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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Capítulo 43/44

Cap.43

Dois dias se passaram, Zac passaram os no quarto trancando poucas vezes tinha saído, e Vanessa estava num quarto porque tinhas que estar, a médica mandou a para casa, mas se ela não cumprisse as regras e não repousa se teria que voltar para o hospital.
Brittany: Olá, olá. – Disse entrado no quarto da Vanessa com a filha no carrinho Amanda e Ashley atrás dela.
Vanessa: Olá…- Sorrio ao pegar o bebe no colo. – Que coisas linda, cada dia mais bonita.
Brittany: Claro é minha filha o que achas? – Falou ao se sentar aos pés da cama com as outras duas amigas.
Vanessa: Não fiques convencida.
Ashley: Tarde de mais Van, ela já está… mas e tu como vais?
Vanessa: Se não tivesse que passar os dias no quarto tranca acho que estria melhor. – Disse olhando para o bebe que ria das suas caretas.
Amanda: Mas quando vais ser libertas das masmorras do teu quarto?
Vanessa: Hoje á tarde irei ao médico, para ver como estou, logo se vê… toma. – Entregou o bebe a Brittany que o colocou no carro. – Mas e vocês, conte me novidades.
Amanda: A Brittany, tem uma, bem grande.
Vanessa: A serio… conta. – Falou com entusiasmo.
Brittany: Eu e o William, namoramos.
Vanessa: Que bom, fico feliz por vocês…
Ashley: Mas espera ela ainda não terminou.
Vanessa: E então?
Brittany: Como sabes eu não vou desistir de estudar em Londres, e o William virá comigo.
Vanessa: A sério?
Brittany: Sim, sabes que os pais deles tem empresas por todo o lado então ele aproveito se disso para ficar perto de mim e da Zoe. – Sorrio para a filha.
Vanessa: Ele gosta muito de vocês as duas.
Brittany: Eu sei, possa ser que ele seja o tal. – O seu sorriso foi tão bobo que as amigas riram.
Amanda: Bem, quem me dera estar na tua situação…- Confessou. – O Alex foi embora ontem como aluno de hora, teve que ir mais cedo. – Fez uma cara triste.
Vanessa: Não fiques triste.
Amanda: E não estou… quer dizer, estou mas não muito já sabia que seria assim.
Ashley: Eu já não tenho esse problema. – Falou fria.
Vanessa: Tu e o Scott, não é mesmo volta a dar?
Ashley: Não, acabou definitivamente. – Embora não assumisse ela sofria muito.
Amanda: Mas e tu?
Vanessa: Eu… eu estou desolada, acredita que o Zac não me foi ver ao hospital, nem veio aqui a casa?
Ashley: O teu pai, foi muito bruto para com ele.
Vanessa: Pois, mas ele podia ao menos atender me o telemóvel.
Ashley: Porque é que nós apaixonamos?
Vanessa: Boa pergunta.
Brittany: Eu não tenho motivos de queixa.
Vanessa: Pois talvez nós devêssemos fazer o mesmo que tu, arranjar alguém mais adulto que saiba assumir responsabilidade. – Disse sem muitas certezas.
Amanda: O problema é que nós não temos o comando que nos faça controlar por quem nós apaixonamos.
Vanessa: Se alguém o criasse seria alguém muito rico, porque para mim isso parece me uma invenção muito útil. – Bufou.
Brittany: Vá lá meninas, parem de drama…- rio - …As coisas são como são e nós temos que aceita-las porque com elas choramos e sorrimos, e é isso que nós, faz sentir vivos.
Amanda: É, tens razão… mas espera agora me lembrei se te vais embora para Londres como será com o Ryan e pequena não disse-te que o obrigarias assumir responsabilidades.
Brittany: E farei… o Ryan alistou se na tropa, nas férias verá a pequena.
Ashley: Pelo menos tem dois pais.
Brittany: É, tão nova e já tem dois homens na sua vida. – Todas riram e por ali ficaram, até a Vanessa mostra que estava ainda fraca, e precisava de descansar.
Amanda: Nós vamos indo depois, vê mo nos.
Vanessa: Ok, obrigada pela visita. – As amigas saíram em rumo a suas casas menos Ashley que decidiu ir ter com o Zac para terem uma conversa pouco amigável.
Ashley: Aqui estás tu. – Disse entrado pelo quarto de Zac a dentro.
Zac: Ashley? – Se ajeitou na cama, vendo que Ashley estava para o furioso.
Ashley: É parece que sim, não sou uma visão estou mesmo aqui – Falou gozando. -… Mas tu não devias estar, tu devias estar perto de Vanessa.
Zac: A Vanessa possivelmente não me quererá ver…
Ashley: Não sejas palerma, ela não te vai querer ver, se não agires rapidamente. – Ele virou lhe costas.
Zac: Não sei, talvez seja melhor ela ganhar me ódio, quando estou com ela acontece supre algo de errado. – Olhou para o chão, com uma cara triste confusa.











Ashley: És mais idiota do que pensavas… neste momento algo de errado está acontecer a Vanessa, porque exactamente não estás com ela.
Zac: A Vanessa…
Ashley: A Vanessa é uma pateta por te amar tanto… e tu és um sínico só pensas em ti…
Zac: Isso não é verdade. – Ele se virou para ela sem se levantar da cama.
Ashley: Quando terminaste com ela fizeste o pelo bem dela ou pelo teu… agora o que tu estás a fazer é pelo bem, dela ou pelo teu?
Zac: É por ela!
Ashley: Por ela, não estarias aqui, por isso pensa, e pensa bem. – Saio batendo a porta, enquanto Zac se voltou a deitar na sua cama, a pensar, pensar que talvez ela tivesse razão; ele estaria a ser egoísta? Estava sê-lo sem reparar.

