias tu, ela está bem ela vai ficar bem. – Aproximou mais a seu corpo apertando a nos seus braços.
Chace: Zac, Zac, ela tem as roupas molhadas a temperatura abaixou, tal como a dela, achas mesmo que ela está bem? – Ele gargalhou.
Zac: Socorro. – Gritou e por fim os paramédicos e polícias chegaram. Vanessa e Zac foram levados no helicóptero enquanto Chace, esse foi levando pela polícia.
(»»»»)
Tinham chegado ao hospital á meia hora, Chace já tinha recebido cuidados médicos e ido embora, para a esquadra. E Zac fazia buracos no chão, caminhava de um lado para o outro, não sabia nada de Vanessa até agora.
Greg: Zac. – Disse aproximando se com a esposa e a filha.
Zac: Senhor Greg. – Falou sem conseguir olhá-lo.
Stella: Como está a minha mana? – Sua voz suou em desespero.
Zac: Os médicos ainda estão a cuidar dela, não sei de nada, mas tudo indica que entrou em estado de hipotermia. – Greg levou as mãos á caras, estava exausto.
Greg: Mas tu és um homem ou o quê? – Falou para Zac, que não percebeu.
Zac: Sou… sou um homem. – Gaguejou pelo medo, da raiva que Greg tinham em seus olhos.
Greg: Então devias te portar como um… devias tomar conta da minha filha devias ser responsável.
Gina: Para com isso o rapaz não teve culpa.
Greg: Como não, sempre que ela está com ele algo de errado acontece, e se fosse coisas pequenas, mas não são assuntos muito sérios.
Zac: Eu tentei em todas ocasiões ajudar a sua filha. – Uma lágrima caio, e o sentido de culpa bateu nele.
Greg: Não devias apenas tentar, devias conseguir…
Stella: Deixa o em paz pai, estas coisas acontecem. – Falou tentado defender Zac das acusações de seu pai.
Greg: Não, não acontecem, tudo isto só aconteceu realmente porque ela estava contigo, primeiro, um assalto com tentativa de violação o que Vanessa ainda hoje tenta ultrapassar tal situação. Depois foram de férias, um assassino em serie tentou matar…quando voltaram para tua casa terminaste com ela a minha filha tem andado de rasto os últimos dias, e agora outra vez a tentaram matar… e eu só espero que não tenham acontecido. - Se sentou, estava nervoso, só rezava para a sua filha estar bem.
Stella: Ele só esta, nervoso e casado.
Zac: Pois eu acho que ele tem mesmo razão. – Stella ia dizer algo mas a médica apareceu.
Gina: Então doutora como está a nossa filha?
Dra. Charlotte: Está bem, mas neste momento encontra se em estado de repouso.
Gina: Podemos a ver?
Dra. Charlotte: Cinco minutos, ela precisa mesmo de descansar. – A médica saio com os pais de Vanessa atrás.
Stella: Não vais entrar?
Zac: É melhor não, ainda lhe vai acontecer alguma coisa.
Stella: Não ligues ao que o meu pai disse…
Zac: Mas é verdade, não pode dizer que não o seja…- Ele respirou fundo limpado as lágrimas. – Vou para casa, podias ir me dando noticias dela?
Stella: Ok, se é assim que queres.
Zac: Não é o que eu quero, mas o meu pai sempre me disse que não podemos ter tudo, o que queremos.
Stella: Então o teu pai é um bobo. – Falou virando lhe as costas para ir ver a irmã. – Olá Nessa. – Disse saltado quase que em cima da irmã.
Greg: Tem cuidado.
Vanessa: Está tudo bem pai.
Greg: Mesmo?
Vanessa: Mesmo, estou pronta para outra. – Sorrio, fracamente.
Greg: Não digas isso nem a brincar, já nós pregaste sustos que cheguem. – A repreendeu.
Vanessa: Ok, desculpe.
Gina: Não é hora para sermões Greg, deixa a descansar. – Falou furiosa.
Greg: Sabes a culpa disto é toda tua das lhe demasiada liberdade.
Gina: Estás a dizer que a culpa da tua filha estar numa cama de hospital é minha? – Raiva subiu lhe e quase gritou, Greg não respondeu só agora pensava no que tinha dito.
Vanessa: Ok, já chega… parem de discutir…- Seus pais se calaram e ela olhou em volta. – O Zac… ele está bem? – A preocupação era evidente.
Greg: Sim ele está bem melhor que tu…
Gina: Para de culpar o rapaz.
Vanessa: Como assim o que é que aconteceu?
Stella: O pai meteu as culpas no Zac por tudo de mal que te aconteceu dês do tal a salto até este último acontecimento, e o Zac decidiu ir para casa sentir culpa. – Seu pai lhe deitou um olhar mas ela nem ligou.
Vanessa: O que é que o pai fez?
Greg: É melhor assim Vanessa, vocês tem que estar separados, sempre que estão juntos algo de mal acontece.
Vanessa: Não diga parvoíces, e para de falar como se o Zac tivesse culpa em alguma coisa.
Greg: E não tem?
Vanessa: Não, ele é tão vitima como eu, nem acredito que me fez isto… mas não pense que ganha, o Zac não vai ser levado pelas suas palavras ele ainda vai perceber que não tem culpa no cartório, em nada. – Sublinhou bem o nada.
Em casa de Zac ele chegava com os olhos inchados.
Starla: Zac? – Chamou impedido de subir as escadas.
Zac: Diga mãe?
Starla: O que se passou, porque choras?
Zac: Diga me… acha que sou má pessoa?
Starla: Que pergunta é essa Zac?
Zac: Mãe, apenas me responda.
Starla: Tu és um óptimo rapaz.
Zac: A sério…eu já começo, a duvidar disso. – Virou se para subir as escadas.
Starla: Zac espera? – Ela falou bem alto, e ele ouviu mas decidiu que não queria falar mais com ninguém.
mais que pode até casa de Vanessa.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Capítulo 41 1/2ª Parte

Para avisar que a história termina no capítulo 50, agradeço apenas o comentário e a quem a carregou nos pequenos quadrados.

Cap. 41 /1ªParte

Depois de uma curta e silenciosa viagem, chegaram ao seu destino, a praia.
Vanessa: Que estamos a fazer aqui? – Ele não respondeu, apenas saio do carro para lhe abrir a porta.
Zac: Fiz algo para nós. – Disse entregado lhe a mão quando ela sairá do carro.
Vanessa: E o que é?
Zac: Já vais ver. – Pelas mãos puxou-a pela praia em frente até irem ter á maré, onde se encontrava um Barco.
Vanessa: Um barco? – Ele sorria da confusão dela.
Zac: Sim, é um barco.
Vanessa: Pensava que ficavas mal disposta, quer dizer tenho provas como ficas mal disposto. – Ele fez uma cara.
Zac: Pois… mas eu bebi um comprido para o enjoo, e esse problema está resolvido.
Vanessa: Espero bem que sim, mas isso quer mesmo dizer que vamos andar de barco. – Ele subiu as escadas, chamado a seguir.
Zac: Vamos mais que andar amor. – Fez uma cara sexy.
Vanessa: Mas eu tenho que avisar os meus pais.
Zac: Já fiz isso tudo… até informei que não ias dormir em casa.
Vanessa: Espera, vamos dormir num barco?
Zac: Sim…- Ligou os motores enquanto ela se sentava. – Primeiro vamos dar um passeio pelo mar, depois vamos parar o barco no porto, onde iremos passar a noite, lá á um restaurante perto onde podemos jantar.
Vanessa: Estou a ver que andaste ocupado, pensaste em tudo. – Sentiu a brisa do mar e se arrepiou.
Zac: Claro que sim. – Falou mais uma vez com aquele sorriso.
Vanessa: Mas espera como vamos comer a um restaurante se só temos está roupa, de praia. – Ele rio dela, as mulheres e modas.
Zac: Eu fui a tua casa buscar roupa, esta no quarto do barco.
Vanessa: Então foi por isso que a minha mãe me expulsou de casa, para lá poderes ir sem eu estar nem ai para a situação.
Zac: Sim, posso dizer que a tua mãe foi uma óptima, cúmplice. – Ele deixou o controlo do barco e foi até ela tirando a da cadeira para se sentar em seu colo no chão, e ai Vanessa pode sentir de novo aquele cheiro bom, que vinha do corpo dele. – Isto é lindo. – Olhou o longo oceano.