Zac: Ela tem razão…- Se levantou, indo até ao closet. – És tão idiota Zachary. – Se vestiu e correu o mais que pode até casa de Vanessa.
Cap.44
Quando chegou a casa de Vanessa casado e suado, tocou na campainha, rezando para que não fosse Greg abrir. Mas para sua sorte foi Stella.
Stella: Zac, que fazes aqui? – Falou espanta ta ao abrir a porta.
Zac: Olá Stella, eu vim ver a Vanessa.
Stella: A Vanessa não está, foi ao médico…
Zac: Ao médico? – Perguntou nervoso. – Ontem quando falaste comigo por telemóvel, disse-te me que ela estava bem.
Stella: Calma stressadinho…- Rio. – Ela está bem sim, foi ao médico para ver se tinha que continuar de repouso, a minha mãe foi com ela só estou eu em casa.
Zac: Ah, então, vim, em má altura.
Stella: Nada disso, tu não te vais embora. – Ela o puxou para dentro.
Zac: Stella eu não posso ficar aqui se o teu pai aparece corta me as postas…- Ela rio do grande drama dela. – Não te rias não tem piada.
Stella: Por acaso até tem, ai, ai Zac devias ter mais calma, senão ainda te começam a crescer cabelos brancos antes do tempo.
Zac: Estás cheia de piada hoje.
Stella: Sou assim sempre tu é que nunca reparaste, mas bem, mudado de assunto eu tenho uma ideia.
Zac; Pela tua cara até tenho medo.
Stella: Devias ter mais confiança na tua cunhadinha.
Zac: Pois, pois, mas diz-me qual é a ideia brilhante?
Stella: Vais para o quarto da Vanessa e esperas lá que ela chegue…
Zac: E se o teu pai chega primeiro…
Stella: Para de drama ok. – Falou mais séria, que o pôs em sentido. – Vais para o quarto dela, ficas lá caladinho e sossegado, ninguém dará por ti.
Zac: Não sei não.
Stella: Vá lá, faz isso pela Vanessa.
Zac: Ok, pela Vanessa. – Ele subiu as escadas indo para o quarto de Vanessa, onde ficou quieto e calado como Stella tinha dito.
Duas horas se passaram e lá Vanessa apareceu com Gina atrás.
Stella: Estava ver que não. – Se levantou indo até á irmã.
Gina: Estavas á nossa espera?
Stella: Não só estava farta de estar sozinha… cortas te o cabelo?
Vanessa: Sim, passamos pelo cabeleireiro, por isso demoramos tanto. – Falou mexendo no seu cabelo que lhe dava pelos ombros.
Stella: Humm, mas diz me como estás?
Vanessa: Bem, a médica disse que estava bem melhor e que já posso fazer de tudo…
Gina: Mas sem abusar…- A interrompeu. – Pelo menos mais uns dias vais ter que ir com calma.
Vanessa: Sim mãe eu sei.
Gina: Espero bem que saibas, agora vêm me ajudar a fazer o jantar…
Stella: Eu vou. – Vanessa e Gina olharam para ela desconfiadas. – Que foi? Até parece eu nunca ajudo.
Vanessa: Não parece é mesmo, principalmente com o jantar…
Stella: Mas dês ta vez quero ajudar, e tu vais aproveitar para descansar.
Vanessa: Não estou cansada…
Gina: Não discutas Vanessa a tua irmã está a tentar ajudar te, vai lá para o teu quarto, chamas mos te quando o jantar estiver pronto.
Vanessa: Pronto, ok, obrigado Stella…
Stella: Acredita que me vais agradecer. – Sorrio saindo para a cozinha.
Vanessa: Está muito estranha. – Falou para a mãe, enquanto subi as escadas.
Entrou no quarto que estava escuro, quando ia para ligar a luz alguém agarrou tapado a boca.
Zac: Calma sou só eu. – Ele destapou lhe a boca, e virou para ele, ainda as escuras. – Tapei-te a boca para não gritares.
Vanessa: O que fazes aqui? – Sussurrou.
Zac: Vim ver como estavas.
Vanessa: Agora é que te lembras te? – Falou frustrada.
Zac: Sempre ouvi dizer que vale mais tarde do que nunca. - Ele tinha um sorriso na cara que já a estava a irritar, ela não podia se deixar levar, pelo menos ainda tinha que discutir primeiro. Ela tinha o seu orgulho.
Vanessa: Eu acho que já passou do, demasiado tarde. – Ela suspirava naquela escuridão mal o conseguia ver a não ser os olhos azuis dele, com a luz da lua que saia da janela.
Zac: Não digas isso, eu apenas estava com medo, medo da tua reacção. – Tão pouco ele a consegui ver só ouviam as suas vozes.
Vanessa: Então deixa me dizer que és um medroso. – Cruzou os braços.
Zac: Então deixa me dizer te que tens razão…- Ele levou as mãos as dela, alem da sua voz tinha que ter mais, um toque. – Sabes, eu tenho medo, muito medo mesmo, mas o que queres o amor em um sítio muito estranho, em todos os sentidos.
Vanessa: Sabes que a melhor solução, de superar o medo não é fugir… então porque tanto medo, porque foges?
Zac: Eu sei, eu sei…- Suspirou. – Mas fugir é sempre mais simples…
Vanessa: Mas não o mais correcto, não podemos passar a vida a fugir, a esconder-nos, isso não é bom para ninguém principalmente para nós mesmos.
Zac: Eu percebo o que queres dizer, mas falar é sempre mais fácil…tu sabes que eu fugi muitas vezes, e só não fujo mais por ti… por nós. – Sussurrou mais baixo aproximando se dela.
Vanessa: Por mim? – Perguntou num murmúrio, ele estava tão perto podia sentir a sua respiração. – Por nós?
Zac: Sim… porque te amo, amo te muito. – Encostou a sua testa na dela, deixando as suas mãos.
Vanessa: Eu também…eu também te amo muito. – Falou o que queria falar no princípio, jurou aguentar mas não pode, ele errou não devia fugir, mas estava se a redimir, e ela até podia perceber porque ele fugia.
Zac: Isso quer dizer que perdoas este pobre idiota? – Ela desencostou as suas testas.
Vanessa: Dês de que este idiota não volte aprontar.
Zac: Está prometido… mas espera tu agora aproveitaste te para me chamares de idiota não foi?
Vanessa: Sim, porque é o que me apetece te chamar, idiota, idiota, idiota, idiota…- Ele agarrou e a empurrou até a cama, sentou se em cima dela, agora já a podia ver, a luz da lua batia naquela parte, da cama.
Zac: Cortas te o cabelo? – Ele estava sentado em cima dela, segurando lhe as mão, enquanto ela olhava para cima mas não conseguia ver ainda o rosto dele.
Vanessa: Sim, gostas?
Zac: Estás ou melhor ficas linda de qualquer maneira… mas o que achas do meu? – Ele baixou mais o rosto e ela por fim o viu.
Vanessa. Estou a ver que o cortaste… deixa me dizer que ficas mais lindo ainda assim. – Ele, rio baixando o que faltava para chegar aos lábios dela.
»»»»Repostas aos comentários;)
Margarida: Ele até teve um bocadinho, embora não a quisesse colocar no meio, mas eu fiz este Greg ser um pai super protector; Obrigada por comentares.
Baa´: Tens razão, o Zac não queria que a Vanessa se magoa se mas no meio de tanta coisa, acho normal o Greg se ter sentido daquela maneira; Obrigada por comentares.
Evelly: O pai da Vanessa só tem medo pela filha, apesar de ter exagerado, ainda bem que gostaste; Obrigada por comentares.
Stephanie_95_7: Nisso tens razão ele tentou muito protege-la mas mesmo assim a culpas caíram todas em cima dela; Obrigada por comentares.
Paula: Pois eu já tinha percebido que sabias quem era o assassino, e sempre pensei que acharia exagerado ele ser gay, mas eu não gosto de fazer coisas evidentes, e neste capítulo podes te juntar ao grupo, ninguém gostou da atitude de Greg; Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados, a vossa opinião é importante, porque eu escrevo mas vocês lêem.