Vanessa: Sim, mas mesmo assim não mais que os teus olhos. – Ele baixou o rosto para a, olhar. – Amo te
Zac: Não mais que eu, te amo a ti.
Vanessa: Desculpa…- Desviou se um pouco dele fazendo se de ofendida. – O amor que eu tenho por ti não chega aos calcanhares daquilo que sentes por mim.
Zac: Estás absolutamente errada…- Ela não o deixou terminar soltou lhe para o colo beijando-o.
Vanessa: Amas me?
Zac: Mais do que possa passar pela mente de alguém, amo te, muito, tanto que não tem medida. – Ela sorrio voltado a beija-lo.
Vanessa: Amor…- se separou do beijo ouvindo um gemido dele.
Zac: Diz?
Vanessa: Este barco é alugado?
Zac: Não, é de família.
Vanessa: Então sendo assim, já não me importo de ir para o quarto., vamos para o quarto? – Ele respondeu de uma maneira bem pratica, pegou ao colo levando a até ao quarto onde a deitou colocando se depois por cima. – Já te disse que te amo? – Perguntou entre beijos quando ela parou para a, olhar.
Zac: Sim, mas eu gosto de ouvir sempre essa palavra saindo te teus doce lábios.
Vanessa: Então deixa me te dizer que te amo, amo, amo, amo, amo te muito. – Ele voltou a selar os lábios.
Zac: Eu também te amo, amo, amo, amo, te muito. – Beijou cada parte do seu rosto até ao pescoço enquanto dizia tais palavras. Primeiro foram brincado, faziam cócegas beijavam se por todo o lado, estava em roupa interior até que o desejo falou bem alto e ele fizeram amor, umas quantas vezes para matar saudades.
Vanessa: Uau…- Cai sobre ao lado de Zac, deitado a sua cabeça sobre o braço dele, enquanto se miravam.
Zac: De todas, considero está a melhor. – Beijou a testa dela sua respiração sentiam se forte.
Vanessa: Para mim, é sempre bom… mas está em um caso á parte, porque veio cheio de saudades. – Aconchegou mais o seu corpo ao dele.
Zac: Eu já tinha mesmo saudades, de tudo, amo estar contigo.
Vanessa: Eu também. – Beijou indo para cima dele, mas o momento foi interrompido pelo telemóvel de Vanessa. – É o meu, já volto. – Levantou se vestido a roupa interior, ele fez o mesmo.
**** Ligação ****
Vanessa: Estou quem fala? – Falava para o telemóvel, mas olhava para Zac deitado em cima da cama olhando para ela.
Chace: Vanessa é o Chace, mas não digas que sou eu, eu sei que estás com o Zac e eu não quero que desligues, tenho algo de importante para te dizer. – Ela fechou o sorrindo saindo do quarto como se nada fosse.
Vanessa: Fala, que tens de importante para me dizer?
Chace: Depois de que me falaste do tal assassino, eu me preocupei e investiguei. – Ela engoliu seco.
Vanessa: E então?
Chace: Eu sei que é o assassino.
Vanessa: Como?
Chace: Pela tatuagem que me falaste… eu acho que não vais gostar do que eu te vou dizer. – Ela tremeu, pela voz dele.
Vanessa: Apenas fala.
Chace: Vou começar do inicio então… depois que descobri que não falavas comigo pelo teu namorado eu decidi ver quem ele era e descobri que era o Zac.
Vanessa: E depois? – A baralhação já era muita, porque ele falava agora de Zac?
Chace: E então que eu já conhecia o Zac á muito tempo, e conheço o seu segredo, ele não queria que falasses comigo por medo.
Vanessa: Medo do que? – Queria gritar, mas decidiu manter se calma.
Chace: Medo que eu te disse se que ele é o assassino…- Zac e assassino, dentro da cabeça de Vanessa isso não fazia sentido, Zac não a magoaria. – Ele tem pavor a sangue, algumas vez te perguntaste porque.
Vanessa: Sim, foi pelo avô…
Chace: Essa história do avô é mentira, ele quer te fazer mal, por isso terminou contigo, ele gosta de ver suas vítimas sofrerem, por isso relacionasse com elas, para que se apaixonem por ele…primeiro as faz chorar por ele e depois as mata.