terça-feira, 13 de setembro de 2011

Capítulo 42

Pelo que li nós comentários vi que todas ficaram surpreendidas pelo Chace, eu nem sei de onde veio isso, a minha mente é louca as vezes. Bem eu só quero agradecer, muito os vosso comentários tanto os que são escritos como os que carregam nos pequenos quadrados... e eu sei que tenho postado muito depressa, mas a escola está a começar, e eu queria começar também com a nova história que é o prolongamento dês ta.
****


A policia marítima e a equipa de salvamento aproximava se, mas ainda estava um pouco longe, essa era a intenção de Chace ao leva-los para ali, estarem longe de tudo. Mas agora sofria com isso já que a sua perna doía, e não parava de sagrar; todos estavam cansados especialmente Vanessa que com as roupas molhadas tremia de frio mesmo que Zac a estivesse abraçar isso não a estava ajudar.
Zac: Amor… a policia já se a próxima. – Falou olhando o céu podia ouvir o helicóptero e os motores de barcos aproximarem se. – Vanessa ouviste? – Ele olhou para ela, que estava de olhos fechados, sua respiração estava fraca como o seus batimentos cardíacos; e a sua pele alem de branca estava gelada.
Chace: Eu não a matei, mas parece que a tua queria vai morrer na mesma. – Sorrio, mesmo estando de dores a imagem de Zac a sofrer trazia lhe alegria.
Zac: Isso querias tu, ela está bem ela vai ficar bem. – Aproximou mais a seu corpo apertando a nos seus braços.
Chace: Zac, Zac, ela tem as roupas molhadas a temperatura abaixou, tal como a dela, achas mesmo que ela está bem? – Ele gargalhou.
Zac: Socorro. – Gritou e por fim os paramédicos e polícias chegaram. Vanessa e Zac foram levados no helicóptero enquanto Chace, esse foi levando pela polícia.
(»»»»)
Tinham chegado ao hospital á meia hora, Chace já tinha recebido cuidados médicos e ido embora, para a esquadra. E Zac fazia buracos no chão, caminhava de um lado para o outro, não sabia nada de Vanessa até agora.
Greg: Zac. – Disse aproximando se com a esposa e a filha.
Zac: Senhor Greg. – Falou sem conseguir olhá-lo.
Stella: Como está a minha mana? – Sua voz suou em desespero.
Zac: Os médicos ainda estão a cuidar dela, não sei de nada, mas tudo indica que entrou em estado de hipotermia. – Greg levou as mãos á caras, estava exausto.
Greg: Mas tu és um homem ou o quê? – Falou para Zac, que não percebeu.
Zac: Sou… sou um homem. – Gaguejou pelo medo, da raiva que Greg tinham em seus olhos.
Greg: Então devias te portar como um… devias tomar conta da minha filha devias ser responsável.
Gina: Para com isso o rapaz não teve culpa.
Greg: Como não, sempre que ela está com ele algo de errado acontece, e se fosse coisas pequenas, mas não são assuntos muito sérios.
Zac: Eu tentei em todas ocasiões ajudar a sua filha. – Uma lágrima caio, e o sentido de culpa bateu nele.
Greg: Não devias apenas tentar, devias conseguir…
Stella: Deixa o em paz pai, estas coisas acontecem. – Falou tentado defender Zac das acusações de seu pai.
Greg: Não, não acontecem, tudo isto só aconteceu realmente porque ela estava contigo, primeiro, um assalto com tentativa de violação o que Vanessa ainda hoje tenta ultrapassar tal situação. Depois foram de férias, um assassino em serie tentou matar…quando voltaram para tua casa terminaste com ela a minha filha tem andado de rasto os últimos dias, e agora outra vez a tentaram matar… e eu só espero que não tenham acontecido. - Se sentou, estava nervoso, só rezava para a sua filha estar bem.
Stella: Ele só esta, nervoso e casado.
Zac: Pois eu acho que ele tem mesmo razão. – Stella ia dizer algo mas a médica apareceu.
Gina: Então doutora como está a nossa filha?
Dra. Charlotte: Está bem, mas neste momento encontra se em estado de repouso.
Gina: Podemos a ver?
Dra. Charlotte: Cinco minutos, ela precisa mesmo de descansar. – A médica saio com os pais de Vanessa atrás.
Stella: Não vais entrar?
Zac: É melhor não, ainda lhe vai acontecer alguma coisa.
Stella: Não ligues ao que o meu pai disse…
Zac: Mas é verdade, não pode dizer que não o seja…- Ele respirou fundo limpado as lágrimas. – Vou para casa, podias ir me dando noticias dela?
Stella: Ok, se é assim que queres.
Zac: Não é o que eu quero, mas o meu pai sempre me disse que não podemos ter tudo, o que queremos.
Stella: Então o teu pai é um bobo. – Falou virando lhe as costas para ir ver a irmã. – Olá Nessa. – Disse saltado quase que em cima da irmã.
Greg: Tem cuidado.
Vanessa: Está tudo bem pai.
Greg: Mesmo?
Vanessa: Mesmo, estou pronta para outra. – Sorrio, fracamente.
Greg: Não digas isso nem a brincar, já nós pregaste sustos que cheguem. – A repreendeu.
Vanessa: Ok, desculpe.
Gina: Não é hora para sermões Greg, deixa a descansar. – Falou furiosa.
Greg: Sabes a culpa disto é toda tua das lhe demasiada liberdade.
Gina: Estás a dizer que a culpa da tua filha estar numa cama de hospital é minha? – Raiva subiu lhe e quase gritou, Greg não respondeu só agora pensava no que tinha dito.
Vanessa: Ok, já chega… parem de discutir…- Seus pais se calaram e ela olhou em volta. – O Zac… ele está bem? – A preocupação era evidente.
Greg: Sim ele está bem melhor que tu…
Gina: Para de culpar o rapaz.
Vanessa: Como assim o que é que aconteceu?
Stella: O pai meteu as culpas no Zac por tudo de mal que te aconteceu dês do tal a salto até este último acontecimento, e o Zac decidiu ir para casa sentir culpa. – Seu pai lhe deitou um olhar mas ela nem ligou.
Vanessa: O que é que o pai fez?
Greg: É melhor assim Vanessa, vocês tem que estar separados, sempre que estão juntos algo de mal acontece.
Vanessa: Não diga parvoíces, e para de falar como se o Zac tivesse culpa em alguma coisa.
Greg: E não tem?
Vanessa: Não, ele é tão vitima como eu, nem acredito que me fez isto… mas não pense que ganha, o Zac não vai ser levado pelas suas palavras ele ainda vai perceber que não tem culpa no cartório, em nada. – Sublinhou bem o nada.
Em casa de Zac ele chegava com os olhos inchados.
Starla: Zac? – Chamou impedido de subir as escadas.
Zac: Diga mãe?
Starla: O que se passou, porque choras?
Zac: Diga me… acha que sou má pessoa?
Starla: Que pergunta é essa Zac?
Zac: Mãe, apenas me responda.
Starla: Tu és um óptimo rapaz.
Zac: A sério…eu já começo, a duvidar disso. – Virou se para subir as escadas.
Starla: Zac espera? – Ela falou bem alto, e ele ouviu mas decidiu que não queria falar mais com ninguém.
mais que pode até casa de Vanessa.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Capítulo 41 1/2ª Parte