Vanessa: Impossível…
Chace: Ele tem a tatuagem no pulso, ele usa maquilhagem, senão uma pulseira ou algo que a esconda…- Ela ficou em silêncio, sem saber o que sentir. – Só te estou a tentar proteger, faz com que ele adormeça e depois salta do barco, estou a quatro metros noutro barco esperando te… o Zac é inteligente tem cuidado.
Vanessa: Ok. – Foi a única coisa que consegui dizer depois de sentir uma lágrima cair.
**** Fim da Ligação ****
Zac: Amor. – Chamou, Vanessa logo parou de chorar, entrou no quarto pousado o telemóvel. – Quem era?
Vanessa: A Ashley. – Se deitou ao lado dele olhando para o pulso, que tinha um relógio, ela tinha que ver aquele pulso.
Zac: Estiveste a chorar?
Vanessa: Não, estava lá fora e entrou uma coisa para o olho. – Mentiu o melhor que pode.
Zac: Estás bem?
Vanessa: Sim, tu é que me casaste. – Rio falsamente, e triste.
Zac: Então deita aqui e descansa que eu vou fazer o mesmo. – Ela encostou no peito dele sentido medo. Passado minutos ele adormeceu, era a oportunidade dela fugir, mas ela tinha que ver para acreditar; cuidadosamente pegou na mão dele tirando o relógio e pode ler.
Vanessa: Life for Surf. – Uma lágrimas espontaneamente saio, caindo no peito dele que o fez acordar.
Zac: Vanessa, que se passa? – Ela se levantou afastando se. – Vanessa? – Ele olhou para seu pulso vendo que estava descoberto. – Eu posso explicar…- Ele bem que se tentou aproximar mas ela pegou uma navalha, apontado a.
Vanessa: Está tudo explicado.
Zac: Não, tu não percebes.
Vanessa: Sim percebo, és um assassino.
Cap.41/2ªParte
Zac: Eu não sou nenhum assassino. – Gritou fazendo com que ela se assustasse. – Desculpa não queria gritar…- Mais uma vez ele tentou se aproximar mais foi em vão, ela não deixaria, o medo a consumia naquele momento. – Sabes neste momento sinto me horrivelmente, não por me estares ameaçar com uma navalha, mas porque, tens medo de mim.
Vanessa: Não á como não ter.
Zac: Eu não te faria mal. – Começou a chorar, mas Vanessa temeu que fosse fita, e mão baixou a guarda.
Vanessa: Eu queria tanto, mas tanto acreditar nisso, mas tenho medo. - As lágrimas rolaram, ela num acto rápido guardou a arma dentro das calças, e saltou para dentro de água.
Zac: Vanessa! – Gritou, mas ela foi para o fundo a intenção era mesmo essa, ele não a poder ver. Correu para o quarto onde se vestiu, antes de sair pode ver que Vanessa tinha ali deixado o telemóvel. – Chace. – Sussurrou ao ver o nome dele no ecrã, e depois se lembrou que quando Vanessa saltou para dentro de água avia mais um barco ao fundo seria ele? Ele não sabia, mas não arriscou pegou numa arma e segui o tal barco, que com os binóculos pode ver Chace ajudar Vanessa entrar para o barco entrado em fuga.
No outro barco…
Chace: Ainda bem que conseguiste saltar. – Ele dei lhe uma toalha.
Vanessa: Ele vem atrás de nós… e tem uma arma. – Olhou chocada.
Chace: Não te preocupes, eu conheço o mar melhor que ele. – Zac acenava, gritava para Vanessa mas ela não percebia, nada só sentia medo.
Vanessa: Para onde estamos a ir… porque não me estás a levar para terra.
Chace: Cala te e senta te.
Vanessa: Chace? – Ele se virou para ela dando lhe um estalo.
Chace. Disse para te sentares. – Olhou o pulso dele e viu a mesma tatuagem.
Vanessa: Não, não pode…- Choramingou.
Chace: Ou sim, pode, pode. – Rio gozando com ela, atado no barco.