Para avisar que a história termina no capítulo 50, agradeço apenas o comentário e a quem a carregou nos pequenos quadrados.

Cap. 41 /1ªParte

Depois de uma curta e silenciosa viagem, chegaram ao seu destino, a praia.
Vanessa: Que estamos a fazer aqui? – Ele não respondeu, apenas saio do carro para lhe abrir a porta.
Zac: Fiz algo para nós. – Disse entregado lhe a mão quando ela sairá do carro.
Vanessa: E o que é?
Zac: Já vais ver. – Pelas mãos puxou-a pela praia em frente até irem ter á maré, onde se encontrava um Barco.
Vanessa: Um barco? – Ele sorria da confusão dela.
Zac: Sim, é um barco.
Vanessa: Pensava que ficavas mal disposta, quer dizer tenho provas como ficas mal disposto. – Ele fez uma cara.
Zac: Pois… mas eu bebi um comprido para o enjoo, e esse problema está resolvido.
Vanessa: Espero bem que sim, mas isso quer mesmo dizer que vamos andar de barco. – Ele subiu as escadas, chamado a seguir.
Zac: Vamos mais que andar amor. – Fez uma cara sexy.
Vanessa: Mas eu tenho que avisar os meus pais.
Zac: Já fiz isso tudo… até informei que não ias dormir em casa.
Vanessa: Espera, vamos dormir num barco?
Zac: Sim…- Ligou os motores enquanto ela se sentava. – Primeiro vamos dar um passeio pelo mar, depois vamos parar o barco no porto, onde iremos passar a noite, lá á um restaurante perto onde podemos jantar.
Vanessa: Estou a ver que andaste ocupado, pensaste em tudo. – Sentiu a brisa do mar e se arrepiou.
Zac: Claro que sim. – Falou mais uma vez com aquele sorriso.
Vanessa: Mas espera como vamos comer a um restaurante se só temos está roupa, de praia. – Ele rio dela, as mulheres e modas.
Zac: Eu fui a tua casa buscar roupa, esta no quarto do barco.
Vanessa: Então foi por isso que a minha mãe me expulsou de casa, para lá poderes ir sem eu estar nem ai para a situação.
Zac: Sim, posso dizer que a tua mãe foi uma óptima, cúmplice. – Ele deixou o controlo do barco e foi até ela tirando a da cadeira para se sentar em seu colo no chão, e ai Vanessa pode sentir de novo aquele cheiro bom, que vinha do corpo dele. – Isto é lindo. – Olhou o longo oceano.
Vanessa: Sim, mas mesmo assim não mais que os teus olhos. – Ele baixou o rosto para a, olhar. – Amo te
Zac: Não mais que eu, te amo a ti.
Vanessa: Desculpa…- Desviou se um pouco dele fazendo se de ofendida. – O amor que eu tenho por ti não chega aos calcanhares daquilo que sentes por mim.
Zac: Estás absolutamente errada…- Ela não o deixou terminar soltou lhe para o colo beijando-o.
Vanessa: Amas me?
Zac: Mais do que possa passar pela mente de alguém, amo te, muito, tanto que não tem medida. – Ela sorrio voltado a beija-lo.
Vanessa: Amor…- se separou do beijo ouvindo um gemido dele.
Zac: Diz?
Vanessa: Este barco é alugado?
Zac: Não, é de família.
Vanessa: Então sendo assim, já não me importo de ir para o quarto., vamos para o quarto? – Ele respondeu de uma maneira bem pratica, pegou ao colo levando a até ao quarto onde a deitou colocando se depois por cima. – Já te disse que te amo? – Perguntou entre beijos quando ela parou para a, olhar.
Zac: Sim, mas eu gosto de ouvir sempre essa palavra saindo te teus doce lábios.
Vanessa: Então deixa me te dizer que te amo, amo, amo, amo, amo te muito. – Ele voltou a selar os lábios.
Zac: Eu também te amo, amo, amo, amo, te muito. – Beijou cada parte do seu rosto até ao pescoço enquanto dizia tais palavras. Primeiro foram brincado, faziam cócegas beijavam se por todo o lado, estava em roupa interior até que o desejo falou bem alto e ele fizeram amor, umas quantas vezes para matar saudades.
Vanessa: Uau…- Cai sobre ao lado de Zac, deitado a sua cabeça sobre o braço dele, enquanto se miravam.
Zac: De todas, considero está a melhor. – Beijou a testa dela sua respiração sentiam se forte.
Vanessa: Para mim, é sempre bom… mas está em um caso á parte, porque veio cheio de saudades. – Aconchegou mais o seu corpo ao dele.
Zac: Eu já tinha mesmo saudades, de tudo, amo estar contigo.
Vanessa: Eu também. – Beijou indo para cima dele, mas o momento foi interrompido pelo telemóvel de Vanessa. – É o meu, já volto. – Levantou se vestido a roupa interior, ele fez o mesmo.
**** Ligação ****
Vanessa: Estou quem fala? – Falava para o telemóvel, mas olhava para Zac deitado em cima da cama olhando para ela.
Chace: Vanessa é o Chace, mas não digas que sou eu, eu sei que estás com o Zac e eu não quero que desligues, tenho algo de importante para te dizer. – Ela fechou o sorrindo saindo do quarto como se nada fosse.
Vanessa: Fala, que tens de importante para me dizer?
Chace: Depois de que me falaste do tal assassino, eu me preocupei e investiguei. – Ela engoliu seco.
Vanessa: E então?
Chace: Eu sei que é o assassino.
Vanessa: Como?
Chace: Pela tatuagem que me falaste… eu acho que não vais gostar do que eu te vou dizer. – Ela tremeu, pela voz dele.
Vanessa: Apenas fala.
Chace: Vou começar do inicio então… depois que descobri que não falavas comigo pelo teu namorado eu decidi ver quem ele era e descobri que era o Zac.
Vanessa: E depois? – A baralhação já era muita, porque ele falava agora de Zac?
Chace: E então que eu já conhecia o Zac á muito tempo, e conheço o seu segredo, ele não queria que falasses comigo por medo.
Vanessa: Medo do que? – Queria gritar, mas decidiu manter se calma.
Chace: Medo que eu te disse se que ele é o assassino…- Zac e assassino, dentro da cabeça de Vanessa isso não fazia sentido, Zac não a magoaria. – Ele tem pavor a sangue, algumas vez te perguntaste porque.
Vanessa: Sim, foi pelo avô…
Chace: Essa história do avô é mentira, ele quer te fazer mal, por isso terminou contigo, ele gosta de ver suas vítimas sofrerem, por isso relacionasse com elas, para que se apaixonem por ele…primeiro as faz chorar por ele e depois as mata.
Vanessa: Impossível…
Chace: Ele tem a tatuagem no pulso, ele usa maquilhagem, senão uma pulseira ou algo que a esconda…- Ela ficou em silêncio, sem saber o que sentir. – Só te estou a tentar proteger, faz com que ele adormeça e depois salta do barco, estou a quatro metros noutro barco esperando te… o Zac é inteligente tem cuidado.
Vanessa: Ok. – Foi a única coisa que consegui dizer depois de sentir uma lágrima cair.
**** Fim da Ligação ****
Zac: Amor. – Chamou, Vanessa logo parou de chorar, entrou no quarto pousado o telemóvel. – Quem era?
Vanessa: A Ashley. – Se deitou ao lado dele olhando para o pulso, que tinha um relógio, ela tinha que ver aquele pulso.
Zac: Estiveste a chorar?
Vanessa: Não, estava lá fora e entrou uma coisa para o olho. – Mentiu o melhor que pode.
Zac: Estás bem?
Vanessa: Sim, tu é que me casaste. – Rio falsamente, e triste.
Zac: Então deita aqui e descansa que eu vou fazer o mesmo. – Ela encostou no peito dele sentido medo. Passado minutos ele adormeceu, era a oportunidade dela fugir, mas ela tinha que ver para acreditar; cuidadosamente pegou na mão dele tirando o relógio e pode ler.
Vanessa: Life for Surf. – Uma lágrimas espontaneamente saio, caindo no peito dele que o fez acordar.
Zac: Vanessa, que se passa? – Ela se levantou afastando se. – Vanessa? – Ele olhou para seu pulso vendo que estava descoberto. – Eu posso explicar…- Ele bem que se tentou aproximar mas ela pegou uma navalha, apontado a.
Vanessa: Está tudo explicado.
Zac: Não, tu não percebes.
Vanessa: Sim percebo, és um assassino.
Cap.41/2ªParte
Zac: Eu não sou nenhum assassino. – Gritou fazendo com que ela se assustasse. – Desculpa não queria gritar…- Mais uma vez ele tentou se aproximar mais foi em vão, ela não deixaria, o medo a consumia naquele momento. – Sabes neste momento sinto me horrivelmente, não por me estares ameaçar com uma navalha, mas porque, tens medo de mim.
Vanessa: Não á como não ter.
Zac: Eu não te faria mal. – Começou a chorar, mas Vanessa temeu que fosse fita, e mão baixou a guarda.
Vanessa: Eu queria tanto, mas tanto acreditar nisso, mas tenho medo. - As lágrimas rolaram, ela num acto rápido guardou a arma dentro das calças, e saltou para dentro de água.
Zac: Vanessa! – Gritou, mas ela foi para o fundo a intenção era mesmo essa, ele não a poder ver. Correu para o quarto onde se vestiu, antes de sair pode ver que Vanessa tinha ali deixado o telemóvel. – Chace. – Sussurrou ao ver o nome dele no ecrã, e depois se lembrou que quando Vanessa saltou para dentro de água avia mais um barco ao fundo seria ele? Ele não sabia, mas não arriscou pegou numa arma e segui o tal barco, que com os binóculos pode ver Chace ajudar Vanessa entrar para o barco entrado em fuga.
No outro barco…
Chace: Ainda bem que conseguiste saltar. – Ele dei lhe uma toalha.
Vanessa: Ele vem atrás de nós… e tem uma arma. – Olhou chocada.
Chace: Não te preocupes, eu conheço o mar melhor que ele. – Zac acenava, gritava para Vanessa mas ela não percebia, nada só sentia medo.
Vanessa: Para onde estamos a ir… porque não me estás a levar para terra.
Chace: Cala te e senta te.
Vanessa: Chace? – Ele se virou para ela dando lhe um estalo.
Chace. Disse para te sentares. – Olhou o pulso dele e viu a mesma tatuagem.
Vanessa: Não, não pode…- Choramingou.
Chace: Ou sim, pode, pode. – Rio gozando com ela, atado no barco.
Vanessa: O Zac…
Chace: Esse anormal não tem nem capacidade de matar uma mosca… mas mesmo assim tu caíste; não é incrível como o medo nos da a volta á cabeça nos faz perder a razão, no dia em que te tenteio matar, o Zac apareceu á tua frente, e depois eu fugi… explica me Vanessa como podia ele estar em dois sítios ao mesmo tempo. – Só agora ela soube que tinha sido totalmente manipulado por Chace.
Vanessa: Porque estás a fazer isto?
Chace: Porque acertei na presa errada… quando te tentei matar não sabia que eras namorada de Zac, e isso troce me problemas; depois de ele descobrir que era eu ameaçou contar tudo.
Vanessa: Mas como…
Chace: Ok, já que te vou matar vou fazer a cena cliché e contar te tudo, dês do inicio… então eu e o Zac fomos amigos de infância, até fizemos uma tatuagem igual, o nosso amor as ondas e apenas isso. Até que eu descobri que avia outra coisa que me completava… matar pessoas como tu. – Ele, rio ao ver o olhar medroso dela.
Vanessa: Mas porque?
Chace: Porque as mulheres não servem para nada… ela tiram me tudo… a minha mãe matou o meu pai, e as miúdas roubavam me o Zac.
Vanessa: Tu eras apaixonado, pelo…
Chace: Não era o sou, eu amo o, mas ele não entente, prefere ficar contigo…
Vanessa: Tu és gay?
Chace: Que importa… só sei que amo o Zac mas se ele não quer ficar comigo, adivinha, também não ficara contigo. – Parou o barco perto de uma ilha, retirando Vanessa que ao olhar para trás via Zac aproximar se, ela era o isco Zac o alvo, que poderia ela fazer neste momento. – Fica ai. – Encostou a uma árvore desamarrando a. – Se te mexeres. – Retirou a pistola.
Zac: Não te atrevas. – Gritou aproximando se, mas não muito Chace não o permitiu.
Chace: O cavaleiro andante chegou, esperavas mos te.
Zac: Deixa a em paz.
Chace: Senão o que?
Zac: Senão contarei a todos que tu és o assassino. – Chace rio.
Chace: Faz isso e é morte certa para o amor da tua vida…- olhou para Vanessa, e voltou se para Zac. – Porque… o que ela tem que eu não?
Zac: Ela é uma mulher… essa é a chave principal; eu nunca fui gay.
Chace: Não finjas, eu sei que nunca ficamos juntos pelo teu pai, tu acreditas que tens que ser um macho, mas não, podemos viver os dois…
Zac: Eu não sou como tu…- Gritou. – Sei que nunca aceitaste mas eu gosto de mulheres.
Chace: E eu odeio-te por isso. – Apontou a arma para Zac.
Vanessa: Espera… tu não podes.
Chace: E que me vai proibir?
Vanessa: Eu. – Falou retirando a navalha que antes tinha apontado a Zac, e espetou numa das pernas de Chace, retirando lhe a arma que disparou para o ar. – As histórias clichés terminam sempre assim. – Zac correu até ela.
Zac: Estás bem? – A Abraçou.
Vanessa: Sim… desculpa, desculpa não ter acreditado em ti. – O beijou.
Zac: Estás tudo bem amor.
Vanessa: Amo te.
Zac: Também. - A voltou a beijar. – E tu, que vamos fazer contigo?
Chace: Nada… tu sabias que eu era o assassino e não contaste a ninguém isso faz de ti meu cúmplice.
Zac: Eu só soube, quanto tentaste contra Vanessa, tu ameaçaste me.
Chace: E quem tem provas disso?
Vanessa: Eu… uma vitima que vai depor contra ti em tribunal.
Zac: Eu chamei a polícia, devem estar a chegar. – Se abaixou até Chace retirando lhe a navalha da perna, e atando a corda em volta da sua perna para estacando o sangue.
Chace: Porque estás a fazer isso?
Zac: Não quero que morras.
Chace: Sabia que te importavas.
Zac: Eu não me importo, só acho que será mais justo que apodreças na cadeia pelo que fiz te. – Ele se desviou abraçando Vanessa que ainda estava molhada. – Estás bem?
Vanessa: Sim, apenas abraça me. – E assim ficaram abraçados.
»»»»» »»»»
Eu sei que drama e imaginação um pouco ridícula, mas á coisas quem me saem enquanto estamos a escrever, e eu agradeço por lerem. ;)