Vanessa: O Zac…
Chace: Esse anormal não tem nem capacidade de matar uma mosca… mas mesmo assim tu caíste; não é incrível como o medo nos da a volta á cabeça nos faz perder a razão, no dia em que te tenteio matar, o Zac apareceu á tua frente, e depois eu fugi… explica me Vanessa como podia ele estar em dois sítios ao mesmo tempo. – Só agora ela soube que tinha sido totalmente manipulado por Chace.
Vanessa: Porque estás a fazer isto?
Chace: Porque acertei na presa errada… quando te tentei matar não sabia que eras namorada de Zac, e isso troce me problemas; depois de ele descobrir que era eu ameaçou contar tudo.
Vanessa: Mas como…
Chace: Ok, já que te vou matar vou fazer a cena cliché e contar te tudo, dês do inicio… então eu e o Zac fomos amigos de infância, até fizemos uma tatuagem igual, o nosso amor as ondas e apenas isso. Até que eu descobri que avia outra coisa que me completava… matar pessoas como tu. – Ele, rio ao ver o olhar medroso dela.
Vanessa: Mas porque?
Chace: Porque as mulheres não servem para nada… ela tiram me tudo… a minha mãe matou o meu pai, e as miúdas roubavam me o Zac.
Vanessa: Tu eras apaixonado, pelo…
Chace: Não era o sou, eu amo o, mas ele não entente, prefere ficar contigo…
Vanessa: Tu és gay?
Chace: Que importa… só sei que amo o Zac mas se ele não quer ficar comigo, adivinha, também não ficara contigo. – Parou o barco perto de uma ilha, retirando Vanessa que ao olhar para trás via Zac aproximar se, ela era o isco Zac o alvo, que poderia ela fazer neste momento. – Fica ai. – Encostou a uma árvore desamarrando a. – Se te mexeres. – Retirou a pistola.
Zac: Não te atrevas. – Gritou aproximando se, mas não muito Chace não o permitiu.
Chace: O cavaleiro andante chegou, esperavas mos te.
Zac: Deixa a em paz.
Chace: Senão o que?
Zac: Senão contarei a todos que tu és o assassino. – Chace rio.
Chace: Faz isso e é morte certa para o amor da tua vida…- olhou para Vanessa, e voltou se para Zac. – Porque… o que ela tem que eu não?
Zac: Ela é uma mulher… essa é a chave principal; eu nunca fui gay.
Chace: Não finjas, eu sei que nunca ficamos juntos pelo teu pai, tu acreditas que tens que ser um macho, mas não, podemos viver os dois…
Zac: Eu não sou como tu…- Gritou. – Sei que nunca aceitaste mas eu gosto de mulheres.
Chace: E eu odeio-te por isso. – Apontou a arma para Zac.
Vanessa: Espera… tu não podes.
Chace: E que me vai proibir?
Vanessa: Eu. – Falou retirando a navalha que antes tinha apontado a Zac, e espetou numa das pernas de Chace, retirando lhe a arma que disparou para o ar. – As histórias clichés terminam sempre assim. – Zac correu até ela.
Zac: Estás bem? – A Abraçou.
Vanessa: Sim… desculpa, desculpa não ter acreditado em ti. – O beijou.
Zac: Estás tudo bem amor.
Vanessa: Amo te.
Zac: Também. - A voltou a beijar. – E tu, que vamos fazer contigo?
Chace: Nada… tu sabias que eu era o assassino e não contaste a ninguém isso faz de ti meu cúmplice.
Zac: Eu só soube, quanto tentaste contra Vanessa, tu ameaçaste me.
Chace: E quem tem provas disso?
Vanessa: Eu… uma vitima que vai depor contra ti em tribunal.
Zac: Eu chamei a polícia, devem estar a chegar. – Se abaixou até Chace retirando lhe a navalha da perna, e atando a corda em volta da sua perna para estacando o sangue.
Chace: Porque estás a fazer isso?
Zac: Não quero que morras.
Chace: Sabia que te importavas.
Zac: Eu não me importo, só acho que será mais justo que apodreças na cadeia pelo que fiz te. – Ele se desviou abraçando Vanessa que ainda estava molhada. – Estás bem?
Vanessa: Sim, apenas abraça me. – E assim ficaram abraçados.
»»»»» »»»»
Eu sei que drama e imaginação um pouco ridícula, mas á coisas quem me saem enquanto estamos a escrever, e eu agradeço por lerem. ;)