Capítulo 39 2ª Parte e 40

Cap. 39 2ª Parte
Depois de Ashley acordar, Vanessa não saio do perto dela, via Ashley triste casada, e definitivamente precisava da amiga agora.
Ashley: O Zac não se vai chatear por ficares o dia comigo? – Perguntou enquanto subiam as escadas de volta para o quarto depois de um pequeno-almoço muito silencioso.
Vanessa: Não, ele entende perfeitamente, já lhe telefonei avisar, até perguntou se precisavas de alguma coisa.
Ashley: O Zac é um bom rapaz. - Sentou se na sua cama enquanto Vanessa ficou de pé.
Vanessa: Eu sei ele é uma boa pessoa…
Ashley: Nada como o primo. – Sua voz saio roca e magoada.
Vanessa: Não penses nele agora. – Se sentou perto dela na cama.
Ashley: Se quiseres ir para casa eu percebo.
Vanessa: Não eu quero ficar aqui, e ter certezas que ficas bem.
Ashley: Tenho saudades de meu pai. – Abraçou Vanessa, chorando outra vez.
Vanessa: É normal sentistes assim; mas com o tempo isso, passa, vai ser difícil, mas ira passar.
Ashley: Nunca esperei que ele morresse, ele dizia me estar mal, mas eu nuca dei conta do quanto mal ele estava, nunca acreditei que ele…- ela respirou fundo. – Ele tinha cancro, e nunca contou a ninguém, até hoje á autópsia pensei que ele tivesse morrido de gripe. – Rio com os nervos. – Gripe Vanessa.
Vanessa: Ele nunca vós contou? – Ashley saio do abraço e olhou.
Ashley: Não… mas era tão estranho ele dizia, tinha certezas que iria morrer, como é que eu nunca percebi que era mais serio.
Vanessa: Horas não és adivinha, se ele nunca te contou…
Ashley: Como sua filha devia ter percebido.
Vanessa: A tua mãe passa mais tempo com ele e nem ela percebeu…
Ashley Isso porque ele tentou esconder, ele nem se tentou curar. – Chorava agora de raiva, sua de seu pai, começava a sentir raiva de tudo e de todos.
Vanessa: O seu câncer era maligno, não podia ser operado.
Ashley: Mas podia ter feito algum tipo de tratamento, pelo menos viveria mais tempo.
Vanessa: Para Ashley…-virou amiga para si. – Não te culpes a ti nem a ele, ninguém tem culpa, e se o fizeres sofreras mais.
Ashley: Eu só queria que ele tentasse…
Vanessa: E ele, tentou… nos últimos dias passava mais tempo com a família davas vós mais importância e atenção, já pensaste que isso para ele era sim viver; já pensaste que ele não queria que o visse morrer aos poucos e poucos?
Ashley; Não nunca pensei…
Vanessa: Eu sei que tens saudades, sei que perdeste alguém que amas muito, mas ainda á outras pessoas; á a tua mãe a tu irmã.
Ashley: É, tens razão, brigado por estares aqui, sempre ao meu lado…- voltou abraçar a Vanessa mas agora não em forma de consolo mas sim de agradecimento, agradecimento por ter uma amiga assim.
Lisa: Meninas…- Entrou no quarto interrompendo o abraço. – O Scott está lá em baixo.
Vanessa: Queres que o mande embora?
Ashley: Não, eu trato disto. – Ela sai até Scott que a esperava na sala de estar.
Scott: Olá. – Falou quando ela entrou e fechou a porta da sala.
Ashley: Olá…- desprezo era evidente na sua voz. – Que fazes aqui?
Scott: Vim te dar os meus peamos e saber se necessitavas de alguma coisa.
Ashley: De ti… não eu de ti só quero distância.
Scott: Não digas isso, eu não queria bater em Vanessa…
Ashley: Não tu querias me bater em mim…- Apesar de estar irritada a sua voz saia baixinha. – Aquele estalo era dirigido em mim, só não mo dês te porque Vanessa se colocou á frente.
Scott: Eu não estava em mim.
Ashley: Eu sei que não, eu vi os teus olhos, não eras tu, e por isso mesmo não quero mais estar contigo; não quer estar com uma pessoa que perde a noção de quem é… não quero estar com um alcoólico.
Scott: Eu não sou…
Ashley: És, és sim…- Reforçou com agressividade. - O teu pequeno-almoço é uma cerveja, o teu almoço uma caipinha, o teu lanche vodka e para terminar em grande o teu jantar é um uísque, tu tens um problema com a bebida, eu tentei te ajudar mas tu não me ligaste e eu agora apenas não quero mais saber de ti nem de nada que venha contigo; por isso ouve me bem, acabou o que nós tínhamos está terminado.
Scott: Ashl…
Ashley: Sai da minha casa e de caminho da minha vida, eu não te quero voltar a ver. – Ela apontou o dedo para a porta e sua voz saio tão friamente que ele não teve outro remédio a não ser sair. Respirou fundo e voltou e ia voltar para seu quarto até que ouvir o murmúrio de um choro. – Jennifer. – Disse entrado no quarto da irmã que se matinha agarrada a um peluche enquanto chorava.
Jennifer: Tenho saudades. – Ashley se aproximou e abraçou.
Ashley: Eu, também meu amor; mas ira ficar tudo bem. – Falou lembrando se das palavras de Vanessa.
(»»»»)
Depois do enterro, familiares e amigos se juntaram na casa dos Tisdale, uma tradição Americana, para dar um adeus.
Greg: Lamento muito…- Começou antes de sair com a mulher e a filha mais nova. – Mike era um óptimo advogado, grande amigo, um bom marido e um excelente pai.
Jennifer: Quanto a isso de excelente pai podia ter a certeza. – Sorrio agarrada a Ashley.
Gina: Nós temos que ir, está a ficar tarde, mas se precisarem de alguma coisa, não hesitem em chamar.
Lisa: Obrigado é uma óptima amiga, e não te preocupes, Vanessa tem dado conta do recado, passaste tudo o que sabes as tuas filhas.
Gina: E eu sinto me orgulhosa disso… tchau. – Disse depois saio, e por ai diante foram saindo mais algumas pessoas.
Amanda: Bem amiga nós vamos. – Disse com Alex Josh William e Brittany atrás de si.
Ashley: Obrigado por virem todos.
William: Eu não conhecia bem o teu pai, mas gostei muito de ti, e decidi fazer, está pequena homenagem.
Ashley: E eu fico agradecida.
Josh: Eu sei que nós afastamos um pouco…
Alex: Mas de facto lamentamos, e adoramos te. – Ambos abraçaram em simultâneo, Ashley.
Ashley: Eu sei, está tudo bem. – Se separou do abraço e depois de mais segundos de conversa e despedida eles saíram.
Passado meia hora já todos tinha ido menos Vanessa e Zac, que tentava entreter Jennifer e Ashley. E assim passou a tarde e a noite, Ashley apoiava a mãe, Zac tinha ido embora e Vanessa estava com Jennifer porque Ashley pediu, achava que amiga era uma boa conselheira. Esse dia terminou assim de palavras certas, depois de muito custo, todos naquela casa adormeceram, esperando que outro dia chegasse, um dia mais feliz.
Cap. 40
Depois da morte do pai de Ashley passaram alguns dias, mais calmos, para os Tisdale. O quente Agosto começou. Brittany receberam a notícia de que o seu bebe, nasceriam em Setembro o que a deixou emocionada, apensar de não ter Ryan tinha William um grande amigo que estava sempre ao seu, lado. Amanda e Alex, esse não se dês largavam nem por um segundo, estava sempre juntos. Já Josh esse rodeavam Hillary sempre que podia, ela apenas lhe dava desprezo, pois só olhava para Zac, mas Zac não queria saber, ele e Vanessa estava tão bem que não queria estragar nada apensar de lhe estará as esconder coisas sobre Chace.
Vanessa: Hoje é sábado vamos á praia. – Disse para Brittany que suspirava em cima da sua cama.
Brittany: Acho que estou demasiado grávida para ir para a praia. – As amigas riram da sua cara.
Amanda: E estás demasiado grávida, para ir ver o William?
Brittany: Que queres dizer?
Amanda: Tu sabes o que queres dizer…
Ashley: Vocês te andado bem amiguinhos. – Brittany olhou para Vanessa.
Vanessa: Se queres fazer alguma coisa, faz, eu não tenho nada com ele a não ser amizade.
Brittany: Obrigado amiga…- Falou se sentado em cima da cama. – Mas mesmo assim, estou grávida, sou uma adolescente, quem me quererá?
Ashley: Ele parece querer.
Amanda: E muito.
Brittany: Ele é apenas um grande amigo.
Vanessa: Um amigo que busca mais, eu olha para ti de uma maneira bem apaixonada, mas que olhava para mim.
Brittany: Achas?
Vanessa: Sim acho.
Brittany: Não estás a dizer isso só porque queres ir á praia ir ter com o Zac?
Vanessa: Claro que não… até aprece. – Pegou na almofada e amuou.
Amanda: Até parece nada, vocês nos últimos tempos não descolam, parecem chiclete.
Vanessa: Apenas matamos saudades que viremos a ter.
Amanda: Nem me fales nisso só de lembrar que Alex…
Ashley: Ok, parem por aqui, calem se com isso do amor; vamos á praia ou não? – Falou um pouco bruta como andava nos últimos dias.
Brittany: Ok, vamos, vou só trocar de roupa, espere-me. – Depois de trocar de roupa seguiram até á praia do carro de Amanda, já que Brittany, não tinha muita vontade de andar. – Está tanto calor. – Falou saindo do carro.
Vanessa: É de tarde já mal se vê o sol no céu.
Amanda: A está hora já não quero entrar na água que deve estar fresca. – Depois de trancar o carro, foram caminhando e falando sobre tudo.
Vanessa: Sabem, vou cortar o meu cabelo.
Amanda: O que… mas porque? Ele é tão lindo.
Vanessa: Brigada amiga, mas quero mudar um pouco.
Ashley: Mas não iras cortar de mais pois não?
Vanessa: Não, só pelos ombros apenas.
Brittany: Bem que coincidência. – Falou e amigas lhe seguiriam o olhar.

Amanda: Que estás a pensar em fazer?
Brittany: Já vais ver. – Ela foi andado até Ryan as raparigas foram logo a trás dela, não fosse fazer asneira. – Então voltaste da viajem que foste fazer com essa ai. – Apontou para Victoria que não abriu a boca.
Ryan: Eu iria falar contigo…
Brittany: Quando, o teu filho nasce se, é que depois de me deixares no altar ninguém soube de ti. – Ela gritou.
Ryan: Não grites…
Brittany: Eu grito o quanto me apetecer.
Ryan: Se estás assim sobre o casamento…
Brittany: Eu não estou assim pelo casamento, alias ainda bem que não casámos, não iria durar muito com uma criança irresponsável como tu.
Ryan: Se não é pelo casamento porque estás tão furiosa?
Brittany: Porque não tiveste decência de me proibires de entrar na igreja para não ser humilhada, porque não tiveste a responsabilidade de perguntares pelo teu filho, em vez disso viajaste.
Ryan: Eu não te queria envergonhar parente, ninguém.
Brittany: Mas fizeste o… mas isso não importa, o que eu te quero dizer, é que eu tenho um filho, para o qual tu contribuíste, e vais continuar a contribuir, não vou deixar que está criança sofra por tua causa, tu vais ser um pai um verdadeiro pai para está criança; e se não o fores nos veremos em tribunal.
Victoria: Brittany…- Falou a tremer.
Brittany: Que queres miúda, de fender o namoradinho?
Victoria: As tuas…- Ela olhou para o chão e apontou. – As tuas águas rebentaram.
Zac: O que é que arrebentou. – Chegou abraçando Vanessa por detrás mas está não lhe deu muita atenção, e ele não percebeu, apenas olhava para um liquido no chão.
Ashley: As águas…
Amanda: Vou chamar o William, é salva vidas na praia nos irá ajudar. – Ela saio correndo.
Ryan: O bebe, ele vai…
Brittany: Nascer, sim. – Falou calma.
Wiilliam: Vamos para o hospital. – Disse assim que se aproximou pegando Brittany ao colo.
Victoria: Eles tão a ir se embora. – Abonou Ryan que só os via afastarem se.
Ryan: O que é que eu faço?
Victoria: O teu filho ira nascer tu tens que ir para o hospital, anda. – Puxou pela blusa até ao seu carro.
Em menos de nada chegaram ao hospital, as raparigas não se afastaram por nada de B, e Zac nunca se afastou de Vanessa.
Dra. Rose: Bem parece que a menina já quer sair. – Falou vendo Brittany chegar com uma data de pessoas atrás.
Brittany: Mas ainda não é a hora…
Dra. Rose: Mas ela quer sair e não a podemos obrigar a ficar ai dentro… enfermeiros, levem a senhora Brittany, para dentro temos um parto para fazer. – William depositou numa maca. – Não vai entrar Ryan a sua esposa vai ter o seu filho.
Ryan: Ela não é minha esposa e eu…eu…- Não terminou, rolou os olhos e caio para o lado.
Dra. Rose: Os outros costumam cair só depois do parto este foi antes. – Os enfermeiros, pegaram em Ryan e o levaram com Victoria até uma sala.
Brittany: Dra. Eu não quero entrar sozinha.
Dr. Rose: Então quem entraram mais?
William: Se me deixares.
Brittany: Sim, vem comigo. – Ela lhe deu a mão.
Dra. Rose: Daqui algum tempo trazer noticias. – A médica saio e todos seguiram até á sala de espera.
Zac: Bem que cena, o Ryan caio para o lado. – Rio abraçado Vanessa.
Amanda: Isso é porque é um fraco.
Vanessa: Espero que não o seja em nada mais. – Abraçou Zac forte, e o beijou, naquele dia ainda não o tinha beijado. – Olá. – Disse sorrindo.
Zac: Olá. – A voltou a encostar a sim, e esperaram até que passado algum tempos a médica voltou.
Ashley: Então doutora?
Dra. Rose: A vossa amiga deu á luz uma linda menina. – Sorrio.
Vanessa: Podemos a ver?
Dra. Rose: Sim, quarto vinte.
Zac: O Ryan?
Dra. Rose: Já lá estás. – Ele se encaminhou até ao quarto com o resto das raparigas e quando entrou um bebe adorável chorava.
Vanessa: Que coisa linda. – William e Ryan foram obrigados afastarem se as raparigas apanharam toda a cama de lado da Brittany, os rapazes tiveram que se contentar com os pés da cama.
Zac: Como se chama a princesa.
Brittany: Zoe…
Ryan: Significa vida. – Sorrio para Brittany, tinham tido algo muito lindo.
Alguns minutos passaram depois os amigos tiveram que sair, Brittany tinha que descansar.
Vanessa: Bem nunca pensei que ela nascesse hoje. – Falou olhando para estrada, por onde Zac a levava.
Zac: Pois, mas nasceu, e era um bebe lindo; deu me uma vontade de repente de ser pai. – Ele sorrio com os olhos a brilhar, mas ela preferiu ignora-lo, ele nunca teria um filho, embora soubesse do ditado “nunca digas nunca” eles não tinha futuro então seria mesmo nuca? – Que foi? – A voz dele tirou de um transe.
Vanessa: Nada… para onde vamos?
Zac: Surpresa. – Disse com um ar misterioso, para onde ele a levava, agora Vanessa ficara curiosa, mas parecia seguir até á praia.

»»»»Respostas aos comentários…
Margarida: Tens razão este capítulo foi um misto de emoções felizes e desagradáveis; Obrigada por comentares.
Linee: Ainda bem que gostas da minha história eu também gosto da tua, e acho que me perguntaste se me importava que tirasses as fotos por mim está tudo bem, eu retiro de sites ou coisas assim; Obrigada por comentares.
Evelly: Claro que senti falta és uma leitora presente nas minhas histórias o que te agradeço muito; Obrigada pelo comentário.
Stephanie_95_7: Eu gosto de drama, por todas as histórias acho que já o demonstrei, por isso estás situações todas; Obrigada por comentares
Paula: É Zanessa está de volta e tem acontecimentos fresquinho; Obrigada por comentares.
Também agradeço a quem carrega nos pequenos quadrados.